30 MITOS E VERDADES SOBRE A CIRURGIA PLÁSTICA

01 de Maio de 2011 - 08:22

Zulmar Accioli

São 30 itens baseados em dúvidas frequentes dos pacientes nas clínicas especializadas e em informações diariamente veiculadas na imprensa, muitas delas confusas e até inverídicas. Entre os tópicos abordados, uso de células-tronco, a falsa medicina estética, simulação em computador, modalidades de lipoaspiração, reconstrução de órgãos, emagrecimento com cirurgia, preenchedores, cicatrizes, plástica em crianças e adolescentes, cirurgia pós-parto, transplante capilar, operação em órgãos sexuais, pós-operatório, durabilidade e a beleza prometida.


A popularização da cirurgia plástica no Brasil ocorreu de maneira gradativa nas últimas décadas, mas ganhou status de fenômeno há pouco tempo. Tamanha demanda alçou o País à segunda colocação no pódio ocidental em quantidade de operações, superado apenas pelos Estados Unidos, e em terceiro lugar a nível mundial, ficando a China atrás dos americanos. São cerca de 630 mil procedimentos anuais, entre estéticos e reparadores, conforme pesquisa do instituto Datafolha realizada para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
     O impulso é explicado por um conjunto de fatores que convergiram para se chegar a esta grandeza: aumento do poder aquisitivo do brasileiro, avanços na pesquisa científica, aprimoramento de técnicas e equipamentos, alta qualidade da cirurgia plástica nacional, maior atenção à segurança do paciente, qualificação de centenas de novos profissionais anualmente, concorrência e, talvez o mais controvertido, acesso à informação.
     Basta acordar pela manhã e as pessoas já estão expostas a uma quantidade infinita de mensagens que a mídia oferece por meio de todos os veículos de comunicação. Esta facilidade bem-vinda e necessária tem viés perigoso à medida que dela se faz mau uso – como tudo o que existe. E quando se trata de riscos para a vida humana, há de se fiscalizar com veemência e alertar de forma contínua.
     Neste contexto, a cirurgia plástica tornou-se assunto trivial entre o grande público, mas existe muita confusão em torno do que é verdade na área. A oferta de promessas, técnicas milagrosas, máquinas precisas, tratamentos vanguardistas e previsões de resultado surgem de todos os cantos, a maioria propalada por médicos despreparados ou falsos médicos. Cabe às instituições e entidades de classe zelar por suas atividades e orientar a população. A indicação é sempre a mesma: certificar que o profissional é membro da SBCP, ouvir a opinião de dois ou mais especialistas e conversar detalhadamente com o médico de sua confiança até não haver mais dúvidas.
     Com base em perguntas frequentes que chegam aos consultórios e de informações publicadas diariamente na imprensa, o cirurgião plástico Zulmar Accioli, membro titular da SBCP e diretor tesoureiro da regional catarinense, listou 30 questões bastante comuns entre os leigos e que geram muitas incertezas. Professor de cirurgia nos cursos de graduação e pós-graduação em medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o médico esclarece o que é mito e o que é verdade:
01-A vibrolipoaspiração (com cânula vibratória) é mais segura que a cirurgia tradicional.
MITO Toda lipo apresenta os mesmos riscos. A vibrolipo tem a vantagem de ser menos cansativa para o cirurgião e a desvantagem de ser menos precisa que a técnica com seringa – a única em que se pode enxertar a gordura retirada em outras partes do corpo.
02-A lipoaspiração a laserproporciona cirurgia e pós-operatório mais rápidos.
MITOO único papel do laser é ajudar na perfuração da gordura e facilitar o trabalho do cirurgião. Tem, portanto, as mesmas vantagens e desvantagens da vibrolipo, sendo a consequência principal a destruição da gordura, o que impede a sua enxertia em outros lugares.Importante frisar que todas as técnicas de lipoaspiração se equivalem. O que realmente muda é o cirurgião. E não existe cirurgia que não incha e não deixa roxo. Isso vai variar a cada paciente.
03-Cânulas descartáveis para lipoaspiração eliminam totalmente o risco de infecções.
MITO Tanto as cânulas descartáveis quanto as esterilizadas têm o mesmo índice de segurança, desde que ambas tenham passado por um processo de esterilização e acondicionamento adequados.
04-É possível reconstruir o seio após a sua retirada por motivo de acidente ou doença, como o câncer.
VERDADESem dúvida. Existem várias técnicas e táticas cirúrgicas para diminuir a mutilação da retirada do tumor. Tudo irá depender da sequela do tratamento da doença, do desejo do paciente e das condições locais para reconstrução.
05-É preciso emagrecer antes de modificar o contorno corporal com cirurgia plástica.
MITO Em regra, não. O peso ideal para se fazer este tipo de operação é aquele que o paciente vai manter com facilidade. A cirurgia plástica não emagrece, apenas melhora o contorno corporal. O corpo a ser melhorado é aquele que o paciente efetivamente tem e não aquele que ele gostaria de ter. Emagrecer, submeter-se a uma cirurgia e depois engordar novamente resulta na perda de toda a melhora conquistada.
06-Pode-se engrossar as pernas com silicone.
VERDADESim, tanto as coxas quanto as panturrilhas. São cirurgias relativamente simples e os implantes são do mesmo material das próteses de mama.
07-Cirurgia plástica retira cicatrizes resultantes de acidentes ou de outras operações.
MITO No máximo, troca-se uma cicatriz feia por outra mais discreta. A eliminação completa de uma cicatriz é impossível.
08-O uso de polimetilmetacrilato (PMMA), substância derivada do petróleo, é perigoso para preencher grandes áreas, como seios e bumbum.
VERDADEOs preenchimentos artificiais só podem ser usados em pequenas quantidades. Isso é conhecido e aceito como uma verdade no meio científico. O desrespeito a esta regra pode causar complicações gravíssimas. Para grandes aumentos, como na região glútea, usa-se a própria gordura do paciente ou ainda o implante de silicone.
09-Cirurgia plástica com células-tronco é mais eficaz e proporciona resultados superiores.
MITONão há nenhum benefício comprovado no uso de células-tronco em cirurgia plástica e os pacientes devem estar atentos às informações com puro objetivo de marketing. Vale lembrar que as técnicas comprovadamente eficazes são utilizadas por todos os cirurgiões plásticos. O que muda é como cada cirurgião vai aplicá-las.
10-O resultado da cirurgia pode ser retocado ou refinado e até totalmente refeito.
