PITADINHA PERIGOSA

10 de novembro de 2012

Redução do consumo de sal faria com que 1,5 milhão de brasileiros pudessem abolir a medicação para controlar a hipertensão

 

Apesar de ter papel importante no organismo e contribuir para um bom funcionamento do corpo, o consumo abusivo do sal de cozinha pode trazer problemas à saúde. O excesso de sódio, principal componente do sal de cozinha, está associado ao desenvolvimento da hipertensão arterial, de doenças cardiovasculares e renais, entre outras, que estão entre as primeiras causas de internações e óbitos no Brasil e no mundo.

O sódio é responsável pela regulação dos líquidos que ficam dentro e fora das células. Quando há excesso do nutriente, há uma alteração no equilíbrio entre esses líquidos. O organismo retém mais água, que aumenta o volume de líquido, sobrecarregando o coração e os rins. A pressão alta prejudica a flexibilidade das artérias e ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011) do Ministério da Saúde revelam que 22,7% dos brasileiros têm diagnóstico de hipertensão.

Por dentro, os vasos são cobertos por uma fina camada, que é lesionada quando o sangue circula com pressão elevada. Com isso, eles se endurecem e ficam estreitos, podendo entupir ou romper com o passar dos anos. O entupimento de um vaso no coração pode levar a um infarto e ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido como derrame. Nos rins, podem ocorrer alterações na filtração do sangue e até a paralisação dos órgãos.

Recomendação é de cinco gramas por pessoa

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estipula que o consumo máximo diário de sal é de menos de cinco gramas por pessoa. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela, no entanto, que o consumo do brasileiro está em 12 gramas diários. Se o consumo de sódio for reduzido, os óbitos por acidentes vasculares cerebrais podem diminuir em 15%, e as mortes por infarto em 10%. Ainda estima-se que 1,5 milhão de brasileiros não precisaria de medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até quatro anos.

De olho nos rótulos

Uma das maneiras mais práticas de diminuir o consumo de sódio é observar as informações nutricionais no verso das embalagens ao comprar alimentos industrializados. Se a quantidade for superior a 400mg em 100g do alimento, é considerado um alimento rico no nutriente, sendo prejudicial à saúde. É recomendável sempre por escolher aquele que apresentar menos sódio.

– Além de reduzir a quantidade de sal no preparo da comida, podemos substituí-lo por outros condimentos, que inclusive vão dar um sabor melhor. É preferível utilizar ervas desidratadas e temperos naturais, como salsa, cebolinha, pimenta e outros.

O uso de temperos industrializados também deve ser evitado, pois contêm alto teor de sódio – recomenda Patrícia Jaime, coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Para contribuir com a diminuição do consumo de sódio, o Ministério da Saúde firmou um acordo com a indústria alimentícia pela redução gradual do teor de sódio em alimentos processados. Desde 2011, governo federal fechou três termos de compromisso para que várias categorias de alimentos sejam produzidas com menos sódio.

A previsão é de que, até 2020, estejam fora das prateleiras mais de 20 mil toneladas de sódio. O acordo determina acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos alimentos e as análises laboratoriais de produtos coletados no mercado.


SUS OFERECE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS EM 14 ESTADOS

09/11/2012

Produtos desempenham papel importante em cuidados contra dores, inflamações, disfunções e outros incômodos.

O Ministério da Saúde informa que o SUS (Sistema Único de Saúde) oferece em 14 Estados 12 medicamentos fitoterápicos, entre eles a Aloe vera (Babosa) para o tratamento de psoríase e queimaduras, o Salix Alba (Salgueiro) contra dores lombares e a Rhamnus purshiana (Cáscara-sagrada) para prisão de ventre.

O página do ministério na internet esclarece que, financiados com recursos da União, Estados e municípios, os medicamentos podem ser manipulados ou industrializados, e devem possuir registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Os produtos são oferecidos no Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.

Conforme o ministério, são medicamentos que desempenham um papel importante em cuidados contra dores, inflamações, disfunções e outros incômodos, ampliando as alternativas de tratamento seguras e eficazes pelo SUS.

Indicado para o alívio sintomático de doenças de baixa gravidade e por curtos períodos de tempo, os fitoterápicos podem ser produzidos a partir de plantas frescas ou secas e de seus derivados que ganham diferentes formas farmacêuticas, como xaropes, soluções, comprimidos, pomadas, géis e cremes.

Como todo medicamento, o fitoterápico deve ser utilizado de acordo com orientação médica. Para ter acesso, o usuário tem que procurar um profissional — médico legalmente habilitado em prescrever fitoterápicos — em uma das unidades básicas de saúde dos 14 Estados que disponibilizam esses medicamentos.

Nessas unidades, o cidadão pode receber atendimento médico gratuito. Com um documento de identificação pessoal e a receita atualizada em mãos, o paciente pode retirar o medicamento em uma das farmácias dessas unidades básicas.



MAIORIA DOS DOENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA ESTÁ INATIVA

 2012-11-09

Conclusão é de um estudo apresentado no esta sexta-feira no Fórum Esclerose Múltipla e Emprego.

A maioria dos doentes com Esclerose Múltipla encontra-se inativa. A conclusão é do estudo «Empregabilidade e Esclerose Múltipla», que indica que a maior parte dos inquiridos viu a sua vida profissional alterada após a doença ser diagnosticada.

O estudo, realizado pela empresa de investigação aplicada Spirituc, resultou de 482 questionários, e foi apresentado esta sexta-feira durante o Fórum Esclerose Múltipla e Emprego, uma iniciativa do Serviço de Neurologia do Hospital Garcia de Orta, em Almada.

Para a maioria dos inquiridos (56 por cento), o diagnóstico de Esclerose Múltipla «produziu alterações na situação profissional».

Estas alterações, lê-se nas conclusões do estudo, «tiveram maior intensidade entre os indivíduos mais velhos, com menor escolaridade, com diagnósticos mais antigos da doença, que têm limitações induzidas pela doença ou usam recursos de apoio».

As alterações mais frequentes produzidas pela Esclerose Múltipla, identificadas no estudo, foram a necessidade de passagem à reforma - metade dos indivíduos que registou alterações na vida profissional reformou-se -, mudança das tarefas profissionais, adaptação do posto de trabalho, a baixa médica ou a redução de horário.

Entre os doentes ativos, 42,5 por cento apontaram alterações na vida profissional induzidas pela doença, como mudanças de tarefas, adaptações do posto de trabalho e redução do horário.

Dos indivíduos inativos inquiridos para este estudo, 41,5 por cento foi despedido ou reformou-se, 33,2 por cento desistiu por falta de capacidade para trabalhar e 15,7 por cento atingiu o limite de baixa por doença.

A investigação refere que, entre os desempregados, predominam os desempregados de longa duração (75,8 por cento).

Entre os reformados, 41,1 por cento concordou com a reforma e 38,4 por cento admite que foi forçado a reformar-se.

