MIL PARATLETAS PARTICIPAM DO JOGOS DA INTEGRAÇÃO.

Terça-feira, 16 de agosto de 2011
 
 
Cerca de 1.200 pessoas participaram da abertura do evento, com desfile das equipes.

O secretário municipal do Esporte, Lazer e Juventude, Marcello Richa, abriu na manhã desta segunda-feira (15) os Jogos da Integração e Inclusão, maior evento esportivo municipal voltado para a pessoa com deficiência, no Ginásio da Universidade Positivo, no Campo Comprido. A competição contará com a participação de aproximadamente mil paratletas de 28 instituições de atendimento à pessoa com deficiência.

“O esporte é uma ferramenta fundamental para o trabalho de reabilitação da pessoa com deficiência, contribuindo no desenvolvimento de suas capacidades motoras, cognitivas e sociais”, disse Marcello Richa. “Com os Jogos da Integração e Inclusão, buscamos incentivar a prática esportiva e criar oportunidade para esses atletas, verdadeiros exemplos de superação, demonstrarem todo o seu talento e potencial”.

Cerca de 1.200 pessoas participaram da abertura do evento, que contou com desfile das equipes e revezamento da tocha olímpica, que simbolizou a abertura dos jogos. A animação ficou por conta da banda Tático Móvel, que agitou a festa com muita música e diversão.

As competições acontecerão de 15 a 26 de agosto, nos ginásios e praças esportivas da Universidade Positivo, Sesc Água Verde, praça Plínio Tourinho, Colégio da Polícia Militar e Clube Urca. Os atletas vão disputar 12 modalidades esportivas adaptadas nas áreas de deficiência visual; física; auditiva; intelectual e transtorno global de desenvolvimento.

O paratleta da Escola de Educação Especial Nabil Tacla, Matias Custódio, de 12 anos e que tem distrofia muscular, parabenizou a Prefeitura pela realização do evento. “Este é o meu campeonato favorito. Foi muito divertido participar no ano passado e tenho certeza de que este ano será ainda melhor”.
Ana Flávia de Souza, de 16 anos, da Escola Especial Vivian Marçal, estava muito contente por participar dos Jogos da Integração e Inclusão. “É o meu sonho se tornando realidade. Sempre quis ser uma atleta e aqui vou participar das competições de vôlei e polibate. Vou realizar meu sonho duas vezes”, disse Ana Flávia, que tem deficiência física neuro motora.

Amigo Curitibano
Os Jogos da Integração e Inclusão são coordenados pela Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude e fazem parte das atividades do Amigo Curitibano, programa da Prefeitura de Curitiba que promove ações preventivas, assistenciais e reabilitadoras que visam a defesa dos direitos, a integração e socialização da pessoa com deficiência

O professor das escolas especiais Mercedes Stresser e Vivian Marçal. Renold Oliveira, destacou a importância do evento para os atletas. "O esporte representa um grande auxílio para o desenvolvimento da pessoa com deficiência, ajudando ele a superar barreiras e alcançar sua independência. Os Jogos servem de estímulo para eles se dedicarem mais nas atividades diárias, além de incentivar a integração, essencial para o seu crescimento pessoal e social”.

As competições dos Jogos da Integração e Inclusão começam durante a tarde, na Universidade Positivo, com a realização das provas de atletismo para pessoa com deficiência intelectual. Toda a programação dos jogos pode ser encontrada no link: http://www.curitiba.pr.gov.br/multimidia/00102988.pdf.
Participaram da solenidade de abertura dos Jogos da Integração e Inclusão o secretário especial de Esportes do Paraná, Evandro Rogério Roman; vereador Zé Maria e o presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência (CMDPPD) e da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná, Mauro Nardini.

Serviço:

Jogos da Integração e Inclusão

De 15 a 26 de agosto
Ginásios da Universidade Positivo, do SESC Água Verde, Clube Urca, Colégio da Polícia Militar e da praça Plínio Tourinho

Modalidades esportivas: atletismo, futebol de salão, xadrez, boccia de areia, natação, goalball, golfe, vôlei, beisebol, polibate, boccia e tênis de mesa

FONTE:http://agoraparana.uol.com.br/index.php/cidade/curitiba/4432-ctba.html
   
 
 

VACINA PODE EVITAR O USO DAS DROGAS COM REAÇÕES VIOLENTAS NO ORGANISMO








 





Vacina pode evitar o uso das drogas com reações violentas no organismo.

Para diversos cientistas, a solução pode estar na mesma abordagem que praticamente erradicou a poliomielite e o sarampo do mundo todo.

A morte prematura da cantora inglesa Amy Winehouse e a nova internação em uma clínica de reabilitação da atriz Vera Fischer reacenderam o debate sobre os malefícios da dependência química. De acordo com um relatório publicado recentemente pela Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 280 milhões de pessoas entre 15 e 64 anos consomem drogas ilícitas, apesar das evidências sobre o perigo que essas substâncias representam à saúde.

Para diversos cientistas, a solução pode estar na mesma abordagem que praticamente erradicou a poliomielite e o sarampo do mundo todo: a vacina.

O princípio da imunização contra o vício é aparentemente simples — fazer com que o organismo entre em contato com pequenas dosagens de uma substância invasora e produza anticorpos para combatê-la. A ideia é inibir o efeito cascata provocado pelas drogas: quanto mais se usa, mais se quer.

A vacina seria capaz de quebrar o ciclo, impedindo que a substância chegasse até o cérebro, onde é processada. Sem usufruir das sensações induzidas pelas drogas, o usuário deixaria de usá-las.

O problema é que chegar à fórmula da vacina é difícil, porque, diferentemente de vírus e bactérias, cujas proteínas são grandes e fáceis de reconhecer, as moléculas das drogas são muito pequenas e passam despercebidas pelo organismo em sua viagem até o cérebro.

Laboratórios dos Estados Unidos e da Inglaterra, contudo, não param — e os resultados positivos começam a aparecer. O trabalho mais recente foi produzido pelo Instituto de Pesquisa Scripps, na Califórnia. Neste mês, os cientistas anunciaram a criação de uma vacina que ataca a heroína, droga que, somente nos EUA, causa perdas anuais calculadas em US$ 22 bilhões.

De acordo com os pesquisadores, a estratégia foi bem-sucedida no combate à heroína e a outros componentes da droga, que, ao chegarem ao cérebro, produzem os efeitos eufóricos. O principal autor do estudo, Kim Jandra, afirmou que, em 25 anos dedicados à pesquisa de vacinas contra o vício, nunca viu uma resposta imune tão forte. Os estudos foram realizados em ratos, mas a expectativa dos cientistas é que efeitos semelhantes sejam observados em humanos.