VERDADE Sempre que for possível melhorar o resultado de uma cirurgia, isto é feito. Na maioria dos casos, é o próprio cirurgião que propõe a intervenção. Mas é preciso reforçar que, algumas vezes, o paciente gostaria que o resultado da cirurgia fosse ainda melhor e isso já não é mais possível. A cirurgia tem limites e eles dependem muito de como é a estrutura do paciente. Aperfeiçoa-se apenas o que é aperfeiçoável, infelizmente.
11-O paciente pode fazer quantas operações quiser em uma mesma sessão cirúrgica.
MITO Não. A principal diretriz em cirurgia plástica estética é a segurança. A maioria dos cirurgiões adota como limites duas cirurgias médias (mamas e abdômen, por exemplo) ou um máximo de seis horas de procedimento cirúrgico.
12-Crianças podem ser submetidas à operação plástica.
VERDADE A cirurgia plástica reparadora não elege idade mínima. Quanto à de cunho estético, apenas a correção de orelha de abano se faz na infância, após os seis anos de idade e no momento em que a criança se queixa aos pais.
13-Cirurgia nas pálpebras compromete a visão.
MITO Em regra, não. Pode ocorrer sensação de areia nos olhos durante algumas semanas, mas tudo volta ao normal em até três meses.
14-É permitido implantar silicone nos seios de adolescentes.
VERDADE Do ponto de vista médico/cirúrgico, desde que a fase de crescimento da menina tenha acabado (normalmente, dois anos após a primeira menstruação). Mas, em regra, os cirurgiões preferem fazer a cirurgia após os 18 anos, quando a paciente está mais madura psicologicamente. Realiza-se a operação em pacientes menores de idade apenas se o crescimento já estacionou e se ambos os pais estão de acordo.
15-Cirurgia plástica dura para sempre.
MITO A operação melhora o aspecto da pessoa, mas, infelizmente, o tempo é inexorável e o envelhecimento continua indefinidamente. Quando o paciente tem uma pele favorável, espera-se que o resultado de uma cirurgia de face permaneça agradável entre seis a oito anos.
16-As chamadas orelha de repolho, comuns em praticantes de luta livre e jiu-jitsu, não têm conserto nem com cirurgia.
VERDADE O resultado da cirurgia de reconstrução é muito ruim, pois a cartilagem é completamente destruída. O melhor tratamento nestes casos é a prevenção.
17-A cirurgia da face (facelifting) torna o paciente mais bonito.
MITO Ela apenas dá um aspecto mais descansado ao rosto. Importante ressaltar que a operação é somente um passo do rejuvenescimento facial. É imprescindível o uso posterior depeelings, toxina botulínica, preenchimentos e uma boa maquiagem para alcançar o melhor resultado possível.
18-A região operada perde sensibilidade.
VERDADE Sempre que existe uma incisão cirúrgica, acontece alguma perda sensitiva. Na maioria das vezes, isto é transitório, raramente será definitivo.
19-Após modificar certas regiões do corpo, como nariz, olhos, boca ou seios, é possível voltar à forma antiga.
MITOA pessoa nunca mais será a mesma. Portanto, não é possível voltar ao status quo anterior. Mesmo que fosse, haverá uma a cicatriz que ficará lá para sempre.
20-Cirurgia plástica na barriga só se faz quando há sobra de pele na região, não é para emagrecer.
VERDADE Nenhuma cirurgia plástica serve para emagrecer. Apenas para melhorar o aspecto do corpo. Pode-se aspirar a gordura localizada e retirar o excesso de pele, o que melhorará o contorno corporal. Mas, o paciente continuará com um peso muito próximo ao anterior à operação.
21-A cicatriz da cirurgia da barriga é sempre grande e aparente.
MITOSerá tão longa quanto o excesso de pele. É geométrico. O que o cirurgião plástico faz é colocar a cicatriz o mais baixo possível, para ficar escondida sob a calcinha, biquíni ou sunga.
22-A pele da região operada pode formar queloide, descolorir ou escurecer.
VERDADE A condição da pele depende de dois fatores. O primeiro é o técnico, e o cirurgião plástico é treinado para fazer a melhor cicatriz possível. O segundo, e mais poderoso, é o genético. Quanto a este ninguém tem ainda o poder de interferir, infelizmente.
23-Mulheres que acabaram de dar a luz podem fazer plástica.
MITO Como regra, aguarda-se cinco meses após o parto e mais três depois da interrupção da amamentação. Assim, na maioria das vezes, opera-se a paciente nove meses após o nascimento da criança.
24-Cirurgia plástica também se faz nos órgãos sexuais.
VERDADE É muito comum as mulheres solicitarem a diminuição dos pequenos lábios (ninfoplastia) e o aumento dos grandes lábios (com enxerto de gordura). Estes procedimentos dão um aspecto jovial à área que se modifica com a idade, principalmente após a gestação.
25-O resultado do transplante capilar parece com cabelo de boneca.
MITO Com a técnica de microtransplante, o resultado tende a ser bastante natural e os cirurgiões que se dedicam a este procedimento apresentam resultados muito naturais e duradouros.
26-Pode-se implantar cabelo de outra pessoa.
MITO Em regra geral, não. A exceção é somente quando o doador for gêmeo univitelino com o receptor: o chamado transplante isogênico.
27-Existe técnica específica para eliminar o chamado pescoço de peru.
VERDADE Quando são apenas as pregas musculares (bandas platismais), existe uma técnica em que se usam apenas agulhas, sem incisões nem pontos, dando um resultado bastante satisfatório. Mas, se já existe excesso de pele, o liftingcervical clássico é necessário.
28-Com um programa de computador, é possível simular o resultado da cirurgia.
VERDADE Sim, mas a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica condena esta prática, pois o paciente pode ser induzido a pensar que o resultado da operação sairá melhor do que poderá ser na realidade.
29-O pós-operatório é mais confortável no clima frio que nas temporadas de calor.
VERDADEEm muitas cirurgias, há necessidade do uso de malhas compressivas, o que no calor pode ser mais incômodo. No resto, não há diferença entre os períodos. A época boa de operar é aquela que for boa para o paciente, quando sua vida está organizada para se submeter a um procedimento cirúrgico.
30-Medicina estética é uma especialidade que capacita médicos de qualquer área a lidar com a beleza do corpo.
MITOMedicina estética não existe, enquanto especialidade médica. Os procedimentos chamados de estéticos são realizados por cirurgiões plásticos e por dermatologistas. Normalmente, os que se intitulam “especialistas em cirurgia estética” são os que não possuem nenhuma especialização reconhecida e trilham o caminho mais fácil: se passam por cirurgiões plásticos ou por dermatologistas sem terem capacitação para tal.