A Esclerose Múltipla é uma doença neurológica inflamatória do Sistema Nervoso Central que surge habitualmente no jovem adulto, com idades compreendidas entre os 20 e os 50, anos.
Esta doença afeta as mulheres duas vezes mais do que os homens.

Em Portugal, estima-se que existam cerca de 54 casos de Esclerose Múltipla em 100 mil habitantes. 


PORTADOR DE ALZHEIMER DEVE FICAR COM A FAMÍLIA OU MORAR EM CASA DE REPOUSO?

O que levar em conta  09/11/2012

Família deve evitar confrontos. Casa de repouso precisa ser acolhedora.
Especialista lista aspectos importantes para escolha entre uma alternativa e outra.

Escolher se o parente que sofre do mal de Alzheimer vai ficar sob os cuidados da família ou passará a morar numa casa de repouso é uma decisão bastante difícil que a doença impõe. Para ajudar na escolha, a enfermeira e gerontóloga Yeda Duarte listou aspectos importantes que devem ser levados em conta. 


:::: Com a família



:: Mantenha a casa segura de tal forma a evitar quedas e situações de perigo.


:: Estabeleça rotinas que mantenham a normalidade da vida familiar.

:: Incentive o portador a manter suas atividades rotineiras enquanto a evolução da doença permitir. O importante é que a pessoa ocupe seu tempo livre. Não se preocupe com o resultado ou com a conclusão da tarefa, o mais importante é o envolvimento de seu parente com a atividade propriamente dita.

:: Evite conflitos e confrontos. A doença pode ocasionar momentos de agitação e agressividade que podem parecer propositais, mas não são. O mais prudente é evitar situações que ocasionem tais alterações de comportamento. Se elas ocorrerem, busque mantê-lo num ambiente calmo e afaste-e do fator que pode ter desencadeado o problema. 

:: Sempre que fizer uma pergunta, solicitação ou orientação, faça de forma direta, com linguagem simples e frases curtas. Não complique os questionamentos. Direcione perguntas que possibilitem respostas fáceis como sim ou não, isso ajuda muito no momento da alimentação e para identificar a sensação de calor ou frio do portador.

:: Mantenha o senso de humor saudável e respeitoso com o paciente, que tende a ficar menos estressado com diversas situações. 

— Cuidar de quem o cuidou pode não ser simples e fácil, pois nesta relação há uma grande carga emocional relacionada à inversão de papéis. Uma carga enorme de sentimentos positivos ou negativos podem surgir. O importante é não se sentir culpado pelo o que está sentindo. O ideal, se possível, é ter ajuda de um grupo de apoio ou de um cuidador externo — diz Yeda.
A família como um todo necessita de atenção multidisciplinar. Se não for mais possível manter a infraestrutura de que o idoso necessita em casa é hora de pensar em procurar uma casa de repouso, pois ela pode oferecer os recursos assistenciais necessários nesse momento. 


:::: Casa de repouso



:: Deve ser um ambiente claro, limpo e com boa acessibilidade, estruturalmente organizado e com um clima acolhedor. 


:: Certifique-se de que a estrutura de funcionários é adequada e que contam com uma equipe especializada, com enfermeiros, fisioterapeutas e terapeuta ocupacional, por exemplo, além de apoio médico 24h. 

:: Um local adequado permitirá que a família torne o novo ambiente do idoso mais familiar, ou seja, permitirá que o novo morador tenha consigo fotografias e objetos que tenham um forte significado, ajudando-o a reconhecer as pessoas e a sentir um entorno mais aconchegante. 

:: É recomendado que tenha programação diária organizada e adequada às limitações do idoso para estimulá-lo e ocupar produtivamente seu tempo livre sem cansá-lo exaustivamente.
Segundo Yeda, vale lembrar que a institucionalização é um recurso indicado quando a família não tem como ou não se sente capaz de se dedicar adequadamente às necessidades apresentadas pelo paciente. 

Assim, quando essa decisão se fizer necessária ela estará sempre acompanhada pela intenção de proporcionar o melhor cuidado e permitir a melhor qualidade de vida possível ao paciente, diz ela.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/11/portador-de-alzheimer-deve-ficar-com-a-familia-ou-morar-em-casa-de-repouso-3945856.html

 

DIA MUNDIAL DO DIABETES TEM EVENTO GRATUITO NA LAGOA

09/11/2012

Dia 11 de novembro (domingo), de 8h às 12h, no Parque do Cantagalo. 

O Espaço Stella Torreão se uniu às sociedades brasileiras de Endocrinologia e Metabologia, Regional RJ (SBEM-RJ) e de Diabetes, para promover, no próximo dia 11 de novembro (domingo), um grande evento de conscientização pelo Dia Mundial do Diabetes. As atividades acontecem, entre 8h e 12h, no Parque do Cantagalo, na Lagoa. O evento tem como objetivo conscientizar e informar a população sobre os riscos da doença e sobre as melhores formas de prevenir e tratar o Diabetes, um grave problema de saúde em todo o mundo. O dia de atividades conta com o apoio do laboratório a+ Medicina Diagnóstica. 

Durante o evento, haverá caminhada, distribuição de folders informativos, medição do ICQ - Índice de Cintura e Quadril, orientações passadas por médicos sobre como se prevenir e se tratar, além de recomendações feitas por professores de educação física sobre a prática de atividades esportivas. Além disso, os participantes terão a oportunidade de fazer o teste da pisada e uma avaliação da circulação arterial do local (Índice de Tornozelo Branquial – ITB). Haverá ainda o preenchimento de um questionário de avaliação de risco. Os pacientes que registrarem índice elevado de ter diabetes receberão um voucher que dará direito a um teste de Hemoglobina Glicada no laboratório a+ Medicina Diagnóstica. 

Dia Mundial do Diabetes, dia 11 de novembro (domingo), das 8h às 12h, na Lagoa Rodrigo de Freitas – Parque do Cantagalo, Rio de Janeiro. 


ESTUDO INDICA QUE VITAMINAS NÃO REDUZEM RISCO DE PROBLEMAS DE CORAÇÃO EM HOMENS

05/11/2012

Ao contrário da crença popular, a ingestão diária de suplementos vitamínicos não reduz o risco de doenças cardiovasculares em homens de meia idade, segundo estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos. 

A pesquisa foi publicada na versão avançada do Journal of the American Medical Association de 7 de novembro e considerou uma mostra de 14.641 pessoas, que tinham uma média de idade de 64 anos no começo do estudo em 1998, que se seguiu durante 11 anos.

A metade dos participantes, escolhida ao acaso, tomou multivitamínicos (A,B,C,D e E) e a outra metade, placebo, explicaram os autores, para quem este é o estudo mais extenso realizado até agora sobre a eficácia dos suplementos vitamínicos para prevenir as enfermidades crônicas. 

No período de duração do estudo, 2.757 pessoas (ou 18,8%) morreram em decorrência de doenças cardiovasculares, como um ataque do coração ou um derrame cerebral. Entre elas, 1.345 tinham tomado vitaminas e 1.412 haviam usado o placebo. 

