ESCLEROSE MÚLTIPLA...PESQUISA EM ANDAMENTO É UMA PROMESSA...

Avaliado 12 de março, 2015 


A esclerose múltipla é uma doença auto-imune que afeta cerca de 2,3 milhões de pessoas em todo o mundo. Embora a barreira sangue-cérebro é normalmente impermeável, em doentes com MS linfócitos T são capazes de atravessar para o cérebro. 1

Estas células brancas do sangue de pessoas com diagnóstico de MS atacar a mielina gordos que cobre os nervos em seus cérebros. As lesões ou remendos da perda de mielina é uma das primeiras formas MS podem ser vistos em uma varredura do cérebro.

A maioria dos pacientes têm a forma remitente-recorrente de MS, o que significa que eles têm períodos de tempo quando a doença está em retrocesso e que muitas vezes não têm sintomas.
Cerca de 10-15 por cento das pessoas com EM têm a forma progressiva primária e não ter períodos sem sintomas quando os retiros de doença.

Os efeitos da esclerose múltipla não são facilmente discernido. Os primeiros indicadores são normalmente mais sutis. Entre os primeiros sinais de MS estão sentindo dormência em um membro que poderia causar-lhe a cair uma xícara de café, ou um formigamento simples para baixo da coluna vertebral.

Não existe causa conhecida de esclerose múltipla, no entanto, há uma série de factores que podem desempenhar um papel em que está em risco para esta doença.

MS tem um componente genético, mas que não é considerada uma doença hereditária que é altamente.

As pessoas que fumam e que tenham contraído mononucleose são em maior risco de serem diagnosticados com MS.

Vários aspectos do seu ambiente, e deficiências nutricionais, como a falta de vitamina D, são pensados para ser fatores contribuintes.

A vitamina D é produzida naturalmente no corpo por exposição ao sol. Verificou-se que as pessoas que vivem perto do equador, e, portanto, costuma ver mais do sol, tem um fator de risco menor de desenvolver MS.

Atualmente não há cura para a esclerose múltipla. Existem drogas que retardam a eventual progressão da doença, mas nenhuma das medicações têm sido criadas para reverter seus estragos no corpo.

No entanto, pesquisas recentes é promissor.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Francisco estão tentando forçar as células do corpo para criar oligodendrócitos, para descobrir se os oligodendrócitos criará mielina para substituir o que foi destruído nas fibras nervosas.

Se as células são capazes de reparar a mielina danificada a esperança é que os sintomas serão aliviados. Os pesquisadores estão otimistas sobre encontrar o composto que vai estimular essa reação. Os resultados iniciais são devidos, na Primavera de 2015.

Enquanto isso vem acontecendo na Costa Oeste, do outro lado do país, os pesquisadores estão tentando usar células-tronco para reparar os danos causados por MS.

O MS Center of New York Research Tisch tem um estudo envolvendo seres humanos, que leva as células-tronco a partir de participantes "da medula óssea, os transforma em um laboratório e em seguida, injeta-los de volta para os participantes" fluido espinhal.

Pesquisadores têm a intenção de aprender se essas células-tronco vão ajudar a reparar danificadas bainhas de mielina do cérebro. Alguns críticos argumentam que esta abordagem não vai funcionar, porque as células colhidas não são exatamente como os nativos para o corpo.

Enquanto alguns pesquisadores estão focados em uma cura, os outros estão procurando maneiras de parar a progressão da MS. Um estudo clínico promissor em Seattle acaba de lançar seu relatório intercalar, após três anos.

O estudo HALT-MS constatou que quase 80 por cento dos participantes não apresentaram novas lesões cerebrais, não teve recaídas de seus MS, e não mostrou nenhum aumento em sua deficiência durante o estudo.

Este estudo utilizou um tratamento que é comum para tratar a leucemia.


Os dois participantes do estudo receberam uma dúzia de terapia imunossupressora em doses elevadas, e, em seguida, recebeu um transplante de células-tronco do próprio participante, em um esforço para reiniciar o seu sistema imunológico.

Embora sejam necessários mais resultados e um estudo mais amplo deste tratamento, os especialistas MS estão cautelosamente otimistas de que isso poderia ajudar a travar MS em alguns pacientes.

A investigação sobre a esclerose múltipla provavelmente vai continuar com a abertura da Ann Romney Centro de Doenças Neurológicas em Massachusetts. A Casa Branca também alocou US $ 100 milhões de dólares para entender melhor o cérebro.

Mais financiamento e pesquisa focada esperamos produzir melhores tratamentos e uma eventual cura da esclerose múltipla.

FOI USADO TRADUTOR GOOGLE NESTA POSTAGEM...

1) Newsweek.com. Web. 13 fevereiro de 2015. "A busca por uma cura da esclerose múltipla."
2) Seattletimes.com. Web. 11 de janeiro de 2015. "Experimental MS Tratamento de Doenças Pára" em suas faixas ". http: //www.seattletimes.com/seattle-news/experimental-ms-treatment-halts ...

BRASIL TEM 340 CIDADES EM SITUAÇÃO DE RISCO DE DENGUE...INFORMA O MINISTÉRIO...

12/03/2015

Até 7 de março, foram registrados 224,1 mil casos da doença no país...
Outras 877 prefeituras estão em situação de alerta...

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante coletiva de imprensa sobre a dengue nesta quinta-feira (12), em Brasília...




O ministro da Saúde, Arthur Chioro, informou nesta quarta-feira (12) que há 340 municípios brasileiros em situação de risco de dengue e outros 877 estão em situação de alerta.

Segundo o governo, até 7 de março foram registrados 224,1 mil casos da doença no país, aumento de 162% em relação ao
mesmo período do ano passado, quando houve 85.401 ocorrências.

O ministério informou ainda a queda de 31,5% no número de mortes entre 2014 e 2015. Entre 1 de janeiro e 7 de março do ano passado morreram 76 pessoas. No mesmo período de 2015, foram 52 óbitos.