Mentirinha: Paris Hilton posa com guardas reais

Mentirinha: Paris Hilton posa com guardas reais


Paris Hilton não foi convidada para o casamento de Príncipe William e Kate Middleton (agora a Princesa Catherine), mas teve um gostinho da tradição inglesa na noite da última sexta-feira, dia 29.

A socialite posou com homens vestidos como os guardas reais durante a festa da 18th Annual Race to Erase MS, realizada em Los Angeles, Califórnia.

Paris é uma das madrinhas da causa, que visa acabar com a esclerose múltipla. Em seu Twitter, ela escreveu sobre a doença:

Perdi minha avó para a esclerose múltipla, então esta é uma causa muito próxima do meu coração. Acredito que será descoberta sua cura se todos fizerem suas partes.

FONTE:    http://estrelando.r7.com/celebridades/nota/mentirinha__paris_hilton_posa_com_guardas_reais-97942.html

MACONHA MEDICINAL GANHA FORÇA,BRASIL VETA

30 de abril de 2011 08h21

A maconha é cultivada para tratamento de pacientes na Califórnia, nos Estados Unidos. Foto: Getty Images A maconha é cultivada para tratamento de pacientes na Califórnia, nos Estados Unidos



Angela Joenck Pinto
O recente acordo firmado pela gigante farmacêutica Novartis com a britânica GW Pharmaceuticals para vender o Sativex, um remédio à base de maconha, em regiões como Austrália, Ásia, Oriente Médio e África reacendeu o debate sobre o uso medicinal da Cannabis sativa (nome científico da maconha).
Já aprovado no Canadá, nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, o medicamento, que serve para tratar a esclerose múltipla, pode chegar ao Brasil em breve. A lei do País não permite remédios que tenham extratos da maconha em sua composição, mas existem brechas para casos específicos.
A GW Pharmaceuticals, fabricante do Sativex, inclusive já iniciou discussões com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no fim do ano passado, para a venda do remédio no Brasil, mas até o momento não houve a liberação.
De acordo com o professor de farmacologia da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gilberto da Nucci, a eficiência do uso de princípios da maconha no combate à dor já está comprovada, mas ainda não se sabe exatamente como ela age no cérebro.
"A Cannabis sativa é utilizada como analgésico há mais de 5 mil anos. Foram identificados canabinóides endógenos que atuam em receptores específicos no cérebro em sistemas de processamento de dor", diz. "Os canabinóides orais, tais como tetrahidrocanabinol, canabidiol e nabilona demonstram eficácia analgésica em dor neuropática periférica ou central, artrite reumatóide e fibromialgia", explica.
"Não é conhecido o mecanismo de ação dos canabinóides no cérebro. Foram identificados receptores para canabinóides endógenos, entretanto, não se sabe ainda a importância dos mesmos na ação da cannabis", pondera.
Ainda assim, Da Nucci considera que há pouco risco. "Não há evidências de que o uso por período curto de tempo cause malefícios aos pacientes. Esta substância já está liberada para ensaios clínicos, assim como em vários outros países, mas não no Brasil. Vários estados americanos aprovaram leis estaduais permitindo a venda e o uso da cannabis para uma variedade de indicações terapêuticas", diz.
Mesmo quanto ao uso terapêutico na forma de cigarro, liberado em alguns estados americanos, como a Califórnia, por exemplo, Da Nucci faz avaliação positiva. "Um estudo recente demonstrou que a inalação da cannabis três vezes ao dia, por cinco dias, reduziu a intensidade da dor e melhorou a qualidade do sono em pacientes com neuropatia periférica. A inalação da cannabis foi bem tolerada", diz.
Para o professor, as pesquisas com maconha podem mostrar à medicina um novo campo de ação, com novas substâncias sintéticas sem os efeitos indesejáveis do THC (princípio ativo da droga), que poderiam ser úteis no tratamento de várias doenças. "São exemplo as doenças de origem cognitivas, a dor, problemas gastrointestinais e doenças neurológicas. É neste campo que se concentram, hoje, a maior parte dos cientistas que estudam os compostos canabinóides", diz.


FONTE:  http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5102902-EI238,00-Maconha+medicinal+ganha+forca+no+mundo+Brasil+ainda+veta.html

Justiça americana aprova uso de fundos públicos na pesquisa com células-tronco embrionárias

29/04/2011 - 14:57

Prática que promete trazer a cura de várias doenças graves estava proibida desde agosto de 2010

Justiça americana aprova o financiamento pública para pesquisas com células-tronco embrionárias Justiça americana aprova o financiamento pública para pesquisas com células-tronco embrionárias (Colin Anderson)
A Corte de Apelações em Washington deu a permissão nesta sexta-feira ao governo do presidente Barack Obama para que prossiga com o financiamento público da pesquisa com células-tronco embrionárias. O procedimento havia sido proibido em primeira instância em agosto de 2010.

A Corte afirmou na decisão que os autores da ação não demonstraram ter qualquer possibilidade de ganhar. A pesquisa com células-tronco, que promete a cura de várias doenças graves, havia sido autorizada de novo por Barack Obama em março de 2009 depois de oito anos de proibição. Nno dia 23 de agosto de 2010, o juiz federal Royce Lamberth deu razão a dois cientistas e organizações cristãs que se opuseram à decisão.

FONTE:   http://veja.abril.com.br/noticia/saude/justica-americana-aprova-uso-de-fundos-publicos-na-pesquisa-com-celulas-tronco

NUTRICIONISTA LISTA OS DEZ PIORES ALIMENTOS PARA SUA SAÚDE.

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu.

Sorvete Sorvete / Foto: Jornal O Barriga Verde

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos destes alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer estas questões, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.
10º lugar: sorvete
Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.
9º lugar: salgadinho de milho
De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.
8º lugar: pizza
Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas de farinha branca, estas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.
7º lugar: batata frita
Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.
6 lugar: salgadinhos de batata
Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, estes salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.
5º lugar: bacon
Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.
4º lugar: cachorro-quente
Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.
3º lugar: donuts (rosquinhas)
Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Esta substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, estes alimentos estão repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.
2º lugar: refrigerante
Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média dez colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 mg e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista.
Além disso, esta bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.
1º lugar: refrigerante diet
“Refrigerante diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, esta substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.
“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, Esclerose Múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao refrigerante diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui


FONTE:  http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/saude/nutricionista-lista-os-dez-piores-alimentos-para-sua-saude-1.456769

Cérebro pode ficar acordado e dormindo ao mesmo tempo

Estudos | 27/04/2011 15:31

Cientistas analisaram camundongos e descobriram que cérebro pode adormecer por frações de segundos, mesmo funcionando ativamente.


