Dor de barriga sem fim: incômodo intestinal constante pode ser sinal de doença crônica...

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Fortes e repetidas cólicas ou diarreias frequentes causam desconforto a pelo menos 25 milhões de brasileiros com mais de 16 anos, revela uma pesquisa do Instituto Datafolha. A maior parte dos afetados Fortes e repetidas cólicas ou diarreias frequentes cassocia os sintomas a viroses ou “vermes”. Mas, por trás da dor de barriga, podem estar enfermidades sérias, como o câncer, ou uma Doença Inflamatória Intestinal (DII).

A pesquisa do Datafolha foi patrocinada pela empresa biofarmacêutica AbbVie e realizada em 130 cidades brasileiras, com mais de 2 mil pessoas
O levantamento mostra que, por considerarem o quadro sintomático leve, mais de 60% dos entrevistados se automedicam. Conforme o Datafolha, 38% buscam tratamento caseiro e outros 25% tomam remédios sem prescrição médica, atitudes que podem mascarar problemas mais graves.

“Em quadros de DIIs de leve a moderada intensidade, nos quais os sintomas não são exuberantes, a automedicação pode trazer uma melhora discreta, fazendo com que o indivíduo postergue a visita ao serviço médico”, destaca o gastroenterologista Flavio Steinwurz, secretário-geral da Organização Pan-americana de Crohn e Colite (Pancco).

O atraso no diagnóstico pode, por sua vez, determinar uma piora no quadro de uma doença crônica e dificultar o tratamento, além de propiciar o aparecimento de complicações.




“Cerca de 90% dos pacientes relatam diagnóstico tardio, isto é, demoram de cinco a oito anos para receberem um diagnóstico preciso”, coloca Jesus Yamamoto Furusho, presidente da Pancco.


Incidência

A associação entre dor de barriga e diarreia persistentes ao câncer foi feita por 6% dos entrevistados. Já a Doença de Chron e a Retocolite Ulcerativa foram mencionadas por apenas 3% das pessoas. 

Pesquisa de diabetes avança e já livra pacientes de insulina por mais de 10 anos ...

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Cerca de 90% dos casos são de diabete do tipo 2, que ocorre por resistência à ação da insulina e tem a obesidade entre as principais causas...

Cientistas do mundo todo estão trabalhando em diversas frentes para "aposentar" a insulina e as medições de glicemia com picadas, o que aumentaria o bem-estar das 18 milhões de pessoas que sofrem com diabete somente no Brasil - número que cresceu 62% só na última década. 

Um trabalho pioneiro do Brasil, que entra em nova fase, já deixa pacientes sem a medicação há mais de dez anos.

Cerca de 90% dos casos são de diabete do tipo 2, que ocorre por resistência à ação da insulina e tem a obesidade entre as principais causas. Os casos restantes são de diabete tipo 1, uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina. 

Agora novas pesquisas envolvem terapia com células-tronco, implante de células pancreáticas artificiais, bombas eletrônicas de insulina, aplicação por via oral ou nasal e monitoramento da glicemia por escaneamento.

Hoje é o Dia Nacional do Diabetes, e uma das iniciativas de maior impacto no tratamento de diabete tipo 1 vem sendo desenvolvida por cientistas brasileiros desde 2003 na Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP). O método foi idealizado por Júlio Voltarelli e, após sua morte, em 2012, passou a ser defendido pelo endocrinologista Carlos Eduardo Couri. 

— Conseguimos algo que ninguém imaginava ser possível: suspender a insulina de pessoas com diabete tipo 1 — afirma.

Segundo Couri, o tratamento começa com a coleta de células-tronco da medula óssea do paciente. 

Em seguida, uma agressiva quimioterapia é usada para destruir o sistema imunológico. As células-tronco são então reintroduzidas no paciente, "reiniciando" o sistema imunológico, que para então de atacar o pâncreas, eliminando a necessidade de injeções de insulina. 

— Na primeira fase do estudo, entre 2003 e 2011, tratamos 25 pacientes e 21 pararam de usar insulina, um resultado inédito no mundo. A longo prazo, porém, apenas dois permanecem sem precisar das injeções — explica.

Esse resultado, no entanto, não significa que as pesquisas deram errado e vão agora entrar em nova fase. 