Os pesquisadores da Universidade de Harvard concluíram que a ingestão de multivitamínicos não significou nenhuma diferença na hora de evitar enfermidades ou derrames cerebrais. 

O baixo número de mortes entre os que tomavam vitaminas não foi estatisticamente significativo.

Em um editorial que acompanha o estudo, Eva Lonn, da McMaster University e Hospital Geral Hamilton em Ontário (Canadá) escreveu que "dados sólidos de diferentes estudos confirmam que (as doenças cardiovasculares) não podem ser evitadas ou tratadas com vitaminas". 

"No entanto, muitas pessoas com fatores de risco de doenças do coração ou que haviam sofrido episódios cardiovasculares anteriores levavam vidas sedentárias, ingeriam comida processada ou fast food, continuavam fumando e deixaram de utilizar os remédios prescritos, mas utilizaram regularmente vitaminas ou outros suplementos dietéticos, com a esperança de que isso prevenisse futuros infartos do miocárdio", escreveu. 

"O descuido com a prevenção efetiva de doenças cardiovasculares é o maior prejuízo de utilizar vitaminas e outros suplementos não testados", acrescentou Lonn.


DESCOBERTA ABRE CAMINHO PARA DIAGNÓSTCO DE CANCÊR ANTES DE TUMOR "APARECER"

Publicado em 7/11/2012 às 09h15: atualizado em: 7/11/2012 às 09h28.





Cientistas acreditam que nova técnica pode ajudar no diagnóstico precoce da doença.
Exame também é capaz de detectar várias modalidades diferentes da doença. 

Cientistas britânicos descobriram uma proteína presente em muitos tipos de câncer, o que poderia, no futuro, levar a um exame único capaz de detectar várias modalidades diferentes da doença e também auxiliar no diagnóstico precoce da doença.

O grupo, baseado no Instituto Gray de Oncologia e Biologia da Radiação, relatou ao Instituto Nacional de Pesquisa de Câncer da Grã-Bretanha ter identificado câncer de mama em ratos semanas antes de um caroço inicial ser detectado.

A mesma proteína, chamada gamma-H2AX, é encontrada em tumores de pulmão, pele, rins e bexiga e é produzida como uma reação do organismo a DNA danificado.

De acordo com os cientistas, este é um dos primeiros indícios de que uma célula está se tornando cancerígena.


Formação de tumores


O estudo utilizou um anticorpo que é o "parceiro perfeito" para a gamma-H2AX e capaz de procurá-la no organismo.

O anticorpo recebeu então pequenas quantidades de material radioativo, servindo como "termômetro" para identificar a presença de câncer no organismo.

Caso os médicos identifiquem um acúmulo de radiação num determinado ponto do corpo, há grandes chances de que ali esteja o início da formação de um tumor.


Diagnóstico precoce


A professora Katherine Vallis diz que, nos ratos usados em laboratório, caroços só puderam ser sentidos quando as cobaias já tinham cerca de 120 dias de idade, mas "nós detectamos mudanças antes disso, entre 90 e 100 dias — antes de um tumor ser clinicamente aparente".

Ela disse à BBC que a proteína gamma-H2AX era, em grande parte, um "fenômeno comum" e que "seria um sonho" desenvolver um exame único para vários tipos de câncer.


Estágio inicial


Embora a comunidade científica e os pacientes que lutam contra a doença tendam a ver os estudos em torno da nova técnica com muita esperança, eles ainda se encontram em um estágio bastante preliminar.

— Esta pesquisa inicial revela que rastrear essa molécula importante poderia nos permitir detectar danos no DNA em todo o organismo. Se estudos mais aprofundados comprovarem isso, a proteína poderia nos fornecer uma nova rota para detectar o câncer em sua fase muito inicial, quando ainda há mais chances de tratá-lo com sucesso.

Julie Sharp, do instituto britânico Cancer Research UK, avalia o estudo como um avanço.

— Esta pesquisa importante revela que ter como alvo esta molécula-chave poderia nos fornecer uma rota animadora por novos caminhos para detectar o câncer em um estágio inicial e ajudar a aplicar radioterapia e monitorar seus efeitos sobre os tumores.


 

JORNAL , ESTUDO AMERICANO APONTA QUE CÉLULAS-TRONCO DOADA PODE AJUDAR CORAÇÃO

07 de novembro de 2012

Em um estudo com 30 pacientes, pesquisadores americanos usaram células-tronco de doadores para tratar pessoas com problemas cardíacos e o resultado sugere que a técnica pode ser eficaz e segura. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo.

O mais comum atualmente é que esse tipo de terapia experimental seja feita com células-tronco da medula óssea dos próprios doentes, o que evita riscos de rejeição. Porém, a nova pesquisa mostrou que o uso de células de terceiros também pode ter o mesmo efeito, desde que bem escolhidas.

O uso das células-tronco diminuiu a presença de cicatrizes não funcionais no coração dos pacientes e melhorou o fôlego deles para a prática de exercícios físicos. Além disso, a novidade possibilitaria a criação de "bancos celulares", que seriam usados imediatamente no caso de problemas cardíacos.


CANETA PRÉ-CHEIA FACILITA TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

2012-11-06

Melhoria na autoinjecção leva a uma maior independência.
Novo sistema de autoadministração diminui dor relacionada com agulha.

Portugal já dispõe do novo sistema de autoadministração de interferão β-1a IM, uma terapêutica para a Esclerose Múltipla. Esta nova apresentação, uma caneta pré-cheia, é a única existente para administração intramuscular de interferão beta.

Esta caneta pré-cheia vem facilitar o tratamento pois diminui a dor e a ansiedade relacionada com a agulha e melhora a facilidade da injecção.

No estudo que suportou a aprovação desta nova apresentação, verificou-se que 94 por cento dos doentes preferiam a autoadministração com interferão β-1a IM caneta pré-cheia (vs. seringa pré-cheia), o que se prende com a diminuição da ansiedade relacionada com as agulhas e com a diminuição do nível de dor em mais de 50 por cento. Adicionalmente, os doentes referiram melhoria na capacidade de autoinjecção e na facilidade da injecção, o que leva a uma maior independência e confiança na autoadministração.

A relevância de uma maior facilidade na autoadministração é suportada por estudos conduzidos em doentes com
Esclerose Múltipla, bem como noutras patologias que requerem autoadministração de injectáveis de forma prolongada, tendo sido demonstrada uma diminuição da ansiedade relacionada com as agulhas, um aumento da adesão ao tratamento e uma melhoria da qualidade de vida.

”Os fármacos injectáveis autoadministrados para o tratamento da Esclerose Múltipla, são subcutâneos (SC) ou intramusculares IM). Na injecção SC as queixas mais frequentes referidas pelos doentes são inerentes aos efeitos secundários locais que podem causar mesmo lipodistrofias. Na injecção IM as queixas mais relevantes relacionam-se com a dificuldade na autoadministração”, refere a Helena Cardoso, enfermeira do Serviço de Neurologia do Hospital Fernando da Fonseca.

