CAMPANHA MUNDIAL EM HOSPITAIS PÚBLICOS BUSCA PREVENIR FRATURAS DE REPETIÇÃO

Ortopedia   12/07/2013

Dados da IOF mostram que uma fratura por osteoporose ocorre a cada três segundos no mundo.
Compromisso é reduzir em 20% a incidência de fratura de fêmur em todo o mundo até 2020.


Fundação Internacional de Osteoporose (IOF, a sigla em inglês) lança nesta sexta-feira, no Rio de janeiro, a campanha mundial Capture the Fracture, que será implantada até o fim deste ano nos hospitais públicos de todo o país. O objetivo é identificar as pessoas que já tiveram fratura por osteoporose .

— Essas pessoas têm risco muito maior de ter uma segunda fratura do que aquelas que têm osteoporose e nunca tiveram uma fratura antes — disse o vice-presidente do Comitê de Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot) e chefe do Serviço de Ortopedia do Hospital Federal de Ipanema, Bernardo Stolnick.

A unidade do Ministério da Saúde já implementou a campanha há dois anos, por meio do Programa de Prevenção a Refraturas (PrevRefrat), considerado referência no mundo entre os serviços de excelência que adotam o parâmetro. O PrevRefrat servirá de modelo para os demais hospitais brasileiros, porque adota a linha e a filosofia da campanha da IOF.

Segundo Stolnick, o sucesso da filosofia da campanha da IOF em relação à gestão pública dos pacientes que têm osteoporose já está comprovado. Além de maior risco de ter as chamadas fraturas de repetição, esses pacientes apresentam mais taxas de internação e reinternação, gerando um custo social, humano e financeiro grande para todos os países.

A pior das fraturas é a de fêmur, que exige cirurgia e internação e tem elevada taxa de mortalidade. Segundo Stolnick, 50% das pessoas que tiveram esse tipo de ocorrência já haviam sofrido outra fratura qualquer anteriormente. Ainda de acordo com o médico, se houver a intervenção em pacientes depois desse primeiro caso, consegue-se reduzir entre 50% e 60% a ocorrência de fratura de fêmur.

Stolnick informou, ainda, que existe o compromisso de reduzir em 20% a incidência de fratura de fêmur em todo o mundo até 2020. 

— A única forma de fazer isso é intervindo em relação a esses pacientes. Daí a importância de lançar a campanha no Brasil. 

O chefe do Serviço de Ortopedia do Hospital Federal de Ipanema ajudou a elaborar o painel de boas práticas da campanha.

Dados da IOF mostram que uma fratura por osteoporose ocorre a cada três segundos no mundo, correspondendo a 25 mil casos por dia ou 9 milhões por ano. Stolnick acrescentou que uma fratura vertebral ocorre a cada 22 segundos. 

— Uma em cada quatro mulheres depois dos 50 anos de idade vai ter uma fratura osteoporótica e um a cada cinco homens também — afirmou o especialista.

Segundo o médico, os homens, entrentato, não parecem se preocupar com a osteoporose. Ele alertou que, com o aumento da longevidade da população, haverá mais gente com essa deficiência óssea e tendo fraturas. No Brasil, a estimativa é que 10 milhões de pessoas tenham osteoporose hoje.

A projeção para 2050 é que haverá uma fratura de quadril na América do Sul a cada 72 segundos, com base no crescimento da população e no aumento da longevidade. 

— Então, é imperioso que você reduza esse número de fraturas. E a melhor forma, mais efetiva e mais barata é intervir em relação aos pacientes que já tiveram fratura por osteoporose. Esta é a base da campanha — reiterou. 


 

CIGARRO MATA QUASE SEIS MILHÕES DE PESSOAS POR ANO, ALERTA OMS

Maléfícios do tabaco    11/07/2013

Em 2013, pelo menos cinco milhões de óbitos foram de fumantes ou ex-fumantes.
Fumo continua liderando as causas de mortes evitáveis no mundo.


Apesar das campanhas de saúde pública, o fumo continua liderando as causas de mortes evitáveis no mundo inteiro, matando quase seis milhões de pessoas por ano, a maioria em países de baixa e média renda, anunciou a Organização Mundial de Saúde nesta quarta-feira.

Se essa tendência se mantiver, o número de mortes ligadas ao cigarro deve subir para oito milhões por ano em 2030, declarou a OMS, acrescentando que pelo menos 80% dessas mortes serão nos países de baixa e média renda.

— Se não fecharmos fileiras e banirmos a publicidade, a promoção e o patrocínio por parte da indústria do tabaco, adolescentes e adultos jovens continuarão a ser atraídos pelo consumo de cigarro por uma indústria cada vez mais agressiva. Cada país tem a responsabilidade de proteger sua população das doenças, incapacidades e mortes relacionadas ao tabaco — alertou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Este ano, pelo menos cinco milhões de óbitos foram de fumantes ou ex-fumantes e, desses, mais de 600 mil eram fumantes passivos, de acordo com a OMS. Acredita-se que o cigarro tenha causado a morte de mais de 100 milhões de pessoas no século XX.

— Sabemos que apenas a total proibição de publicidade, promoção e patrocínio de cigarro é efetiva — insistiu Douglas Bettcher, um dos diretores da OMS.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/07/cigarro-mata-quase-seis-milhoes-de-pessoas-por-ano-alerta-oms-4197071.html

 

SAIBA QUANDO UMA DOR NA COLUNA PODE SER INDICATIVA DE TUMOR

Prevenção    10/07/2013

Os sintomas do tumor nas costas podem ser confundidos com os de outras doenças.
Diagnóstico precoce do problema é fundamental.


Dores na coluna podem ser comuns, mas as causas são múltiplas. Apesar de estar apenas em terceiro lugar na lista de origem dos problemas na coluna, atrás das alterações degenerativas do envelhecimento e traumatismos, o tumor geralmente aparece de forma maligna. Nesse caso, deve receber tratamento imediato. 

Segundo Alexandre Elias, neurocirurgião especialista em coluna e chefe do grupo de coluna da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as principais causas do tumor maligno na coluna são as metástases, originadas de tumores de outras regiões do corpo, como mama, próstata e pulmão, que migram para a região das costas. Os tumores benignos são de origem da própria região da coluna.


Como os sintomas do tumor nas costas se confundem com os de outras doenças, o especialista alerta sobre a importância do diagnóstico precoce:


— A dor local, formigamento e paralisia dos braços ou pernas, podem levar o paciente a acreditar inicialmente em um quadro doloroso corriqueiro de problemas comuns da coluna, retardando o tratamento que deveria ser realizado para o diagnóstico do tumor.

Elias destaca que o prolongamento e algumas características um pouco diferenciadas da dor, bem como um emagrecimento fora do comum, também servem de alerta ao paciente, que deve procurar um especialista em coluna. 