As informações integram o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) e foram divulgadas em coletiva em Brasília. A pesquisa foi feita com base em 1.844 cidades que se voluntariaram a participar da coleta.

Municípios que detectaram focos de dengue em 1 a cada grupo de 100 prédios são incluídos na categoria "satisfatório". Acima de 1 até 3,9 foram enquadrados na categoria "alerta". As cidades com índice acima de 4, entram no nível de "risco".

Cuiabá (MT) é a única capital na última categoria.

Outras 18 capitais foram incluídas na categoria de alerta: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Vitória (ES).

Brasília foi considerada satisfatória, assim como João Pessoa (PB) e Teresina (PI). Boa Vista (RR), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) Natal (RN) e Rio Branco (AC) não apresentaram dados.

Chioro destacou ainda a redução de 9,7% no número de casos graves da doença em relação a 2014. "Houve [também] uma diminuição de internações nesse período por dengue de 44%. E, apesar de haver 31,5% a menos de óbitos, eles estão ocorrendo, e é fundamental reforçar o conjunto de ações que já constam no plano de contingência."


Recorde foi em 2013

O coordenador-geral do Programa Nacional de Combate à Dengue, Giovanni Evelin Coelho, disse que, apesar do aumento detectado, os dados são positivos se comparados a 2013, ano considerado o mais epidêmico em relação à história de dengue no país.

"Em relação a 2013, tivemos redução de 47%. Tudo leva a crer, embora tenhamos ainda abril e maio, é que a perspectiva de um cenário parecido com o de 2013 seja remota", declarou.

Já sobre chikungunya, foram 1.049 casos confirmados até 7 de março, contra 2.773 casos em 2014. A tendência, para o ministério, é de menos transmissão da doença. "É uma transmissão ainda muito localizada, no estado do Amapá no município de Oiapoque, e no estado da Bahia", completou Coelho.

Para reforçar o combate aos focos do mosquito vetor das doenças, o Ministério da Saúde repassou R$ 150 milhões para as secretarias de Saúde de todos os estados do país. Além disso, realizou capacitação à distância, disponibilizou um telefone 0800 para que profissionais de Atenção Básica pudessem tirar dúvidas e elaborou um plano de contingência nacional.

O ministro falou sobre a importância de a população se envolver e adotar 15 minutos para erradicar os focos do mosquito em casa e dos profissionais de saúde estarem habilitados a reconhecer os sintomas das doenças. "A dengue não deve e não pode matar", afirma.


DOENÇAS REUMATOLÓGICAS AUTOIMUNES ATINGE MAIS MULHERES...ALERTA SBR

11/03/2015

O surgimento de doenças autoimunes nas mulheres como Artrite Reumatoide e Lúpus está ligado a uma tendência maior de produção de anticorpos, diferentemente dos homens...


Aos primeiros sinais de dores nas juntas, com diagnóstico precoce e tratamento adequados, as chances são muitas para o controle e até remissão de doenças reumatológicas e para a sobrevida maior das mulheres. 

O alerta, nesta semana de conscientização do Dia Internacional da Mulher, com data lembrada em 8 de março, é da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), que atua com todos os especialistas do país para o esclarecimento e a conscientização sobre as mais de 120 doenças da reumatologia, que atingem em sua grande maioria o público feminino. 

Entre as doenças mais freqüentes estão listadas Artrite Reumatoide, que afeta três vezes mais mulheres do que em homens e Lúpus Eritematoso Sistêmico, na proporção de dez mulheres para cada homem, que são doenças imunológicas, também chamadas de doenças autoimunes. O surgimento dessas patologias nas mulheres está ligado a uma tendência maior de produção de auto-anticorpos, comparado com os homens.

A Artrite Reumatoide, mais comum em pessoas com idade acima de 40 anos e após a menopausa, é uma doença crônica inflamatória, cuja principal característica é a inflamação das articulações (juntas), embora outros órgãos também possam ser comprometidos. É uma doença autoimune, ou seja, é uma condição em que o sistema imunológico, que normalmente defende o corpo de infecções (vírus e bactérias), passa a atacar o próprio organismo (no caso, o tecido que envolve as articulações, conhecido como sinóvia).

A inflamação persistente das articulações, se não tratada de forma adequada, pode levar à destruição das juntas, o que ocasiona deformidades e limitações para o trabalho e para as atividades da vida diária. Acomete cerca de 1% da população e atinge qualquer pessoa, desde crianças até idosos podem desenvolver a doença. Pessoas com histórico familiar da doença têm mais risco de desenvolvê-la.
Já o Lúpus Eritematoso Sistêmico, também uma doença imunológica, frequentemente se manifesta em mulheres jovens, com idade entre 20 e 30 anos, podendo comprometer também adolescentes.

 É uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão. 

São reconhecidos dois tipos principais de lúpus: cutâneo, que tem como sintomas manchas na pele (geralmente avermelhadas ou eritematosas), principalmente nas áreas que ficam expostas à luz solar (rosto, orelhas, colo e braços) e o sistêmico, no qual um ou mais órgãos internos são acometidos. Alguns sintomas são gerais como febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo. 

Outros, específicos de cada órgão como dor nas juntas, manchas na pele, inflamação na pleura, hipertensão e/ou problemas nos rins. 

No Brasil, não há números exatos de pacientes com Lúpus. Estima-se entre 120 mil a 250 mil casos no Brasil ou 1 a cada 1.000 mulheres. Em São Paulo, os especialistas apontam a existência de 12 a 18 mil portadoras de LES. O tratamento depende do tipo de manifestação apresentada e deve ser individualizado.

Chama atenção também entre as doenças autoimunes com mais frequência em mulheres a esclerose sistêmica e a polimiosite, doença caracterizada pela inflamação dos músculos, afetando duas mulheres para cada homem. A fibromialgia, caracterizada por dores difusas pelo corpo, também é mais freqüente.