— A maior parte ficou dez anos sem insulina. E os que voltaram a usar precisam de apenas uma injeção diária, em vez das três ou quatro. Estamos selecionando voluntários e iniciamos um novo protocolo, que usará uma quimioterapia ainda mais agressiva — afirma o endocrinologista. 

Morador de Ribeirão Preto, Humberto Flauzino, de 27 anos, é um dos participantes do estudo que permanece livre das injeções de insulina. Ele foi diagnosticado aos 17. 

— Eu não sabia bem o que era diabete. Mas não conseguia me imaginar tomando insulina pelo restante da vida — disse Flauzino, que desde 2007 está com a glicemia controlada, sem precisar de injeções de insulina.

O estudante de Medicina Renato Silveira, hoje com 29 anos, foi diagnosticado em dezembro de 2004. Depois de fazer o tratamento, passou 11 anos sem insulina. Voltou a tomar as injeções em 2016. Morador de São Paulo, conta que ficou sabendo sobre o tratamento com células-tronco depois de ler uma reportagem no jornal O Estado de S. Paulo. 

— Foram 11 anos de controle muito bom, e isso provavelmente vai retardar algum problema futuro. Valeu a pena. Não me arrependi — garante.

Pelo mundo

Outra opção promissora é o desenvolvimento de um "pâncreas artificial". Uma das técnicas desse tipo, batizada de VC-01, está sendo desenvolvida pelo laboratório ViaCyte, em San Diego, nos Estados Unidos, desde 2014, também usando células-tronco. Os cientistas criaram células artificiais semelhantes às ilhotas que produzem insulina no pâncreas e as inserem em um dispositivo implantado sob a pele do paciente. O encapsulamento do dispositivo subcutâneo protege as células artificiais dos ataques do sistema imunológico. Ainda nos EUA, o Diabetes Research Institute desenvolve técnica semelhante, chamada Bio-Hub, e acaba de informar que uma das participantes já está livre de insulina há um ano.

Outra linha de pesquisa é a chamada bomba de insulina. Lançada no mercado americano há duas semanas, ela deverá chegar ao Brasil em 2018. O produto foi desenvolvido pela empresa irlandesa Medtronic.

Trata-se de um dispositivo eletrônico de bolso que contém um pequeno reservatório de insulina ligado ao abdome do paciente por um cateter, com programação manual. Ainda em fase de pesquisas, outro dispositivo vai um pouco mais longe: por dispensar qualquer programação manual, é o que os cientistas chamam de pâncreas biônico. Esse equipamento, batizado de iLet, tem um sensor que monitora os níveis de glicose no sangue e seus ensaios clínicos foram aprovados no ano passado.

Inalável ou oral

Há pesquisas que buscam mudar a via de aplicação de insulina, para evitar as injeções. A empresa farmacêutica Sanofi, por exemplo, desenvolveu um equipamento para inalação, que foi liberado no mercado americano em 2016. 

Uma empresa brasileira fechou um acordo de exclusividade para venda no Brasil e aguarda aval da Vigilância Sanitária. Já existem também empresas com testes adiantados para criar uma "pílula de insulina": a Novo Nordisk, da Dinamarca, e a Oramed, de Israel.

Diabetes: medição é possível por scaneamento

Para dispensar os diabéticos da desagradável picada no dedo a cada vez que é preciso monitorar a glicemia, um novo dispositivo permite que o paciente faça a medição com um scanner, que monitora um sensor implantado sob a pele. Desenvolvido pela Abbott, ele foi liberado nos Estados Unidos em setembro de 2016 e já está no mercado brasileiro. 

O kit custa cerca de R$ 600 e a cada 15 dias é preciso trocar o sensor, que custa R$ 240.Outra opção, para o futuro, é a tinta hi-tech Dermal Abyss, em teste por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e de Harvard. Com base nessa tecnologia, por meio de uma tatuagem, será possível aferir quando os níveis de glicose estão fora de controle.


O que fazer e o que não fazer ao visitar alguém no hospital...

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Não é frescura nem exagero: algumas regras precisam ser seguidas para zelar pela saúde de pacientes e acompanhantes...