Jandra afirma que há 40 anos os cientistas tentam encontrar uma vacina viável contra a heroína, mas sem sucesso, porque, injetada no organismo, ela se converte rapidamente em diversas substâncias, os metabólitos, cada um deles produzindo efeitos psicóticos diferentes.

A equipe do pesquisador, então, procurou desenvolver uma nova abordagem, chamada imunofarmacoterapia, pela qual foi possível não apenas identificar as substâncias ainda na corrente sanguínea como bloquear sua chegada ao cérebro.

Antes das pesquisas clínicas, precisamos fazer mais estudos em animais, principalmente para checar se há recaídas — afirma Jandra.

Ainda assim, ele está bastante animado com os resultados.

Essa abordagem é absolutamente viável. Já conseguimos desenvolver vacinas semelhantes para cocaína, nicotina, matafetamina e distúrbios alimentares. Então, sim, acredito plenamente que outros tipos de dependência podem ser tratados com imunização — afirma.

Jandra, ao lado de Neil Stowe, também do Instituto Scripps, também participaram de um grupo de pesquisadores que conseguiram criar uma vacina contra a cocaína que, em ratos, também se mostrou promissora.

Os resultados foram dramáticos na proteção dos efeitos da cocaína. Acredito que essa abordagem será bastante promissora em humanos — conta Ronald G. Crystal, professor de genética da Faculdade de Medicina de Weill Cornell, que fez parte da equipe.

Da mesma forma da vacina contra a heroína, a imunização que tem a cocaína como alvo conseguiu evitar que as moléculas da droga chegassem ao cérebro depois de consumidas. Segundo Crystal, os efeitos da vacina duraram 13 semanas, o maior intervalo de tempo já obtido em pesquisas do tipo. Com isso, não seriam necessários tratamentos caros, com diversas infusões.

A meta, segundo os cientistas, é conseguir fazer testes em humanos. Atualmente, não há vacinas antidrogas aprovadas em nenhum lugar do mundo.

FONTE:http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3448694,Vacina-pode-evitar-o-uso-das-drogas-com-reacoes-violentas-no-organismo.html


LINFOMA QUE CÂNCER É ESSE?

13 de agosto de 2011

Linfoma, que câncer é esse?


Doença diagnosticada no ator Reynaldo Gianecchini gera tumores no sistema linfático.

O tipo de câncer diagnosticado nesta semana no ator Reynaldo Gianecchini – linfoma Não Hodgkin – é o mesmo que afetou a presidente Dilma Rousseff há dois anos. Estimativas apontam que 1,5 milhão de pessoas sofrem com a doença no mundo. No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 3 mil mortes anuais são associadas à enfermidade.

Na maior parte dos pacientes, não é possível saber a causa dos tumores. Especialistas identificam alguns fatores de riscos, como sistema imunológico comprometido e exposição química ou a altas doses de radiação.

As chances de cura dependem de variáveis como o tipo de linfoma (dezenas já foram caracterizados) e o estágio da doença quando descoberta. Saiba mais sobre a enfermidade, os fatores de risco, os sintomas e os tratamentos.


PRISCILA DE MARTINI
O linfoma
Causas
Na maioria das ocorrências, não é possível definir o que causou o linfoma. Mas já são conhecidos alguns fatores de risco para o surgimento da doença. Os principais são:

> Sistema imune comprometido – Pessoas com deficiência de imunidade (em consequência de doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras ou infecção pelo HIV) têm maior risco de desenvolver linfomas. Pacientes portadores dos vírus Epstein-Bar e HTLV1 e da bactéria Helicobacter pylori (que causa úlceras gástricas) têm risco aumentado para alguns tipos de linfoma.

> Exposição química – Os linfomas também estão ligados à exposição a certos agentes químicos, incluindo pesticidas, solventes e fertilizantes. Herbicidas e inseticidas têm sido relacionados ao surgimento de linfomas em estudos com agricultores e outros grupos de pessoas que se expõem a altos níveis desses agentes químicos. A contaminação da água por nitrato, substância encontrada em fertilizantes, é um exemplo de exposição que parece aumentar o risco de ocorrência.

> Exposição a altas doses de radiação

Tipos

> Existem duas categorias: o linfoma de Hodgkin e o linfoma Não Hodgkin. Há dezenas de tipos dentro dessas categorias – uma lista em atualização constante.

> O linfoma de Hodgkin é mais raro e atinge, na maioria das vezes, jovens e pessoas de meia idade.

> Já o Não Hodgkin, como o que afetou o ator e a presidente Dilma, responde por 90% dos casos e atinge sobretudo pessoas com mais de 55 anos.

Diferenças entre os linfomas

> Hodgkin – Alto percentual de cura em todos os estágios. É identificado pelo patologista por meio da presença da célula chamada de Reed-Sternberg. Tem distribuição uniforme e lógica pelo corpo, afetando sempre as áreas próximas de onde foi identificada a doença inicial.

> Não Hodgkin – Há mais de 50 tipos, com tratamentos diferentes. A principal característica é a forma de se espalhar, que é aleatória. Ou seja, a pessoa pode ter a doença na garganta e na virilha. São divididos em alto grau (curáveis) e baixo grau (incuráveis).

Sintomas

> Aumento dos linfonodos de pescoço, axilas e/ou virilha

> Sudorese noturna excessiva

> Febre

> Prurido (coceira na pele)

> Perda de peso inexplicada

> A lista pode incluir outros sintomas que dependem da localização do tumor. Se a doença ocorre na região do tórax, por exemplo, os sintomas podem ser de tosse, falta de ar e dor torácica

Diagnóstico

São necessários vários exames para determinar o tipo exato de linfoma e esclarecer outras características, reunindo informações úteis para a escolha do tratamento mais eficaz. Os métodos utilizados são:

> Biópsia, ou retirada e análise de uma pequena porção de tecido, em geral linfonodos

> Exames de imagem

> Estudos celulares, que incluem, entre outros, a análise de cromossomos. Novos testes, bastante promissores, surgem a partir de trabalhos com a análise do genoma

Tratamento

> A maioria dos linfomas é tratada com quimioterapia, radioterapia ou ambos. A quimioterapia consiste na combinação de duas ou mais drogas, sob várias formas de administração, de acordo com o tipo de linfoma.