As doenças reumatológicas que mais afligem as mulheres são as doenças autoimunes (exemplo – lúpus), doenças degenerativas (exemplo - osteoartrite) e as doenças osteometabólicas (exemplo – osteoporose), explica a reumatologista Rosa Maria Rodrigues Pereira, membro das Comissões de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose e da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Fator importante também é o histórico familiar.

De acordo com a especialista, doenças como a osteoartrite são degenerativas, tem componente hereditário e, em geral, se manifestam em mulheres com mais de 50 anos, com o comprometimento de mãos e  joelhos. Nas mãos afetam as articulações dos dedos. 

“Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequados é possível diminuir a sua progressão”, alerta a professora Titular de Reumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

A doença osteoporose é uma doença osteometabólica também mais comum na mulher do que no homem. Com a chegada da menopausa e a perda do hormônio estrogênio fundamental para a manutenção dos ossos do corpo existem mais chances de fraturas. “Cerca de 30% das mulheres, após os 50 anos, vão ter diagnóstico de osteoporose, enquanto 15% entre os homens com mais de 70 anos, devido à perda de testosterona com o passar do tempo. O exame de densiometria óssea é imprescindível para o diagnóstico.

A reumatologista alerta que as campanhas de esclarecimento sobre as doenças reumáticas são de extrema importância para mudar o quadro da saúde da mulher no Brasil. “Sem informação, o diagnóstico acaba sendo tardio e há um comprometimento muito sério da qualidade de vida. Como exemplos ela cita que para a doença Artrite Reumatoide, hoje, já existem medicamentos que impedem que a doença chegue à deformidade. É preciso tratar no início. Na osteoporose, a suplementação  de vitamina D, com uma ingesta adequada de alimentos ricos em cálcio e atividade física, proporcionam mais chances de impedir a evolução da doença”, destaca Rosa Maria.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), Cesar Emile Baaklini, as doenças reumáticas apresentam índices elevados de morbidade e mortalidade, se não tratadas precocemente e adequadamente. “Tanto a SBR quanto os serviços públicos, as secretarias de saúde dos governos devem desenvolver ações de conscientização à população com mais frequencia”, diz ele. “Inclusive, os serviços das universidades têm condições de auxiliar e de ajudar os gestores em um trabalho amplo de conscientização e devem ser acionados”, completa.

Tratamento

O tratamento das doenças reumatológicas é garantido no Sistema Único de Saúde (SUS). A assistência aos pacientes com doenças reumáticas inclui desde o fornecimento de medicamentos até a realização de terapias integrativas, associadas à realização de exercícios que devem ter indicação do médico.

A recomendação à população é que percebidos os primeiros sintomas das doenças (dor, inchaço e rigidez nas juntas), o paciente procure o serviço médico mais próximo da sua residência. As doenças reumáticas são crônicas, não têm cura, mas podem ser tratadas.


EXERCÍCIO NA MEIA IDADE AJUDAM NA SAÚDE CEREBRAL MAIS TARDE...

08/03/2015

Segundo os pesquisadores, promover a cultura da atividade física na meia-idade pode ser um passo importante para garantir um envelhecimento saudável do cérebro...


Uma nova pesquisa realizada pela Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados, revelou que pessoas não praticam exercícios durante a meia-idade podem ter volumes cerebrais inferiores aos 60 anos. Tal resultado é um indicador de envelhecimento cerebral acelerado, segundo os pesquisadores.

 — Muitas pessoas não começam a se preocupar com a saúde do cérebro antes da velhice. Mas este estudo fornece mais evidências de que certos comportamentos e fatores de risco na meia-idade podem ter consequências para o envelhecimento do cérebro mais tarde — disse Nicole L. Spartano, principal autora da pesquisa.

O estudo avaliou 1.271 pessoas que participaram de um teste ergométrico na década de 1970 — quando a idade média do grupo era de 41 anos. 

A partir de 1999, quando a idade média era de 60, eles foram submetidos a exames de ressonância magnética no cérebro e a testes cognitivos. 

Os participantes não tinham doença cardíaca ou problemas cognitivos no início do estudo. Nenhum tomava medicação que alterasse a frequência cardíaca.

Segundo os pesquisadores, promover a cultura da atividade física na meia-idade pode ser um passo importante para garantir um envelhecimento saudável do cérebro.

TRATAMENTO PRECOCE ASSEGURA QUALIDADE DE VIDA PARA PORTADORES DE ESCLEROSE MÚLTIPLA...

Estudo realizado em 20 países identificou que com diagnóstico prematuro o nível de incapacidade física provocada pela doença se manteve baixo...



Aos 25 anos, a estudante Ilana Castro sentia um formigamento estranho do lado direito do corpo. Rosto e dentes também doíam muito desse lado e a mão direita experimentava um peso constante. Em algumas das suas idas aos médicos em busca de um diagnóstico e tratamento, ela ouviu que o problema era odontológico ou resultado de crises de sinusite. Depois de uma consulta com um neurologista e muitos exames, finalmente, a jovem descobriu a causa dessa pane no lado direito: a esclerose múltipla (EM).

Apesar do assombro do diagnóstico, o tratamento feito com uma substância imunorreguladora chamada de Interferon tem permitido que a jovem dê continuidade à formação universitária e leve uma vida bem próxima da normalidade. “Na verdade, quem não me conhece, não desconfia que haja nada de errado, por isso mesmo, é necessário que as pessoas conheçam e saibam que é possível viver com esclerose múltipla”, completa.

O exemplo de Ilana ilustra o resultado de um estudo dos Comitês Americano e Europeu para Tratamento e Pesquisa em Esclerose Múltipla em Boston, Massachusetts, que, ao longo de 11 anos, comprovou que o tratamento precoce com betainterferona-1b diminui os efeitos das complicações motoras e sensitivas dos pacientes em estágio inicial da doença, que atinge o sistema nervoso central e afeta o cérebro e a medula espinhal, interferindo na capacidade de controlar funções como andar, falar, urinar e outras. A Associação Brasileira de Esclerose Múlti pla(Abem) estima que, atualmente, existam 35 mil brasileiros com essa doença crônica que costuma acometer mais mulheres que homens, entre os 20 e os 50 anos. 

