AS DROGAS ANTIPSICÓTICAS PARA SER USADA EM ESTUDO DE ESCLEROSE MÚLTIPLA...

Publicado  quinta-feira 14 de agosto de 2014

Pesquisadores Kiwi foi dado o sinal verde para usar pacientes com esclerose múltipla anti-psicóticos

Novos pesquisadores Zelândia foi dado o sinal verde para novos tratamentos experimentais em pacientes com Esclerose Múltipla usando drogas anti-psicóticas.

Os pesquisadores da Universidade de Victoria acreditam que eles podem ser capazes de reduzir os sintomas desta doença debilitante que utilizam medicamentos comumente prescritos.

Dizem que uma dosagem mais baixa de clozapina e risperidona, que o tratamento da depressão e da esquizofrenia, pode ser utilizado para tratar a Esclerose Múltipla.

Victoria University pesquisador Dr. Laura Green diz o estudo mostra que o uso de drogas são a redução da inflamação e até mesmo parar a inflamação em suas trilhas.

Dr Anne La Flamme diz que enquanto há medicamentos para pessoas que sofrem recaídas, não houve nada para aqueles cuja condição é progressiva.

"É um caminho diferente, forma diferente que eles estão tratando MS como eles seriam o tratamento da esquizofrenia", diz ela.

"Para ser capaz de fazer algo que pode beneficiá-los diretamente é inestimável."

-Esclerose Múltipla (EM) é uma doença que inflama as células nervosas do cérebro e da medula espinhal e afeta 3.000 neozelandeses. Alguns dos sintomas da esclerose múltipla são visão turva e dor crônica.

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6 FATOS SOBRE DEPRESSÃO QUE TODO MUNDO PRECISA SABER...

12/08/2014

Robin Williams: agente disse que ele lutava contra a depressão nos últimos tempos.Morte de Robin Williams e Fausto Fanti levantam a questão sobre a doença que atinge mais de 350 milhões de pessoas no mundo.


São Paulo – A depressão fez mais uma vítima nesta semana. De acordo com a polícia da Califórnia, tudo indica que o ator Robin Williams tenha se suicidado por asfixia, na última segunda-feira, aos 63 anos. O vencedor do Oscar por “Gênio Indomável” e artista consagrado por filmes como “Sociedade dos Poetas Mortos” e “Patch Adams - O Amor é Contagioso” lutava contra a depressão e o vício em cocaína e álcool.

A notícia pegou o mundo inteiro de surpresa e levantou a importante questão que gira em torno dessa doença. Se não for tratada a tempo, ela pode ter um desfecho tão triste quanto o de Williams ou do humorista Fausto Fanti, que, no final de julho, também tirou a própria vida, possivelmente, em decorrência do sofrimento psíquico.

Na opinião do médico Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, políticas públicas voltadas para esse problema e um tratamento da mídia sem tabus poderiam ajudar a evitar consequências graves.

“Ao contrário do que se pensa, as pessoas não vão se matar se a mídia falar mais sobre o suicídio. O importante é a orientação sobre isso. Deve-se falar disso para prevenir”, afirma. Todos os anos, a ABP realiza uma caminhada no dia 10 de setembro para lembrar o “dia mundial da prevenção ao suicídio” e, nos locais em que acontece esse tipo de ação, segundo ele, a incidência tem parecido menor.

O psiquiatra diz que, em cada 100 pessoas com depressão grave, 15 cometem suicídio. O número é preocupante, mas pode ser revertido se preconceitos forem combatidos e informações forem divulgadas.


A seguir, você confere fatos que todo mundo deveria saber para lidar melhor com o problema.


Depressão é uma doença, não “frescura”


Uma das principais dificuldades enfrentadas por quem sofre de depressão é entender e fazer com que os outros entendam que ela não é “frescura”, mas uma doença, como hipertensão ou diabetes.
Isso significa que precisa ser tratada por um psiquiatra, capaz de orientar e, se necessário, medicar adequadamente o paciente. A psicoterapia em conjunto pode ser muito útil, mas o tratamento médico é essencial.


Preconceito só atrapalha a cura


“Psiquiatra é médico de louco e eu não estou doido”. Esta frase, lembrada por Silva, resume boa parte do preconceito que ainda existe em torno da depressão, dos transtornos mentais e até mesmo dessa especialidade da medicina. Por vergonha ou medo de que conhecidos fiquem sabendo, pacientes evitam procurar ajuda ou perdem um apoio importante dos entes queridos.


Com um amigo deprimido, não adianta só conversar


Outro efeito nocivo do tabu é a desconsideração da gravidade do quadro. Muita gente acredita, por exemplo, que basta conversar com a pessoa deprimida para resolver o problema. Nada mais ilusório.
É claro que o apoio, o consolo e a compreensão são estritamente necessários, mas frases como “Calma, vai passar” ou “Deixa isso para lá” não acrescentam e, dependendo da situação, podem ser prejudiciais. Se o paciente estiver com ideias suicidas, por exemplo, a melhor forma de ajudar é incentivá-lo a ir ao médico.

E falar coisas como “Poxa, mas você não está nem tentando ficar feliz” ou “Você poderia se esforçar mais para melhorar” é, na opinião do médico, maldade. “Isso é a mesma coisa que, se você usa óculos, alguém pedir para que tire as lentes e ordenar que enxergue tudo sem elas”, afirma o psiquiatra.


Os sintomas podem ser físicos e psíquicos


A tristeza e o desânimo podem ser sintomas da depressão, mas não são os únicos. De acordo com Antônio Geraldo da Silva, é possível haver sinais físicos, como perda ou ganho de peso, dores inexplicáveis no corpo e insônia ou sonolência em excesso.
Entre os sintomas psíquicos estão: desânimo intenso, cansaço, apatia, falta de vontade de fazer suas tarefas, falta de prazer, de alegria, choro fácil, temperamento explosivo, irritabilidade.
O diagnóstico, claro, precisa ser feito pelo médico, já que a chamada “síndrome depressiva” tem sintomas que podem ser confundidos com outras enfermidades, como o hipotireoidismo ou o hipertireoidismo.