Cérebro humano
Cérebro humano: grupos específicos de neurônios podem adormecer com o cansaço

Paris - Se você já se martirizou por não saber onde guardou as chaves ou os óculos e acha que é distraído ou esquecido demais, pense melhor: isto pode ser apenas um sinal de que você está precisando dormir.

Esta é a conclusão de um estudo feito com camundongos, que sugere que quando o cérebro está cansado pode adormecer por uma fração de segundo, mesmo que esteja funcionando ativamente.
As consequências disto são grandes, principalmente para pessoas executando tarefas para as quais a falta de sono pode ser perigosa, alertam os autores da pesquisa.
"Mesmo antes que você sinta a fadiga, há sinais no cérebro de que você deveria interromper certas atividades que exijam um estado alerta", explica Chiara Cirelli, professora de psiquiatria da Universidade de Wisconsin em Madison.
"Grupos específicos de neurônios podem adormecer, com consequências negativas para a performance" da atividade, acrescentou.
O estudo, publicado na revista britânica Nature, desafia o senso comum de que a falta de sono afeta o cérebro inteiro.
A teoria convencional se baseia na observação de eletroencefalogramas, que revelam os padrões de atividade elétrica nos neurônios - mas possuem algumas limitações.
Seus eletrodos são posicionados no couro cabeludo, o que significa que captam melhor o sinal dos neurônios próximos ao crânio em relação àqueles que ficam nas camadas mais profundas do cérebro - e, essencialmente, resumem a atividade de centenas de milhões de neurônios, e não conseguem analisar células isoladamente.

Para contornar esta limitação, Cirelli e seus colaboradores inseriram sondas ultrafinas dentro do cérebro de 11 camundongos adultos para monitorar a atividade elétrica em subgrupos de neurônios no córtex motor, que é responsável pela coordenação motora "semiautomática".
Os roedores foram mantidos acordados durante quatro horas além do horário em que normalmente vão dormir, com a ajuda de objetos novos introduzidos na gaiola para mantê-los interessados - e ativos.
O monitoramento cerebral mostrou que, mesmo quando todas as aparências indicavam que os animais estavam acordados e ativos, neurônios nestas áreas específicas não estavam funcionando - em outras palavras, partes do cérebro permaneceram adormecidas enquanto outras continuavam despertas.
"Mesmo quando alguns neurônios pararam de funcionar, as medições cerebrais através do eletroencefalograma indicavam, de maneira geral, que as cobaias estavam acordadas", diz Cirelli.
Estes episódios de "sono localizado" afetaram o comportamento dos camundongos, segundo os cientistas.
Os animais foram treinados por duas horas para realizar uma tarefa complicada: segurar uma bolinha de açúcar com uma única pata.
Mas, quanto mais cansados ficavam, mais difícil para os roedores ficava o trabalho. Eles começaram a deixar cair as bolinhas, ou então não conseguiam pegá-las quando oferecidas.
Era necessário que apenas que alguns neurônios "saíssem do ar" por um terço de segundo para que as falhas ocorressem, destaca Cirelli em um comunicado sobre a pesquisa.
"Dos 20 neurônios que acompanhamos durante um experimento, 18 permaneceram acordados", explica. "Nos outros dois, havia sinais de sono - alternância entre períodos breves de atividade e períodos de silêncio".

 



Doença Celiaca

Dicas

Frutas

Todas são permitidas e pouco calóricas e nos oferecem sais minerais, vitaminas e carbohidratos, além de grandes doses de vitamina.
Doces de frutas (só frutas e açucar) e frutas secas e cristalizadas também.

Legumes

Todos são permitidos.

Bebidas permitidas

Sucos de frutas e vegetais naturais, refrigerantes e chás.
Vinhos, champagnes, aguardentes e saquê.
Cafés com selo ABIC.

Massas

Só as massas de arroz ou feijão verde são permitidas.

Carnes, aves e peixes

Todas são permitidas, incluindo presunto.
Só tomar cuidado com o preparo, com ingredientes proibidos. (Ex. bolinhos e à milanesa, que levam farinha de trigo ou pão)
Enlatados e embutidos devem ser evitados, consulte atentamente o rótulo.

Chocolates

Já estão aparecendo os chocolates sem glúten:
Toblerone, Kinder, Snickers, Santa Edwiges, Pan.
Confira sempre a expressão "NÃO CONTÉM GLÚTEN" na embalagem.

Outros alimentos

Os proibidos devem ter a expressão "CONTÉM GLÚTEN" nos rótulos.
Os permitidos devem ter a expressão "NÃO CONTÉM GLÚTEN" nos rótulos.
Se não contiver referência no rótulo, é proibido.

Outros cuidados:

Deve-se tomar cuidado com a contaminação dos alimentos com o glúten, pois sabe-se que mesmo traços do glúten nos alimentos podem provocar lesão no intestino delgado.
Em casa, separar os produtos que contenham glúten dos produtos que não contém glúten.
Lembrar que, sem proceder limpeza adequada, utensílios utilizados para o manuseio e preparação de produtos com glúten poderão contaminar alimentos sem glúten.
Recomenda-se que alimentos geralmente consumidos com pães e torradas (geléias, margarinas, maionese, entre outros) também sejam de uso exclusivo do paciente celíaco.
O simples ato de fritar um alimento adequado em óleo usado para fritar outro alimentos pode representar riscos para o doente celíaco.
Para algumas pessoas beber água em um copo mal lavado onde alguém bebeu cerveja, já pode provocar a manifestação dos sintomas.
Padarias e pizzarias devem ser evitadas por celíacos.