O diagnóstico só pode ser confirmado por exames de imagem, como raios-X, tomografia e ressonância magnética. A cintilografia e PET-CT também podem ser indicadas para o estadiamento da doença, ajudando o oncologista a avaliar o estágio do tumor e as indicações terapeutas. O tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo o neurocirurgião, oncologista, o nutrólogo, o fisioterapeuta, o psicólogo, a equipe de enfermagem, entre outros.

— Nos casos benignos, é possível realizar a cirurgia de ressecção total da lesão, promovendo a cura da doença. Para os casos de malignos , que não respondem as terapias ou caminham para um comprometimento funcional do individuo, a cirurgia é indicada para garantir a mobilidade e diminuir o quadro de dor, devolvendo a qualidade de vida ao paciente — completa Elias. 

Quanto à cirurgia, embora seja de grande porte, com o avanço da medicina que permite a reconstrução da coluna com placas e parafusos, o paciente já pode andar no dia seguinte ao procedimento.

As cirurgias são bem seguras, e comparativamente aos danos causados pela doença – que se não tratada evolui com danos neurológicos que afetam a funcionalidade do individuo –, são eficazes na extrema maioria dos casos. No entanto, segundo o médico, cada paciente necessita de avaliação individualizada para receber o tratamento adequado ao seu quadro.

— Não é preciso entrar em pânico sem motivo aparente, mas sim observar os sinais do nosso corpo , como a dor. Ao sentir que algo está em desacordo ou fora da rotina, não hesite em procurar ajuda profissional. O resultado será sempre melhor para você — aconselha o especialista. 

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/07/saiba-quando-uma-dor-na-coluna-pode-ser-indicativa-de-tumor-4195886.html

 

VOCÊ SABE COMO CUIDAR DA SAÚDE DE SEUS OLHOS?

Dia Mundial da Saúde Ocular    09/07/2013 

Pesquisa concluiu que cerca de 35,8 milhões de pessoas no Brasil têm dificuldade, ainda que leve, para enxergar.
No mês em que é comemorado o Dia da Saúde Ocular, especialistas alertam para importância de uma boa saúde visual.


Quase 70% das pessoas preferem abrir mão de 10 anos de vida a perder a visão. Mesmo assim, menos de um terço destes vão ao oftalmologista na frequência necessária, segundo dados da pesquisa do KRC Research feita em 11 países, incluindo o Brasil.

A pesquisa revela que 44% dos ouvidos acreditam que não precisam de exame oftalmológico a menos que haja um problema, e 42% entendem que, se podem ver, é porque os olhos estão saudáveis. O problema é que algumas disfunções oculares se desenvolvem de forma "silenciosa". Isso significa que muitas pessoas, quando buscam atendimento, já estão com a doença em estágio avançado.

O que a maioria das pessoas não sabe, é que o essencial é fazer um check-up oftalmológico pelo menos uma vez por ano. Embora 68% dos entrevistados afirmem que estão bem informados sobre saúde ocular, apenas 21% fizeram exames oftalmológicos regulares ao longo dos últimos cinco anos.

Segundo o Dr. Adamo Lui Netto, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e consultor da ZEISS — multinacional em lentes —, a consulta deve ser realizada ainda na maternidade, para que doenças congênitas ou hereditárias possam ser detectadas e corrigidas. Já durante a infância, a adolescência e a fase adulta, o recomendado é fazer o exame anualmente.

De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, até 75% dos casos de cegueira resultam em causas previsíveis ou tratáveis. Por esse motivo, é preciso atenção máxima com a saúde dos olhos em todas as fases da vida, desde crianças até os idosos.

A qualidade da visão do brasileiro  
A pesquisa do KRC Research concluiu, também, que cerca de 35,8 milhões de pessoas no Brasil têm dificuldade, ainda que leve, para enxergar. Outras 6,6 milhões têm deficiência visual severa e 582 mil são cegas. Entre as principais causas de cegueira estão catarata (47%), glaucoma (12%), Degeneração Macular Relacionada à Idade — DMRI (9%), além de outras doenças importantes como ceratocone e retinopatia diabética.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam, ainda, que cerca de 246 milhões de brasileiros tenham baixa visão (grave ou moderada) e 50 milhões sofram de algum tipo de distúrbio. A conclusão é de que 60% dos casos de cegueira e deficiência visual poderiam ser evitados, caso o indivíduo tivesse buscado tratamento a tempo. Esses dados corroboram a percepção dos oftalmologistas (97%) de que as pessoas se preocupam profundamente com a sua visão, mas ainda assim não agem preventivamente.

De acordo com Netto, os sintomas mais comuns que levam à procura do médico são diminuição da acuidade visual para longe ou perto, cansaço e dores de cabeça. Ele alerta também para as ameaças que estão nas atividades diárias, como a redução de piscadas por minuto, comum de quem passa muito tempo em frente ao computador.

—
Um agravante para esse caso é a permanência prolongada nos espaços com ar condicionado, que resseca o ambiente e dá a sensação de olho seco — frisa.

A dica do médico para melhorar os sintomas é a cada período de aproximadamente uma hora, dar um descanso para o olho e lavá-lo com água filtrada fria.

— Caso a pessoa não utilize os óculos quando preciso pode trazer consequências como diminuição da acuidade visual, cansaço visual, cefaleia e mal-estar geral, inclusive com indisposição gástrica. Por essa razão, a utilização de óculos ou outro tipo de correção óptica é imprescindível e obrigatória — conclui o oftalmologista.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) e consultor do Instituto Varilux da Visão, Dr. Marcus Sáfady, para evitar problemas com os olhos e para se precaver contra a cegueira é fundamental visitar o oftalmologista frequentemente.

— A falta de prevenção, de acompanhamento e até mesmo de correção do distúrbio visual podem prejudicar seriamente a saúde dos olhos — afirma Sáfady.

De acordo com Sáfady, a baixa visão pode ocasionar, além de baixo rendimento escolar, sérios impactos na vida social e profissional de adultos e idosos, como por exemplo, perda da produtividade no ambiente profissional, dificuldade de se relacionar, de dirigir e aumento no número de acidentes.

Os efeitos da tecnologia
Nosso dia a dia é mediado por diversas tecnologias que afetam a visão, como computadores, celulares, tablets etc. De acordo com Sáfady, é um mito dizer que essas tecnologias fazem mal à visão.

— O que acontece é que os olhos humanos não estão preparados para tanto esforço de perto. As novas tecnologias nos fazem ler muito mais do que em qualquer outra época, com letras e contrastes maiores ou menores. Esse maior esforço da visão gera o que chamamos de síndrome do esforço ergonômico — explica.

Ele acrescenta que, para amenizar o problema é importante seguir as orientações do oftalmologista, o qual indicará algumas regras para o trabalho de perto e também lentes multifocais (lentes para óculos) que ajudarão a aliviar os sintomas de cansaço e ardência nos olhos.   