“Frequentemente, devido aos efeitos secundários locais da injecção SC, quer pela falta de autonomia resultante da administração IM, quer ainda por fobia de agulhas nas duas formas de administração, os doentes desistem da medicação, sendo importante melhorar as formas de administração de forma a melhorar a adesão”, menciona a especialista.

O interferão β-1a IM caneta pré-cheia acaba de ser incluído no despacho para os medicamentos para tratamento da
Esclerose Múltipla, mas já está disponível no mercado europeu desde Abril de 2011, altura em que foi aprovado pela EMA.

A
Esclerose Múltipla é uma doença inflamatória, crónica e degenerativa do Sistema Nervoso Central. Esta patologia afeta cerca de 6 mil portugueses e mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo. Em Portugal surgem cerca de 300 novos casos por ano.

 

DONA DE CASA QUE LUTOU CONTRA O CÂNCER E ESCLEROSE, ANN HUMANIZA ROMNEY

05/11/2012
  
Ann, mulher do republicano Mitt Romney, em foto de
agosto de 2012.
Mulher de republicano optou por ficar em casa para cuidar dos cinco filhos.
Partido confia em seu potencial para atrair americanos mais conservadores.

Ann Romney, de 63 anos, mãe de cinco filhos e avó de 18 netos, pode tornar-se a próxima primeira-dama americana caso seu marido, o republicano Mitt Romney, seja eleito presidente nesta terça-feira (6). Dona de casa, sem trabalhar profissionalmente, ela escolheu ser ativista de grupos de pais e de outras organizações cívicas. Lutou por anos contra um câncer de mama e, ainda hoje, enfrenta complicações da Eclerose Múltipla.

A história de vida de Ann é fundamental para a campanha do marido, o aparentemente frio, distante e bem-sucedido homem de negócios Mitt Romney. Os dois estão casados há 43 anos – o enlace aconteceu em 1966, pela igreja mórmon. O casal teve cinco filhos homens: Taggart, Matthew, Joshua, Benjamin e Craig.

Convertida à fé mórmon de Mitt, Ann é filha de um empresário e formou-se em francês pela Brigham Young University. Descendente de emigrantes galeses de classe média, ela é ligada à sociedade mais tradicional e conservadora dos Estados Unidos, especialmente em sua defesa dos valores familiares e no papel principal que a fé religiosa tem em sua vida.

"Amo as doutrinas da igreja e tenho uma firme crença em Deus e no fato de estarmos na Terra para nos ajudar e, principalmente, ajudar o próximo", declarou Ann em uma entrevista no final de agosto.
Apesar de sempre ter desfrutado de uma boa situação econômica, a vida da esposa do candidato republicano não foi nada fácil durante os últimos anos, nos quais teve que enfrentar um câncer de mama, além do quadro de Esclerose Múltipla.

O câncer foi superado em 2007, mas Ann segue lidando com a Esclerose Múltipla, uma doença neurológica e degenerativa que foi diagnosticada em 1998. Mesmo em estado de "remissão", segundo a própria Ann costuma afirmar, a doença segue "governando" sua vida.

Apesar das recomendações médicas para evitar o estresse, além de dormir e comer bem, Ann se mostrou muito ativa durante a campanha eleitoral republicana, acompanhando seu marido em vários atos e, inclusive, chegando a dar comícios sozinha.

"É quase irônico que eu esteja participando da campanha, já que para mim é muito difícil manter um equilíbrio entre minha saúde e as exigências da campanha. Felizmente, meu pessoal de apoio entende isso e foi estupendo, preservando o descanso que necessito", relatou.

Os sintomas da esclerose múltipla são controlados principalmente com uma terapia que utiliza cavalos. A mulher de Romney é uma conhecida amante dos animais, e um de seus cavalos, Rafalca, participou da Olimpíada de Londres este ano.

Além de seu próprio câncer, Ann também conviveu com a doença de seus familiares. "Perdi minha mãe para um câncer de ovário, assim como minha avó. Minha bisavó morreu de câncer de mama, então para mim tem sido uma longa linhagem com câncer", disse em uma entrevista.


 Romney com a mulher, Ann 


 Dona de casa

Seu status de dona de casa foi o centro de um debate público. Uma colaboradora dos democratas, Hillary Rosen, questionou em televisão como a esposa do candidato republicano podia falar de economia sem ter trabalhado fora de casa.


Contudo, em um país onde aproximadamente 15% das mães com filhos mais novos não trabalham, os apoios das donas de casa a Romney se multiplicaram.

Em contrapartida, a esposa de Romney, a quem seu marido chama de "carinho", disse que nunca teve que contratar uma babá para seus filhos nem uma empregada doméstica. Além disso, destacou que é tão apaixonada pela cozinha, que até presenteia os jornalistas com bolachas caseiras.


Amo as doutrinas da igreja e tenho uma firme crença em Deus e no fato de estarmos na Terra para nos ajudar e, principalmente, ajudar o próximo"
Ann Romney
 
  Os republicanos confiam no potencial de Ann para se conectar com a sociedade mais tradicional e conservadora do país. Ela entrou na campanha do marido após as críticas por não trabalhar fora de casa. "Tomei a decisão de ficar em casa e criar cinco meninos; acreditem, é um trabalho duro", disse a esposa do republicano em sua conta no Twitter.

Na convenção nacional dos republicanos, ela buscou mostrar Romney como pai e marido comprometido, especialmente nos tempos difíceis. "Eu li em algum lugar que Mitt e eu temos um casamento de contos de fada. Bem, nos contos de fada que eu li, nunca houve longas tardes chuvosas em uma casa com cinco meninos chorando ao mesmo tempo", disse sobre a criação dos filhos do casal.

"E estes livros parecem nunca trazer capítulos intitulados esclerose múltipla ou câncer", acrescentou Ann. "Casamento de conto de fadas? Não, de jeito nenhum. O que Mitt e eu temos é um casamento da vida real", afirmou.

Apesar do esforço, a mulher de Mitt Romney ainda tem muito trabalho por fazer: as últimas enquetes indicam que cerca de seis entre cada dez americanos não a conhecem o suficiente para ter uma opinião formada dela.

Já entre os republicanos, Ann não está fazendo um mau papel. Possui blog e Twitter próprios e, segundo pesquisa recente do Pew Research Center, tem 30% de popularidade, embora seja considerada "menos visível" que a esposa do candidato democrata, Michelle Obama.


 Romney com os filhos Tagg, Ben, Matt, Craig, Josh e a esposa Ann em férias de verão, em 1992 


Assuntos polêmicos

Apesar da apresentação conservadora, Ann tentou não se colocar em meio a polêmicas. Com o aumento do foco em temas femininos, muito se foi falado sobre a posição de Mitt Romney em relação a temas como o aborto. Este foi um dos poucos temas sobre o qual ela se posicionou. "Sou a favor da vida", afirmou em entrevista a um programa de TV.


"A boa notícia é que não estou concorrendo a nenhum cargo público, então não preciso dizer o que sinto. Mas sou a favor da vida, e estou feliz por dizer isso", disse.