> A radioterapia normalmente é usada para reduzir a carga tumoral em locais específicos, aliviar sintomas relacionados ao tumor e consolidar o tratamento quimioterápico, diminuindo as chances de recaída em certas áreas do organismo mais suscetíveis.

É um tipo de câncer caracterizado por tumores cancerígenos no sistema linfático, formado por vasos finos e gânglios (linfonodos) que atuam na defesa do organismo, levando nutrientes e água às células e retirando resíduos e bactérias.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a3446171.xml&template=3898.dwt&edition=17734&section=1028

INIBIDOR DE APETITE PODE DESENCADEAR TRANSTORNOS PSÍQUICOS DIZ ESPECIALISTA

Mente  |  12/08/2011

 Sibutramina pode causar surto maníaco principalmente em pacientes bipolares.

Além das restrições para indicação da sibutramina a pessoas com problemas cardíacos, existem também contraindicações de caráter psiquiátrico. Isso ocorre porque, de acordo com o médico Cristiano Brum, o medicamento pode desencadear transtornos psíquicos em pessoas com predisposição ou ainda piorar um quadro que já existe.

— A sibutramina pode causar o que chamamos de surto maníaco ou hipomaníaco. Os efeitos são mais comuns em pacientes que apresentam bipolaridade, mas qualquer usuário pode apresentar os sintomas — explica o psiquiatra.

A crise psíquica é caracterizada por um comportamento de euforia ou irritabilidade constantes, redução da necessidade de sono, agitação, fala e pensamentos acelerados e distração. O efeito está relacionado com o aumento da concentração de serotonina e noradrenalina (neurotransmissores que têm relação com o humor) proporcionado pela sibutramina.

Segundo Brum, se algum desses sintomas surgirem durante o uso do remédio, é necessário procurar um especialista que possa avaliar se o comportamento tem ligação com a medicação.

— Os médicos que prescrevem este medicamento devem fazê-lo com cautela e responsabilidade. É necessário, além da avaliação física, conhecer o histórico emocional do paciente — alerta.

Além disso, a sibutramina também é contraindicada para pessoas que já tiveram transtornos alimentares, como bulimia e anorexia e que, consequentemente, já apresentam problemas em relação à alimentação.

O mito da pílula milagrosa
O especialista destaca ainda que o paciente que vai tomar o medicamento deve estar ciente de que ele não faz milagres.

— As pessoas hoje em dia acham tudo muito fácil e acreditam que uma pílula mágica vai fazê-las perder peso. Isso não existe, ela vai ter que mudar os hábitos — afirma.

Conforme o psiquiatra, os pacientes precisam saber que vão ter que superar esse "sofrimento", essa mudança. Desse modo, o tratamento tem mais possibilidades de ser eficaz.

>> Em infográfico, veja como a sibutramina age e os seus efeitos no organismo:

 CLIQUE NA FONTE  ,E QUANDO ABRIR CLIQUE NESSA FOTO ACIMA ENTENDERAM MELHOR.

FISIOTERAPEUTAS DÃO DICAS DE BOAS POSIÇÕES PARA PREVENÇÃO DE DORES NAS COSTAS

Quinta, 11 de Agosto de 2011 


Estudos indicam que 80% da população ativa sofre, ou vai sofrer, de dores na parte inferior das costas em algum momento da vida. Recente pesquisa feita na Espanha mostra que carregar peso excessivo influencia negativamente na quantidade de nutrientes presentes nos discos da coluna. As células precisam de glicose, mas o excesso de ácido láctico, por exemplo, pode ser prejudicial porque interrompe a nutrição e pode dar início a um processo degenerativo. Este tipo de pesquisa não foi conduzida em seres humanos vivos.

No entanto, muitos dos incômodos na coluna são frutos de mau posicionamento em casa ou no trabalho. E a conseqüência são lombalgias, tendinites, encurtamento de grupos musculares, entre outros problemas. A equipe de fisioterapeutas do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) Cristiane Guimarães, Lucimary Lopes e Elina Monteiro respondem a algumas questões que podem ajudar a evitar ou amenizar as dores nas costas.
 
Guia para evitar e amenizar dor nas costas
 
-Como levantar-se da cama?
O ideal é virar de lado apoiando os braços, jogar os membros inferiores para fora da cama, sentar e levantar calmamente.
 
-Posição correta para dirigir, como deve estar posicionado o banco?
Inclinação de 110º  a 120º no encosto, braços ligeiramente flexionados, região lombar bem apoiada e pescoço reto.
 
-Como sentar-se em frente ao computador?
A coluna deve estar apoiada, os pés apoiados no chão, os cotovelos flexionados com apoio e os olhos voltados ao centro da tela.
 
-Qual a melhor posição para dormir?
Recomenda-se a posição lateral com o travesseiro suprindo a altura cabeça-ombro. Quem desejar pode usar um travesseiro entre os joelhos dobrados.
 
-Como pegar uma criança no colo?
A sugestão é agachar-se com a base larga, mantendo as costas retas, trazendo-a junto ao tronco.
 
-Como andar de bicicleta?
Deve-se manter o tronco ereto, mantendo o selim na altura do quadril.
 
-Como carregar as sacolas de compras?
Distribuir os pesos nos dois braços, manter os ombros nivelados e o olhar voltado para frente.
 
-Como assistir televisão no sofá?
Manter uma boa distância entre a TV e o sofá, coluna apoiada e ligeiramente inclinada, pés apoiados no chão.
 
-Como varrer?
Manter altura do cabo da vassoura na linha do peito, mantendo o quadril estático enquanto os braços fazem os movimentos.
 
-Como lavar louça?
Aproximar o abdômen junto à bancada, se possível com um apoio de um dos pés em um degrau. Vale evitar tencionar a região cervical (pescoço).

FONTE: http://www.acritica.net/index.php?conteudo=Noticias&id=46899

TERAPIA GÊNICA CURA DOIS CASOS DE UM TIPO DE LEUCEMIA

10/08/2011 às 20:15:06 

Cientistas conseguiram, pela primeira vez, curar um tipo de leucemia com terapia gênica. Eles modificaram células do próprio sangue dos pacientes para torná-las capazes de identificar e destruir células cancerosas.

Até agora, três pessoas que participaram dos testes clínicos foram beneficiadas: duas não apresentaram nenhum sintoma da doença depois de um ano de tratamento. O terceiro voluntário obteve uma melhora parcial, com diminuição do tumor.

Todos tinham uma forma grave e avançada de leucemia linfoide crônica (LLC). A única esperança de cura seria o transplante de células-tronco ou de medula óssea, duas técnicas que oferecem um grande risco à saúde.