Principais problemas oculares
Glaucoma

Provoca lesão no nervo óptico e campo visual, podendo levar à cegueira. Por isso, o exame oftalmológico anual, preventivo, é fundamental para detecção e tratamento precoce. Em geral, o tratamento é realizado por meio de colírios. Entretanto, caso não apresente resultados satisfatórios, a cirurgia torna-se uma opção. O glaucoma pode ser congênito, secundário e crônico.
Catarata

Trata-se da opacificação do cristalino, que compromete a entrada de luz nos olhos. A doença pode causar desde pequenas distorções visuais até cegueira. Segundo a OMS, existem 18 milhões de cegos por catarata no mundo — estima-se que no Brasil sejam 350 mil. Já a catarata congênita, aquela de nascença, está presente em 0,4% dos nascimentos e ocasiona cegueira em cerca de 200.000 crianças no mundo.


Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)
Afeta a área central da retina, chamada de mácula, que se degenera com a idade. Provoca baixa visão central, o que dificulta principalmente a leitura, e pode estar associada a diversos fatores, como pele clara e olhos azuis ou verdes, exposição excessiva à radiação solar, tabagismo e dieta rica em gorduras. O diagnóstico precoce é fundamental para se evitar a cegueira. Uma vez instalada a doença, a principal medida é o acompanhamento.
Ceratocone
Caracteriza-se por afinamento e protrusão da córnea e aumento de sua curvatura, que assume o formato de cone, o que provoca astigmatismo irregular associado ou não à miopia. A doença raramente leva à cegueira irreversível, mas afeta significativamente a qualidade da visão, com grande impacto na vida dos portadores. É incomum a pessoa procurar tratamento no estágio inicial, que é assintomático. Entretanto, se o diagnóstico for precoce, é possível indicar uma série de medidas para controlar a progressão da doença.

Retinopatia Diabética
O diabetes mellitus é o fator desencadeante dessa doença, que age de forma progressiva e afeta os vasos sanguíneos do olho, causando estreitamento e às vezes bloqueio deles. Além disso, pode acontecer enfraquecimento da sua parede, o que ocasiona deformidades conhecidas como microaneurismas. Ela atinge mais de 75% das pessoas diabéticas e pode levar a uma perda parcial ou total da visão.
Congresso Brasileiro e Pan-Americano de Oftalmologia de 2013

Cerca de oito mil especialistas de todas as Américas vão debater a saúde ocular da população durante os Congressos Brasileiro e Pan-Americano de Oftalmologia 2013, de 7 a 10 de agosto no Rio de Janeiro.

Eles vão ocupar 18 salas com simpósios, painéis e eventos especiais. O evento, organizado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) em parceria com a Associação Pan-Americana de Oftalmologia (PAAO), será realizado de forma compartilhada e única no Riocentro, no Rio de Janeiro.


 Informações pelo site ou pelo telefone 11 3266-4000.

Serviço
O quê:
Congressos Brasileiro e Pan-Americano de Oftalmologia de 2013
Quando: de 7 a 10 de agosto de 2013.
Onde: Riocentro  


VACINAÇÃO CONTRA HPV COMEÇA A PARTIR DO DIA 9 DE AGOSTO NO AMAZONAS

05/07/2013

Vacina HPV será aplicada em três doses durante campanha no Amazonas. 
Meninas entre 11 e 13 anos devem receber a primeira das três doses.
Susam espera imunizar 120 mil estudantes em Manaus e no interior.



Alunas das redes municipal e estadual de ensino do Amazonas da faixa etária de 11 a 13 anos de idade começarão a ser imunizadas contra o Vírus do Papiloma Humano (HPV) a partir do dia 9 de agosto. A primeira, das três doses da vacina, será aplicada em cerca de 120 mil estudantes residentes em Manaus e nos municípios do interior do estado.

De acordo com o titular da Secretária de Estado de Saúde do Amazonas (Susam), Wilson Alecrim, a campanha de vacinação do HPV envolve os segmentos de Saúde e Eucação, nas esferas municipal e estadual.

"Usaremos as escolas para vacinar as meninas, mas aquelas que, por ventura, não estiverem matriculadas ou sem assistir aula, serão vacinadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Será uma campanha de busca para vacinação pela importância que tem a prevenção de câncer de colo de útero nas mulheres", revelou o secretário.

Em Manaus, a vacinação contra o HPV começa no dia 9 de agosto. Na parceria entre gestores municipais e estaduais, foi firmado que a Prefeitura da capital ficará responsável por imunizar 30 mil estudantes e o Governo do Amazonas 90 mil meninas. 

No interior, o trabalho de imunização atuará nas áreas urbanas e rurais usando a estratégia já utilizada nas campanhas de vacinação contra outras doenças no estado. A ação começa a partir do dia 10 de agosto. "Nesta data, o governador e o prefeito de Borba irão lançar a campanha contra o vírus do papiloma humano do interior. As mesmas equipes que vacinam contra sarampo e paralisia infantil aplicarão a vacina do HPV", destacou Wilson Alecrim.

O cronograma de vacinação prevê que a segunda dose da vacina contra HPV seja aplicada em outubro deste ano. O ciclo da campanha inicial termina com a terceira dose em fevereiro de 2013. “Para que a menina esteja realmente protegida as três doses devem ser aplicadas”, enfatizou o secretário.


HPV

A Região Norte do país ocupa o primeiro lugar na incidência de câncer de colo de útero, sendo que em 90% dos casos a doença é gerada pela infecção através do vírus HPV. No Amazonas, a neoplasia de colo de útero é o que apresentar maior número de casos de câncer entre as mulheres e ocupa a terceira colocação no comparativo com os demais estados da região.

Em todo o Amazonas, entre 2010 e 2012, 2.954 mulheres tiveram o HPV detectado durante o exame preventivo na Rede Pública de Saúde, conforme dados do Siscolo (Sistema de Informação do Câncer de Colo de Útero) do Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (DataSus), sendo 628 em 2010, 988 em 2011 e 1.338 em 2012. Elas foram divididas em   lesões de baixo, médio e alto grau - esta última categoria é onde está inserido o câncer de colo de útero.



ACHA QUE CINCO OU SEIS HORAS DE SONO POR DIA SÃO SUFICIENTES? ENTÃO, VOCÊ É MAIS UMA DAS MILHÕES DE PESSOAS QUE DORMEM MENOS DO QUE O NECESSÁRIO. E ISSO PODE TER GRAVES CONSEQUÊNCIAS

06 de julho de 2013

4,5KG por ano pode ser o ganho de peso de uma pessoa que dorme pouco.

JÁ PRA CAMA!

Para funcionar bem, a maioria das pessoas precisa de sete ou oito horas de sono. Não dormir o bastante noite após noite pode comprometer a saúde e até encurtar a vida. Da infância à velhice, os efeitos do sono inadequado podem afetar profundamente a memória, o aprendizado, a criatividade, a produtividade e a estabilidade emocional, além da saúde física.