É com as melhores intenções que amigos e familiares levam flores e comida, sentam à cama, beijam e abraçam um paciente hospitalizado. Mas, sem os cuidados necessários, essa visita — que, os médicos apontam, é benéfica na recuperação — pode acabar tomando outro rumo e levando à piora no quadro de saúde. Por isso, há uma série de recomendações feitas pelos hospitais para garantir o bom tratamento de quem lá está e evitar que o próprio visitante acabe adoecendo.

É questão de etiqueta e também de bom senso. Ainda que as orientações pareçam óbvias, muitas acabam gerando dúvidas. Quando devo visitar um paciente? E um recém-nascido? Quanto tempo devo permanecer por lá? Posso tirar fotos? Levar flores?

— Claro que tudo depende das circunstâncias, das condições de saúde do paciente naquele momento — salienta o presidente do Comitê de Bioética do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Rogério Amoretti.

Além do acompanhante, a presença de visitantes costuma ser benéfica. Mas o número de pessoas, o tom da conversa e o tempo que se passa junto ao paciente não podem passar de certos limites. Há casos, como o de pessoas em início de recuperação de uma situação grave, em que uma visitação estendida tem sido até recomendada — desde que não desagrade o paciente nem cause constrangimentos ou perturbação.

— Entregamos sempre um guia de orientações a pacientes e acompanhantes, com explicações desde como é feita a internação até o que se pode ou não fazer. Geralmente, as pessoas têm respeito dentro do ambiente hospitalar, mas, às vezes, encontramos problemas — destaca Saulo Bornhorst, assessor da direção técnica e clínica do Hospital São Lucas da PUCRS.

Os médicos explicam, ainda, que pacientes e familiares podem, sim, se negar a receber visitas: é possível, indicado até, ser seletivo. Não é obrigação receber pessoas em um momento de fragilidade.

— Por mais que seja bacana a intenção de visitar uma pessoa doente, isso nem sempre é o mais recomendado. O melhor é conversar com a equipe multidisciplinar e decidir caso a caso — define a gerente de qualidade e segurança do Hospital Mãe de Deus, Laura Berquó.

Não se trata de burocracia, mas de lembrar que tomar as devidas precauções pode tanto ser capaz de ajudar o tratamento de saúde quanto de interferir no pronto restabelecimento de quem está internado. Afinal, a melhora do paciente também depende de seu visitante.


A unidade de terapia intensiva (UTI) é um setor diferenciado, com cuidados específicos e, como o nome diz, intensivos. Por isso, o tempo disponibilizado à visita é menor, não sendo permitido, em muitos hospitais, o rodízio dos visitantes. Aqui, o mais importante é ajudar a equipe médica, auxiliando com as informações necessárias para um atendimento adequado.

— Entenda que, nessa situação delicada, a visitação é restrita. Familiares e amigos precisam se organizar para não gerar tumulto e frustrações.

— Ajude médicos e funcionários do hospital com informações sobre o paciente, histórico de saúde e demais dados que possam auxiliar.

— Não se sinta ofendido diante da negativa do paciente, de familiares ou do próprio hospital em permitir visitas nessa situação.

— Não mexa nos soros, sondas ou outros dispositivos que estejam sendo usados pelo paciente.

— Não toque nos equipamentos hospitalares e em outros dispositivos usados pelos pacientes.

— Não sente junto ao paciente nem coloque bolsas ou sacolas sobre o leito.

Um dos setores mais movimentados do hospital é também aquele em que a visitação é menos recomendada. Diante do risco de o paciente morrer e a necessidade de atendimento imediato, sobra pouco espaço para pessoas além da equipe hospitalar.

— Tenha paciência: os médicos vão avaliar o que é melhor para o paciente.

— Quando alguém da equipe médica precisar se aproximar, afaste-se. Permita que a pessoa seja devidamente tratada.

— Não insista em acompanhar o paciente até a sala de medicação: salvo exceções, esse é um lugar onde ele deve ir sozinho, até mesmo por questão de espaço.

As orientações, aqui, vão depender muito do estado do paciente e se o quarto é exclusivo ou semiprivativo. Se quem está internado não apresenta boas condições de saúde, muitas vezes não se recomenda que receba visitas — e, se elas ocorrem, devem ser rápidas. Quando a visitação é permitida, é preciso cuidado ao fazer contato.