Além disso, nem sempre é fácil encontrar um doador compatível. Os cientistas já estão preparando testes para utilizar a mesma terapia gênica em outros tipos de câncer.

"Funcionou muito bem. Estamos surpresos com um resultado tão animador", afirma Carl June, pesquisador da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e coautor do trabalho publicado na última edição das revistas Science Translational Medicine e The New England Journal of Medicine.

June pondera que a pesquisa terminou há um ano. Agora, é preciso verificar se os resultados são duradouros e o câncer não retornará. Os cientistas procuram há anos mecanismos para melhorar a habilidade natural do sistema imunológico de lutar contra tumores.

Tentativas anteriores de recrutar células T - os soldados do sistema de defesa no sangue - e alterá-los geneticamente para aumentar sua eficácia não deram certo: as células modificadas não se reproduziam bem e rapidamente desapareciam.

A equipe utilizou uma nova técnica para inserir novos genes nas células T e sinalizar que elas deveriam se multiplicar e destruir o câncer. Os exércitos de células T modificadas destruíram o tecido tumoral.

Depois, permaneceram em alerta para matar o câncer caso reaparecesse. No estudo, os cientistas coletaram sangue dos próprios pacientes para obter milhões de células T. Elas foram alteradas e reinjetadas nos voluntários.

Os pesquisadores descreveram o relato clínico de um dos pacientes, um homem de 64 anos. Nas duas semanas seguintes à infusão das células modificadas, ele não notou nenhuma diferença.

Depois, teve calafrios, náusea e febre: um sintoma de que muitas células cancerosas morriam ao mesmo tempo. "Foi como a pior gripe que ele já pegou na vida", afirma June. "Mas, depois, estava acabado: a leucemia havia desaparecido." As informações são da Associated Press.

CIENTISTAS IDENTIFICAM 29 GENES MAIS RELACIONADOS A ESCLEROSE MÚLTIPLA

10/08/2011

Gráfico sobre a Esclerose Múltipla (AFP, Daniel Monnerat)

PARIS — Cientistas anunciaram nesta quarta-feira ter identificado 29 genes mais relacionados com a Esclerose Múltipla (EM), uma doença cujas causas exatas são desconhecidas.
A EM afeta, aproximadamente, uma em cada mil pessoas e acredita-se que tenha causas hereditárias e ambientais.

Quando a doença incide, o sistema imunológico ataca a mielina, lipoproteína que constitui a bainha das fibras nervosas. Os sinais nervosos se perdem, provocando problemas de coordenação, equilíbrio, visão ou expressão oral.

Em artigo publicado na revista científica Nature, um grupo de cientistas afirma ter identificado 29 genes com variedades associadas à EM e cinco outros que talvez também influam na moléstia.

Estes novos genes se agregam às 23 variações, cuja participação nesta complexa doença era desconhecida.

Anteriormente, os cientistas chegaram à conclusão de que as pessoas com deficiência de vitamina D têm alto risco de sofrer de Esclerose Múltipla.

Os cientistas esperam que as novas descobertas permitam, no futuro, desenvolver instrumentos mais aprimorados para diagnosticar a doença e, talvez, produzir medicamentos que protejam ou consigam reparar a mielina.


CIENTISTAS AMERICANOS DESCOBREM NOVO ANTICORPO DA GRIPE.

09/08/2011

De acordo com autor da pesquisa, descoberta revela que sistema imunológico pode ajustar sua resposta à gripe.

Pesquisadores americanos descobriram um anticorpo que age contra 30 das 36 cepas da gripe, o último avanço na busca de um tratamento universal e de uma vacina contra a doença, segundo estudo publicado nesta segunda-feira.

O novo anticorpo amplamente neutralizante, denominado CH65, consegue aderir na superfície do vírus da gripe, denominada hemaglutinina, a qual sofre mutação a cada temporada, forçando os especialistas a projetar regularmente uma nova vacina.

O anticorpo foi encontrado nas células de um voluntário, que tomou vacina contra a gripe desenvolvida para o ano de 2007, destacou o estudo, publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciências.

— O que isto nos diz é que o sistema imunológico humano pode ajustar sua resposta à gripe e de fato produzir, embora com uma frequência baixa, anticorpos que neutralizam toda uma série de cepas — disse o autor principal do estudo, Stephen Harrison, do Hospital Infantil de Boston.

De acordo com o pesquisador, o objetivo principal do estudo é entender como o sistema imunológico seleciona os anticorpos e utilizar essa informação para fazer melhorias que contribuam para a elaboração de uma nova vacina.

Na última semana, pesquisadores britânicos e suíços anunciaram, na revista americana Science, a descoberta do primeiro anticorpo humano capaz de eliminar todos os vírus da gripe. Este anticorpo, denominado FI6, foi posto à prova nos subtipos de vírus da gripe A e sempre demonstrou eficácia contra a hemaglutinina, uma proteína frequentemente variável.

 

ESCLEROSE PODE SER TRATADA COM CÉLULAS-TRONCO

09/08/2011 - 09:43 

Nova terapia celular que poderá propiciar melhor qualidade de vida aos pacientes com doença será debatida em encontro. 

Estudos com células-tronco realizados com pacientes portadores de Esclerose Múltipla e Sistêmica resultaram em melhoras significativas para os pacientes, reduzindo em alguns casos a necessidade do uso de medicamentos e estabilizando a doença. A Esclerose, principal enfermidade que afeta o sistema nervoso central de adultos jovens, ocorre quando o organismo começa a produzir anticorpos desnecessários e provoca uma degeneração nervosa, que prejudica a transmissão dos impulsos nervosos. No Brasil, as pesquisas foram desenvolvidas pelo Dr. Júlio Voltareli e pelo médico norte-americano, Dr. Richard Burt. 

Feito com as células-tronco do próprio paciente, elas são coletadas na medula óssea e congeladas. Depois, o paciente recebe uma alta dose de quimioterapia para zerar a produção de anticorpos, em seguida, as células-tronco são injetadas novamente normalizando a produção do sistema imunológico do corpo. 

O procedimento, que até agora é feito em caráter experimental, tem ganhado cada vez mais espaço nas discussões científicas no mundo inteiro e será debatido no XV Congresso da SBTMO, que será nos dias 11 a 14 de agosto, no Centro de Convenções do Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro (RJ). 

.[XV Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea – SBTMO, de 11 a 14 de agosto de 2011(quinta e sexta-feira), no Centro de Convenções do Hotel Windsor Barra, Avenida Lucia Costa, 2630 - Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ].