Segundo especialistas do sono da Faculdade de Medicina da Universidade de Pittsburgh e do Western Psychiatric Institute and Clinic (ambos dos EUA), diversos sistemas corporais são afetados de forma negativa pelo sono inadequado: coração, pulmões, rins, apetite, metabolismo e controle de peso, função imunológica e resistência a doenças, sensibilidade à dor, humor e função cerebral.

O sono ruim também é fator de risco para a depressão e o abuso de substâncias químicas. Os idosos são especialmente vulneráveis. Timothy Monk, que dirige o Programa de Pesquisa em Cronobiologia Humana da Western Psychiatric, conduz um estudo de cinco anos a respeito de ritmos circadianos, intensidade do sono, reação ao estresse, função cerebral e genética entre a terceira idade.

– O sinal circadiano não é tão forte à medida em que as pessoas envelhecem – diz.

Tratamentos comportamentais para a insônia, como manter uma rotina de sono regular, evitar cafeína e sonecas ao fim da tarde e reduzir distrações da luz, de barulhos e de animais de estimação ajudam a dormir.


u Tão importante quanto controlar a pressão

Não deveria causar surpresa o fato de que uma miríade de sistemas corporais seja prejudicada por uma sequência crônica de noites maldormidas.

– O sono afeta quase todo tecido em nossos corpos – diz Michael Twery, especialista em sono dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA.

Por isso, na sua próxima consulta, diga ao médico quanto tempo você dorme e qual é a qualidade do sono. Seja sincero. A duração e a qualidade do sono podem ser tão importantes para a saúde quanto controlar a pressão sanguínea e o nível do colesterol.


O QUE É

u Ritmo ou ciclo circadiano representa o período de cerca de 24 horas que rege o ciclo biológico de quase todos os seres vivos. É influenciado principalmente pela variação de luz e de temperatura entre o dia e a noite.
 
 

DURMA POUCO E... ... ENGORDE

Vários estudos vinculam o sono insuficiente ao ganho de peso. Em parte porque as “corujas” têm mais tempo para comer, beber e beliscar, mas também porque os níveis do hormônio leptina, que diz ao cérebro se a comida ingerida foi suficiente, são mais baixos em quem dorme pouco, enquanto os níveis de grelina, estimulante do apetite, são mais elevados. Se o problema não for contra-atacado com exercícios ou pela redução da ingestão calórica, pode representar 4,5 quilos a mais em um ano.

... FIQUE DIABÉTICO

A capacidade corporal de processar glicose também é afetada de forma adversa, podendo resultar em diabetes do tipo 2. Em um estudo, homens jovens saudáveis privados de sono por mais de quatro horas por noite durante seis meses seguidos apresentaram níveis de insulina e de açúcar no sangue similares ao das pessoas consideradas pré-diabéticas.
 
 

... TENHA UM INFARTO

Os riscos de doenças cardiovasculares e de derrame são mais altos nas pessoas que dormem menos de seis horas por noite. Uma única noite de sono inadequado pode elevar a pressão nas pessoas com hipertensão. O sono inadequado também está associado à calcificação das artérias coronárias e a níveis elevados de fatores inflamatórios relacionados à doença cardíaca. Mas atenção: dormir demais também pode ser arriscado. Níveis mais altos de doenças cardíacas foram encontrados entre mulheres que dormem mais de nove horas por noite.

... CONTRAIA UM CÂNCER

Um estudo japonês com quase 24 mil mulheres de 40 a 79 anos descobriu que dormir menos do que seis horas por noite aumenta a chance de contrair câncer de mama. Isso pode ser resultado da menor secreção de melatonina, o hormônio do sono. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard vinculou os baixos níveis de melatonina ao aumento do risco de câncer de mama. Outro, da Case Western Reserve, constatou aumento de pólipos colorretais potencialmente cancerosos em quem dormia menos de seis horas diárias.
 
 

... NÃO CRESÇA

As crianças podem experimentar distúrbios hormonais por conta do sono insuficiente. O hormônio do crescimento é liberado durante o sono profundo. Ele não apenas estimula o crescimento em crianças como também incentiva a massa muscular e repara células e tecidos danificados tanto em crianças quanto em adultos. Vatsal Thakkar, psiquiatra ligado à Universidade de Nova York (EUA), encontrou evidências associando o sono inadequado a um diagnóstico errôneo do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade em crianças.

... PEGUE MAIS GRIPES

Durante o sono, o organismo produz citocinas, hormônios celulares que auxiliam no combate a infecções. Dessa forma, quem dorme menos pode ser mais suscetível a infecções de rotina, como resfriados e gripe. Em um estudo com 153 homens e mulheres saudáveis, Sheldon Cohen e colegas da Universidade Carnegie Mellon (EUA) constataram que quem dorme menos do que sete horas por noite tem probabilidade três vezes maior de desenvolver sintomas de resfriado em comparação com quem dorme oito horas ou mais.

... NÃO APRENDA

Alguns dos efeitos mais insidiosos do sono reduzido envolvem processos mentais como aprendizado, memória, julgamento e resolução de problemas. Durante o sono, o novo aprendizado e os caminhos da memória são codificados no cérebro. Pessoas descansadas são mais capazes de aprender uma tarefa e têm probabilidade maior de lembrar o que aprenderam.

... DIRIJA MAL

Com sono insuficiente, o pensamento é lento, é mais difícil de se concentrar e prestar atenção, aumenta a chance de tomar decisões ruins e assumir riscos indevidos. Tais efeitos podem ser desastrosos na operação de uma máquina. Em testes de direção de automóveis, pessoas privadas do sono agem como se estivessem bêbadas, e nenhuma quantidade de cafeína ou ar frio consegue refrear esse efeito.

 

MAIORIA DOS HOMENS SÓ PROCURA O MÉDICO POR INFLUÊNCIA DA MULHER OU DE FILHOS REVELA PESQUISA

Só com empurrão    05/07/2013 

Pacientes relataram que só cederam aos apelos dos parentes quando a dor ou o incômodo passou a atrapalhar muito a rotina.
Falta de tempo, preconceito e sensação de invulnerabilidade às doenças estão entre as desculpas.


Um levantamento do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostra que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da mulher ou de filhos. O estudo também revela que mais da metade desses pacientes adiaram a ida ao médico e já chegaram com doenças em estágio avançado.

Entre as justificativas apresentadas pelos homens entrevistados estão a falta de tempo, o preconceito e a sensação de invulnerabilidade às doenças. Os pacientes relataram que só cederam aos apelos dos parentes quando a dor ou o incômodo passou a atrapalhar muito a rotina.

Segundo o médico urologista e coordenador do Centro, Joaquim Claro, em muitos casos, a demora em buscar ajuda foi tão grande que o paciente precisou passar por uma intervenção cirúrgica. 

— O homem precisa manter cuidados mínimos realizando check ups de forma periódica, pelo menos uma vez ao ano. Isso porque, com o envelhecimento, os problemas começam a ser, se não mais frequentes, pelo menos mais preocupantes — disse.