Doenças e distúrbios associados com a Doença Celíaca
Anemia e Doença Celíaca
Artrite e Doença Celíaca
Distúrbio do Déficit de Atenção e Doença Celíaca
Autismo e Doença Celíaca
Crescimento Bacteriano Excessivo e Doença Celíaca
Densidade ssea, Osteomalacia, Osteoporose e Doença Celíaca
Câncer, Linfoma e Doença Celíaca
Síndrome da Fadiga Crônica e Doença Celíaca
Doença de Crohn e Doença Celíaca
Depressão e Doença Celíaca
Diabete e Doença Celíaca
Síndrome de Down e Doença Celíaca
Dispepsia e Doença Celíaca
Epilepsia e Doença Celíaca
Fertilidade, Gravidez, Aborto e Doença Celíaca
Fibromialgia e Doença Celíaca
Doença da Vesícula Biliar e Doença Celíaca
Hemorragia Gastrointestinal e Doença Celíaca
Insuficiência Cardíaca e Doença Celíaca
Impotência e Doença Celíaca
Doença Inflamatória do Intestino e Doença Celíaca
Síndrome do Intestino Irritável e Doença Celíaca
Doença Renal e Doença Celíaca
Doença do Fígado e Doença Celíaca
Enxaqueca e Doença Celíaca
Esclerose Múltipla e Doença Celíaca
Doenças Nervosas, Dano Cerebral e Doença Celíaca
Psoríase e Doença Celíaca
Doença Celíaca Refratária e Sprue Colagenoso
Sarcoidose e Doença Celíaca
Esquizofrenia / Problemas Mentais e Doença Celíaca
Síndrome de Sjogrens e Doença Celíaca
Problemas de Pele e Doença Celíaca
Púrpura Trombocitopênica e Doença Celíaca
Distúrbios da Tireóide e do Pâncreas e Doença Celíaca
Conclusão
O glúten é uma proteína que se encontra na semente de muitos cereais combinada com o amido.
Representa 80% das proteínas do trigo e é composta de gliadina e glutemina.
O glúten é responsável pela elasticidade da massa da farinha, o que permite sua fermentação, assim como a consistência elástica esponjosa dos pães e bolos.


FONTE:   http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/doenca-celiaca/doenca-celiaca-5.php

Melanoma

28-04-2011 10:21:00

Em adultos
Introdução
É um dos tipos menos comuns de câncer de pele, porém o mais perigoso. A doença se origina nos melanócitos, as células que produzem melanina que dão a cor ou o "bronzeado" da pele. O melanoma ocorre mais freqüentemente no tronco de homens brancos (e que se queimam facilmente no sol) e nas pernas de mulheres brancas. No entanto, pessoas com pele morena também podem desenvolver melanoma, e outras áreas também podem ser acometidas.
Mais raramente, o melanoma pode ocorrer em mucosas ou em áreas da pele protegidas dos raios solares, como olhos, boca, vagina, intestino, meninges e outros órgãos internos.
Incidência
O número de casos novos de câncer de pele estimados para o Brasil no ano de 2008 é de 55.890 entre homens e de 59.120 nas mulheres. Estes valores correspondem a um risco estimado de 59 casos novos a cada 100 mil homens e 61 para cada 100 mil mulheres. O melanoma corresponde a cerca de 5% dos casos de câncer de pele. Os outros 95% correspondem a outras neoplasias mais freqüentes, como carcinoma espinocelular e carcinoma basocelular.
Mortalidade
Se diagnosticado precocemente, a cura é muito provável, e chega próximo a 100%. Contudo, se não for tratado precocemente, o melanoma é um dos tipos mais letais de câncer - menos de 5% dos pacientes com melanoma metastático conseguem uma sobrevida de mais de 5 anos.
Fatores de Risco
Cabelos loiros ou ruivos; história familiar de melanoma; susceptibilidade a queimaduras solares; olhos claros; presença de grande número de nevos (sinais) no corpo; exposição excessiva ao sol, principalmente aquela ocasional (somente nas férias, por exemplo) e durante a infância e adolescência.
Sinais de alerta
Qualquer alteração em uma mancha pigmentada previamente existente pode indicar o desenvolvimento do melanoma. É importante a avaliação do próprio corpo, tendo em vista a regra do "ABCD”:
A - Assimetria;
B - Bordas irregulares;
C - Variação de cor na mesma mancha;
D - Diâmetro maior do que 6 milímetros
Diagnóstico Precoce
O auto-exame periódico da pele, com auxílio do espelho, pode detectar alterações, as quais devem ser obrigatoriamente avaliadas por médico especialista (dermatologista). Este poderá então indicar a biópsia para diagnóstico de certeza.
Como o melanoma se espalha
O melanoma espalha-se para linfonodos regionais através de invasão de vasos linfáticos. Podem ocorrer também metástases à distância, por disseminação por via sanguínea, mais freqüentes em pulmões, fígado, partes moles e sistema nervoso central.
Tratamento
A cirurgia é a principal modalidade terapêutica, sendo ela geralmente mais ampla do que a realizada para o tratamento dos outros tipos de câncer de pele. Geralmente é necessária uma margem de segurança ampla. Não está claro ainda se a retirada de todos os gânglios próximos ao tumor pode trazer algum benefício ao paciente, como prevenção da ocorrência de metástases à distância. Tem sido recomendada em alguns casos a pesquisa de linfonodo sentinela, que é a avaliação de um linfonodo que primeiro faz a drenagem da área onde estava o melanoma - também ainda não está claro o seu real benefício.
A utilização de imunoterapia depois da cirurgia, nos casos em que há comprometimento de gânglios pela doença pode trazer algum benefício, para pacientes selecionados.
Quimioterapia sistêmica pode ser uma opção no caso de doença avançada, embora os resultados de maneira global sejam ruins. A quimioterapia com droga única, como a Dacarbazina (DTIC), diminui o tamanho do tumor em cerca de 20% dos casos, e oferece resposta completa em menos de 5% dos casos. Nestes casos, geralmente a doença volta, em poucos meses. Combinação de várias drogas às vezes oferece taxa de resposta um pouco maiores, mas com toxicidade alta e sem aumentar o tempo de vida aos doentes.
Associação de imunoterapia à quimioterapia também não se mostrou melhor do que somente a quimioterapia.
Sobrevivência
Se a detecção é feita precocemente, o melanoma é curável em quase 100% das vezes. A profundidade da lesão é importante, para determinar a taxa de sobrevida. Lesões com menos do que 0,75 mm tem taxa de sobrevida em 5 anos de quase 100%. Mas a sobrevida cai para 20 a 50%, quando a lesão tem 3 mm ou mais de profundidade.
Sobrevida em cinco anos é menor que 5% nos casos com doença avançada. Ocasionalmente pode ocorrer remissão espontânea, sendo rara (cerca de 1% dos casos).

Xará de Kate Middleton americana causa confusão em rede social e vira alvo de imprensa local

Kate Middleton, versão americana: a ciclista de 32 anos, que mora perto de Boston, carrega o mesmo nome da futura princesa britânica e teve seu perfil banido do Facebook. 