ESTUDO PÕE EM XEQUE TRATAMENTO CONTRA ESCLEROSE MÚLTIPLA

09/08/2011



Esclerose Múltipla: a doença se caracteriza por sintomas iniciais como problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força e fraqueza transitória.

Pesquisa aponta que mal não é causado por estreitamento de vasos do cérebro.

Um novo estudo acaba de colocar em xeque teorias prévias sobre a Esclerose Múltipla. Segundo pesquisadores americanos, não há evidências concretas que suportem a teoria de que a doença seja causada pelo estreitamento dos vasos sanguíneos no cérebro. Por isso, as cirurgias para abrir esses vasos seriam desnecessárias e não recomendadas.

No estudo, publicado no periódico médico Archives of Neurology, a equipe de Ellen Marder, do centro médico de veteranos de Dallas, revisou a literatura atual sobre os estreitamentos dos vasos, condição chamada insuficiência venosa cérebro-espinhal crônica (CCSVI, sigla em inglês). Eles não conseguiram encontrar nenhum dado convincente que sugeria que o estreitamento dos vasos estivesse por trás do desenvolvimento da Esclerose Múltipla. Com base apenas nessa descoberta, Ellen afirma que os pacientes com a doença não devem se submeter a cirurgias para abertura dos vasos.

Em outro estudo, a equipe descobriu que pessoas com Esclerose Múltipla não são mais suscetíveis a sinais de CCSVI em exames de ultrassom, quando comparadas a pacientes que não têm a doença. Segundo os pesquisadores, esses achados colocam em dúvida se o estreitamento dos vasos teria realmente algum papel preponderante na Esclerose Múltipla.

Causa e efeito Na pesquisa publicada no Archives of Neurology, a equipe resume brevemente a história da relação sugerida entre a Esclerose Múltipla e a insuficiência venosa cérebro-espinhal crônica. Em 2009, pesquisadores italianos indicaram que pessoas com Esclerose Múltipla eram mais suscetíveis a um estreitamento das veias que correm do cérebro e da espinha para o coração. Os médicos, então, começaram a propor uma correção da situação por meio de cirurgias para aliviar os sintomas da doença – problemas de equilíbrio e de movimento.

Os estudos mais recentes, no entanto, não conseguiram demonstrar claramente se as pessoas com Esclerose Múltipla são realmente mais suscetíveis ao CCSVI que as demais. Eles não provaram também que cirurgias para abertura dos vasos poderiam, de fato, trazer algum benefício.
Na pesquisa atual, a equipe de Ellen Marder realizou exames de ultrassom no cérebro de 18 pessoas com Esclerose Múltipla (todos veteranos americanos) e em 11 pessoas da mesma idade e sexo que não tinham a doença (grupo controle). Nos testes, eles procuraram sinais de CCSVI, incluindo a carência de fluxo sanguíneo nas veias da cabeça e do pescoço, assim como um estreitamento dessas veias.

Quatro pacientes com Esclerose Múltipla tiveram um desses sinais. Mas quatro pessoas no grupo controle também apresentaram os sinais. “Não acreditamos que o CCSVI seja a causa da Esclerose Múltipla”, diz Ellen. “Não recomendaríamos a nossos pacientes que fossem testados para procurar esses sintomas ou que seguissem quaisquer recomendações baseadas nesse tipo de teste.”

 

DIA NACIONAL DE COMBATE AO COLESTEROL

08/08/2011

No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, especialistas alertam sobre nível alto em crianças.

Maioria dos casos nesta idade estão relacionados com má alimentação e sedentarismo.

Sobrepeso pode ser sinal de colesterol elevado em crianças e adolescentes.

O colesterol alto na infância e na adolescência está relacionado, na maioria dos casos, à má alimentação e ao sedentarismo, mas também pode ser causado por uma doença genética ou histórico familiar.

>> Colesterol: saiba como evitar o vilão silencioso.

O estudo mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a dieta alimentar do brasileiro mostra que os adolescentes de 14 a 18 anos de idade são os que mais ingerem alimentos com colesterol, aqueles de origem animal, como carnes, leite, queijos, manteiga ou iogurte.

O consumo exagerado pode elevar o nível de gordura no sangue. O colesterol não traz problemas imediatos para as crianças e adolescentes, contudo, se não for tratado, aumenta o risco de doenças cardíacas na fase adulta.

— Ele aumenta o risco da pessoa sofrer um infarto aos 25 ou 30 anos de idade — alerta o diretor do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia Daniel de Araújo

Como o nível acima do normal não apresenta sintomas ou causa desconforto, a cardiologista Ana Paula Chacra, do Instituto do Coração (InCor-SP), explica que os pais devem ficar atentos ao sobrepeso nos filhos, um sinal de que a taxa pode estar fora do normal.

— Não há sintoma. A criança ou o adolescente começa a engordar e é nesse momento que os pais devem agir — diz a médica, integrante do setor de dislipidemias, que cuida do aumento do colesterol e dos triglicerídeos no sangue.

A taxa elevada é identificada somente por meio de um exame de sangue e a especialista acrescenta que os cuidados devem ser redobrados se a criança tiver parentes próximos com colesterol alto.

Colesterol

O colesterol é uma substância que ajuda na formação de uma capa protetora nos nervos e na produção da vitamina D, da bile e de hormônios. A maior parte (cerca de 70%) é produzido pelo fígado e o restante vem da ingestão de alimentos. Em excesso, o colesterol contribui para o entupimento das artérias, impedindo a passagem do sangue, e torna-se fator de risco para doenças cardiovasculares.

Existem dois tipos de colesterol. O HDL, chamado colesterol bom, reduz o risco de acúmulo de gordura nas artérias. O LDL, colesterol ruim, deposita gordura nas artérias e dificulta o fluxo sanguíneo.

Prevenção

Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável, com verduras, legumes, frutas e carnes magras. Outra indicação é observar o nível de colesterol a partir dos 10 anos de idade.

ENCARE O FRIO SEM LESÕES

06 de Agosto de 2011


Cuidados com aquecimento antes do treino evitam problemas no inverno.

Se você faz parte do time que não abre mão dos exercícios físicos o ano inteiro, educadores físicos alertam para o perigo das lesões nessa época. No inverno, o risco de ter uma lesão aumenta consideravelmente. Isto porque, com o frio, os músculos se tornam menos elásticos. O perigo é maior para quem não se exercita regularmente, principalmente para os atletas de fim de semana, que não apresentam um bom preparo físico, resistência muscular e flexibilidade.