FONTE: http://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2012/noticia/2012/11/dona-de-casa-que-lutou-contra-cancer-e-esclerose-ann-humaniza-romney.html

PLANOS DE SAÚDE DEVEM FORNECER CARTÃO DO SUS PARA OS CLIENTES

06/11/2012

Cartão do SUS terá número para identificar usuários de saúde no país.
Operadoras têm 7 meses para registrar 17 milhões de pessoas que faltam.
Meta é identificar usuário de plano atendido no SUS para ressarcir governo.

As operadoras de planos de saúde do país devem começar, a partir desta terça-feira (6), a enviar o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) para seus clientes.

A medida pretende facilitar que os convênios paguem o governo caso uma pessoa que já recebe atendimento privado faça exames, consultas, cirurgias ou retire remédios na rede pública.

No ano passado, as operadoras repassaram R$ 82,8 milhões ao SUS, valor quase 5,5 vezes maior que em 2010, quando foram transferidos R$ 15,42 milhões. Com o número do Cartão Nacional de Saúde (CNS), segundo o ministro Alexandre Padilha, será possível identificar melhor os usuários e aumentar ainda mais esse ressarcimento.

A emissão dos cartões será feita de forma gradativa, e o cadastramento dos clientes por 1.586 operadoras deve ser concluído em sete meses, ou seja, em 6 de junho de 2013. Até lá, os planos vão poder ver se os beneficiários já têm registro no sistema do SUS, fazer eventuais mudanças e pedir novos cartões.

A responsabilidade por cobrar os planos é da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e o valor ressarcido será destinado ao Fundo Nacional de Saúde.

Atualmente, o Brasil tem cerca de 48 milhões de usuários de planos. Em maio, já haviam sido feitos 31 milhões de registros do CNS, que vale para todo o país. Falta agora cadastrar mais 17 milhões de pessoas, que precisam informar o número do cartão antes de cada atendimento no SUS.

O cadastro é importante mesmo para quem tem plano de saúde particular, pois, em caso de acidente, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) sempre encaminham os pacientes para um hospital público.



 

ESTUDO MOSTRA QUE CIRURGIA TRAZ MELHORES RESULTADOS PARA DIABÉTICOS CARDÍACOS

Quebra de paradigma  05/11/2012 | 

Estudo foi realizado com 1,9 mil diabéticos portadores de doença coronariana em estágio avançado.
Pesquisa, com pacientes com média de idade de 63 anos, apontou que a melhor opção é a angioplastia, em que as artérias são desobstruídas com a instalação de stents.

Técnicas menos invasivas, que proporcionam tempo menor de internação e recuperação mais rápida, nem sempre são a melhor opção de tratamento para problemas cardíacos.

Estudo com 1,9 mil diabéticos portadores de doença coronariana em estágio avançado mostra que a cirurgia para implante de pontes, como safena e mamária, são mais indicadas para esses pacientes que a angioplastia, em que as artérias são desobstruídas com a instalação de stents (pequenas próteses metálicas, que expandem as paredes dos vasos sanguíneos).

A pesquisa, realizada em 140 hospitais, foi publicada nesta segunda-feira no New England Journal of Medicine e apresentada no congresso da American Heart Association, nos Estados Unidos.

— É uma quebra de paradigma. A medicina avança cada vez mais para evitar o sofrimento por intervenção cirúrgica. Operava-se o estômago por úlcera, hoje toma-se remédio. Também já não se opera amígdala. Mas, para o paciente cardíaco diabético, a cirurgia convencional se mostrou a mais indicada — afirmou o cardiologista Whady Hueb, coordenador da equipe de pesquisadores no Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, instituição que incluiu o maior número de pacientes no estudo (200), seguido pelo Mount Sinai, de Nova York, com 70.

O estudo Avaliação de Revascularização Futura em Pacientes com Diabete (Freedom, na sigla em inglês) foi coordenado pelos pesquisadores Michael Farkouh e Valentin Fuster, da Escola de Medicina Mount Sinai, de Nova York. Eles levaram em conta o fato de que, só nos Estados Unidos, 25% das 700 mil ocorrências anuais de revascularização de múltiplas artérias envolviam pacientes diabéticos. Mesmo assim, não havia dados científicos que abordassem a melhor tática para tratá-los.

Para o estudo, foram selecionados 3.309, dos quais 1,9 mil aceitaram participar da pesquisa. A idade média era de 63 anos: 71% do sexo masculino, 40% com colesterol elevado e 83% com obstrução em múltiplas artérias, o que caracteriza o estágio mais avançado da doença coronariana. De forma aleatória, foram divididos em dois grupos, os que receberam stents e os que passaram pela cirurgia convencional.

Eles foram acompanhados por cinco anos: aqueles submetidos à cirurgia morreram menos por causas diversas (11% contra 16,3% no grupo que recebeu stent) ou por problemas cardíacos (7% contra 11%). Eles tiveram menos enfarte no decorrer da evolução da doença (6% contra 14%) e necessitaram de um número menor de novas intervenções, sejam elas cirúrgicas ou por angioplastia (4,8% contra 12,5%).

Os pacientes que passaram por angioplastia, no entanto, tiveram menos derrames.

— A ideia é que, quanto menos se intervém numa pessoa, melhor. A angioplastia é um procedimento de meia hora e internação de dois dias. Já na cirurgia, abre-se o paciente de ponta a ponta, é preciso deixá-lo internado por 10 dias. Mas, para o diabético, o resultado da cirurgia foi de longe melhor que a angioplastia — ressalta Hueb.

Os pacientes ainda serão reavaliados sete anos depois de realizado o procedimento. O cardiologista Roberto Kalil, diretor da Divisão de Cardiologia Clínica do Incor, ressalta, no entanto, que a decisão final sobre o tipo de intervenção tem de ser avaliada caso a caso. É uma decisão entre médico e paciente.

— Medicina não é matemática e nenhum estudo científico é lei. Esse estudo é interessante e serve de alerta. Mas se você tem uma paciente de 30 anos, saudável, diabética, com uma artéria obstruída, não vai abrir o peito dela. Coloca-se o stent — afirma.

O estudo Freedom custou US$ 400 milhões e foi patrocinado pelo NIH (a agência de saúde norte-americana) e por fabricantes de stent.

 

CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS SERÃO TESTADAS EM TRATAMENTO DE RETINA

05 de novembro de 2012 

Uma terapia baseada em células-tronco embrionárias para degeneração macular relacionada à idade (DMRI) - principal causa de cegueira entre idosos - começará a ser testada em humanos no início de 2013. O anúncio foi feito pelo cientista britânico Pete Coffey, da University College London, durante o 7º Congresso Brasileiro de Células-Tronco e Terapia Celular, realizado em São Paulo em outubro.
A pesquisa britânica está sendo conduzida no âmbito do London Project to Cure Blindness, uma parceria entre Coffey e o cirurgião Lyndon da Cruz, do Hospital Moorfields Eye, de Londres. 