O médico destacou que exames de rotina e consultas precisam ser mais frequentes principalmente a partir dos 40 anos. Após essa idade, as patologias mais comuns são câncer de próstata, problemas nos rins e na bexiga que podem levar ao câncer, alterações hormonais, cálculos renais e crescimento benigno da próstata.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/07/maioria-dos-homens-so-procura-o-medico-por-influencia-da-mulher-ou-de-filhos-revela-pesquisa-4191271.html

 

ENTENDA O QUE É COLESTEROL

Mitos e Verdades     04/07/2013

Praticar exercícios físicos ajuda a evitar o alto colesterol, altamente prejudicial a saúde.
Especialista explica quando o colesterol passa a fazer mal e o que fazer para evitar que essa substância seja maléfica.


Embora muitas pessoas achem o colesterol uma substância maléfica, ele é primordial para o funcionamento do corpo humano. Chamado de gordura do sangue, ele é o componente estrutural das membranas celulares em todo nosso corpo e está presente no cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestinos e coração. Nosso corpo usa esse colesterol para produzir vários hormônios, vitamina D e ácidos biliares que ajudam na digestão das gorduras. Boa parte, cerca de 70%, é fabricada pelo nosso próprio organismo, no fígado, enquanto que os outros 30% vêm da dieta.

Para fazer bem, no entanto, os níveis do colesterol devem estar sempre controlados. A Dra. Suzete Motta, médica com formação em medicina esportiva, explica que, quando em excesso, o colesterol pode se depositar nas paredes das artérias, que são os vasos que levam sangue para os órgãos e tecidos, determinando um processo conhecido com arteriosclerose.

— O colesterol alto é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Se esse depósito ocorre nas artérias coronárias, pode ocorrer angina, que é a dor no peito, e infarto do miocárdio. Se ocorre nas artérias cerebrais, pode provocar acidente vascular cerebral, o popular derrame — explica a médica.

A especialista Suzete Motta indica abaixo as 7 coisas que você precisa saber sobre o colesterol. Confira:


1. Existem dois tipos de colesterol


O HDL é chamado de “colesterol bom”, pois forma uma classe de lipoproteínas que ajuda a carregar o colesterol do ateroma dentro das artérias e transportá-lo de volta ao fígado para ser excretado. Já o LDL, chamado de “colesterol ruim”, transporta o colesterol de células que mais produzem do que usam, para as células que mais necessitam. Ele é considerado ruim pela relação existente do alto índice de LDL com doenças cardíacas. 

— No entanto, é preciso ficar atento ao nível do HDL também. Embora o bom colesterol forneça proteção contra a arteriosclerose, se o seu nível está baixo, o risco de doença cardiovascular aumenta — alerta a médica.


2. Substância vital para os seres humanos


O colesterol é usado para produzir os hormônios esteroides necessários para o desenvolvimento e o funcionamento normal do organismo. Entre eles estão: os hormônios sexuais estrógeno e progesterona nas mulheres e a testosterona nos homens; o cortisol, que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue e a defender o corpo de infecções; e a aldosterona, importante para reter sal e água no organismo. 

— O corpo ainda utiliza o colesterol para produzir uma quantidade significativa de vitamina D, responsável por ossos e dentes fortes, fabricada quando a pele é exposta à luz do sol — explica Suzete.


3. Vida saudável é melhor estratégia


Praticar exercícios físicos e evitar comer alimentos gordurosos ajuda a evitar o alto colesterol. Parar de fumar também é uma atitude que ajuda a neste controle. A escolha dos alimentos, segundo Suzete, é essencial no controle das taxas de colesterol, mas nada se compara à capacidade das atividades físicas, praticadas regularmente, de elevar o HDL no sangue. 

— Antes de apelar para remédios, a melhor estratégia para combater as altas taxas de colesterol continua sendo a velha e boa mudança no estilo de vida, que inclui uma dieta saudável e uma rotina repleta de exercícios físicos — garante.


4. Conheça fontes não saudáveis de gordura


Gema de ovo, bacon ou toucinho, carne de frango com pele, torresmo, manteiga, creme de leite e nata, frituras, salsicha, salame e linguiça e carnes de animais são os principais alimentos que contém uma significativa quantidade de colesterol. Mas também existem as gorduras boas, as gorduras insaturadas, que ajudam a diminuir o colesterol sanguíneo, mas por serem muito calóricas e engordar devem ser consumidas com cuidado. Estão presentes nos óleos vegetais (oliva, canola, soja, milho, girassol), nozes, avelãs, abacate e margarinas.

— A gordura poliinsaturada auxilia na redução do colesterol total e do LDL, o colesterol ruim. 

Porém, se consumida em grande quantidade poderá reduzir também o HDL, colesterol bom. A sua ingestão deve representar até 10% das calorias totais da dieta e os monoinsaturados até 20% — afirma a médica. 


5. Fique de olho na sua taxa


O aumento no nível de colesterol no sangue não costuma ter sintomas. Em casos excepcionais, aparecem os chamados xantomas, que são sinais decorrentes do acúmulo do colesterol na pele. 

Quando o aumento do colesterol atinge níveis muito altos, pode haver um aumento no fígado, no baço e sintomas de pancreatite.

— Muitas vezes o primeiro sinal pode ser um problema cardíaco . A única forma de saber se o seu colesterol está alto é através de exame de sangue. Por isso, todos os adultos acima de 20 anos e qualquer pessoa com antecedentes familiares ou que já apresentou alguma manifestação de arteriosclerose devem fazer a dosagem — aconselha a médica.


6. Alguns fatores você não pode controlar


Há três causas para a alteração do colesterol. A primeira é o fator genético, quando o indivíduo possui genes que determinam essa alteração; a segunda é a alimentação, pois quem ingere alimentos gordurosos, com alto índice de colesterol, têm mais chances de sofrer com taxas altas, a última possível causa são doenças, como hipotireoidismo, diabetes e doenças nos rins.

— Ainda existe o sexo, já que os homens têm maior risco de apresentar colesterol elevado que as mulheres, e a idade, porque o colesterol se eleva conforme ela avança. Nos homens isso ocorre a partir dos 45 anos e nas mulheres a partir dos 55 anos— adverte.


7. A doença é crônica


O tratamento das alterações do colesterol deve ser mantido por toda a vida. Tanto os cuidados com a alimentação e exercícios, como o uso de medicamentos, deverão ser empregados por tempo indeterminado. A Dra. Suzete Motta sugere que, para fazer uma dieta visando o controle do colesterol, o paciente prefira leite e iogurte desnatados, queijo branco fresco, ricota, "cottage", queijos "light”, peixes, aves sem pele, carnes magras, inhame, macarrão, pães, bolachas de água e de água e sal, evitando sempre gordura em excesso.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/07/entenda-o-que-e-o-colesterol-4190151.html

TESTE CARDIOPULMONAR GARANTE SEGURANÇA DE ATLETAS AMADORES E PROFISSIONAIS

Saudável e seguro    04/07/2013

O teste permite avaliar as condições cardiológicas e ventilatórias do paciente ao mesmo tempo.
Exame preventivo é fundamental para quem quer iniciar as atividades físicas.