Qualquer pessoa pode ter depressão


Assim como grande parte das outras doenças, a depressão não “escolhe” alvos específicos. Segundo o psiquiatra, homens e mulheres, crianças, adultos e idosos podem ser acometidos pelo mal.
Esse fato vai de encontro com outro preconceito muito comum: o que diz que “pessoas bem-sucedidas ou ricas não deveriam ficar deprimidas”. Por esse raciocínio, quem não tem motivos aparentes para sofrer deveria ser imune.
A realidade, no entanto, é mais complexa. Há pessoas que têm mais propensão à doença devido à genética. Há outras que podem sofrer com o problema devido a suas condições de vida e o ambiente em que convivem.
De acordo com o médico, fatores como o uso de álcool e drogas, uma rotina muito estressante e noites sem dormir podem aumentar a incidência da enfermidade.


Depressão é uma das principais causas de afastamento do trabalho


Apesar de todo estigma existente em torno da depressão, ela é uma das principais doenças que acometem a humanidade atualmente. Dados de 2013 divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que mais de 350 milhões de pessoas no planeta têm depressão – o que representa 5% da população mundial.

De acordo com estudo publicado na revista científica PLOS Medicine, no ano passado, ela é a segunda maior causa de invalidez, no mundo, ficando atrás apenas das dores nas costas.
Antônio Geraldo da Silva estima que 20% das pessoas já tiveram, têm ou ainda terão a doença ao longo da vida. Por isso, ele ressalta a importância de falar mais sobre o tema, dentro das empresas, na família, nos governos e na sociedade como um todo.



ESCLEROSE MÚLTIPLA...UMA DOENÇA QUE AFETA A VIDA SEXUAL...

11/08/2014

A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurodegenerativa do Sistema Nervoso Central.
Os homens podem ter disfunção erétil e feminino perda de sensação.


1O psiquiatra Yenny Fermin disse que o impacto desta doença pode ter sobre a atividade sexual do paciente: "Os nervos que saem da coluna vertebral enviar sinais ou informações para o resto do corpo e esta informação é alterada com MS, portanto, é alterada o efeito deve ter nervos sobre os músculos e órgãos em que trabalham. 

E produz vários sintomas, tais como marcha lenta e espasmos musculares dolorosos, também afeta órgãos como os relacionados com a sexualidade. Pode haver disfunção sexual tanto em homens e mulheres. "

"Pode haver incontinência urinária, incontinência fecal ou tudo mais, você tem uma contração e, em seguida, o esfíncter pode ser contratado e ter retenção urinária e impactação fecal. 

Obviamente, a esta região, pode causar disfunção sexual e alterar a vida dos casais. Você pode perder a sensibilidade, muitas vezes, e isso é parte da queixa comum do paciente, bem como tendo a doença, também a esfera sexual é alterada ", disse o psiquiatra.

A vida sexual é uma questão difícil para os pacientes com esclerose múltipla, que, graças ao tratamento, podem garantir qualidade de vida. 

"A pessoa pode ter se recuperado de um surto ou uma recaída e ter uma vida bastante normal com a medicação: trabalhar, sair e ter amigos. 

No entanto, se forem afetados nesta área, especialmente na medida em que a disfunção erétil sensibilidade e respeito, é difícil dizer um parceiro em potencial: "Eu sofro de esclerose múltipla, eu não gosto de minha vida sexual, porque eu tenho Sensibilidad '. É uma questão muito complexa ", observa o médico.

Recomendado: comunicação, compreensão e terapias

Deve haver comunicação e entendimento entre o paciente com esclerose múltipla e seus parceiros. "A comunicação entre os dois deve ser muito amplo, franco e aberto. Suponha-se que, no caso do homem, ele tem uma disfunção erétil, o casal não deve empurrar.

 Você tem que discutir e buscar soluções para os médicos especialistas, verifique se você pode usar a medicina alternativa para ajudar com disfunção erétil ", disse Fermín.

No caso das mulheres ", com uma diminuição ou perda de sensibilidade em toda a área genital significativa, a situação também deve ser conversado, por exemplo: 'Eu não estou sentindo isso, eu não me sinto bem, eu preciso de mais estímulo. 

Definitivamente, ambos devem estar muito familiarizado com a doença, saber o que está acontecendo no momento em que pode surgir um problema, a fim de buscar alternativas e soluções ", diz o especialista.
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Uma alternativa é que o paciente MS com o seu parceiro ir a um médico e um sexólogo, a fim de encontrar terapias adequadas. 

O especialista pode esclarecer o tipo de disfunção sexual, que pode variar de acordo com o desejo sexual diminuído, perda de problemas de sensações, bexiga e intestino, fadiga, espasticidade, fraqueza muscular ou ligando questões psicossociais que podem perturbar sentimentos. Além disso, o especialista pode ajudar a estabelecer relações entre as respostas fisiológicas e emoções e intervir com terapias bem-sucedidas. O médico e sexólogo estão em melhor posição para indicar exercícios ou tratamentos dependem da condição do paciente. NP

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NENHUMA LIGAÇÃO ENTRE OS NÍVEIS DE VITAMINA D EM RECÉM-NASCIDO E ESCLEROSE MÚLTIPLA...

12 de agosto de 2014

Sem ligação entre os níveis de vitamina D em recém-nascidos e Esclerose Múltipla.
Um estudo mais recente desmascarou a associação entre os níveis de vitamina D em recém-nascidos eo risco de desenvolvimento de esclerose múltipla na idade adulta.


Este estudo foi conduzido por pesquisadores do Karolinska Institutet. Ao longo dos últimos anos, era amplamente aceito que os baixos níveis de vitamina D em recém-nascidos aumentar o risco de Esclerose Múltipla (MS) na idade adulta.

 Este baseia-se nos estudos que se destacaram crianças nascidas na primavera têm um alto risco de desenvolver a doença em comparação com aqueles que nasceram durante o outono.