– Todos que não realizam uma avaliação médica antes da prática estão mais suscetíveis às lesões, independentemente da estação do ano. Quem apresenta maior tensão muscular está mais sujeito a se lesionar no inverno – afirma o ortopedista Fábio Krebs, ortopedista, médico das categorias de base da Comissão Brasileira de Futebol (CBF) e presidente do Congresso Brasileiro de Artroscopia e Traumatologia do Esporte, que acontece de 17 a 20 de agosto em Gramado.

Segundo Krebs, esse é um dos principais temas que serão debatidos no evento, no qual especialistas nacionais e internacionais debaterão as inovações no tratamento de lesões para atletas amadores e profissionais, entre outros assuntos relativos à prática de esporte.

O educador físico Carlos Klein afirma que não existe uma atividade física mais indicada para ser praticada no inverno: o que deve existir é uma atenção à adaptação do corpo em função das condições climáticas e das baixas temperaturas.

Confira as dicas.



> A forma mais eficaz para prevenir lesões é buscar uma avaliação médica e física adequadas antes da prática esportiva, não importa a época do ano.



> Aumente seu tônus muscular: sem preparo, o músculo já inicia a prática esportiva com algum grau de encurtamento, gerando uma maior contração e mais riscos de distensões.

> Não exagere nos alongamentos: no inverno esse hábito é mais importante, pois a tendência é estarmos com o tônus muscular aumentado e, consequentemente, contraído. Porém, não exagere, sobretudo se você não estiver acostumado com os movimentos.
> Capriche no aquecimento: a maneira como você começa qualquer treino ganha ainda mais importância. Além de aumentar a temperatura corporal, ele lubrifica as articulações, ajudando a prevenir lesões. Uma excelente maneira de aquecer é combinar um alongamento dinâmico, que são movimentos corporais que exploram toda a amplitude articular, realizados de forma lenta e em diversos planos, combinado com o tradicional trabalho cardiovascular, na esteira ou bicicleta em intensidade leve a moderada, por 10 a 15 minutos.

> Não descuide da hidratação: o ar seco e o aumento da poluição, comuns nessa época, provocam maior irritação das vias aéreas superiores. O ideal é ingerir água a cada 5 ou 10 minutos de atividade, diminuindo a irritação provocada pelo clima.


> Escolha a roupa ideal: vista tecidos leves e fáceis de tirar, pois com o movimento da atividade, a temperatura corporal aumenta naturalmente e surge a necessidade de remover o agasalho. As principais marcas esportivas têm roupas com estas características.

> Não desista: lembre que a atividade física é seu melhor plano de saúde. Ao interromper uma atividade física – seja por preguiça ou por causa de uma lesão –, o organismo perde todo o condicionamento físico adquirido durante o período de treino. E para voltar fica sempre mais difícil. Procure orientação de profissionais, ouça seu corpo e bons treinos!




CÉLULAS PROGRAMADAS.

06 de agosto de 2011
Cientistas “reeducam” células para evitar 

a rejeição de órgãos

Transplantes de órgãos e células salvam milhares de vidas todos os anos. Médicos e pacientes, entretanto, têm de lidar com uma dificuldade que pode comprometer os esforços da cirurgia: a rejeição pelo próprio organismo. Granulócitos, monócitos, macrófagos e linfócitos, “soldados” do sistema imunológico que lutam contra invasores, muitas vezes enxergam o material transplantado como inimigo. A saída pode estar na reeducação das células regulatórias (Tregs), cuja função natural é prevenir as doenças autoimunes, como diabetes e lúpus, caracterizadas pela falha do organismo em reconhecer estruturas que ele mesmo produz.

Recentemente, a revista Science Translational Medicine trouxe novas perspectivas no combate à rejeição. Três artigos descrevem estratégias bem-sucedidas que, embora ainda experimentais, conseguiram evitar que o organismo expulsasse os órgãos ou tecidos transplantados. Atualmente, para que isso não aconteça, os pacientes tomam medicamentos chamados imunossupressores, mas essas substâncias também afetam a parte saudável do sistema imunológico. Com isso, deixam o organismo aberto a diversos tipos de infecções.

O papel das Tregs no combate à rejeição tem sido investigado há muito tempo. Dentro do campo de batalha do sistema imunológico, porém, elas são poucas. A quantidade é insuficiente para funcionarem como imunossupressoras naturais. O que as pesquisas descritas na revista médica fizeram foi coletar as Tregs do organismo, separá-las e cultivá-las in vitro, de forma a aumentar o número das células regulatórias. Reinseridas no organismo em maior número, elas poderiam funcionar como poderosas armas no combate à rejeição.

– As células T regulatórias são células imunológicas, cuja função é evitar que o sistema confunda estruturas próprias com externas – afirma Keli Hippen, principal autora de um dos artigos publicados na revista.

Apesar de extremamente promissor, o transplante das células apresenta riscos enormes ao paciente. De acordo com o Grupo Europeu de Transplante da Medula Óssea, mesmo quando há compatibilidade entre doador e receptor, o índice de mortalidade é de 10% – isso sem considerar as taxas de rejeição e as doenças que podem aparecer em decorrência do transplante.

VAZAMENTO EM MÚSCULOS PROVOCA O ENFRAQUECIMENTO DOS IDOSOS

02/08/2011 | 16h59


Há uma razão por que os exercícios ficam mais difíceis com a idade. Estudo publicado na edição deste mês do periódico científico “Cell Metabolism” associou a fraqueza do envelhecimento com um vazamento dos canais de cálcio nas células dos músculos. Mas há também uma boa notícia: uma droga já na fase 2 de testes clínicos para o tratamento de insuficiência cardíaca pode também tampar esses vazamentos.

Estudos prévios da equipe de pesquisadores liderada por Andrew Marks, da Universidade de Columbia, mostrou que os mesmos vazamentos estão por trás da fraqueza e fadiga que acompanham a insuficiência cardíaca e a distrofia muscular de Duchenne.

"É interessante, as pessoas normais essencialmente adquirem uma forma de distrofia muscular com a idade", diz Marks. "A base para o enfraquecimento dos músculos é a mesma".

Exercícios extremos, como os realizados por maratonistas, causam os mesmos tipos de vazamento, acrescentou o pesquisador, mas, neste caso, os músculos danificados voltam ao normal após alguns dias de descanso.

Os vazamentos acontecem em um canal de liberação de cálcio chamado receptor de rianodina 1 (RyR1) necessário para que os músculos se contraiam. Sob condições de estresse, esses canais são quimicamente modificados e perdem uma subunidade estabilizadora chamada calstabina 1.