A prática de exercícios é fundamental para quem quer manter uma vida saudável. Entrentato, alguns cuidados são necessários para quem quer deixar o sedentarismo e mesmo para aquelas pessoas que já se exercitam regularmente. 

A avaliação cardiológica é uma das mais importantes para evitar um esforço maior que seu organismo pode suportar e garantir a segurança e saúde de quem está se exercitanto. De acordo com o preparador físico Marcio Soares, é fundamental que os atletas, amadores ou profissionais, sejam alertados e orientados sobre os benefícios que um exame de eletrocardiograma de esforço pode trazer. 

— A ajuda e a avaliação de um profissional garantem a segurança e o ganho na prática das atividades físicas para a saúde. O ideal é que esses exames sejam feitos anualmente — afirma Soares. 

Entre os exames importantes para conhecer o condicionamento físico dos atletas está o teste cardiopulmonar, mais completo que a ergonometria tradicional. De acordo com a cardiologista Gicela Rocha, ele é capaz de avaliar as condições cardiológicas e ventilatórias do paciente, permitindo uma análise mais adequada da intensidade e qualidade do exercício que será praticado. 

— Na ergometria tradicional não temos a avaliação da parte ventilatória, então, a prescrição do exercício é feita por meio de estimativa do desempenho de cada pessoa. Com o teste cardiopulmorar conseguimos personalizar a prescrição dos exercícios e garantir que esta prática traga segurança e saúde ao atleta — avalia a médica.

Soares também reforça que o exame proporciona uma resposta fisiológica em repouso e durante o trabalho, tanto no submáximo como o máximo do esforço.

— O teste cardiopulmonar proporciona uma base para a programação de exercício físico e determina ou não a existência de doença cardíaca, acompanhado do diagnóstico médico — afirma o preparador. 


SEIS ATIVIDADES FÍSICAS QUE PODEM REDUZIR AS DORES NA COLUNA

Exercícios03/07/2013

Atividades feitas na piscina são as mais recomendadas para quem não pode sofrer altos impactos nas articulações.
Sedentarismo é uma das mais frequentes causas para desconfortos no corpo e na coluna.


O sedentarismo é uma das mais frequentes causas para dores no corpo e na coluna. Mas transformar os exercícios físicos em hábito pode ser difícil para aquelas pessoas que enxergam a atividade como obrigação e não conseguem tê-la como agradável e prazerosa. 

A quiropraxista Bia Pimentel aponta e explica os benefícios de seis opções que podem se tornar o seu um hobby para quem quer iniciar as atividades físicas e beneficiam a saúde da coluna

Musculação: em casos em que a estabilidade articular está afetada, a musculação é o exercício recomendado, pois o fortalecimento muscular ajuda a restabelecer e resguardar a coluna. Segundo a quiropraxista, a cartilagem que intercala os ossos da coluna vertebral evita que o contato entre um osso e outro cause dor. Mas a má postura, idade, sobrepeso e outros fatores causam a sua degeneração. A atividade física que resulta em fortalecimento estimula a reconstrução, além de ajudar a realinhar a postura e a perda de peso.

Dança: além de reduzir o risco de osteoporose, a dança fortalece a musculatura e aumenta a flexibilidade e a consciência corporal. Ao prestarmos mais atenção aos movimentos do corpo, começamos a reconhecer os próprios limites, as articulações e, principalmente, a postura, buscando alinhá-la.

Natação: atividades feitas na piscina são as mais recomendadas para quem não pode sofrer altos impactos nas articulações. A natação é uma modalidade isenta de impacto, já que os movimentos são feitos na horizontal e a maior parte da força é empregada nos braços. Além do fortalecimento muscular e dos benefícios para a postura, ela alonga e alivia a pressão sobre a coluna, aumentando a amplitude do corpo. 

Hidroginástica: é recomendada para combater a má postura, dores lombares e cervicais, insônia e sedentarismo. Gestantes e atletas também são beneficiados pela atividade, pois ela previne as dores que essas condições geralmente trazem e aumenta a circulação sanguínea das pernas. Em contrapartida, não é um exercício livre de choques. Nas aulas, os alunos pulam, correm e fazem outros movimentos em contato com o chão. Os impulsos são menores, mas existem, por isso pessoas com problemas que exigem isenção total de impactos devem escolher a primeira opção.

Caminhada: para quem tem pouco tempo ou quer economizar, a caminhada é uma atividade que pode ser feita em qualquer lugar, sem custo. Dar algumas voltas nos quarteirões próximos de casa ou andar no parque pode combater dores na coluna, nos joelhos e nas pernas e aumentar a força e a resistência, contanto que seja feita de forma correta, observando se a postura está alinhada.

Pilates: o trabalho do pilates é focado em força, desenvolvimento e coordenação do corpo. Os movimentos eliminam as tensões e desequilíbrios da coluna cervical e os exercícios abdominais dão estabilidade e flexibilidade para a coluna. Entretanto, para quem apresenta dores na coluna, é importante uma avaliação antes de iniciar a atividade. Um profissional da quiropraxia pode avaliar se o paciente possui limitações antes de recomendar o exercício.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/07/seis-atividades-fisicas-que-podem-reduzir-as-dores-na-coluna-4187735.html

 

ESCLEROSE MÚLTIPLA, A DOENÇA DOS JOVENS

01/07/2013 JORNAL METRO


ESSA REPORTAGEM FOI POSTADA COM AUTORIZAÇÃO DE NOSSA QUERIDA AMIGA Fabiana Dal Ri Barbosa.

ESCLEROSE MÚLTIPLA AFETA 2,5 MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO

Quarta-feira, 3 de julho de 2013

Mulheres sofrem mais porque são mais emocionais, diz Gracia.


Quem tem acompanhado o TDelas já sabe que as mulheres estão mais propensas do que os homens a desenvolver doenças autoimunes (aquelas em que o sistema imunológico combate o próprio organismo), como o lúpus e a doença celíaca, que já abordamos aqui. Não se sabe exatamente o porquê de o sexo feminino ter essa predisposição (muitos acreditam na influência dos hormônios, mas nada está comprovado ainda), mas essa é uma realidade que as mulheres têm que enfrentar.

Entre as doenças autoimunes, uma das menos conhecidas também faz muitas vítimas do sexo feminino. De acordo com uma pesquisa produzida recentemente pelo Instituto Ipsos Healthcare, 80% das brasileiras não sabem o que é a Esclerose Múltipla. O pior é que, assim como outras doenças autoimunes, esta também atinge mais o sexo feminino. Para cada homem acometido, há três mulheres com esse diagnóstico, segundo a médica neurologista do Hospital Santa Cruz, Ana Carolina Dalmônico.