 Acreditava-se que os baixos níveis de exposição ao sol durante a gravidez dobra o risco de MS em crianças nascidas após o inverno.
 
Esta é a primeira vez que esta hipótese foi testada; até data em que foi avaliada através de observações indiretas.
 
A Esclerose Múltipla (EM) é uma das doenças neurológicas mais incapacitantes que afetam 250,000-350,000 pessoas em os EUA Ela é diagnosticada em pessoas com idade entre 20 e 40 anos. Estima-se que cerca de 2,5 milhões de pessoas no mundo têm MS. 

Não é uma desordem hereditária, mas os pesquisadores acreditam que existe uma predisposição genética para o desenvolvimento da doença.
 
"Há várias razões por que a ligação entre a vitamina D no nascimento e risco posterior de MS não foi diretamente avaliada anteriormente", explica Peter Ueda.
 
Os níveis de vitamina D no nascimento de doentes de esclerose múltipla foram medidos e comparados com um grupo controle. Ele incluiu 459 participantes com MS e 663 controles saudáveis. Estes participantes fizeram parte do projeto EMIE liderado pelo Instituto. 

Cada participante com o MS deu amostra de sangue e foi feito para responder a um questionário.
 
Usando PKU registo que contém amostras de sangue de bebês recém-nascidos suecos a partir de 1975, os pesquisadores determinaram os níveis de vitamina D a partir de tempo de nascimento dos pacientes com EM e seus controles. Eles desenvolveram uma nova técnica para medir os níveis de vitamina D em amostras de sangue seco.
 
"Nós não poderíamos ver qualquer associação entre os níveis de vitamina D no nascimento eo risco de MS na idade adulta", disse Peter Ueda. 

 "No entanto, um elo mais fraco não pode ser descartada, nem pode a ligação ser excluídos para pessoas com determinados genes. Entretanto, nossos resultados não suportam a hipótese de tal possibilidade para reduzir o risco de MS."
 
Os resultados foram publicados na revista Annals of Neurology.

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VÍRUS QUE MUDA A COR DO FACEBOOK ATACA NOVAMENTE E FAZ 10 MIL VÍTIMAS...


12/08/2014.

CLIQUE NA IMAGEM PARA VER A REPORTAGEM MAIOR...

CONSUMO DE RITALINA NO BRASIL CRESCE 775% EM DEZ ANOS...

11/08/2014

Na última década, a importação e a produção do medicamento também cresceram 373% no País. 
Droga é usada no tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.


Em dez anos, a importação e a produção de metilfenidato - mais conhecido como Ritalina, um de seus nomes comerciais - cresceram 373% no País. 

A maior disponibilidade do medicamento no mercado nacional impulsionou um aumento de 775% no consumo da droga, usada no tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). 

Os dados são de pesquisa do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

O remédio é usado sobretudo em crianças e adolescentes, os mais afetados pelo transtorno. Para especialistas, a alta no uso do medicamento reflete maior conhecimento da doença e aumento de diagnósticos, mas também levanta o alerta de uso indevido da substância, até por pessoas saudáveis que buscam aumentar o rendimento em atividades intelectuais.

Em sua tese de doutorado pela UERJ, defendida em maio, a psicóloga Denise Barros compilou os dados dos relatórios anuais sobre substâncias psicotrópicas da Junta Internacional de Controle de Narcóticos, órgão vinculado às Nações Unidas. De acordo com o levantamento, o volume de metilfenidato importado pelo Brasil ou produzido em território nacional passou de 122 kg em 2003 para 578 kg em 2012, alta de 373%. A pesquisadora cruzou os dados da produção e importação e do estoque acumulado em cada ano, dado também disponível nos relatórios, para chegar aos prováveis índices anuais de consumo. De acordo com o levantamento, foram 94 kg consumidos em 2003 contra 875 kg em 2012, crescimento de 775%.

Dados mais recentes obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmam a tendência de alta. Segundo o órgão, o número de caixas de metilfenidato vendidas no Brasil passou de 2,1 milhões em 2010 para 2,6 milhões em 2013.

Houve um aumento da divulgação da doença e do número de pessoas que passaram a ter acesso ao tratamento, mas há outro fator importante, que é uma maior exigência social de administrar a atenção — afirma a especialista

Ela lembra ainda que há casos de adultos sem o transtorno que tomam o metilfenidato para melhorar a concentração e o foco nos estudos.

Isso é comum entre concurseiros, vestibulandos, estudantes de Medicina. Pouco se fala sobre isso no Brasil, mas nos Estados Unidos e em algumas partes da Europa, esse uso inadequado já é tratado como um problema de saúde pública — declara.

Diagnóstico

Para o psiquiatra infantil Rossano Cabral Lima, professor da UERJ, a alta no consumo é motivo de alerta porque o diagnóstico de TDAH nem sempre é acompanhado de uma investigação aprofundada das possíveis causas do comportamento incomum da criança.

— Apesar de a medicação ser importante em alguns casos, o diagnóstico rápido de TDAH e o tratamento medicamentoso parecem ter se tornado a solução mais rápida e fácil de vários problemas, sem que a origem deles seja analisada a fundo. Não se questiona se a inquietude da criança pode estar relacionada a alguma questão da escola, se é uma resposta a algo que ela não está sabendo lidar — diz o especialista. 

Presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva, afirma que, apesar da alta no consumo, ainda há milhares de brasileiros com TDAH sem tratamento.

— Com o crescimento do acesso à medicação, estamos talvez começando a adequar a proporção de pessoas com o transtorno e pacientes tratados. Mas hoje, infelizmente, ainda temos subtratamento de TDAH — declarou o presidente da ABP

O especialista cita também um estudo publicado em 2012 na Revista Brasileira de Psiquiatria que apontou que apenas 19% dos brasileiros com TDAH fazem o tratamento com medicação.  

 

NADA DE MEDO...SAIBA COMO SE PREPARAR PARA A 1ª CONSULTA NO GINECOLOGISTA...