A técnica, que consiste em aplicar na região afetada da retina uma espécie de curativo contendo células-tronco embrionárias já diferenciadas em células da retina, foi testada com sucesso em ratos, camundongos e porcos. "Agora, vamos testá-la em dez pacientes. Um grupo pequeno e bem específico no início, pois o objetivo é avaliar a segurança do tratamento", disse Coffey. 

Segundo o pesquisador, a DMRI acomete a região central da retina, conhecida como mácula, onde há grande concentração de fotorreceptores responsáveis pela visão de cores e detalhes. Abaixo dessa camada de fotorreceptores, existe o epitélio pigmentado e, ainda mais abaixo, a membrana de Bruch.
Com o envelhecimento, nos indivíduos predispostos restos celulares começam a formar cristais no fundo do olho conhecidos como drusas, que destroem os fotorreceptores e provocam proliferação anormal de vasos sanguíneos sob a retina. Isso afeta a integridade da mácula e compromete a visão central e a capacidade de distinguir cores. 

A doença é comum em pacientes com mais de 55 anos e chega a atingir mais de 25% das pessoas acima de 75 anos. Cerca de 90% dos casos correspondem à forma seca da doença, de evolução lenta e ainda sem tratamento. 

Os demais pacientes apresentam a forma úmida, bem mais agressiva e caracterizada por hemorragias que comprometem o tecido da retina. O tratamento atual consiste em aplicação de lasers ou injeção de drogas que inibem a formação de novos vasos sanguíneos na região. "Nos casos mais graves, a camada intermediária da retina (epitélio pigmentado) se rompe levando à perda de visão nesse ponto. Esses casos são os que pretendemos tratar", disse Coffey. 

Inicialmente, a equipe do projeto inglês desenvolveu uma técnica cirúrgica que consistia em retirar células saudáveis do epitélio pigmentado do próprio paciente e transplantá-las para a região afetada. "Tivemos bons resultados, mas a cirurgia é demorada, pode durar até três horas, o que aumenta muito os riscos", disse Coffey. 

Para diminuir o tempo e o risco da operação - e poder beneficiar pacientes com estágios menos avançados da doença -, os cientistas tiveram a ideia de aplicar na camada intermediária da retina uma membrana previamente preparada em laboratório contendo células de epitélio pigmentado obtidas a partir de células-tronco embrionárias humanas. "Nos testes em animais não registramos formação de tumores, pois o processo de diferenciação celular ocorre em laboratório. Se a terapia também se mostrar segura em humanos e se conseguirmos manter uma boa visão em três ou quatro dos dez primeiros pacientes, os testes clínicos serão considerados bem-sucedidos", disse Coffey. 

Com informações da Agência Fapesp

FONTE: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6277471-EI8147,00-Celulastronco+embrionarias+serao+testadas+em+tratamento+de+retina.html

JOÃO E INÊZ-O GANG DA EM NA TV

Domingo, 4 de Novembro de 2012

 

Mais um excelente testemunho que o João e a Inês nos deixaram, onde mais uma vez se falou de EM e foi realçada a empenhada actividade do Gang da EM na divulgação e conhecimento aos diversos orgãos da sociedade, das causas da Esclerose Múltipla.
 

FONTE:http://gangem.blogspot.com.br/

ALESSANDRA AMBRÓSIO FALA SOBRE A DOENÇA DO PAI, QUE TEM ESCLEROSE MÚLTIPLA. É MUITO DIFÍCIL

3 de novembro de 2012

Alessandra Ambrósio - modelo cria camiseta em prol da Esclerose Múltipla.

 

Quem vê Alessandra Ambrósio linda e poderosa nas passarelas e nas capas das principais revistas não imagina que a modelo vive uma questão delicada na vida familiar. Seu pai, Luiz Ambrósio, sofre há quase 20 anos de Esclerose Múltipla, doença inflamatória crônica que compromete o sistema nervoso, provocando dificuldades motoras e sensitivas, como conta nossa Época desta semana. “É muito difícil. Minha família já sofreu bastante com essa questão, mas transformamos a tristeza em ação e aprendemos a lidar com isso. Ele está bem, isso é o mais importante”, afirma, emocionada.

Não por acaso, assim que a Colcci propôs que a bela assinasse uma linha de roupas em parceria com a marca, Alessandra sugeriu a criação de uma camiseta que cuja renda obtida com as vendas será integralmente revertida para a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem), entidade da qual ela é madrinha desde fevereiro. “Há alguns anos apoio uma instituição semelhante nos Estados Unidos, mas estava na hora de fazer algo no meu país também”. A Abem quer arrecadar dinheiro para construir uma sede própria, em São Paulo e, com isso, aumentar o número de atendimentos. “Farei o que for necessário para ajudá-los a atingir esse objetivo”, diz a top.

 

FAÇA O TESTE E DESCUBRA SE VOCÊ DEVE SE PREOCUPAR COM O NÍVEL DE SUA ANSIEDADE


Difícil de controlar  03/11/2012
 
Ansiedade é um estado emocional, mas passa a ser tratada como doença quando atrapalha a vida cotidiana do paciente.

A ansiedade é um estado emocional, mas passa a ser tratada como doença quando atrapalha a vida cotidiana do paciente, com sintomas físicos e emocionais. Confira quais os transtornos ligados à ansiedade e como diagnosticá-los:

— Transtorno de ansiedade generalizada
Caracteriza-se por um estado contínuo e recorrente de ansiedade. O indivíduo experimenta preocupações excessivas com fatos corriqueiros, que não mereceriam tanta atenção em condições habituais, prejudicando seu desempenho no trabalho e nas relações interpessoais.

— Síndrome do pânico

São crises de intensa apreensão que têm início súbito. Os sintomas são palpitação, falta de ar, formigamento, cólica abdominal e podem estar associados à sensação de morte iminente ou medo de perder o controle. Atingem um pico entre cinco e 10 minutos.

— Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

É a presença de obsessões e compulsões que interferem na vida do paciente. Por exemplo, se tem obsessão de sujeira, o indivíduo tem compulsão por limpeza ou lavagens excessivas. Caso tenha obsessão de dúvida, ele manifesta compulsão de verificar várias vezes se a porta foi fechada, se o gás foi desligado, etc.

— Transtorno de estresse pós-traumático

Manifesta-se em pessoas que sofreram traumas graves. Nestas condições, o paciente passa a apresentar, por mais de quatro semanas, a sensação de estar revivendo o trauma, assusta-se com facilidade, fica muito atento a tudo o que acontece a seu redor e evita locais e pessoas relacionados ao incidente.

— Fobia social

A pessoa apresenta intensa ansiedade e tendência a evitar situações sociais em que possa vir a se tornar o centro das atenções. O pavor de falar em público, por exemplo, pode causar sudorese e taquicardia.

— Fobia específica

Caracteriza-se por um medo intenso de determinado objeto, animal ou situação. Em pacientes ansiosos, é comum o medo de lugares fechados, conhecido como claustrofobia. 