Esta doença autoimune de caráter neurológico se caracteriza pela lesão e/ou destruição da bainha de mielina, uma membrana que reveste parte dos neurônios, podendo resultar em danos de outras regiões do corpo. Alguns dos pontos mais atingidos são os membros inferiores e a região dos olhos. A causa é desconhecida, mas existe comprovação de que há predisposição genética e que alguns fatores ambientais podem contribuir, como o tabagismo e a exposição a alguns vírus.
Ressonâncias ajudaram no diagnóstico no caso de Elisa.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a esclerose múltipla afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, estudos indicam a existência de 15 casos para 100 habitantes. E, por mais que esse nome, Esclerose Múltipla, dê a impressão de que se trata de uma doença de gente de mais idade, a maioria dos pacientes está na faixa etária entre os 20 e 40 anos. Este é o caso de Elisa Cássia de Souza Ribeiro, 34 anos, diagnosticada há três anos com Esclerose Múltipla.

“Durante muito tempo, achei que era estresse, pois tinha muita tontura e falta de equilíbrio, até descobrir que era Esclerose. Mas, de qualquer forma, o estresse e a ansiedade têm relação com os sintomas, piorando o quadro, tanto é que estou afastada do trabalho por dois meses por causa disso”, conta a contabilista. Desde 2011, ela faz tratamento com um medicamento injetável e está tentando mudar o ritmo de vida. A doença está controlada, mas isso não impediu que ela tivesse algumas crises, sofrendo com fraqueza nas pernas, incontinência urinária e tontura.

Todos os sintomas que Elisa já sentiu são bem típicos da Esclerose, mas eles variam de acordo com as lesões e as sequelas causadas pelos danos no sistema nervoso, de acordo com o médico neurologista do Hospital Vita, Cleverson de Macedo Gracia. “As principais sequelas se dão na coordenação motora, que é comandado pelo sistema nervoso. Desta forma, alguns dos sintomas mais comuns são paralisia nas pernas, dificuldade para urinar, perda de visão, perda de equilíbrio, dificuldade para engolir e falar”, afirma.

No início, quando foi diagnosticada com a doença, Elisa ficou com medo de que tudo isso acontecesse com ela. “Comecei a ler sobre a Esclerose e fiquei bastante assustada, mas aí entendi que com controle da doença, o sintomas são amenizados, não chegando a este ponto”, comenta. Segundo Gracia, existem três tipos de Esclerose Múltipla (dois com e um sem surto) e que as primeiras crises não deixam graves sequelas. Portanto, quanto mais cedo o diagnóstico for realizado, maiores são as possibilidades de controle.

Segundo o médico, o tipo mais comum é a Esclerose recorrente remissiva (começa com crises, mas depois o quadro fica estável). Os demais são a primária progressiva (não há crises, mas o quadro piora gradualmente) e a secundária progressiva (começa com crises, que param depois, mas o quadro piora gradualmente). O diagnóstico é feito por meio de análise da história clínica e exame físico neurológico do paciente, podendo haver necessidade de exames complementares, como a ressonância magnética. O tratamento é feito com medicamentos específicos para controle do sistema imunológico e das sequelas.

Para Gracia, as mulheres jovens são mais acometidas porque, além dessa característica genética, as doenças autoimunes estão bastante relacionadas a questões emocionais. “As mulheres são mais reativas, mais sensíveis, e é nessa idade que o sistema imunológico está mais forte trabalha em excesso quando há essa predisposição ao desenvolvimento de uma doença autoimune como a Esclerose Múltipla”, explica. Nem mesmo as celebridades escapam desta doença, como a atriz Cláudia Rodrigues (a eterna Marinete, de A Diarista), 41 anos, que voltou aos palcos recentemente, depois de conseguir controlar a Esclerose Múltipla, e também está no ar em Zorra Total.


 Cláudia Rodrigues está com a doença controlada.

GENZYME RECEBE OPINIÃO POSITIVA DO CHMP PARA A INTRODUÇÃO DO LEMTRADA™ NA UE

02/07/2013

A Genzyme, uma empresa pertencente ao grupo Sanofi, anunciou, em comunicado de imprensa, que o Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) emitiu uma opinião positiva sobre o LEMTRADA™ (alemtuzumab), e recomenda que o fármaco seja aprovado para tratar doentes adultos com Esclerose Múltipla (EM) – na forma surto-remissão com doença activa definida por critérios clínicos e imagiológicos.

Adicionalmente, no início deste ano, o CHMP emitiu uma opinião positiva para a designação de nova substância activa para o AUBAGIO® (teriflunomida), para o tratamento de doentes adultos com Esclerose Múltipla recidivante. É esperada, nos próximos meses, uma decisão final da Comissão Europeia, para garantir a autorização de comercialização do LEMTRADA™ e do AUBAGIO® na UE.

“A opinião emitida pelo CHMP prepara a possibilidade de aprovação de duas novas abordagens terapêuticas para os doentes com EM. Os tratamentos tradicionais colmatam apenas algumas das necessidades na EM, mas continuam a ter limitações”, afirma David Meeker, Presidente da Genzyme. “Após garantida a aprovação destes tratamentos, os médicos terão a possibilidade de prescrever o LEMTRADA™ nos casos adequados de EM surto-remissão, com base nos seus critérios clínicos e imagiológicos e independentemente da duração da doença ou historial de tratamento.
 
As expectativas dentro da comunidade da EM relativamente ao LEMTRADA™ são elevadas. Com a opinião positiva do CHMP estamos ainda mais perto de disponibilizar este tratamento inovador aos doentes com EM na Europa”.

A opinião positiva do CHMP para aprovação do LEMTRADA™ baseou-se nos dados dos ensaios CARE-MS I e CARE-MS II, nos quais o LEMTRADA™ foi significativamente mais eficaz que o Rebif® (interferão beta-1a 44 mcg subcutâneo três vezes por semana) na redução da taxa de surtos. No CARE-MS II, a acumulação de incapacidade foi significativamente atrasada nos doentes tratados com LEMTRADA™ vs Rebif® e os doentes tratados com LEMTRADA™ tiveram maior probabilidade de melhorar a incapacidade pré-existente.

“O anúncio da Genzyme representa um marco num longo programa para avaliação do LEMTRADA™ na EM”, refere o Professor Alastair Compston, director do Departamento de Neurociências Clínicas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. “Não obstante administração pouco frequente a superior eficácia do LEMTRADA™ vs Rebif® ficou demonstrada nos ensaios clínicos, o que representa uma abordagem do tratamento que é conveniente e promete redefinir o futuro de muitas pessoas com EM activa – forma surto-remissão”.

O LEMTRADA™ tem uma nova dosagem e esquema de administração que corresponde a dois ciclos de tratamento anuais. O primeiro ciclo é administrado por infusão intravenosa em 5 dias consecutivos e o segundo é administrado em três dias consecutivos, doze meses mais tarde.