02/8/2014
Especialista dá dicas de como abordar o assunto.



Você sabe qual é a idade ideal para ir ao ginecologista pela primeira vez? O que acontece dentro do consultório do médico? Preciso ir no mesmo ginecologista da minha mãe? Essas perguntas são apenas alguns exemplos dos questionamentos mais comuns que surgem na cabeça das meninas.

Para desvendar esse mistério e perder o medo de uma vez por todas, o ginecologista e obstetra Fábio Muniz, do Hospital e Maternidade São Cristóvão, aborda o tema a seguir    

O médico explica que geralmente as adolescentes vão acompanhadas das mães às consultas e devem ser respeitadas se quiserem conversar em particular, pois a consulta está sob sigilo. Apenas em situações de risco para a paciente, como suspeita de abuso ou doença grave, os pais ou responsáveis deverão ser comunicados

Segundo o especialista, a idade ideal para a primeira consulta é entre 11 e 13 anos, período que coincide com a primeira menstruação.

A primeira consulta é mais uma conversa sobre os assuntos relacionados ao desenvolvimento do corpo feminino, como menstruação, cólicas, início da vida sexual, prevenção de doenças entre outros assuntos de interesse da paciente

Existe um medo ou timidez quando o assunto é o exame ginecológico, mas o médico tranquiliza as meninas.


O exame físico poderá ou não ser realizado no primeiro contato, de acordo com a necessidade. Deverão ser examinadas as mamas ou o broto mamário com o objetivo de avaliar o desenvolvimento habitual, também palpamos o abdome para avaliar a presença de alguma massa ou ponto doloroso.


O exame ginecológico realizado constitui-se da inspeção da região genital, avaliação da pilificação (crescimentos dos pelos), desenvolvimento da vulva e dos lábios. Pode ser necessária a inspeção himenal, pois em alguns casos a paciente pode apresentar um hímen imperfurado, situação que leva a muita dor abdominal e ausência de menstruação

 Para as pacientes que não tiveram sua primeira relação sexual, não é utilizado o espéculo, explica o médico. Ele reforça que a consulta deve ser encarada com naturalidade, como um cuidado necessário à saúde.


Uma dica é as filhas acompanharem as mães em suas consultas ginecológicas, o que pode contribuir "para desmistificar esse momento”

 O papanicolau é um exame no qual se usa uma haste parecida com palito de picolé ou um cotonete para colher células da região do colo uterino e avaliar se existe alguma manifestação atípica, e que poderia ser uma lesão pré-maligna. Nos casos em que a paciente é virgem, em geral, o exame não é necessário

Outra dúvida de muitas pacientes é como saber ao certo o número de dias do ciclo menstrual, aponta Muniz.

Os hormônios que controlam o ciclo de cada mulher são produzidos pelos ovários sob regulação de uma região do cérebro chamada hipotálamo. Normalmente, o ciclo tem a duração de 26 a 34 dias, variando de organismo para organismo. Consideramos o primeiro dia da menstruação como o início do ciclo, que é finalizado no primeiro dia da menstruação seguinte 

 O uso de anticoncepcional é outro tema muito lembrado pelas pacientes no consultório, mas é importante conversar com o médico antes de iniciar o uso da pílula.

O profissional vai avaliar muitos fatores, entre eles o histórico médico e familiar da paciente, identificar condições que contraindicam o uso de pílulas, seu perfil e qual pílula pode trazer mais benefícios

Além de prevenir a gravidez, o médico lembra que as pílulas também podem amenizar a oleosidade da pele, melhorar cabelo e unhas, não levar a ganho de peso, aliviar intensidade de cólicas e a TPM 


O TABU DA INCONTINÊNCIA...

09 de agosto de 2014  

COM VERGONHA.
COMUM ENTRE OS IDOSOS, SITUAÇÃO GERA CONSTRANGIMENTO QUE IMPEDE PESSOAS DE ABORDAR ASSUNTO COM SEUS MÉDICOS.


Um número impressionante ficou escondido no meio de um novo relatório do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde, realizado nos Estados Unidos: 37 milhões de idosos sofrem com algum tipo de incontinência.

Isso representa uma pesada carga emocional e financeira para os indivíduos e a sociedade – afirmou Yelena Gorina, especialista em estatística e principal autora do estudo.

Ainda assim, a vergonha causada pela situação impede que falem sobre a incontinência com seus médicos.

O vazamento de urina é a variedade mais comum, afetando 40% dos idosos que vivem em suas próprias casas ou apartamentos, de acordo com a pesquisa.

Embora muitos casos sejam leves, 24% deles apresentam casos graves de incontinência urinária que precisam de atenção médica. Esse problema afeta duas vezes mais mulheres que homens, pois os músculos do assoalho pélvico, frequentemente, são enfraquecidos durante o parto.

A incontinência intestinal também é surpreendentemente comum, afetando mais de um em cada seis idosos que vivem por conta própria. Nesses casos, homens e mulheres são igualmente afetados pelo problema.
 


PROBLEMA AUMENTA COM A IDADE

Como era de se esperar, os índices de incontinência aumentam à medida que a idade avança e os idosos ficam mais frágeis, afetando 39% das pessoas que vivem em residências assistidas, 45% das pessoas que recebem tratamento em casa e 76% dos idosos internados em asilos, de acordo com o relatório.

Muitos idosos e cuidadores acreditam que a incontinência é uma consequência inevitável do envelhecimento, mas isso não é verdade.

Existem tratamentos e, na maior parte dos casos, os médicos que trabalham com esses pacientes são capazes de melhorar os sintomas e até mesmo resolver o problema – afirmou o professor de urologia da Universidade do Kansas, Tomas Griebling.


 COMO TRATAR A INCONTINÊNCIA

u Fisioterapia

u Ir ao banheiro em intervalos regulares

u Consumir mais fibras, beber menos álcool e cafeína

u Perder peso

u Fazer exercícios regularmente

u Terapias medicamentosas

u Injeções de toxina butolínica

u Implantes

u Cirurgia

RESFRIADO, GRIPE OU PNEUMONIA?