 Estudo

O estudo, realizado em 20 países com 278 pacientes, identificou que, com diagnóstico prematuro e tratamento precoce, o nível de incapacidade física provocada pela doença se manteve baixo e estável, com média de 2.0, o que caracteriza incapacidade mínima. Além disso, a taxa de recaídas também foi reduzida. Os resultados mostraram que o início do tratamento nestes pacientes adiou o desenvolvimento da esclerose múltipla clinicamente definida (CDMS) - e desacelerou o declínio cognitivo mensurado com o Pasat (Paced Auditory Serial Addition Test – Pasat), uma medida da função cognitiva que avalia a velocidade e flexibilidade do processamento de informação auditiva, assim como habilidade de cálculo. Esses dados sinalizam que quanto mais cedo for iniciado o tratamento da doença, maior será o retorno positivo para os portadores.

De acordo com o neurologista e professor da Universidade Federal da Bahia Ailton Melo, a grande vantagem dessa medicação que, no Brasil, é distribuída pelo Sistema Único de Saúde, reside no fato de impedir que o paciente tenha muitos surtos da doença. “A cada surto, o paciente sofre mais danos no sistema nervoso central, com esses danos, há uma chance grande dele ter comprometimentos definitivos como a perda da visão ou até mesmo dos movimentos de pernas e braços”, diz.

Atualmente, a evolução da esclerose múltipla pode ser medida pelo grau de inabilidade física, como na Escala Expandida do Estado de Incapacidade de Kurtzke (EDSS), que se utiliza de oito sistemas funcionais para a classificação. Os sistemas são: piramidal, cerebelo, tronco cerebral, sistema sensorial, intestino e bexiga, visão, cérebro, outros. A partir da avaliação desses, os neurologistas determinam uma pontuação que vai de 0 – exame neurológico normal – a 10 – paciente totalmente incapacitado no leito, que não comunica, não come nem deglute, resultando morte por esclerose múltipla.

Causas

A esclerose múltipla é uma doença autoimune onde células do próprio organismo (células T) agridem o sistema nervoso. Embora a medicina não consiga dizer com precisão, acredita-se que ela possa ter um fundo genético, ambiental ou parasitária.

“Acredita-se que os caucasianos estariam mais vulneráveis ao problema uma vez que em países como a Alemanha, por exemplo, existam 200 portadores da doença para cada 100 mil habitantes quando, na Bahia, a proporção é de cinco casos para cada 100 mil habitantes”, explica o médico, lembrando que o sol e as condições sanitárias funcionariam como uma proteção.

DETECÇÃO DE DISFUNÇÕES RENAIS...

Quarta-feira, 11/03/2015

Campanha em comemoração ao Dia Mundial do Rim alerta sobre a saúde dos rins...


A partir dos 40 anos de idade, todo mundo perde em média 1% da função renal a cada ano. Este dado, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), reforça a necessidade de um cuidado constante com os rins. A preocupação com o diagnóstico precoce de disfunções renais deve ocorrer em todas as fases da vida, já que os mesmos dados indicam que 10% da população mundial têm Doença Renal Crônica. Por isso a SBN lançou a campanha Rins Saudáveis para lembrar o Dia Mundial de Rim, nesta quinta-feira (12).

De acordo com a Dra. Jailma Vieira, radiologista médica do laboratório Exame os rins são órgãos vitais para o funcionamento do corpo, pois têm a função de filtrar o sangue. “São eles que decidem quais elementos devem permanecer no corpo e quais devem ser excretados, por isso, uma disfunção nesse órgão pode trazer graves complicações para o indivíduo”, explica a médica.

Há várias patologias que podem determinar alterações na função renal. A especialista informa que as mais comuns são os cálculos renais, conhecido popularmente como “pedras nos rins” e a infecção urinária. 

“Os sintomas mais frequentes são dores lombares, febre e ardência miccional (ao urinar)”, lista.


Doenças silenciosas


De acordo com a médica radiologista, um dos métodos de imagem que ajuda no diagnóstico de patologias renais é a ultrassonografia. “Tem seu valor em avaliar a anatomia dos rins, a presença de cálculos, dilatação das vias excretoras, e eventuais complicações de infecções urinárias. Além disso, este não é um método invasivo e não utiliza radiação ionizante. 

Para a realização deste exame, o paciente deve estar em jejum e com bexiga cheia”, esclarece Dra. Jailma Vieira.

A médica reforça a importância de exames periódicos, que devem fazer parte do check-up anual. “A primeira abordagem sempre deve ser clínica, com o auxilio de exames laboratoriais como sangue e urina. Esses exames preliminares são fundamentais, visto que algumas alterações renais são assintomáticas. Cabe ao médico indicar também os métodos de imagem para complementar o diagnóstico”, conclui.


MINISTÉRIO DA SAÚDE DIVULGA DIRETRIZES PARA TRATAR TRANSTORNO BIPOLAR...

10 de março de 2015
A especialista explica que não há cura para o transtorno bipolar, mas, se o paciente seguir o tratamento de forma adequada, pode passar anos sem apresentar crise
O Ministério da Saúde deve publicar esta semana as diretrizes terapêuticas para o diagnóstico, tratamento e acompanhamento do transtorno bipolar. A forma mais grave da doença, considerada um transtorno afetivo, afeta cerca de 2 milhões de brasileiros...

Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, o novo protocolo vai unificar a atenção dada à doença em todo o país e, com isso, facilitar a sua identificação por médicos da atenção básica, que deverão encaminhar o paciente para o tratamento adequado, oferecido nos centros de Atenção Psicossocial.

A doença se manifesta em fases que alternam a hiperexcitabilidade e a agitação com profunda tristeza e depressão. A duração de cada fase varia de pessoa para pessoa, podendo durar horas, dias, meses e até anos. Um complicador para a pessoa portadora do transtorno surge quando as duas fases se misturam, o chamado estado misto.