CONCORD, EUA - Uma versão americana de Kate Middleton tem causado confusão entre os entusiastas do casamento real entre o príncipe William e sua Kate, que será realizado na próxima sexta-feira na Abadia de Westminster, em Londres. A mulher de 32 anos homônima da futura princesa britânica mora em Boston e teve seu perfil no Facebook deletado, depois de ser acusada pela rede social de ser uma impostora. Vários repórteres não param de aparecer na loja de bicicletas na cidade de Concord, em Massachusetts, onde a Kate americana trabalha, com um pedido inusitado: que a jovem moça dê entrevistas com o sotaque britânico.
- Eu não estou interessada em fingir que sou britânica - disse Kate versão americana, que nasce no estado de Kentuchy. - E também não quero fingir que sou a outra Kate Middleton, então basicamente recusei todos os cinco pedidos de dar entrevistas com sotaque inglês.
A confusão começou em janeiro deste ano, quando a Kate americana tentou etarentrar na sua conta no facebook e descobriu que haviam cancelado seu perfil com suspeitas de que ele fosse falso. Ela escreveu um email para a rede social, explicando que seu nome era de fato Kate Middleton e pedindo que sua conta fosse restabelecida. Depois da surpresa nada agradável, ela usou sua conta na Twitter para desabafar.
- O Facebook desativou minha conta, dizendo que eu usava um nome falso. Será que a verdadeira Kate Middleton pode me defender? - brincou a americana.
A vendedora de Massachusetts ainda descobriu mais tarde que a rede social havia desmarcado todas as suas fotos. Uma semana depois, o engano foi reparado e sua conta foi restabelecida.
Mas a mulher de 32 anos de Boston não foi a única Kate Middleton a ser banida temporariamente no Facebook. Pelo menos outros três homônimas da futura princesa - uma mulher australiana e duas britânicas - foram excluídas da rede social e só foram readmitidas depois de provarem que não eram impostoras.
Segundo uma porta-voz da empresa, o Facebook bane usuários se suspeitar que seus perfis seja falsos. Executivos da popular rede social se desculparam, dizendo que erros são inevitáveis, mas o objetivo é manter o site seguro.
A "impostora" americana contou que, apesar de não ter nenhuma ligação com sua xará inglesa, elas têm algumas coisas em comum.
- Nós duas temos cabelo castanho e somos bonitas - brincou Kate.
A americana está aproveitando a propaganda em torno do seu nome para chamar a atenção para sua participação no tour de ciclismo entre Boston e Provincetown, em julho, que vai arrecadar fundos para o tratamento de esclerose múltipla. Se ela conseguir pelo menos dez mil dólares, Kate prometeu que vai correr a prova vestida de noiva e com um boneco parecido com o príncipe William.


FONTE:  http://oglobo.globo.com/mundo/casamento-do-ano/mat/2011/04/26/xara-de-kate-middleton-americana-causa-confusao-em-rede-social-vira-alvo-de-imprensa-local-924324399.asp

Proteína promete revolucionar a odontologia para pacientes com perda óssea

Menos invasiva, a proteína reduz em 80% o tempo de recuperação dos procedimentos


A recuperação é rápida e sem dor e a novidade garante mais segurança ao paciente - Stock
A recuperação é rápida e sem dor e a novidade garante mais segurança ao paciente
Pessoas com perda óssea podem contar com uma nova proteína que promete revolucionar a odontologia e os enxertos feitos a partir de banco de ossos e extração do osso do próprio paciente. Pouco conhecida no país, a proteína óssea morfogenética tipo 2 (BMP-2) é uma substância capaz de induzir a transformação das células tronco com intuito de realizar a neoformação óssea, possuindo essa capacidade por se unir a específicos receptores das células tronco e transformá-las em células ósseo formadoras.
Menos invasiva e descartando a internação, a proteína reduz em 80% o tempo de recuperação dos antigos procedimentos. Daniel Vasconcellos, da Clean Clinica, que já utiliza a proteína em seus procedimentos reforça o diferencial desta técnica.

— As BMPs são fundamentais para a formação óssea e o desenvolvimento do esqueleto ósseo. Além disso, a proteína pode ser utilizada com segurança e previsibilidade quando há necessidade de reparação óssea — resume.
A perda óssea acontece por inúmeros fatores, o mais comum é a falta de higiene bucal que acarreta em inflamação crônica na gengiva e que dependendo do caso, avança para a raiz. Para resolver este problema, o procedimento mais comum é o enxerto ósseo na região afetada.
A solução ainda usada na maioria dos consultórios odontológicos é o enxerto ósseo autógeno, feito através de materiais artificiais, banco de ossos, que são ossos/tecidos/órgãos doados por pessoas falecidas, ou com ossos do próprio paciente, obtido de outra região da boca ou o osso da bacia, chamado osso ilíaco.

Porém, este procedimento requer internação hospitalar, além de causar desconforto durante a remoção e aplicação, aumentando a morbidade da cirurgia e o desconforto pós-operatório, que pode durar em torno de seis meses.
 — A ciência dedica-se a buscar alternativas efetivas e menos invasivas na reconstrução da estrutura óssea perdida e a BMP é a melhor solução. Menos invasiva e com uma recuperação rápida e sem dor, a novidade garante mais segurança ao paciente comparado aos riscos do banco de ossos e os procedimentos cirúrgicos —conclui Vasconcellos.

FONTE:   http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&section=Segundo+Caderno&newsID=a3288106.xml

Segurados reclamam de atendimento do INSS em SP.

26/04/2011 12h14 - Atualizado em 26/04/2011 13h23

População reclama da falta de soluções para os problemas.
Maiores dificuldades são em relação à perícia médica.