FONTE: APORTA-RS

CLIQUE NA FONTE ABAIXO E FAÇA O TESTE.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/11/faca-o-teste-e-descubra-se-voce-deve-se-preocupar-com-o-nivel-de-sua-ansiedade-3938756.html


ANSIEDADE SE TRANSFORMA EM TRANSTORNO QUANDO APARECEM SINTOMAS COMO SOFRIMENTO E INCAPACITAÇÃO

Difícil de controlar  03/11/2012 

A partir do diagnóstico, é preciso procurar ajuda profissional, uma vez que estas doenças não se curam sozinhas.

Sabe a necessidade que você tem de olhar para os dois lados antes de atravessar a rua? Trata-se da ansiedade, um instinto de sobrevivência inato ao ser humano que antecipa um risco para evitar um possível desfecho catastrófico. Este e outros mecanismos de defesa existem para a proteção do organismo e fazem parte de nossa herança genética como mamíferos.

No cérebro humano, há um sistema preparado exclusivamente para a sobrevivência, que engloba três sentimentos diferentes. O primeiro é a ansiedade, o segundo é o medo e o último é o pânico, identificado nos animais em reações de fuga desesperada e desorganizada. São estas vivências úteis que possibilitaram que nós (eu, você e todos os outros indivíduos da nossa espécie) chegássemos até aqui sãos e salvos.

É importante salientar que a ansiedade em si não é uma doença. Ela passa a ser tratada como transtorno patológico quando o paciente apresenta sofrimento, incapacitação funcional e desvantagem na competição com os outros. A partir deste diagnóstico, é preciso procurar ajuda, uma vez que estas doenças têm um curso crônico e não se curam sozinhas.

Apesar de ser trivial associar os transtornos de ansiedade à correria da vida moderna, a maioria destas ocorrências tem pré-disposição biológica. De acordo com o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Ansiedade da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, não podemos afirmar que nossa vida é mais estressante do que a de nossos genitores.

— Os pacientes mais velhos falam que nos anos 1940, se seu filho tivesse uma pneumonia, por exemplo, a chance de sobreviver era de 50%. E isso era muito estressante. Hoje, temos fatores agravantes, mas também há outras facilidades que diminuem muito o estresse — afirma Bernik.

Tratamento alia medicamentos à terapia

Para todos os casos de transtornos de ansiedade, há tratamento. Segundo Bernik, os melhores resultados são obtidos quando se alia o uso de medicamentos à terapia.

A doutora em psiquiatria pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Elisabeth Meyer, revisora técnica do livro Vencendo a Ansiedade e a Preocupação, relata que a terapia cognitivo-comportamental tem sido a primeira escolha para tratar os transtornos de ansiedade. Neste tipo de tratamento, há um número pré-determinado de sessões e o paciente deve realizar tarefas entre uma consulta e outra.

— Se a pessoa tem pânico de elevadores, por exemplo, estabelece-se com o terapeuta que o indivíduo tentará entrar em um elevador, aumentando os desafios gradativamente — explica Meyer.

No Brasil, entre os transtornos de ansiedade, a prevalência são as fobias, percebidas quando as crises ocorrem somente em situações nas quais o indivíduo se expõe a estímulos excessivos. A mais frequente talvez seja a fobia social, em que a pessoa se sente observada ou julgada pelos outros constantemente. Estima-se que entre 10% e 13% da população sofra deste transtorno no país.

Porém, estudos mostram que estas doenças são pouco diagnosticadas. Indivíduos que sofrem de ansiedade generalizada, por exemplo, demoram em média 15 anos para descobrir o transtorno. Isto acontece porque há períodos de melhora intercalados com os agravamentos, associados a momentos mais estressantes da vida.

— Apesar de existir tratamento eficaz, as pessoas que têm a doença não buscam ajuda e sofrem desnecessariamente por anos — conclui Bernik.  


HOMENS PODEM VOLTAR A SER FÉRTEIS PÓS QUIMIOTERAPIA, DIZ ESTUDO

02 de Novembro de 2012

Algumas drogas contra o câncer destroem rapidamente as células e, com este novo estudo, nasce uma esperança para os homens que desejam ser pais.

Uma injeção de células-tronco produtoras de esperma pode restaurar a fertilidade de homens que se tornaram estéreis devido aos efeitos de drogas contra o câncer, de acordo com pesquisadores da University of Pittsburgh School of Medicine e do Magee-Womens Research Institute. Em experimentos feitos com animais, eles congelaram antecipadamente as células-tronco e tiveram sucesso ao fertilizar ovos na produção de novos embriões.

Algumas drogas contra o câncer destroem rapidamente as células que se dividem. E não é possível distinguir as células cancerígenas das demais, o que pode acabar deixando o paciente infértil. “Os homens podem armazenar esperma antes de se submeter ao tratamento contra o câncer e isso é uma esperança para terem filhos mais tarde. Mas isso não é uma opção para jovens garotos que ainda não atravessaram a puberdade, que não podem fornecer uma amostra do esperma e ainda têm muitos anos de vida para pensar em filhos”, disse Kyle Orwig, um dos professores envolvidos no estudo.

Mesmo os jovens garotos, no entanto, têm células-tronco de esperma em seu tecido testicular que estão prestes a começar a produzir esperma durante a puberdade. Para comprovar se é possível restaurar a fertilidade usando estas células, Orwig e seu time fizeram testes em macacos adultos e na puberdade. Eles foram tratados com agentes quimioterápicos, que são conhecidos como redutores da fertilidade.

Alguns meses depois do tratamento, a equipe reintroduziu nos testículos de cada macaco as suas próprias células-tronco de esperma. A produção foi estabilizada depois do transplante em nove de 12 animais e em três dos cinco que estavam na puberdade, assim que atingiram a maturidade.

Em outro teste, as células-tronco de outros macacos foram transplantadas em animais inférteis. Em experimentos de laboratório, o esperma proveniente do transplante fertilizou 81 ovos com sucesso. "Este estudo demonstra que as células-tronco de esperma a partir de primatas superiores podem ser congeladas e descongeladas sem perder a sua atividade, e podem ser transplantadas para a produção de esperma funcional que é capaz de fertilizar ovos e dar origem a embriões”, observou o professor.

As conclusões são encorajadoras porque vários centros nos Estados Unidos já estão armazenando o tecido testicular de garotos, em antecipação aos novos tratamentos com células-tronco que estarão disponíveis no futuro. 

FONTE:http://saude.terra.com.br/homens-podem-voltar-a-ser-ferteis-pos-quimioterapia-diz-estudo,f1c22310a52ca310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

TESTES COMPROVAM EFICÁCIA DE NOVO MEDICAMENTO PARA ESCLEROSE MÚLTIPLA

02/11/2012 

Esclerose Múltipla: Divulgados os resultados da última fase de uma pesquisa sobre novo medicamento para a doença. 
Droga Alemtuzumabe, utilizada no combate à leucemia, reduz a incidência de recaídas, atenua as deficiências causadas pelas crises e reduz a atrofia cerebral.