A publicação também deve trazer a incorporação de cinco medicamentos para o tratamento do transtorno bipolar. Clozapina, lamotrigina, olanzapina, quetiapina e risperidona são remédios usados para outros fins na rede pública, mas que até o fim do semestre devem estar disponíveis também para esse transtorno afetivo. A expectativa é que em 2015 cerca de 270 mil pessoas sejam beneficiadas com o tratamento. O investimento este ano será cerca de R$ 90 milhões com os medicamentos.

Segundo a professora de psiquiatria da Universidade de Brasília Maria das Graças de Oliveira, a incorporação dos remédios deve ser comemorada, já que o tratamento é essencial para que o paciente tenha qualidade de vida. ”A falta desses medicamentos acaba fazendo com que os médicos prescrevam produtos mais antigos, menos específicos e que, portanto, têm mais efeitos colaterais”.

A especialista explica que não há cura para o transtorno bipolar, mas, se o paciente seguir o tratamento de forma adequada, pode passar anos sem apresentar crise. Ela alerta que muitos deixam de tomar os remédios quando se sentem bem, correndo o risco de ter uma crise mais agressiva depois desse intervalo.

ACORDA ANUNCIA FASE 1 RESULTADOS PARA REMIELINIZANTE ANTIBODY NA ESCLEROSE MÚLTIPLA...

06 DE FEVEREIRO DE 2015


Acorda Therapeutics, Inc. tem libertado resultados de um ensaio clínico de fase 1 de rHIgM22 para a esclerose múltipla , que mostra que o medicamento é seguro e produz poucos efeitos colaterais.

rHIgM22 é um medicamento que pode induzir a re-enrolamento da bainha de mielina que rodeia as células nervosas, o que lhes permite conduzir impulsos de um para o outro. Os sintomas da esclerose múltipla são acreditados para ser devido a um ataque do sistema imunológico na própria mielina do corpo, o que pode causar a perda imprevisível do movimento, sensação, problemas de visão e sentimentos de dor.

A medicação rHIgM22 é um anticorpo monoclonal humano recombinante que foi originalmente identificada no laboratório de Moses Rodriguez, MD na Clínica Mayo. Em animais, rHIgM22 protegido oligodendrócitos, células que produzem mielina, a partir de morte. É também causada oligodendrócitos para reparar regiões do sistema nervoso que tinha perdido mielina.

Com o tratamento rHIgM22, animais com MS experimental também recuperou um pouco a função motora.

O estudo de Fase 1 durou até seis meses. Na primeira fase, cinquenta participantes com qualquer tipo de MS recebeu uma dose única de rHIgM22, com cinco níveis de dose de dose diferente estudados pelos investigadores. Oito pessoas foram dadas cada dose, e dois por grupo de dose receberam placebo. Nenhuma das doses excessivas causou efeitos colaterais em comparação com o placebo, ou problemas que limitam a utilização deste medicamento. Durante o estudo, as pessoas com MS continuou a fazer alguma medicação que eles estavam levando para a condição.

Na segunda fase do estudo, 21 pessoas com esclerose múltipla que nunca tinha recebido qualquer medicação para a condição receberam placebo ou uma das duas maiores doses de rHIgM22. Os sujeitos do estudo foram examinados durante seis meses. Mais uma vez, a medicação foi encontrado pelos investigadores para ser seguro e tolerável. Na segunda parte do estudo clínico, também foram tomadas medidas de imagem e de biomarcadores. Estes dados ainda está sendo analisado e será lançado mais tarde.

No geral, os efeitos colaterais mais comuns foram: dor de cabeça, dermatite de contato, MS recaída, no local da perfusão hematoma, fadiga, artralgia, dor nas costas, fraqueza muscular, dor de garganta, dor em uma extremidade, prurido, contusão, e rubor. Nenhum dos participantes abandonaram o estudo devido a esses efeitos colaterais.

Acorda irá continuar a desenvolver o medicamento com base nestes resultados. Anthony Caggiano, MD, Ph.D., vice-presidente sênior do Acorda de Pesquisa e Desenvolvimento afirmou: "Estamos encorajados pelo resultado deste julgamento, que mostrou que rHIgM22 foi bem tolerada em todos os níveis de dose que estudamos. Estamos actualmente a desenvolver o protocolo para a nossa próxima fase 1 de ensaios clínicos de rHIgM22. Os dados deste estudo irá ajudar a informar o desenho da próxima prova, que vai se inscrever pessoas com esclerose múltipla que estão experimentando uma recaída ativa. "

USADO TRADUTOR GOOGLE

Esclerose Múltipla em debate no 6.º Congresso Regional Algarve – SPEM

13/janeiro/2015


FARO – Decorre, no dia 17 de Janeiro, na Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, a partir das 9h, o 6.º Congresso Regional Algarve – SPEM, promovido pela Delegação Distrital de Faro da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM).

O Congresso reúne diversos especialistas na área da esclerose múltipla e tem como objetivo debater questões relacionadas com a doença e esclarecer as principais dúvidas das pessoas com esclerose múltipla.

Entre os principais temas destacam-se “O Estado da Arte na Esclerose Múltipla”, tema apresentado por João Correia de Sá, neurologista do Hospital de Santa Maria, a nutricionista Paula Pereira falará sobre “A Nutrição e a Esclerose Múltipla”, “As questões urológicas no doente com Esclerose Múltipla”, da responsabilidade da urologista Vanessa Metrogos e, as questões mais abrangentes relacionadas com o dia-a-dia do doente serão apresentadas pela psicóloga do Hospital de Portimão, Verónica Ferreira.

Do Congresso faz ainda parte uma passagem de modelos, que junta pessoas com esclerose múltipla, cujo objetivo é alargar o conhecimento da população sobre a esclerose múltipla e envolver os doentes com a comunidade e em atividades desafiantes. O desfile de moda é apoiado pela loja La Dolce Vita, em Almancil. O evento conta com a presença do actor Marco Delgado, padrinho da Delegação de Faro da SPEM.