Segurados que procuram o INSS para tirar dúvidas sobre perícia, auxílio-doença e outros serviços reclama de dificuldades. Desde o dia 21 de março, o SPTV exibiu reportagens sobre a luta de aposentados e pensionistas na hora de requerer seus direitos. Foram entregues centenas de e-mails com dúvidas e reclamações de telespectadores para o INSS. Contudo, muita gente continua sem resposta.
Ana Claudia Ribeiro, secretária, é uma das pessoas que aguarda um retorno. Em 2006, ela descobriu que tem esclerose múltipla, uma doença que atinge o sistema nervoso central, não tem cura e piora com o tempo. Em 2010, ela foi afastada do trabalho e, desde então, está recebendo o auxílio-doença, mas não consegue se aposentar. A resposta para o e-mail da secretária chegou, mas a dúvida sobre o pedido de aposentadoria por invalidez não foi esclarecida.
Outros telespectadores que enviaram perguntas também reclamam de respostas vagas, quase automáticas. Há segurados descontentes também com as respostas da ouvidoria do INSS, que diz ter como objetivo dar tratamento adequado às reclamações, sugestões, denúncias e elogios que se referem ao serviço previdenciário.
O vendedor Fernando Gomes dos Santos mora em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, e tem síndrome do pânico. Ele está afastado do trabalho há mais de um ano e deixou de receber o auxílio-doença em novembro. Já entrou com recurso e enviou vários e-mails para a ouvidoria do INSS, mas ninguém explicou a ele porque o benefício foi negado.
“As respostas não têm como avaliar. São tão vazias, tão automáticas. É uma coisa tão sem sentido que não tem nada a ver com o que você pergunta, com o que você questiona”, reclama o vendedor.
Ele conta que recebeu um endereço eletrônico para acompanhar o andamento do processo. Contudo, continua decepcionado. “Não me perguntaram se eu queria contribuir com a Previdência Social quando eu comecei a trabalhar e hoje eu tenho que perguntar se eles podem me pagar enquanto eu não posso trabalhar.”
Adeildo da Silva Augusto fez duas cirurgias na coluna e desde setembro do ano passado está numa batalha com o INSS e não entende porque o auxílio-doença foi negado. O órgão respondeu dizendo, apenas, que ele tem direito de pedir a reconsideração do benefício.
Outro caso é o da Isabel Moura. Ela teve um tumor no crânio e ficou quase dois anos afastada do trabalho recebendo o auxílio. Passou por sete perícias e diz que foi muito mal tratada. Ela perguntou por que os peritos não se identificam com crachás e carimbos. O INSS respondeu o e-mail, mas não esclareceu a questão. Disse apenas que a perícia é feita por um médico especialista.
 

‘Move-te pela Esclerose Múltipla’ dia 25 de maio

‘Move-te pela Esclerose Múltipla’ dia 25 de maio

Gang da Esclerose Múltipla organiza 3ª edição do ‘Move-te pela Esclerose Múltipla’

MG/Activa.pt | 26 Abr. 2011

O Gang da Esclerose Múltipla, um grupo informal de autoajuda de portadores de Esclerose Múltipla (EM), volta a sensibilizar a sociedade civil para a doença e pretende celebrar o dia mundial da Esclerose Múltipla - assinalado todos os anos na última quarta-feira de maio – com o evento ‘Move-te pela Esclerose Múltipla’.

Esta iniciativa insere-se no Movimento Global de Sensibilização institucionalizado pela Federação Internacional da Esclerose Múltipla e conta, pela primeira vez, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), Todos pela Esclerose Múltipla (TEM) e Associação Nacional de Esclerose Múltipla (ANEM).

Esta edição será organizada com dois percursos de passeio, um pedestre e outro de bicicleta, em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Aveiro, Leiria, Queluz, Pinhal Novo, Sines e Lagos.

Um evento aberto a toda a comunidade que pretende sensibilizar o máximo número de pessoas para esta doença degenerativa do Sistema Nervoso Central e que, em Portugal, afeta mais de cinco mil pessoas, adultos jovens em início de vida profissional. Tem início às 19h00 de 25 de Maio, em simultâneo em todas as localidades referidas. A receção aos participantes terá lugar às 18h00, uma hora antes da partida.

As inscrições são obrigatórias para efeito de seguro e aceites no endereço de correio eletrónico gang.da.em@gmail.com a partir de 25 de abril e até 22 de maio. Em todas as localidades, os primeiros participantes receberão uma t-shirt e um boné alusivos à iniciativa.
A todos os interessados, os pontos de concentração para este passeio de sensibilização são:
Braga: Av Central (junto ao chafariz)
Porto: Castelo do Queijo – Molhe
Aveiro: Cais da Fonte Nova (Centro de Congressos)
Coimbra: Parque Verde (Docas)
Leiria: Largo do Jardim Luís de Camões
Lisboa: Parque das Nações (Rossio dos Olivais, ao lado do Pav Atlântico)
Queluz: Regimento de Artilharia 1 (Frente ao Palácio Nacional de Queluz)
Pinhal Novo: Largo José Maria dos Santos (Coreto)
Sines: Av Vasco da Gama (junto ao Pontal)
Lagos: Fortaleza
Recorde-se que a Esclerose Múltipla é uma doença autoimune, degenerativa do Sistema Nervoso Central, que afeta jovens adultos com idades ente os 20 e os 40 anos, mas sobretudo mulheres jovens. Estima-se que a doença afete mais de cinco mil pessoas em Portugal.


FONTE:http://activa.aeiou.pt/artigo.aspx?channelid=5AFFDD41-81A4-4400-933B-931C2AC4BB9E&contentid=A239D0E1-4496-4506-9192-640DF3BFDFEC

De labirintite a esclerose. Tremor ocular é sintomático e deve ser investigado

  segunda, 25 de abril de 2011
 
Chama-se nistagmo o tremor ocular involuntário, rítmico, oscilatório e repetitivo que tem a importante missão de chamar a atenção de seus portadores para problemas oftalmológicos e neurológicos.


“O nistagmo é um movimento involuntário dos olhos, geralmente de um lado para outro, o que dificulta drasticamente a formação das imagens e leva a uma baixa visual intensa”, explica o oftalmologista Mario Jampaulo, do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB). Ele sinaliza que esses movimentos também podem ser verticais ou circulares e surgir isoladamente ou associados a doenças como Esclerose Múltipla, catarata e labirintite.

Estima-se que este tremor ocular afete uma a cada mil pessoas. Em geral, o nistagmo provoca incapacidade de fixar imagens e uma significativa baixa visual, especialmente para a visão à distância. Esta disfunção pode ser congênita ou adquirida.

Causas – Mário Jampaulo lembra que o nistagmo congênito difere do iniciado na fase adulta. Na infância, o tremor pode ter causas relacionadas a um defeito do olho ou na relação de comunicação entre o olho e o cérebro. O nistagmo pode ser associado também à catarata, doenças na retina, albinismo e é percebido com frequência em pacientes com síndrome de Down. Alguns tipos de nistagmo podem ser hereditários, quando passados de pai pra filho, esclarece.

“O nistagmo adquirido pode ser um sintoma de esclerose múltipla, também pode estar associado à lesão neurológica aguda, trauma ocular intenso, labirintites, desordens na mácula (região central da retina responsável pela formação da imagem) entre outras doenças”, completa.