O programa de desenvolvimento clínico do LEMTRADA™ incluiu dois estudos de fase III aleatórios comparando o tratamento com o LEMTRADA™ ao tratamento com Rebif® em doentes com EM activa – forma surto-remissão que nunca tinham sido tratados (CARE-MS I) ou que tinha tido recaídas com a terapêutica usada anteriormente (CARE-MS II), bem como uma extensão do estudo que ainda decorre. Um grande estudo aleatório de fase II lançou as bases do programa de fase III.

Os resultados de segurança são consistentes ao longo dos estudos CARE-MS I e CARE-MS II. Os efeitos adversos mais comuns associados ao LEMTRADA™ incluíram reacções relacionadas com a infusão, sendo as mais comuns dores de cabeça, erupção cutânea, febre, náuseas e urticária. As infecções foram comuns no tratamento com LEMTRADA™, incluindo infecções urinárias e do trato respiratório superior, herpes e gripe. A maior parte das reacções relacionadas com a infusão e as infecções foram ligeiras ou moderadas e responderam aos tratamentos habituais.

No CARE-MS I e no CARE-MS II, a incidência de eventos adversos graves foi semelhante em ambos os braços de tratamento. Tal como relatado anteriormente, as doenças auto-imunes foram mais frequentes nos doentes tratados com LEMTRADA™, principalmente doença auto-imune da tiróide, que foi observada em 36 por cento dos doentes durante o período de follow-up. 1,4 por cento dos doentes tratados com LEMTRADA™ desenvolveram trombocitopenia imune e 0,3 por cento desenvolveram glomerulonefrite. As doenças auto-imunes foram detectadas precocemente depois de um programa de monitorização e foram tratadas da forma habitual.

Foi proposto um programa abrangente de gestão de risco para permitir a detecção precoce e tratamento dos eventos adversos.

Nos EUA, a FDA aceitou rever a Biologics License Application suplementar para aprovação do LEMTRADA™ (alemtuzumab) para o tratamento da EM recidivante em Janeiro de 2013. Recentemente, a FDA alargou o prazo de revisão por mais três meses; não foram solicitados estudos clínicos adicionais pelo que espera-se uma decisão no final de 2013.

DOENÇA DE ALZHEIMER REVERTIDA PELA PRIMEIRA VEZ

2013-06-28

Foram aplicados pequenos impulsos eléctricos perto do fórnix.
Investigadores canadianos usaram técnica de estimulação cerebral profunda.


A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez. Uma equipa de investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, directamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença há agora já mais de um ano. 

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.


Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.


Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos eléctricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.


O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.


Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.


Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolve 50 pessoas.

 

O QUE ACONTECE COM A SUA COLUNA QUANDO VOCÊ ENVELHECE?

Osteoporose30/06/2013

A prevenção da osteoporose e de suas complicações subsequentes pode prevenir muitos dos problemas de coluna na terceira idade.
Entenda quais são os principais problemas enfrentados na coluna durante a velhice e como funcionam os tratamentos.


O processo de envelhecimento provoca alterações na coluna vertebral, o que pode levar a uma variedade de condições que podem requerer tratamento.

— Alguns destes problemas podem ser causados, ou, pelo menos, agravados pela presença de vértebras fracas. Outros são causados pelo processo natural de envelhecimento. Enquanto a dor em várias áreas da coluna vertebral pode ser um incômodo, problemas neurológicos, tais como fraqueza e dormência requerem avaliação e tratamento urgente e minucioso para evitar graves ou permanentes perdas de função — afirma o neurocirurgião Eduardo Iunes, especialista em coluna.

O médico destaca que a prevenção da osteoporose e de suas complicações subsequentes pode prevenir muitos dos problemas de coluna na terceira idade. 

— A manutenção de um bom grau de condicionamento físico e de força muscular, bem como a prevenção e o tratamento da osteoporose é essencial na gestão das mudanças na coluna que ocorrem com o processo de envelhecimento — destaca Iunes.


Entenda a osteoporose e as fraturas por compressão


A osteoporose é uma diminuição da massa óssea, mais frequentemente observada nas mulheres no período pós-menopausa. Trata-se uma diminuição não só dos componentes minerais, tal como cálcio e fósforo, mas também no que se denomina o componente orgânico, como a proteína do osso. 

— Cerca de 15 a 20 milhões de pessoas têm osteoporose e mais de um meio milhão sofrem fraturas de coluna vertebral devido à osteoporose a cada ano. Estas fraturas podem ocorrer com um mínimo de traumas ou nenhum. A osteoporose grave pode causar fraturas por compressão na coluna, assim como fraturas nos pulsos e quadris. Fraturas por compressão usualmente resultam em incapacitação prolongada— explica o médico.

A dor nas costas é o sintoma mais comum das fraturas por compressão, raios-x podem mostrar fraturas em cunha ou compressão das vértebras. Uma ressonância magnética ou uma tomografia computadorizada também podem ser necessárias para avaliar melhor estas fraturas. 

— É muito importante confirmar o diagnóstico de osteoporose porque sintomas semelhantes ocorrem em outras condições, tais como infecções, outras doenças ósseas metabólicas e tumores ósseos benignos ou malignos. A extensão da osteoporose pode apenas ser estimada por meio de uma radiografia simples, mas deve ser confirmada por meio de testes específicos de densidade óssea — afirma o neurocirurgião.


Tratamento


A maior parte das fraturas da coluna vertebral devido à osteoporose é tratada com sucesso apenas com medicamento para controlar a dor, mas a osteoporose subjacente também deve ser tratada, uma vez que é a verdadeira causa do problema. 

— O tratamento da osteoporose em si está evoluindo rapidamente. Combinações de cálcio, vitamina D e estrogênio são controversos. A calcitonina é usada em alguns casos para inibir o colapso de minerais no osso, o fluoreto também tem sido tentado, numa tentativa de aumentar a massa óssea. Mais recentemente, drogas da família dos bisfosfonatos têm sido utilizadas para ajudar a manter e possivelmente aumentar a massa óssea — diz Iunes.
 
Além de medicamentos, outros dispositivos, tais como coletes podem ajudam a controlar a dor e a impedir que a deformidade se agrave. Apesar das órteses normalmente não corrigirem as fraturas ósseas, elas dão suporte à coluna vertebral e podem diminuir os espasmos musculares secundários.

— Em alguns casos de fraturas por compressão, uma cirurgia de coluna pode ser necessária para controlar a dor, melhorar a deformidade ou descomprimir as raízes dos nervos e da medula espinhal. 

Novas técnicas para tratar as dores das fraturas por compressão incluem a vertebroplastia e a cifoplastia — ressalta o especialista em coluna.

A vertebroplastia é um procedimento minimamente invasivo projetado para aliviar as dores das fraturas por compressão. Além de aliviar a dor, os corpos vertebrais que estão enfraquecidos, mas ainda não estão fraturados, podem ser fortalecidos, prevenindo problemas futuros.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/06/o-que-acontece-com-a-sua-coluna-quando-voce-envelhece-4184465.html