Sobre a Esclerose Múltipla


A Esclerose Múltipla afeta mais de 8.000 portugueses. Em todo o mundo são cerca de 2,5 milhões de pessoas com esta doença inflamatória crónica do sistema nervoso central que se manifesta sobretudo em jovens adultos, entre os 20 e os 40 anos de idade, e que interfere com a capacidade do doente em controlar funções como a visão, a locomoção, o equilíbrio e também a parte cognitiva. 

As mulheres têm duas vezes mais probabilidades de desenvolver Esclerose Múltipla do que os homens e a patologia tem um impacto significativo na qualidade de vida dos doentes e das suas famílias. 

Cerca de 85% dos doentes queixam-se de fadiga constante, independentemente do seu grau de incapacidade provocado pela doença, o que interfere com a sua qualidade de vida e produtividade.


CIENTISTAS AMERICANOS DESENVOLVEM ANTIBIÓTICO REVOLUCIONÁRIO

Atualizado em 8/1/2015

Em testes feitos em ratos, medicamento foi eficaz no combate a bactérias resistentes
Em testes feitos em ratos de laboratório, medicamento foi eficaz no combate a bactérias resistentes


Há décadas não foram registradas grandes descobertas no que diz respeitos a antibióticos. Mas essa “seca” pode ter chegado ao fim com uma descoberta feita por cientistas americanos, que vem sendo considerada revolucionária.

Uma equipe de especialistas da Universidade Northeastern, em Boston, desenvolveram um medicamento capaz de combater diversas infecções bacterianas que são resistentes aos antibióticos atuais.

Chamado de teixobactin, o remédio foi testado em ratos de laboratório e pode levar de cinco a seis anos para que seja testado em humanos.


Tuberculose


Em um artigo publicado na revista científica Nature, os cientistas explicam que o teixobactin se provou efetivo contra bactérias que causam a tuberculose e outras ‘superbactérias’ resistentes à meticilina, mais conhecidas pela sigla em inglês MRSA.

Os cientistas também desenvolveram outros 24 antibióticos, que também foram considerados “promissores”.

Nada de relevante foi descoberto no campo dos antibióticos desde 1987.

Segundo a equipe de Northeastern, liderada pelo cientista Kim Lewis, o método foi desenvolvido após uma análise de compostos de bactérias provenientes do solo. Eles foram, depois, cultivados em laboratório, em uma espécie de câmara colocada dentro da terra durante algumas semanas.


FALTA DE REMÉDIO AFETA CERCA DE 30% DE USUÁRIOS DE PROGRAMA

12/01/15

Farmácia de Minas, do governo estadual, sofre com a carência de 20 a 30 medicamentos por mês.
Dificuldades. Fátima Pereira, 69, não conseguiu pegar o remédio necessário para tratar anemia falciforme 


Desabastecida, a Farmácia de Minas não tem conseguido atender ao menos 30% das 1.200 pessoas que diariamente tentam retirar, na capital, remédios gratuitos para tratamento de doenças crônicas. A unidade, localizada na avenida do Contorno, no bairro Gutierrez, na região Oeste, também é destinada aos usuários da capital e região metropolitana, mas registra, com frequência, a carência de 20 a 30 medicamentos por mês.

A denúncia, apresentada por um funcionário da Farmácia de Minas à reportagem de O TEMPO, veio acompanhada de uma lista de circulação interna, na qual consta a indicação de 27 remédios faltosos nas prateleiras da unidade no último dia 7. Além da indicação da ausência das substâncias, consta no documento não haver previsão de chegada de novas remessas.

As drogas não encontradas são destinadas aos pacientes com Alzheimer, Parkinson, epilepsia, artrite reumatoide e esclerose múltipla, dentre outras doenças. “Calculo que quase 30% das pessoas não levam os remédios para a casa. Isso só no meu turno (tarde)”, afirmou o funcionário da unidade, que pediu sigilo de sua identidade temendo represálias.

Vivian Aparecida Romualdo, 31, cozinheira e moradora de Contagem, era uma dessas usuárias que não encontraram o remédio prescrito pelo médico quando a reportagem esteve no local, na última quarta-feira. Ela precisava retirar o medicamento interferon para sua mãe, que sofre de esclerose múltipla. No entanto, pela segunda vez em dez dias, voltou para casa de mãos vazias. “É difícil porque ela (mãe) não pode ficar nem um dia sem a medicação, e eu ainda tenho que sair às pressas do trabalho e pegar dois ônibus para ir e dois para voltar”

Na mesma fila, Fátima Antônia Pereira, 69, moradora de Betim, também demonstrou insatisfação com o serviço. A paciente sofre de anemia falciforme e não pode deixar de usar as substâncias sacarato hidróxido de ferro e hydrea. “Não consegui (retirá-los na unidade). Se eu não tomo os remédios que o médico indica, fico bamba e cansada. Tenho muitas dores nas costas, fico sempre pálida, sinto náuseas, e meu coração dispara. O remédio serve para controlar isso. O que tenho já está acabando. Vou voltar depois, mas eles disseram que não há previsão de chegada do remédio”, disse.

Resposta. Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou enfrentar problemas relacionados tanto às questões de aquisição quanto às de logística para entrega de medicamentos que dependem de outras esferas para ser liberados, como, por exemplo, o amantadina.

Segundo o texto, o único laboratório fabricante do amantadina está sem o Certificado de Boas Práticas de Fabricação para medicamentos sujeitos a controle especial e, nesse caso, o órgão estadual tentará intervenção junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com o objetivo de regularizar a situação. A SES recorreu ao estoque de outro Estado para conseguir algumas unidades e oferecer aos usuários.

O texto afirma que, para os remédios cuja responsabilidade é da própria secretaria estadual, há esforços para garantir o atendimento integral ao cidadão.

FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL É FUNDAMENTAL NA REABILITAÇÃO DE PACIENTES

PUBLICADO EM 12/12/14 

Distúrbios neurológicos

Doenças mais conhecidas que necessitam da intervenção estão esclerose múltipla, Acidente Vascular Cerebral (AVC), Parkinson, Mal de Alzheimer, dentre outras 

 

  Os distúrbios neurológicos, geralmente, causam problemas temporários ou permanentes, que podem prejudicar o indivíduo em suas funções diárias e profissionais tornando-os, muitas vezes, dependentes de outras pessoas, de forma parcial ou total.

A reversão deste quadro, entretanto, é possível, e a assistência fisioterapêutica a pacientes neurológicos exerce um papel fundamental na reabilitação, adaptação e interação dos mesmos à sua condição de saúde.

 Dentre as doenças mais conhecidas e que necessitam da intervenção da fisioterapia estão a paralisia cerebral, a esclerose múltipla, o acidente vascular encefálico (ou acidente vascular cerebral ou AVC), paralisia facial, a Doença de Parkinson, o Mal de Alzheimer, o traumatismo crânio encefálico decorrente de acidentes e traumas em geral.


Segundo a especialista Janaíne Cunha Polese, coordenadora da Comissão Regional de Saúde Funcional do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 4ª Região (CREFITO-4) e membro da Câmara Técnica de Fisioterapia Neurofuncional, o tratamento tem como objetivo a diminuição dos sintomas em pacientes que apresentam alterações nos seus movimentos ou até
mesmo paralisia de um ou mais membros do corpo.

 "Trabalhamos na restauração de funções como a coordenação motora, o equilíbrio, a força e os movimentos", afirma. Os tratamentos mais usuais dentro da fisioterapia neurológica consistem na utilização de recursos como o fortalecimento muscular, eletroestimulação, treinamento cardiorrespiratório e os simuladores de movimento, tanto em consultório quanto em home care (domicílio).


A fisioterapeuta explica que a especialidade é procurada principalmente por adultos e idosos, mas também atende a crianças. "O tempo de resposta ao tratamento depende de inúmeros fatores, como disciplina, grau de lesão neurológica, frequência dos atendimentos, idade do paciente, entre outros.

Costumamos ter uma boa resposta nos pacientes mais jovens, especialmente em crianças. O tratamento é muito recompensador também para pacientes idosos, com alterações originadas do Parkinson e do Mal de Alzheimer", diz.

FONTE:http://www.otempo.com.br/interessa/sa%C3%BAde-e-ci%C3%AAncia/fisioterapia-neurofuncional-%C3%A9-fundamental-na-reabilita%C3%A7%C3%A3o-de-pacientes-1.960343


10 MIL KM A CORRER COM ESCLEROSE MÚLTIPLA EM PORTUGAL

13 Dez 2014 


O Grupo EM’Força alcançou a marca dos 10.mil km a correr com a Esclerose Múltipla
 
 

No último fim de semana, o grupo partilhou na sua página de Facebook o vídeo de apresentação no Congresso da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla de 2013. Nele, o mentor desta iniciativa, Adolfo Ferreira, explicava, em traços gerais, o que se pretendia da EM'Força: servir os propósitos da divulgação, sensibilização e esclarecimento sobre a EM e a angariação de fundos para a instituição. 

Em paralelo, estabeleciam um número objetivo de km a cumprir pela equipa a correr. Era uma forma de fazer com que os seus atletas definissem metas cada vez mais ambiciosas e também de levar a que mais pessoas se juntassem a este esforço de divulgação no mundo do desporto. Esse objectivo era de 5 mil quilómetros.. Pensou-se que, com tempo e dedicação, talvez terminassem 2014 com esses km todos. 

Agora, quase a fechar 2014 vê-se que não foi bem assim. A meio do ano redefiniram a meta a atingir e deram por cumprida essa primeira grande marca. Apontaram aos 10 mil. E conseguiram.. 

Para os EM’Força, “ este feito tem tanto de inesperado como de emocionante e empolgante. Sem todos os atletas e caras solidárias - vocês, que estão desse lado - que se têm juntado a nós por esta causa nada disto seria A marca está aqui para todos a verem. Mas também está cá para ser renovada. 2015 trará algumas novidades e um novo objectivo mais ambicioso”. 


ANVISA PERMITE IMPORTAÇÃO DE DERIVADO DE MACONHA...

13 de Novembro de 2014

Foram aprovados 168 dos 208 pedidos de importação de medicamentos com canabidiol.



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou 168 dos 208 pedidos de importação de medicamentos com canabidiol para uso terapêutico que recebeu nos últimos meses. 

Segundo o diretor-presidente da agência, Jaime César de Moura Oliveira, sete das solicitações foram arquivadas; 17 estão sob análise e 16 estão à espera de que os interessados forneçam informações adicionais.


Os dados foram apresentados nesta quarta durante reunião ordinária do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas (Conad) em que foi discutido o uso terapêutico do canabidiol e seu enquadramento na legislação brasileira. Durante o debate, Oliveira lembrou que, desde maio deste ano, a Anvisa vem discutindo a eventual reclassificação do canabidiol para retirá-lo da lista das substâncias proscritas e incluí-lo relação de produtos de controle especial.


“Mas é preciso que fique claro que não estamos discutindo o uso recreativo da maconha. Nem sequer a possibilidade de uso terapêutico da maconha. O que está em análise é o potencial terapêutico e os riscos envolvidos no (uso) de um dos canabinoides encontrados nessa planta e o tipo de controle mais adequado conforme a legislação brasileira”, disse o diretor-presidente da Anvisa, lembrando que, mesmo sendo um derivado da maconha, não há evidências de que o canabidiol cause dependência ou efeitos alucinógenos ou psicóticos. 

Embora, segundo ele, faltem orientações técnicas para balizar a prescrição médica e não se conheça o eventual efeito do uso prolongado.