09 de agosto de 2014.


DOENÇAS RESPIRATÓRIAS TÊM SINTOMAS PARECIDOS, MAS CONSEQUÊNCIAS BEM DIFERENTES.


Tosse, febre, secreção nasal e dor de garganta podem ser o início de doenças de origem respiratória, mas as mais comuns são o resfriado, a gripe e a pneumonia. O problema é justamente conhecer a diferença entre elas e saber quando é preciso tomar uma atitude mais severa ou se apenas alguns cuidados serão suficientes para o problema ir embora.

O infectologista Marcos Antonio Cyrillo, da Sociedade Brasileira de Infec­­tologia (SBI), diz que os sintomas se confundem, mas a gravidade de cada caso é o principal fator determinante do diagnóstico.

– O resfriado é causado por um rinovírus, que fica só na área respiratória e provoca poucos sintomas. Apenas nariz escorrendo, garganta ardida, tosse seca, olhos um pouco vermelhos, mas nada de febre e dores no corpo – explica.

Já a gripe é causada pelo vírus Influenza, que tende a durar mais e tem um comprometimento maior do estado geral, com febre alta, dor de cabeça, perda de apetite e dor no corpo.

A pneumonia é uma infecção no parênquima pulmonar, o conjunto de tecidos mais importante do órgão. A doença ocorre quando as bactérias que se juntam na garganta – e que comumente fazem parte da flora da faringe e da laringe – são aspiradas para o pulmão.

– Geralmente, é a bactéria do pneumococo que pode se instalar caso a imunidade do paciente esteja baixa. Ela é caracterizada por uma tosse carregada, febre alta e desconforto respiratório, às vezes até com dor – ensina o pneumologista Clystenes Odyr Soares Silva, professor da Escola Paulista de Medicina e Membro da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

 

INFECÇÃO É DETECTADA DE FORMA SIMPLES

 

O diagnóstico de cada doença pode ser feito clinicamente. O médico examina se há indícios de infecção pulmonar e, no caso de uma pneumonia, um raio-X pode ser pedido para confirmar. Já na distinção entre o resfriado e a gripe, a diferença é sutil e fica por conta da intensidade e da duração dos sintomas.

Um resfriado dura dois ou três dias; uma gripe pode se estender por seis ou sete. Para o resfriado, é recomendado tomar remédios que tratem dos sintomas, como antitérmico, analgésico e anti-inflamatório. A gripe pode ser tratada da mesma maneira, ou com a ajuda de medicamentos que combatam diretamente o vírus, como o Tamiflu. No caso da pneumonia, só o antibiótico funciona. A vacina da gripe também é destacada como um ponto importante para evitar as doenças, segundo o especialista.


REPORTAGEM SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA CONCORRE A PRÊMIO DE JORNALISMO...

 9 de agosto de 2014

Dois acadêmicos de Jornalismo do Ibes registraram o dia a dia de portadores de esclerose múltipla para conhecer um pouco mais sobre a doença.

Você sabe o que é esclerose múltipla? Dois acadêmicos de  Jornalismo do Instituto Blumenauense de Ensino Superior (Ibes) contaram a história de três pessoas que convivem com esta doença degenerativa e sem cura. 

A reportagem concorre ao 13º Prêmio de Jornalismo Unimed na categoria “Destaque Acadêmico”

“Foram vários dias de dedicação que valeram muito a pena. Agradeço todos que participaram e ajudaram de alguma forma na realização deste trabalho”, destacou a Bianca Klemz, que produziu a reportagem em conjunto com Lucas Baldin. “É incrível ver como essas pessoas tem força de vontade para superar dia a dia essa dificuldade    ”, relatou Baldin.

QUALQUER FORMA DE CORTISONA PODE CAUSAR GLAUCOMA...ALERTAM OS OFTALMOLOGISTAS...


 
Quando o medicamento é necessário, acompanhamento com oftalmologista é única forma de impedir progressão da doença.


Quem sofre de asma já é íntimo dela: 

medicamentos à base de cortisona são a solução no caso de uma crise. Os corticoides também são prescritos como anti-inflamatórios potentes em doenças como artrite reumatoide, problemas pulmonares e alergias.

Mas é preciso cuidado com os efeitos colaterais. 

Quem faz uso constante de corticoides tem risco de desenvolver glaucoma, doença que sem o devido tratamento pode deixar a pessoa completamente cega em um período de dez anos. “Não importa se o corticoide é usado no couro cabeludo, se é em forma de colírio, pomada, comprimido, injeção ou bastão: ele entra no sangue e pode causar glaucoma”, alerta Ralph Cohen, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma.

Por isso, o médico pleiteia uma mudança na legislação de venda dessa classe de medicamentos, para controlar o uso indiscriminado e sem necessidade. “As autoridades deveriam proibir a venda de cortisona sem receita, porque, todos eles, sejam mais fracos ou mais fortes, causam glaucoma”, completa Cohen.


Sem perceber


O risco fica ainda maior porque o glaucoma é uma doença silenciosa: provoca uma lesão no nervo óptico, que vai sendo machucado lentamente – sem a pessoa se dar conta. “Há perda de visão periférica, ou seja, o paciente começa a tropeçar nos degraus por não enxergá-los, tropeça em mesas de centro. É de fora para dentro, lentamente”, explica Cristiano Umbelino, oftalmologista da Sociedade Brasileira de Glaucoma.


Por isso, aqueles que dependem do uso contínuo da cortisona devem visitar o oftalmologista uma vez por ano para monitorar se houve o aparecimento do glaucoma. Mesmo que a visão pareça perfeita. 

“Estar enxergando bem não significa estar com a visão em dia. O paciente continua enxergando à sua frente perfeitamente, com a mesma nitidez de sempre, mas o glaucoma vai fechando sua visão. 