"A calstabina 1 é como a mola em uma porta que a impede de ser aberta pelo vento", explica Marks.

O cálcio nas células musculares em geral é mantido em contenção. Quando ele vaza das células, o cálcio é tóxico em si, transformando-se em uma enzima que consome os músculos. Uma vez que o vazamento começa, cria-se um ciclo vicioso, com o cálcio aumentando os níveis de oxigênio reativo, que por sua vez oxidam o RyR1 e pioram o vazamento.

Os pesquisadores fizeram a descoberta ao estudarem os músculos esqueléticos de camundongos jovens e velhos. Eles também demonstraram que camundongos com seis meses de idade com uma mutação que fez seus canais RyR1 vazarem tiveram os mesmos problemas musculares e fraquezas dos apresentados por animais mais velhos.

Mas quando os camundongos velhos foram tratados com uma droga batizada S107, o vazamento de cálcio em seus músculos desacelerou, e os animais tiveram um aumento de cerca de 50% no tempo que conseguiam passar correndo em uma roda. Agora em testes clínicos para pacientes com insuficiência cardíaca, o remédio funciona ao restaurar a conexão entre a castalbina e o RyR1.

Apesar dos consideráveis esforços para entender e reverter a perda de músculos relacionada ao envelhecimento, ainda não há tratamentos estabelecidos. O novo estudo sugere que pode haver esperança com a abordagem do problema por um ângulo diferente.

"A maioria das pesquisas se focou em criar mais massa muscular", conta Marks. "O que temos de diferente aqui é que estamos focados não na massa, mas na função muscular. Mais músculos não ajudam se eles não estão funcionais".

INDÍGENA É CASO BEM SUCEDIDO DE TRANSPLANTE COM CÉLULAS-TRONCO UMBILICAL NO MS

05/08/2011 17:25


Jaquison Benites Lima, 14 anos, é um exemplo na medicina tradicional que deu certo. O adolescente mora com a família na Aldeia Amambai, no município de Amambai, região sul do Estado e, felizmente, recebeu todo apoio para vir para Campo Grande e depois São Paulo. 

A história de Jaquison, ao contrário da menina de 8 anos, Thiely, internada no Hospital Regional à espera de uma cirurgia para amputar uma perna; não teve conflitos religiosos entre a medicina tradicional e a crença de seu povo, que acredita que por meio de rezadores é possível a cura. No caso da menina, a intervenção cirúrgica deve acontecer depois da primeira quinzena de agosto, conforme o médico que a atende e também ao adolescente, Marcelo Souza. 

O adolescente iniciou tratamento em sua cidade em 2009. Lá foi diagnosticada uma aplasia de medula, que é uma doença caracterizada pela deficiência medular, ou seja, disfunção da medula óssea. O diagnóstico é possível por meio de um exame de hemograma, que apresenta os níveis de todos os componentes sanguíneos. Os principais sintomas dessa doença são: anemia (palidez), devido ao baixo número de hemácias; infecções contínuas, devido ao baixo número de leucócitos; e sangramento de mucosas, devido ao baixo número de plaquetas. 

Depois da descoberta da doença de Jaquison, foi verificada a compatibilidade para um transplante entre irmãos, já que o adolescente tinha quatro, mas sem sucesso. A mãe dele engravidou e aí surgiu uma possibilidade de transplante de medula óssea com o uso de sangue do cordão umbilical do futuro recém-nascido, mas isto não era uma garantia de cura, já que nem sempre o resultado é de compatibilidade entre doador e receptador. 

Teste feitos, foi comprovada a compatibilidade entre Jaquison e seu quinto irmão. O adolescente teve que ir para São Paulo para fazer o transplante. Agora ele está e um dos dois quartos destinados especialmente para crianças ou adolescentes transplantados da Associação dos Amigos das Crianças com Câncer (AACC), em Campo Grande. A tia Rozangela é quem o acompanha. Além de abrigo, ele recebe apoio psicológico, opções de entretenimento e acompanhamento nutricional. A volta para casa deve acontecer neste sábado, 6 de agosto.  
FONTE:http://www.midiamax.com/noticias/763903-indigena+caso+bem+sucedido+transplante+com+celula+tronco+umbilical+ms.html

CADEIRANTE MOSTRA SEU DIA A DIA PARA O JA COMUNIDADE

5/8/2011

 

Manoel Soares escalou uma repórter especial para o JA Comunidade
 Cadeirante vira repórter por um dia e mostra as dificuldades que pessoas
com necessidades especiais enfrentam diariamente.
 

Autor: RBS TV RS



SOCIEDADE PORTUGUESA DE ESCLEROSE MÚLTIPLA PROMOVE 4º TORNEIO DE GOLFE SOLIDÁRIO

14:26 quarta-feira, 03 agosto 2011

A delegação distrital de Faro da Sociedade
Portuguesa de
Esclerose Múltipla (SPEM) vai realizar
, dia 18 de setembro,
o 4.º Torneio de Golfe, um evento solidário
marcado para o
campo de golfe do Gramacho do Pestana
Golf & Resorts,
no Carvoeiro (Lagoa).

Este torneio tem como objetivo a angariação
de fundos
“que permitam uma ação mais eficaz da nossa
instituição,
nomeadamente para o projeto atual mais
importante que temos”,
refere a SPEM.

O projeto passa pela construção de uma
nova sede distrital,
“mais ampla e com melhores condições,
para prestar apoio aos
nossos sócios, traduzindo-se numa melhoria
das condições de vida
dos nossos estimados associados portadores
de Esclerose Múltipla”,
acrescenta a sociedade, em comunicado.

Para participar neste evento, os interessados
deverão efetuar
a sua inscrição (55 euros), até 15 de setembro,
na delegação
distrital de Faro da SPEM, através dos contactos
289829268,
926005845 e 938232957 ou pelo endereço
eletrónico faro@spem.org.

A Esclerose Múltipla é uma doença crónica do
sistema nervoso central, com início na adolescência
tardia/jovem adulto (20-40 anos), progredindo
geralmente
por surtos, onde a sua evolução caracteriza-se
essencialmente
por grandes alterações neuromotoras, com
tendência à
incapacidade progressiva.

FONTE:http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=118584







CIENTISTAS PREPARAM TESTE CLINICO PARA CURA DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

02 de Agosto 2011


O projecto é desenvolvido em Londres.

Um grande teste clínico vai analisar o possível tratamento da Esclerose Múltipla com células estaminais, para estabelecer se elas podem conter e inverter o dano cerebral causado pela doença.