Oliveira mencionou estudos científicos que atestam o potencial terapêutico do canabidiol em tratamento anticonvulsivos e de doenças como Alzheimer, esquizofrenia, Parkinson, esclerose múltipla, entre outras e revelou que a Anvisa tem procurado estudar, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a reação de pacientes voluntários que já receberam autorização para importar o produto.


Apesar dos recentes avanços, com a concessão das primeiras autorizações, parentes de crianças com doenças graves e pacientes que não responderam satisfatoriamente aos tratamentos convencionais e optaram por recorrer ao canabidiol criticam a burocracia estatal que retarda a liberação da importação dos remédios.


O bancário Norberto Fischer importa remédio com canabidiol para a filha e diz que a mudança foi "milagrosa".


“Obter a autorização é muito complicado”, diz o médico mastologista Leandro Ramirez da Silva, cujo filho, Benício, 6 anos, é portador da Síndrome de Dravet, forma grave de epilepsia. Há cerca de seis meses convencido de que “a medicina tradicional jamais deu uma chance de recuperação ao filho”, o médico decidiu começar a importar a pasta do canabidiol que, misturada a óleo de gergelim e a iogurte, dá ao filho.


Além disso, há casos em que o paciente ou seus responsáveis legais tiveram que recorrer à Justiça. Caso dos pais de Anny de Bortoli Fischer, 6 anos. Portadora de uma grave e rara forma de epilepsia, a menina de Brasília foi a primeira a conquistar na Justiça uma liminar para usar e importar medicamentos derivados da Cannabis sativa, nome científico da maconha. 

Durante a reunião do Conad, seu pai, o bancário Norberto Fischer lembrou que, na terça, completou-se um ano desde que Anny ingeriu a primeira dose de canabidiol.


“Até então, eu tinha como que uma boneca incapaz de fazer qualquer coisa. Ela só comia se colocássemos o alimento em sua boca e a ajudássemos a engolir. Foi uma mudança milagrosa. 

Ela hoje está quase voltando a andar e há oito meses ela não sofre uma crise convulsiva. Ela antes chegou a ter entre dez e 12 crises diárias fortíssimas”, comentou Fischer.


VEJA ALGUNS SINAIS DE QUE VOCÊ TEM INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN...

18/11/14

Dados norte-americanos estimam que cerca de 15% dos habitantes dos EUA são intolerantes ao glúten. E estima-se que 99% das pessoas que são celíacas ou que têm intolerância ao glúten nunca são devidamente diagnosticadas.

 
Se você tem qualquer dos sintomas abaixo, pode ser um sinal de que tem intolerância ao glúten:


1. Carência de ferro ou anemia, principalmente aquela que persiste apesar da ingestão de suplementos ou alimentos ricos nesse nutriente. Isso se deve à má absorção de ferro causada pelo dano que o glúten provoca no intestino.  

2. Dificuldade para perder peso.


3. “Ceratose folicular”, que é o termo médico para descrever aquelas bolinhas na parte de trás do braço (região do tríceps), como se fossem pelinhos encravados. Isso pode ser deficiência de vitamina A secundária à má absorção desse nutriente no intestino.


4. Problemas digestivos, tais como gases, estufamento abdominal, diarreia ou até mesmo constipação.


5. Cansaço, fadiga ou sensação de cabeça “confusa”, perda de foco ou clareza de pensamento, especialmente após comer uma refeição que contenha glúten.


6. Diagnóstico de uma doença autoimmune, tais como Tireoidite de Hashimoto, artrite reumatoide, colite ulcerativa, Doença de Chron, lúpus, psoríase, esclerodermia, esclerose múltipla, diabetes tipo 1, vitiligo, púrpuras autoimunes etc.


7. Sintomas neurológicos, tais como tontura ou sensação de perda de equilíbrio


8. Sinais de desequilíbrios hormonais, tais como TPM, ovário policístico ou infertilidade inexplicada.


9. Enxaqueca. 


10. Diagnóstico de fadiga crônica ou fibromialgia.  


11. Inflamação, inchaço ou dores nas suas articulações, como joelhos, quadril e dedos da mão. 

12. Oscilações de humor, ansiedade, depressão, déficit de atenção.


Como diagnosticar a intolerância ao glúten?


Existem testes de sensibilidade alimentar (exame de alergia), testes genéticos e exames imunológicos. 

Os testes feitos por endoscopia digestiva, apesar de serem considerados clássicos, só ajudam quando o intestino já foi bastante danificado pelo glúten. Os casos iniciais ou não graves nem sempre são diagnosticados por endoscopia/biópsia de intestino.


Muitas vezes o modo mais eficaz de se diagnosticar se há problema é fazer uma dieta de eliminação, ou seja, eliminar 100% da substância por duas ou três semanas, pelo menos, e depois reintroduzir. É como um teste prático. Mas é importantíssimo que essa ação seja indicada pelo seu médico! Um conselho que sempre dou aos meus pacientes é que se eles se sentem significativamente melhor sem o glúten, e se sentem pior quando o reintroduzem, então é muito provável que essa proteína seja um problema para eles. Mas para que se tenha um resultado preciso desse tipo de teste, é preciso mesmo eliminar 100% do glúten da dieta.


O que a pessoa que tem intolerância ao glúten deve fazer? 


Primeiro falar com o médico. Ele provavelmente vai sugerir eliminar 100% do glúten da dieta. Mesmo traços de glúten podem ativar o sistema imune e provocar uma reação no organismo.


Aquela regra que as pessoas costumam fazer do tipo “elimino glúten durante a semana e consumo apenas aos fins de semana”, ou ainda “só como quando janto fora de casa” não funciona para tratar quem tem intolerância. 


Diferentemente da dieta de eliminação feita para “testar” a intolerância, quando descobrimos que existe mesmo problema com glúten, indica-se manter a abstinência por um tempo muito mais longo. Esse tempo dependerá de cada caso, e deve ser discutido com o profissional e o paciente.