Trocar de óculos também não significa que a visão está em dia. É preciso fazer exames de fundo de olho, medir pressão ocular, e isso só o oftalmologista faz”, alerta Umbelino.

A partir do momento que a doença for detectada, as visitas devem ser mais frequentes – a cada seis meses – e é preciso fazer tratamento com remédios.

Hoje, no mundo, há 60 milhões de pessoas com glaucoma. Embora não haja dados especificamente brasileiros, estima-se que o mundo abrigará 80 milhões de portadores em 2020. “Desses 80 milhões, mais de 12 milhões serão cegas dos dois olhos. A doença tem um cunho social e previdenciário muito grande para qualquer país. E o glaucoma não tem cura, mas tem controle”, completa Umbelino.

DO LASER AO BOCHECHO...VEJA SEIS FORMAS DE CLAREAR OS DENTES...

30/07/2014

Ter um sorriso bonito pode começar com cuidados caseiros. 
Dentes manchados e com a coloração amarelada têm solução.


Apareceu com sorriso amarelo nas fotos com os amigos? Dentes manchados e com a coloração amarelada são um incômodo para muita gente. 

Para resolver esse problema não é necessário ficar horas no consultório do dentista ou gastar muito dinheiro, como muitos imaginam.

Existem procedimentos que podem ser feitos em casa mesmo e são baratos.

Para saber qual é a melhor forma de clarear os dentes é necessário consultar um profissional.

_ O uso de cremes e fio dental pode ser suficiente para algumas pessoas. Mas para outras, pode não resolver.

Por isso a importância de ir a um consultório antes de iniciar um tratamento _, orienta o dentista Fabio Scherer, diretor da Euro Orto em Porto Alegre.


Scherer elencou seis formas de clarear os dentes. Confira:


Caseiro (Moldeiras) 

Em uma moldeira é aplicado um gel de peróxido de hidrogênio, que penetra nos dentes e quebra as moléculas que causam o aspecto amarelado. 

A moldeira deve ser usada duas vezes ao dia, por uma hora, ou durante toda a noite. 

Não é recomendável para mulheres grávidas ou que estejam amamentando, pessoas com problemas gástricos e quem tem dentes muito sensíveis. 

O dentista providencia moldeiras sob medida para os dentes, onde deve ser colocado um gel oxidante. 

O paciente usa a moldeira em casa, em geral ao dormir, por três a cinco semanas.

_ Apesar de ser um tratamento caseiro, ele deve ter a orientação do dentista_, afirma o dentista Fabio Scherer. O custo fica em torno de R$ 450.

Em Consultório (Laser) 

Com esse procedimento, os dentes ficam claros em até 90 minutos. É aplicado um gel à base de peróxido de hidrogênio, uma substância poderosa que elimina as manchas. O laser é passado dente a dente, que remove os pigmentos. O resultado dura, em média, dois anos. O único problema é o preço: a partir de R$ 900. Não é indicado para grávidas e para jovens com idade abaixo de 15 anos.

Métodos de manutenção (cremes dentais) 

As pastas de dente que contêm agentes clareadores podem ser usadas diariamente. Componentes como o bicarbonato de sódio e a sílica são os responsáveis por limpar e alisar a superfície do dente. Esse é o método mais simples e barato.

Métodos Preventivos (fio dental)

Usar fio dental diariamente para remover a placa que se aloja entre os dentes e abaixo da gengiva tem um excelente efeito anti-amarelamento dental.

Métodos Preventivos (escova dental)

Ação mecânica da escova com a superfície dental, faz a remoção de resíduos e da amarelada placa dental que se acumula a cada refeição sobre a superfície dental.

Métodos Preventivos (bochechos)

Usar produtos que contenham flúor, fortalecem a estrutura do esmalte dental, evitando cáries e diminuindo a amarelada placa 

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/07/do-laser-ao-bochecho-veja-seis-formas-de-clarear-os-dentes-4563504.html

 

ANTIBIÓTICO EM PÓ REDUZ TEMPO DE TRATAMENTO DA FIBROSE CÍSTICA...

30/07/2014 
  
Novo medicamento encurta o tempo em 72% em relação à terapia atual.


Uma das principais dificuldades dos pacientes com fibrose cística é a alta carga diária de tratamento, que inclui, entre outros procedimentos, nebulização, terapia de desobstrução das vias aéreas e fisioterapia. 

Cerca de duas horas a cada dia são dedicadas especificamente para o tratamento de infecções pulmonares. Para proporcionar praticidade e rapidez ao tratamento desses pacientes, foi lançado no Brasil o primeiro antibiótico em pó com nova abordagem terapêutica.

Indicado para o tratamento da infecção pulmonar pela bactéria Pseudomonas aeruginosa (Pa), o Zoteon Pó (tobramicina inalatória em pó) encurta o tempo de tratamento em 72% em relação ao antibiótico nebulizado. 

O tempo de inalação reduz para 5 a 6 minutos, em relação aos 20 minutos usuais, economizando 13 horas de tratamento por ciclo de tratamento (28 dias).

A nova terapia não necessita de refrigeração ou eletricidade para ser utilizada. Indicado para pacientes a partir de seis anos de idade, já foi aprovado em mais de 38 países, incluindo a União Europeia e Estados Unidos.


Saiba mais sobre a fibrose cística


Conhecida pelo nome de beijo salgado, a fibrose cística (FC) é uma doença genética que afeta principalmente os pulmões e o sistema digestivo, tornando difíceis a respiração e a digestão. 

Uma das principais causas de perda da função pulmonar em pessoas com a doença é a infecção pulmonar pela bactéria Pseudomonas aeruginosa (Pa).
FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/07/antibiotico-em-po-reduz-tempo-de-tratamento-da-fibrose-cistica-4563493.html


SUS VAI VACINAR CRIANÇAS CONTRA HEPATITE A...

30 de julho de 2014

O Ministério da Saúde anunciou hoje (29) a inclusão da vacina contra o vírus da hepatite A no calendário nacional de vacinação do Sistema Único de Saúde, a partir deste mês.