Tratamento – O oftalmologista do HOB salienta que o nistagmo não tem cura, mesmo quando a doença que o causa é tratada. No entanto, existem artifícios para minimizar a frequência desses tremores e melhorar a qualidade de vida dos portadores dessa desordem, principalmente nas crianças. “Na infância há mais facilidade de adaptação do que na fase adulta. Portanto, é importante um apoio educacional para ajudar no processo de focalização de imagens e promover um bom condicionamento visual. Nesses casos é imprescindível que a criança tenha disponível os recursos existentes para portadores de visão subnormal desde o material didático, computadores com letras aumentadas, lupas e ampliadores”, orienta Jampaulo.

Entre os recursos disponíveis para o tratamento do nistagmo estão a ortóptica (oclusão alternada), uso de óculos com prismas para corrigir o mau posicionamento da cabeça e mudança dos óculos por lentes de contato. Há ainda o tratamento a base de medicamentos que inibem os tremores e procedimento cirúrgico sobre os músculos dos olhos em busca de melhoria da acuidade visual. Atualmente, existem estudos que avaliam a influência da toxina botulínica nesses músculos com a intenção de diminuir o ritmo dos tremores, comenta o oftalmologista.
 
 

Estudo identifica proteína causadora da Esclerose Múltipla.


Controle da substância em camundongos bloqueia avanço da doença

A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central que afeta o cérebro, a medula espinhal e o nervo óptico A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central que afeta o cérebro, a medula espinhal e o nervo óptico (Creatas/Thinkstock)
Em um passo importante na luta contra a esclerose múltipla, cientistas da Universidade de Zurique, na Suíça, conseguiram identificar a substância química responsável pelo desenvolvimento da doença e barrar sua ação. A descoberta pode ser a primeira esperança de cura para mais de 2,5 milhões de pessoas que sofrem do mal no mundo.
No estudo, feito apenas em camundongos, os pesquisadores descobriram que, ao conter a ação de uma proteína do sistema imunológico chamada GM-CSF, a doença não progride. Nos casos em que o mal já estava em fase adiantada, foi possível reverter o quadro eliminando-se a proteína com o uso de anticorpos.
"Ainda não temos certeza de que esse tipo de tratamento será eficiente para o ser humano. Mas, baseado nos dados obtidos com camundongos, acredito que o controle do GM-CSF tenha um peso significativo no homem também", disse Burk-hard Becher, coordenador do estudo.
A GM-CSF tem papel importante para o sistema imunológico, ao combater vírus e outros invasores que provocam doenças ao organismo. Nos casos de esclerose múltipla, contudo, a proteína ativa uma série de reações que culminam na destruição da mielina (camada de gordura que envolve a maioria das fibras nervosas) e prejudicam a transmissão de mensagens no cérebro.


FONTE:http://veja.abril.com.br/noticia/saude/estudo-identifica-proteina-causadora-da-esclerose-multipla

Portal científico promove intercâmbio entre pesquisadores de todo o mundo

22/4/2011 9:36,  Por Deutsche Welle
Ijad Madisch criou com dois amigos em 2008 o portal de cientistas Researchgate, com escritório em Berlim. Madisch, de 30 anos, teve a ideia enquanto cursava Medicina. Tudo se deveu a um impasse em suas pesquisas: desenvolvimento de ossos para dedos artificiais através do uso de células-tronco.
Ele já não encontrava respostas para suas perguntas, nem no laboratório nem entre pesquisadores próximos. Por isso, resolveu criar uma rede de contatos, onde qualquer pesquisador pudesse apresentar suas aptidões e projetos, e buscar contato com outros.
Saindo da torre de marfim
Mais de 900 mil cientistas e pesquisadores de todo o mundo se cadastraram no portal Researchgate, cujo slogan é “Para fora da torre de marfim científica”, explica Madisch. Ecologistas da Noruega trocam informações com sociólogos do Egito, químicos dos Estados Unidos pedem conselhos a matemáticos da Índia, num intercâmbio sem fronteiras. Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:  Ijad Madisch, criador do portal
“Oitenta por cento dos trabalhos científicos são experimentos que não dão certo”, revela o criador do portal. “Mas no final acaba sendo publicado apenas o que funcionou”. O Researchgate, no entanto, também publica artigos científicos sobre experimentos que fracassaram. “Isso evita a repetição de erros e a ciência se torna mais rápida e eficiente”.
Sem propaganda
Para fundar o portal, Madisch recebeu dinheiro de empresas do chamado Silicon Valley, da Califórnia. “No início, todos se mostraram bem mais céticos na Alemanha. Nos Estados Unidos, tais projetos incomuns têm mais chances de receber apoio”, explica o médico de origem síria com formação na Universidade de Harvard.
Ao contrário de redes sociais como Orkut ou Facebook, o Researchgate não permite anúncios comerciais, e os dados dos pesquisadores também não são passados adiante. “Nós nos financiamos, entre outras coisas, com uma bolsa de empregos na área científica. Para os pesquisadores ela é gratuita, enquanto as empresas têm de pagar os anúncios”. Além disso, o portal monta redes privadas para instituições de pesquisa como a Sociedade Max Planck.
Para o bioquímico Tim Hucho, de 40 anos, trata-se de uma plataforma “de” e “para” pesquisadores. Ele faz pesquisas sobre a dor e usa o portal há mais de dois anos. Além disso, dirige uma rede com vários grupos de trabalho.
“O Researchgate é bastante prático quando se quer disponibilizar dados laboratoriais importantes ou informações sobre encontros”, explica Hucho. “Normalmente, artigos especializados são disponibilizados apenas em publicações famosas, que custam bastante dinheiro”, conta. Por isso, ele acredita que o Researchgate é muito interessante para pesquisadores de países em desenvolvimento.
Usuários jovens
Mesmo assim, Hucho não acha que o portal seja concorrente das publicações especializadas, pois a clientela é, em primeira linha, jovem. Cientistas conhecidos preferem os veículos tradicionais.
Hucho acha desnecessário fazer controles para averiguar a honestidade dos trabalhos apresentados no portal, ou para identificar charlatães. “A rede se autorregula. Com qual professor alguém estudou? Quais são os trabalhos que publicou? Com estas perguntas se separa rapidamente o joio do trigo”, explica.
Além disso, cada pesquisador pode comentar os trabalhos dos outros, acrescenta Madisch, que abandonou a Medicina para se dedicar ao portal de pesquisadores. Mas mesmo assim continua sonhando com um Nobel. Não o de pesquisas incomuns, e sim por ter montado uma gigantesca rede de cientistas. Essa categoria de prêmio, no entanto, ainda tem de ser criada.
Autora: Aygül Cizmecioglu (rw)
Revisão: Augusto Valente

FONTE:  http://correiodobrasil.com.br/portal-cientifico-promove-intercambio-entre-pesquisadores-de-todo-o-mundo/231927/