— Mesmo sem saber, há contaminações que as visitas podem levar ao quarto, prejudicando a recuperação do paciente — avisa o médico Rogério Amoretti, presidente do Comitê de Bioética do Grupo Hospitalar Conceição.

Em quartos coletivos, cuidado redobrado: é preciso respeitar as outras pessoas, evitando fazer barulho excessivo, ocupar muito espaço e gerar quaisquer tipos de distúrbios.

— Peça permissão ao paciente ou à família dele antes da visita. E combine um horário.

— Fale baixo: no ambiente hospitalar, deve-se primar pelo silêncio.

— Higienize suas mãos: é um cuidado necessário não só para não levar algum germe, mas também para não ser contaminado.

— Antes de fazer a visita, descubra as restrições do indivíduo internado.

— Se quiser levar alguma coisa estranha ao ambiente hospitalar, pergunte sempre à equipe de enfermagem se aquilo é permitido.

— Leve um livro, um passatempo, um cartão, alguma mensagem que seja de agrado do paciente.

— Em quartos compartilhados, respeite a privacidade: nada de espalhar roupas, bolsas e outros itens ou de dar palpite em conversa alheia. Isso também inclui garantir um tempo a sós entre paciente e médico.

— Na hora da refeição, é recomendado que o visitante se retire.

— Não sente ou deite na cama: ao levar bactérias ao contato direto, o gesto pode acabar atrapalhando o tratamento. Se não houver cadeiras por perto, melhor ficar em pé.

— Não atenda ligações comerciais em frente ao paciente e não entregue o telefone a ele mesmo que o contato seja de seu interesse. O melhor é deixar o celular de lado, de preferência no silencioso.

— Procure não prolongar a visita por muito tempo: a não ser que seja alguém muito próximo do paciente ou que isso seja solicitado por ele, é indicado que se faça uma visita relativamente curta.

— Não utilize o banheiro do quarto. Se precisar, use o sanitário próprio para os visitantes, normalmente localizado nos corredores do hospital.

— Evite também usar perfumes, especialmente os mais fortes, durante a visita. Eles podem provocar alergias ou enjoo ao paciente.

— Tome cuidado ao levar presentes como flores e balões. Esses objetos podem trazer problema ao paciente, a quem mais está no quarto ou a outras pessoas no local.

— Nada de levar equipamentos eletrônicos como cafeteira e micro-ondas.

— Evite levar comida: ainda que muitos hospitais permitam essa prática, o paciente pode ter de reduzir o consumo de certos alimentos sem que você saiba. Além disso, comer e/ou beber fora da hora prevista pode impedir a realização de alguns exames e cirurgias.

Apesar de manter o mesmo nível de atenção à saúde que as demais áreas de um hospital, na maternidade as regras de visitação costumam ser mais brandas. Isso não deve significar que tudo está permitido.

A chegada de um bebê é um momento de recuperação da mãe e de atenção total ao recém-chegado. Vale lembrar que a criança não é atração turística, e nas primeiras semanas — e até meses — de vida, o contato costuma ser recomendado, além dos pais, apenas para as pessoas mais íntimas da família.

— Entenda se, em um primeiro momento, apenas familiares e amigos mais próximos puderem ir à maternidade. O ideal é esperar até que o recém-nascido complete o primeiro ciclo de vacinas.

— Registre o encontro em fotos apenas se houver consentimento dos pais.

— Procure alternar a visita com outras pessoas que também querem ver a mãe e o bebê: isso agiliza o processo e garante mais tempo a sós para os pais.

— Durante a visita, desligue o celular. Se um alarme ou uma chamada já incomoda adultos em um ambiente silencioso, imagine o que o som representa para um bebê.

— Não espere atenção, especialmente da mãe, nesse momento: é preciso respeitar o tempo dela e do recém-nascido. O bebê, sozinho, já exige bastante dos pais logo após o nascimento.

— Quando encontrar o recém-nascido — e isto vale tanto para a maternidade quanto em casa —, não exagere no carinho. Apertar e "amassar" o bebê pode até gerar fraturas nos primeiros dias.

— Não insista em carregar a criança no colo, especialmente nos dois primeiros meses de vida. Além da fragilidade do corpo, ela também está mais suscetível a infecções.