O público-alvo, de acordo com o ministro Arthur Chioro, são crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses. A meta é imunizar 95% deste público em um ano, cerca de 3 milhões de crianças. Com a inclusão da vacina, o objetivo é prevenir e controlar a hepatite A gradativamente.

O ministério investiu R$ 111 milhões na compra de 5,6 milhões de doses neste ano. Para o início da vacinação, já foram distribuídas 1,2 milhão de doses para os estados e municípios. O restante será distribuído gradualmente entre os meses de agosto e setembro.

Este mês, a vacina contra a hepatite A já está disponível nas unidades de saúde de 11 estados – Acre, Rondônia, Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí, Pernambuco, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal, segundo o ministério.

O Ministério da Saúde anunciou a inclusão da vaicna contra a hepatite A no calendário de vacinação para crianças de 1 ano até 1 ano e 11 meses.

No mês de agosto, a vacina chegará ao Amazonas, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Pará, a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Santa Catarina, à Bahia e Paraíba. Já nos estados de Roraima, São Paulo e do Paraná, a imunização ocorrerá no mês de setembro.

Chioro disse que crianças que estiverem fora do público-alvo não serão vacinadas.

"A escolha da faixa etária é feita em cima de estudos técnicos exatamente por conta do período em que a criança terá capacidade de resposta imunológica pra se proteger contra a vacina.

A partir de uma certa idade já é muito provável que a criança tenha entrado em contato com o vírus, então a recomendação do comitê técnico da Organização Mundial da Saúde [OMS] foi a introdução da vacina exatamente nesta faixa etária", disse Chioro.

A hepatite A é uma doença que atinge o fígado. De acordo com a OMS, a cada ano, ocorrem cerca de 1,4 milhão de casos no mundo.

De acordo com o Ministério da Saúde, 151.436 casos da doença foram registrados no Brasil entre os anos de 1999 e 2013. No período entre 1999 e 2012, 761 pessoas morreram por causa da doença.

FONTE:http://www.diplomatafm.com.br/portal/saude/detalhes.php?id=3224

TOSSE ALÉRGICA...VERDADE OU MITO...

26/07/2014 

Especialistas afirmam que termo não existe e que o uso de antialérgicos e anti-histamínicos é contraindicado.


Uma criança começa a tossir e alguém diz que deve ser tosse alérgica. Essa cena é recorrente, porém, esse termo é usado de forma incorreta, o que é motivo de preocupação para Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul. Não existe a chamada "tosse alérgica". De acordo com o pneumologista pediátrico Paulo José Cauduro Marostica, muitos pais oferecem antialérgicos e anti-histamínicos para crianças asmáticas pensando estar tratando a tosse, erroneamente.

_ Crianças alérgicas frequentemente apresentam asma, e a doença pode se manifestar apenas com tosse. Com isso, as pessoas fizeram a associação de que o antialérgico trataria o problema, o que está muito errado. Esse uso não tem comprovação científica. Ocorre exatamente o contrário. O remédio não faz efeito e ainda deixa a criança sonolenta, com aumento de apetite e de peso _ explica.

Segundo o pediatra Wilson Rocha Filho, é comum que as crianças tenham até 10 viroses por ano:
_ A chamada tosse alérgica não tem respaldo da literatura. Existe o medicamento específico para asma, que deve ser dado para as crianças asmáticas. Estamos em uma época do ano em que é normal que o pequeno tenha uma ou duas viroses num mesmo mês. Crianças até 5 anos apresentam, em média, cinco viroses por ano _ esclarece.

O pediatra lembra que a tosse é um mecanismo de defesa do corpo. Porém, alguns sintomas devem ser observados para que o tratamento mais adequado seja seguido. Quando a tosse dura mais de 15 dias, ou se a criança apresentar quadro de febre por mais de sete dias e catarro por 15, deve ser investigado por um médico pediatra. É sinal de que algo está fora do normal.

A tosse, que muitas vezes é a vilã de uma noite de sono, ou de várias, para qualquer pessoa, é um sintoma e pode estar relacionada a mais de um tipo de doença, conforme Júlio César Sarturi, pneumologista. Ela pode ser consequência, e também sintoma, de uma alergia, mas ainda pode ter origem medicamentosa, infecciosa, tumoral ou ainda de problemas digestivos.

Conforme Sarturi, há dois tipos de tosse: a tosse seca ou a tosse produtiva, de quem está com o peito encatarrado. Dependendo de quanto tempo uma pessoa fica com tosse, o sintoma pode ser classificado como: aguda (que dura até uma semana) ou crônica (que passa de uma semana). O médico explica que é necessário que um profissional sempre seja procurado para que a origem seja diagnosticada, ao invés de esperar dias, mais de uma semana,  para saber o problema.

_ Tem que investigar e procurar o médico. Já tive um caso que a pessoa pensou que era uma coisa banal, deixou passar cerca de 30 dias e tinha um tumor _ comenta.

Sarturi alerta para a automedicação, que não deve acontecer em nenhum caso.

Sobre pastilhas e sprays, ele explica que podem ser utilizados, mas que,se a tosse não terminar dentro de dois ou três dias, também é necessário buscar ajuda médica.  


VELEIRO OCEANS OF HOPE LEVA DOENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA EM CIRCUNAVEGAÇÃO...

Publicado em


O veleiro Oceans of Hope partiu de Copenhaga numa viagem histórica à volta do mundo e estará na Marina do Parque das Nações, em Lisboa, entre 28 de Julho e 2 de Agosto para recolher a representante portuguesa na expedição.


Em comunicado, a organização da iniciativa informa que se trata da primeira volta ao mundo em circum-navegação numa embarcação tripulada por doentes com Esclerose Múltipla (EM). O barco deverá entrar na Marina do Parque das Nações no dia às 17h30.

Oceans of Hope é o veleiro que dá forma a uma campanha com o mesmo nome, organizada pela fundação dinamarquesa Sailing Sclerosis. O objectivo do projecto, que tem a duração de 17 meses, é alterar percepções relativas à EM, mostrando o que é possível atingir quando pessoas com uma doença crónica são desafiadas à conquista de novas metas individuais, lê-se no mesmo comunicado.