A pesquisa, na qual vão participar 200 pacientes de todo o mundo, vai ser liderada por cientistas do Imperial College de Londres.
Os especialistas receberam fundos da Sociedade de Esclerose Múltipla e da Fundação de Células Estaminais do Reino Unido para começarem a pesquisa no final do ano. Os especialistas vão retirar células estaminais da medula óssea dos pacientes e, depois de serem tratadas em laboratório, voltam a ser injectadas na corrente sanguínea, segundo os pormenores sobre o estudo divulgados na sexta-feira, no Reino Unido.
Os pesquisadores esperam que as células estaminais encontrem um caminho até ao cérebro, para que possam reparar o dano causado pela doença, que provoca lesões crónicas no sistema nervoso central e cujas causas são desconhecidas.
O pesquisador chefe do estudo, Paolo Muraro, disse, na sexta-feira, que esta é a primeira vez que os especialistas se unem para experimentar os efeitos das células estaminais na Esclerose Múltipla num teste de grande escala.
Os cientistas vão trabalhar em laboratórios em Londres e Edimburgo, onde esperam cultivar as células estaminais.
“O projecto de pesquisa de Muraro representa o primeiro deste tipo feito pelo Reino Unido, sobre o uso de células estaminais para o tratamento da doença”, afirmou o presidente da Fundação de Células Estaminais do Reino Unido. 


MAIS BEBÊS COM CÉLULAS-TRONCO CONGELADAS NO ESTADO

Vitória, 01 de Agosto de 2011

Número de amostras criopreservadas no Estado já passa de 1.500. Crescimento foi de 50% somente nos seis primeiros meses se comparado ao mesmo período do ano anterior 

O avanço das pesquisas em torno das células-tronco tem refletido diretamente no aumento no número de casais interessados em criopreservar o sangue de cordão umbilical de seus bebês. Dados do Criobanco Medicina e Biotecnologia, instituição capixaba especializada em terapia celular, dão conta de que somente no primeiro semestre deste ano o aumento foi de 50%, se comparado ao mesmo período de 2010. São mais de 1.500 amostras criopreservadas nos três tanques da instituição, a única do Espírito Santo.
Desse total, a maioria, 60%, é de bebês capixabas. As demais são de amostras de células provenientes de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Sergipe, uma vez que a instituição, que tem atuação nacional, também é procurada por famílias de fora do Estado interessadas no procedimento.
De acordo com o gerente executivo do Criobanco, Rodrigo Mota, o serviço de criopreservação de células-tronco, que há alguns anos era tido como um movimento tímido, consolidou-se no mercado nacional, e especialmente local, em função dos avanços com as pesquisas na área e também com a maior informação da população. Segundo ele, antes da decisão os casais procuram se esclarecer sobre o tema, aprofundando-se no assunto, o que torna as decisões mais conscientes.
"Quem contrata sabe que ainda há limitações na amplitude de tratamentos e possibilidades terapêuticas, mas toma a decisão apostando na boa condução científica que o assunto tem tido, e também na chance de uma tranquilidade no futuro", completa.
Avanço das pesquisas com células-tronco
De acordo com o diretor técnico do Criobanco Medicina e Biotecnologia, o médico hematologista Edgard de Barros Nascimento, ao longo dos últimos anos, diversas pesquisas foram realizadas e muitas já apresentam resultados com a aplicação terapêutica das células-tronco de cordão umbilical.
"Milhares de pessoas já foram submetidas a transplantes de medula óssea, utilizando-se células provenientes do cordão umbilical. Portanto, esse é um procedimento cada vez mais comum. Mas a novidade dos últimos anos que eu destaco é o início das utilizações clínicas dessas células em terapias regenerativas, ainda que experimentais. Estamos presenciando um número crescente de protocolos de pesquisa recrutando pacientes voluntários a ingressarem em estudos para tratamentos de doenças incuráveis, como paralisia cerebral e diabetes, através de células-tronco de cordão umbilical", explica.
Saiba mais:
Quais as fontes de células-tronco?
Capazes de se multiplicar e se diferenciar em diversos tecidos, as células-tronco são encontradas em todo o corpo humano. No entanto, as fontes mais utilizadas, em virtude da grande disponibilidade, são as da medula óssea e do sangue do cordão umbilical.
Qual a diferença entre célula-tronco embrionária e adulta?
As embrionárias têm maior capacidade de diferenciação em qualquer tecido do organismo. No entanto, como as pesquisas com esse tipo de célula foram autorizadas há pouco tempo, a medicina correu em uma via paralela de estudo, descobrindo cada vez mais as diversas possibilidades trazidas pelas do cordão umbilical e da medula, as chamadas células-tronco adultas, que também estão presentes em todos os outros órgãos do corpo humano. Estas últimas de forma diferente das células embrionárias não oferecem o risco de formação de tumores (teratomas) na sua utilização terapêutica.
Quais as vantagens das células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical e da medula?
As células-tronco do cordão umbilical apresentam menor chance de rejeição após o transplante, a disponibilidade é imediata, eliminando-se talvez a necessidade de busca por um doador compatível; e, armazenadas, permanecem jovens, possuindo um potencial regenerativo superior ao das células da medula.  Em contrapartida, as células provenientes da medula possuem um período de "pega" menor, ou seja, o paciente transplantado retoma sua defesa imunológica mais rapidamente.
Quais doenças podem ser tratadas com a célula-tronco do sangue do cordão?
Leucemias, linfomas, mieloma, deficiências imunológicas, anemias, doenças do metabolismo, entre outras que possam ser tratadas através de transplante de medula. Estudos indicam, para o futuro, a possibilidade de cura de diabetes tipo 1, Esclerose Múltipla, lesões raquimedulares, cerebrais, ósseas e articulares, doenças cardíacas etc.
Quanto custa?
O serviço de coleta e processamento das células-tronco de cordão umbilical custa em média R$ 4 mil. Para a manutenção do material criopreservado há uma taxa aproximada de anuidade de R$ 600,00, o equivalente a R$ 50,00 por mês. O valor tende a diminuir à medida que aumentar o número de usuários e que os insumos utilizados no processo de criopreservação forem sendo produzidos no Brasil, ao invés de importados.
Como é realizada a coleta?
Durante a gestação uma enfermeira acompanha a mãe até o momento do parto, que pode ser realizado em qualquer maternidade, e conduz a coleta do sangue e seu encaminhamento ao banco para processamento e armazenamento. Uma vez congelado o sangue fica em tanque de nitrogênio líquido a temperaturas baixíssimas (cerca de -196ºC).