— Nada de ligar o flash. Caso os pais permitam que se tirem fotos, desative essa opção. A luz pode causar desconforto para a criança ou acordá-la.

— Evite visitas muito longas ou que possam gerar algum desgaste, como no caso de alguém com quem você discutiu recentemente ou não vê há muito tempo. É bom também evitar aglomerações dentro das áreas de atendimento e tratamento. O acúmulo de pessoas, além de dificultar o trabalho da equipe médica, aumenta o risco de transmissão de doenças. E respeite sempre o horário de visita definido pelo hospital.

— Caso você esteja doente, melhor não visitar um paciente internado. Qualquer mal contagioso pode se tornar um problema em pessoas já debilitadas.

— Higiene: antes de encostar em qualquer paciente, ou entregar algum objeto que passou pelas suas mãos, certifique-se de que elas estão limpas. E não adianta tê-las lavado em casa: no caminho até o hospital, provavelmente houve contato com germes que podem levar a uma contaminação. Com água e sabão ou com álcool gel, é preciso tomar cuidado com a higienização dentro do estabelecimento de saúde. Sem isso, abre-se um caminho para que infecções de fora do ambiente hospitalar atinjam o paciente.

— Seja agradável, evite pessimismo, tente não dar notícias ruins. Além do dano físico, os pacientes em estado vulnerável também podem ser mais acometidos por problemas emocionais e mentais. A não ser em caso de pedido da pessoa doente, consentido pelos médicos, geralmente se recomenda que informações que não sejam boas novas ou conversas leves esperem até a alta.

— Procure não levar crianças nas visitas. Ainda que a orientação na maternidade seja mais flexível, normalmente não é indicado que os pequenos circulem pelo hospital.

— O mesmo vale para visitantes idosos, que geralmente têm imunidade mais baixa. Costumam ser feitas exceções se o paciente for alguém muito próximo, especialmente se estiver em tratamento oncológico ou tenha acabado de sair da UTI.

— Não fume. Por mais que isso pareça óbvio em se tratando de um ambiente hospitalar, mesmo ir para a rua, fumar e voltar faz com que as roupas carreguem o cheiro do cigarro — que pode tanto repugnar quanto despertar o desejo de fumar no paciente.

Esteatose hepática, uma doença silenciosa...saiba como prevenir...

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Silenciosa, a doença é caracterizada pelo excesso de gordura no fígado. Muito comum entre pessoas com sobrepeso, o problema pode evoluir para quadros mais graves, como a cirrose. 

CAUSAS

A principal causa é o excesso de peso, mas, embora não seja comum, existem doenças metabólicas que podem gerar o problema em pessoas magras. O fígado é um órgão que acumula gordura no organismo. Originalmente, essa capacidade funcionava como um estoque de energia mas, com a oferta alimentar excessiva, essa reserva pode ser prejudicial.

SINTOMAS

A esteatose hepática é silenciosa e não apresenta sintomas.

FATORES DE RISCO

Pessoas obesas ou com sobrepeso, hipertensos, diabéticos (ou que tenham tendência a diabetes) ou com alterações de colesterol e triglicerídeos são mais propensas à doença. Ganhar ou perder peso rapidamente também pode ser um risco. Pessoas com sobrepeso devem procurar um médico para ver se o fígado está bem, pois, quando há sintomas aparentes, é porque o quadro já está muito grave.

DIAGNÓSTICO

Em geral, a doença é descoberta quando o paciente se enquadra nos fatores de risco e o médico pede exames para averiguar, ou por acaso, em exames solicitados por outros motivos. A comprovação definitiva pode ser feita por meio de biopsia do fígado.

CONVIVENDO COM A DOENÇA

A evolução da esteatose para uma doença mais grave envolve diversos fatores, mas acredita-se que 20% das pessoas que têm o problema podem desenvolver a esteato-hepatite não alcoólica, que é uma inflamação causada pelo excesso de gordura no fígado. Em alguns casos, o quadro pode evoluir para cirrose e câncer.

TRATAMENTO

Não há tratamento específico para a gordura no fígado.
O que se trata são as causas que geram o problema.
Quando a questão está associada ao peso, o emagrecimento
é fundamental para evitar a evolução da doença, além do controle rigoroso do diabetes, do colesterol e da hipertensão. Medicamentos são usados para tratar doenças simultâneas.
É importante evitar o consumo de álcool, pois ele também pode gerar gordura no fígado.