A tripulação que deixou Copenhaga na tarde de 15 de Junho para a viagem de 61.000 km (33.000 milhas marítimas) esteve envolvida no estabelecimento de uma rede de pessoas com experiência regular de vela, portadoras de EM. Através de eventos de vela organizados durante as paragens do veleiro nos 20 portos previstos ao longo da viagem, nomeadamente Lisboa, a Sailing Sclerosis pretende alargar a rede já criada, alavancando o projecto Oceans of Hope.

O percurso previsto para esta viagem levará o veleiro de Copenhaga a Kiel, na Alemanha, naquela que é a primeira paragem (19- 22 Junho), seguindo-se Amesterdão, Holanda (26-29 Junho), Portsmouth, Reino Unido (3-6 Julho), La Rochelle, França (10-14 Julho) e Lisboa (28 Julho – 2 agosto). De Lisboa, o Oceans of Hope parte para a travessia do Atlântico até Boston, Massachusetts, nos EUA, onde se espera que a tripulação desembarque a 8 de Setembro. O Oceans of Hope toma então lugar na conferência ACTRIMS-ECTRIMS, o maior evento internacional do mundo dedicado à investigação na área da Esclerose Múltipla.

Mikkel Anthonisen, de 47 anos, especialista na Universidade/Hospital de Copenhaga, Rigshospitalet, é o fundador da fundação Sailing Sclerosis. Médico, psicoterapeuta e velejador, constatou a importância do envolvimento de portadores de EM em actividades de vela quando no início de 2013 conheceu um doente que alimentava a esperança de voltar a velejar. Daí nasceu o sonho de circum-navegar o globo com portadores de EM a bordo.

O especialista comenta que “Hoje é um dia maravilhoso. Não tenho a certeza de que há 18 meses alguém teria acreditado que isto seria possível, mas a prova é que tudo é possível quando acreditamos e nos empenhamos. Todos na nossa organização e em torno dela, incluindo toda a tripulação a bordo, trabalhou afincadamente para que fosse possível colocar o Oceans of Hope no mar. Fizeram mesmo um trabalho fantástico. Este projecto mostra ao mundo que ‘sim, conseguimos fazê-lo!’ – mesmo após um diagnóstico de doença crónica e potencialmente incapacitante.”

Luísa Matias, a portadora de EM que em breve se juntará à tripulação, considera que “atravessar o Oceano Atlântico no Oceans of Hope é sinal que estou pronta para deixar em terra o que me prende à EM. Esta oportunidade significa que vou conquistar um sonho meu e levar a bordo todas as mensagens das pessoas que também têm esta doença. E vou-lhes trazer esperança. As minhas vitórias são também de todos, porque as partilho com a paixão de quem segue o coração”.

A Biogen Idec juntou-se à campanha da fundação Sailing Sclerosis, Oceans of Hope, como Parceiro Oficial.

De acordo com Sérgio Teixeira, director-geral da Biogen Idec Portugal, “é com muito prazer que a companhia se associa a um projecto inédito de cariz social tão forte.

Tal como os portugueses no século dos Descobrimentos, também a equipa do Oceans Of Hope parte à conquista do mundo numa viagem única, suplantando as limitações que em muitos casos estão associados à esclerose múltipla. Estes corajosos marinheiros deverão servir de exemplo não só para a comunidade de doentes e médicos mas também para as suas famílias e população em geral”.

Mikkel continua, “Estamos muito gratos à Biogen Idec por nos ajudar a tornar possível este nosso sonho de dar a volta ao mundo com pessoas com EM”.

CONHEÇA MITOS E VERDADES SOBRE CONSUMO DE ÁGUA...

20/07/2014

Aproximadamente 70% do corpo humano é composto por água. 
Boa hidratação do organismo é fundamental para a saúde.


A água é fundamental para garantir a nossa saúde e principalmente o bem estar. Ela é tão importante ao organismo que os médicos recomendam o consumo diário de dois litros de água por dia. Segundo o nutrólogo André Veinert, a água é indispensável na vida do ser humano.

Aproximadamente 70% do corpo humano é composto por água. Porém, uma boa parte desse líquido é eliminado naturalmente por meio da respiração, do suor e da urina. Por isso, é importante repor esse líquido que foi perdido para manter o corpo hidratado — afirma.


A falta de água no organismo pode desencadear sintomas como fraqueza, dor de cabeça e tontura, que são sinais mais clássicos de desidratação.

Para ajudar você a manter o organismo sempre hidratado, o especialista desvendar mitos e verdades sobre o consumo de água.

Confira:


1) Beber água em jejum emagrece: mito


 

Apenas a ingestão de água não elimina massa, muito menos se for tomada em jejum. Para que haja o emagrecimento real é fundamental ter o balanço energético negativo (comer menos e gastar mais calorias) e eliminar os maus hábitos na alimentação.


2) Água com gás pode engordar: mito


 

O gás não tem interfere no aumento de peso. É apenas recomendado que as pessoas que sofrem de algum problema gástrico consumam as bebidas gaseificadas com moderação, pois podem causar desconfortos.


3) Beber água faz bem para a pele: verdade


 

A ingestão de água ajuda na eliminação das toxinas produzidas pelo organismo, evitando os problemas de pele


4) É recomendado beber em média 2 litros de água por dia: verdade


 

A recomendação pode variar de indivíduo para indivíduo, mas a média diária está em torno de 1,5 a 3 litros. Além de ingerir água, é importante consumir frutas, verduras e legumes que também ajudam a hidratar.


5) Devo beber água mesmo quando não tenho sede: verdade


 

No inverno a sede tende diminuir, porém, é importante manter o hábito de beber água ao longo do dia para que não ocorra uma desidratação. 

FONTE:http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2014/07/conheca-mitos-e-verdades-sobre-o-consumo-de-agua-4554694.html