A droga Alemtuzumabe é eficaz para tratar pacientes com Esclerose Múltipla. Segundo os resultados da fase final dos testes clínicos, o remédio, que já é comercializado com o nome de Lemtrada e utilizado no combate à leucemia, diminui as chances de uma recaída — ou novas crises — e as taxas de atrofia cerebral. O estudo, divulgado nesta quinta-feira na revista médica The Lancet, faz parte de um programa da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, que desde 1991 se dedica a desenvolver novas drogas para a Esclerose Múltipla.


CONHEÇA A PESQUISA


Título original: Alemtuzumab for patients with relapsing multiple sclerosis after disease-modifying therapy: a randomised controlled phase 3 trial e Alemtuzumab versus interferon beta 1a as first-line treatment for patients with relapsing-remitting multiple sclerosis: a randomised controlled phase 3 trial

Onde foi divulgada: revista The Lancet

Quem fez:
Alasdair Coles e equipe

Instituição: Universidade de Cambridge, Grã-Bretanha

Dados de amostragem: 1.421 pessoas de 18 a 55 anos

Resultado: O medicamento Alemtuzumabe reduz as recaídas, atenua as deficiências e diminui a atrofia cerebral causadas pelas Esclerose Múltipla.

A causa da Esclerose Múltipla ainda é desconhecida e não há cura para a doença. Sabe-se que ocorre quando a mielina, substância que envolve e protege as fibras nervosas do cérebro, da medula espinal e do nervo óptico é danificada ou destruída. Quando isso acontece, são formadas áreas de cicatrização, ou Escleroses, e surgem diferentes sintomas sensitivos, motores e psicológicos, que são as crises. Além do número de cicatrizações, o grau de atrofia cerebral em um paciente é uma das formas de medir a gravidade da doença.




Segundo a pesquisa britânica, o Alemtuzumabe diminui os riscos de que novas Escleroses ocorram nas fibras nervosas do cérebro de maneira mais eficaz do que os tratamentos de primeira linha — ou seja, os remédios que são atualmente utilizados no tratamento da doença. Por isso, segundo os autores do estudo, o medicamento pode ser eficaz tanto para pacientes que ainda não foram submetidos a nenhuma terapia quanto aqueles que não respondem ao tratamento convencional.

Testes--A fase final do estudo clínico do Alemtuzumabe foi financiada pelos laboratórios Genzyme, do grupo Sanofi, e Bayer Pharma. Mais de 1.000 pacientes com Esclerose Múltipla foram selecionados. De acordo com a pesquisa, entre pacientes que já haviam sido submetidos a alguma terapia, mas que apresentaram alguma crise ao longo do tratamento, o Alemtuzumabe reduziu os episódios de recaída quase 50% a mais do que o interferon beta-1a (Rebif), medicamento de primeira linha que costuma ser receitado a pessoas com a doença.

Além disso, em um período de dois anos, 65% dos pacientes que receberam Alemtuzumabe não apresentaram nenhuma crise da doença, em comparação com os 47% que receberam o outro remédio. O tratamento testado também diminuiu o agravamento das deficiências causadas pela Esclerose Múltipla e as taxas de atrofia cerebral. 

Os resultados dos testes aplicados a pacientes com a doença que nunca haviam recebido tratamento para Esclerose Múltipla foram semelhantes. Em dois anos, o Alemtuzumabe reduziu o número de recaídas em 55% mais do que o interferon beta-1a. Além disso, 78% dos indivíduos que receberam o medicamento testado permaneceram dois anos sem ter crises, enquanto essa taxa foi de 59% para o outro grupo. "Embora outras drogas para Esclerose Múltipla tenham surgido nos últimos anos, nenhuma havia mostrado esse efeito de melhorar os quadros de deficiência associada à doença", diz Alasdair Coles, coordenador do estudo.

Efeitos colaterais — Coles lembra, porém, que o Alemtuzumabe pode ter sérios efeitos colaterais, como o surgimento de outras doenças autoimunes. Em seu estudo, 20% dos pacientes que receberam a droga desenvolveram uma condição autoimune da tireoide. "Embora o Alemtuzumabe possa causar efeitos colaterais sérios, eles podem ser identificados e tratados com um programa de monitoramento", diz.

CLIQUE NO LINK, E VEJA VÍDEOS.


PESQUISA APONTA AS 10 DOENÇAS MAIS COMUNS NO MUNDO CORPORATIVO

Mato Grosso, 01 de novembro de 2012

A pesquisa investigou as doenças mais comuns e os hábitos de 15 mil profissionais.


A operadora de saúde Omint realizou uma pesquisa para avaliar as condições de saúde dos executivos brasileiros. Para isso, 15 mil profissionais entre média gerência e alto escalão foram avaliados. Além das doenças mais comuns, o estudo ainda avaliou os hábitos que levam ao aumento do risco de problemas cardíacos e outras enfermidades graves. A poluição e a manutenção inadequada do ar condicionado no ambiente corporativo colocou a rinite alérgica no topo do ranking. A doença atinge quase 29% dos executivos analisados. O segundo lugar é ocupado pela alergia de pele, atingindo cerca de 22% do total, seguido de dor no pescoço e/ou ombros, com mais de 19%.

Porém, problemas de ansiedade e excesso de peso também causam preocupação. Os números da pesquisa mostram que 95,5% dos executivos brasileiros não mantém uma alimentação equilibrada no dia a dia, 44% são sedentários e 31,7% têm índice elevado de estresse. “Esses indicadores tem permanecido estáticos nos últimos três anos, embora boa parte deles revelem intenção de mudança de hábitos alimentares e inclusão de atividades físicas na rotina”, revela Caio Soares, diretor médico da Omint e coordenador do estudo.

Entre as patologias mapeadas pelo estudo, a ansiedade é a que apresentou maior crescimento entre os executivos avaliados pela operadora nos últimos três anos, com um crescimento de 24%. “A ansiedade está associada ao estresse, que é um dos grandes vilões da saúde. Além de, por si só, agravar ou acelerar o desenvolvimento de doenças, também afasta da serenidade necessária para iniciar o processo de mudanças de hábitos. Não é fácil!”, explica Soares.

Já o excesso de peso se manteve estável. De acordo com a pesquisa, 38,6% dos executivos estão com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 25. Dentro desse universo, 18,99% são homens e 11,53% mulheres. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser considerada obesa uma pessoa que tem IMC acima de 30.

Entre os fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares a pesquisa avaliou uma queda de 8,15%. Já os indicadores de diabetes e colesterol alto seguem estáveis. Atingem 2,3% e 2,04% da população avaliada, respectivamente.



Confira o ranking completo:




1. Rinite – 28,97%



2. Alergia de pelo – 22,41%


3. Dor no pescoço e/ou ombros – 19,36%


4. Excesso de peso – 18,42%


5. Ansiedade – 18,19%


6. Dor de cabeça frequente – 16,50%


7. Asma ou bronquite – 13,47%


8. Colesterol alto – 11,53%


9.
Insônia – 10,83%


10.
Dor crônica nas costas – 8,52%