PREVENÇÃO

Algumas medidas são indispensáveis para prevenir o acúmulo de gordura no fígado ou para reverter o quadro já instalado:

Manter uma dieta saudável acompanhada
por nutricionista

Realizar pelo menos 30 minutos de atividade
física por dia, de três a cinco vezes por semana,
seja aeróbica ou de resistência.

Manter o peso saudável


ANS propõe que planos passem a cobrir 15 novos procedimentos...

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Planos de saúde terão que cobrir novos exames e tratamentos...
Proposta estará em consulta pública até 26 de julho. Documento prevê inclusão de medicamento contra ESCLEROSE MÚLTIPLA e exames novos para diagnóstico de câncer.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) colocou em consulta pública uma proposta para que os planos de saúde passem a cobrir 15 novos procedimentos médicos.

Entre as inclusões, estão o tratamento de câncer de ovário via laparoscópica e o exame de toxoplasmose em líquido amniótico. 

Além dos novos procedimentos, também há propostas de alterações de diretrizes de utilização já existentes, como o uso do medicamento Natalizumabe para tratar ESCLEROSE MÚLTIPLA.

A proposta de revisão do Rol de Procedimetnos e Eventos em Saúde estará em consulta pública até o dia 26 de julho e deve entrar em vigor em 2018. 

Ela foi elaborada a partir de 171 solicitações de alteração do Rol discutidas por um grupo técnico.

Veja a lista de propostas de incorporação:

PROCEDIMENTOS AMBULATORIAIS

ALK – Pesquisa de mutação: Exame para detecção de proteína que pode estar presente em pacientes com câncer de pulmão que auxilia na definição do melhor tratamento a ser ofertado ao paciente.

Angio-RM arterial de membro inferior: Exame diagnóstico não invasivo realizado em equipamento de ressonância magnética para análise das artérias dos membros inferiores.

Angiotomografia arterial de membro inferior: Exame diagnóstico não invasivo realizado através de tomografia computadorizada para análise das artérias dos membros inferiores.

Aquaporina 4 (Aqp4) - pesquisa e/ou dosagem: Exame para detecção de anticorpos antiaquaporina que auxilia na diferenciação entre a Neuromielite Óptica e a ESCLEROSE MÚLTIPLA.

Elastografia hepática ultrassônica: Exame não invasivo para o diagnóstico da fibrose hepática.

Radiação para cross linking corneano: Procedimento para tratamento do ceratocone (doença que afeta a córnea).

Ressonância magnética (RM) fluxo liquórico: Exame diagnóstico não invasivo para quantificar o fluxo do líquido cefalorraquidiano (LCR).

Terapia imunoprofilática com Palivizumabe para o vírus sincicial respiratório (VSR): O palivizumabe é uma imunoglobulina ou anticorpo específico que atua contra o vírus sincicial respiratório (VSR).

Toxoplasmose - Pesquisa em Líquido Amniótico por PCR: Teste específico e sensível para diagnóstico da toxoplasmose.

PROCEDIMENTOS HOSPITALARES

Ablação percutânea por radiofrequência para tratamento do osteoma osteóide: Procedimento orientado por métodos de imagens, que se utiliza de agulhas especiais para provocar dano celular por ação térmica a células de tumor ósseo benigno.

Cirurgia laparoscópica do prolapso de cúpula vaginal: Procedimento para restaurar o suporte pélvico.

Neossalpingostomia distal laparoscópica (exceto para reversão de laqueadura tubária): Procedimento para desobstrução, por laparoscopia, das tubas uterinas.

Recanalização tubária laparoscópica (exceto para reversão de laqueadura tubária): Procedimento para restaurar, por laparoscopia, a permeabilidade das tubas uterinas.

Refluxo vésico-ureteral tratamento endoscópico: Tratamento endoscópico para corrigir o refluxo vesicoureteral, visando preservar a função renal, minimizando o risco de pielonefrite.

Tratamento de câncer de ovário (debulking) via laparoscópica: Ressecção/debulking de massa tumoral maligna ovariana por via laparoscópica.

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