O QUE É A SÍNDROME DO INTESTINO CURTO?

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 23/09/2017
É uma condição médica de má absorção decorrente da remoção cirúrgica ou mal funcionamento de uma grande parte do intestino delgado...

A síndrome do intestino curto é uma condição médica de má absorção decorrente da remoção cirúrgica ou mal funcionamento de uma grande parte do intestino delgado (geralmente mais de dois terços dele), prejudicando a absorção de nutrientes.

Quais são as causas mais comuns da síndrome do intestino curto?

A má absorção resulta da (1) ressecção cirúrgica do intestino delgado, como em casos de doença de Crohn ou tumores, (2) derivações do trânsito intestinal em casos de fístulas e cirurgias bariátricas ou, em raros casos, (3) de uma disfunção completa de grande parte do intestino delgado, devido a infecções, isquemia, quimioterapia e/ou radioterapia.

Em resumo, esta desordem pode ser causada por uma alteração anatômica ou funcional da absorção de nutrientes e pode ser compensada por adaptações estruturais e metabólicas intestinais. 

Este processo de adaptação envolve alargamento e alongamento das vilosidades intestinais, aumento do diâmetro do intestino delgado ou diminuição dos movimentos peristálticos, fazendo com que o alimento passe mais lentamente pelo intestino delgado.

Quais são as principais características clínicas da síndrome do intestino curto?

As manifestações clínicas da síndrome do intestino curto incluem, entre outros possíveis sintomas, dor abdominal, diarreia ou esteatorreia, retenção de líquidos, flatulência, vômitos, perda de peso, desnutrição e fadiga.

Essa diminuição da área de absorção intestinal causa deficiências de vitaminas A, D, E, K e B12, cálcio, ácido fólico, ferro, zinco e magnésio, as quais podem manifestar-se como anemia, hiperqueratose, equimoses, espasmos musculares, problemas de coagulação e dor óssea.

Os pacientes que sofreram encurtamento do intestino delgado podem apresentar deficiência no crescimento (se a síndrome está presente desde a infância), desidratação, úlceras gástricas, proliferação exacerbada de bactérias e litíases biliares e renais.

Como o médico diagnostica a síndrome do intestino curto?

Para concluir que a condição do paciente se trata de uma síndrome do intestino curto, o médico conta, além dos sintomas típicos, com a história médica pregressa do paciente.

Como o médico trata a síndrome do intestino curto?

A condição de intestino curto geralmente é irreversível e por isso o tratamento consiste em compensá-la com medicações, adoção de hábitos alimentares favoráveis (evitação de certos alimentos), cirurgia para aumentar o intestino delgado e, por vezes, nutrição parenteral ou enteral.

As fórmulas terapêuticas principais incluem anti-diarreicos, suplementação vitamínica, inibidores da bomba de prótons, bloqueadores H2 (visando diminuir o ácido estomacal) e suplementos de lactase.

As mudanças de hábitos alimentares devem consistir sobretudo em aumentar a hidratação; dar preferência para carnes brancas; consumir alimentos obstipantes, como goiaba, maçã sem casca, banana-maçã, caju, batata da terra cozida, dentre outros; consumir, de preferência, vegetais cozidos, leite desnatado e queijo de baixo teor de gordura.

Devem ser evitados os alimentos gordurosos, incluindo amendoim, nozes e abacate, dentre outros; vegetais folhosos, como brócolis, acelga, alface, repolho, etc.; frutas que auxiliam contra a prisão de ventre, como mamão, ameixa, laranja, abacaxi e melão; alimentos ricos em enxofre, como aipo, agrião, brócolis, cebola, couve, couve-flor, espinafre, dentre outros; bebidas gaseificadas ou alcoólicas.

LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO FORTALECE DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA...

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21/09/2017 

Em vigor desde 2016, a lei garante uma série de direitos relacionados à acessibilidade, educação e saúde, além de estabelecer punições para atitudes discriminatórias...


O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência é celebrado nesta quinta-feira (21). Para assegurar dignidade e inclusão a cerca de 45 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira de Inclusão), em vigor desde 2016, garante uma série de direitos relacionados à acessibilidade, educação e saúde, além de estabelecer punições para atitudes discriminatórias.

A servidora pública, Gabriela Costa, conta que não enfrentou muitas dificuldades no mercado de trabalho por ter um tipo de distrofia muscular. 

Por outro lado, na escola e na universidade, a falta de adaptação das construções dificultava a locomoção por não serem adaptadas para pessoas com deficiência. “Na época em que eu estudava, não existia quase nenhuma regra de acessibilidade e vivi dificuldades nos prédios, a parte escolar foi bem mais difícil”, lembra.

Para ela, a falta de acessibilidade é fator crucial para a integração das pessoas com deficiência na sociedade. 

“Acredito que essa parte do acesso determina muito mais a deficiência do que a deficiência em si. O fato de ser deficiente não impede a pessoa em nada: eu viajei, estudei, sou casada, sou mãe. Mas existem as barreiras físicas, culturais, e essas que dificultam”, comenta. “O preconceito ainda existe, mas as coisas melhoraram muito, e isso tem a ver com a postura da pessoa com deficiência, de ir para a rua, mostrar-se como trabalhador, estudante, que tem capacidade”.

O secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Ministério dos Direitos Humanos, Marco Pellegrini, crê que a data é importante por “causar uma reflexão sobre o estágio do processo de inclusão. 

O Brasil editou a Lei Brasileira de Inclusão regulamentando vários produtos e serviços para as pessoas com deficiência”. 

Atualmente, são mais de 32 serviços oferecidos pelo governo às pessoas com deficiência, e o objetivo é estender a cobertura para todas as cidades do País.

Direitos

No Estatuto, foi determinada a proibição da cobrança de valores adicionais em matrículas e mensalidades de instituições de ensino privadas. Além disso, o texto define que quem impedir ou dificultar o ingresso da pessoa com deficiência em planos privados de saúde está sujeito à pena de dois a cinco anos de detenção, além de multa. A mesma punição se aplica a quem negar emprego, recusar assistência médico-hospitalar ou outros direitos a alguém devido à deficiência.



Empresas de táxi deverão reservar 10% das vagas para condutores com deficiência. Legislações anteriores já previam a reserva de 2% das vagas dos estacionamentos públicos para pessoas com deficiência, mas a nova lei garante que haja, no mínimo, uma vaga em estacionamentos menores. Os locais devem estar devidamente sinalizados, e os veículos deverão conter a credencial de beneficiário fornecida pelos órgãos de trânsito. A lei também exige que 10% dos dormitórios de hotéis e pousadas sejam acessíveis e que ao menos uma unidade acessível seja garantida.

As habitações do programa Minha Casa Minha Vida também podem ser adaptadas para as necessidades das pessoas com deficiência. Desde 2011, todas as unidades habitacionais do programa são construídas de acordo com as normas de acessibilidade. 

No mercado de trabalho, empresas com 100 ou mais funcionários são obrigadas a preencher de 2% a 5% dos cargos com pessoas com deficiência, que podem procurar vagas no portal Mais Emprego. Já nos concursos públicos, há reserva de 5% das vagas.

Benefícios

As pessoas com deficiência de qualquer idade, com impedimentos de natureza física, mental, intelectual ou sensorial de longo prazo (que produza efeitos pelo prazo mínimo de 2 anos), têm direito ao Benefício da Prestação Continuada (BPC) no valor de um salário mínimo mensal. Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário mínimo vigente. Mais informações sobre o agendamento estão disponíveis na página da Previdência Social.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil, Ministério dos Direitos Humanos, Ministério das Cidades, Previdência Social e Conselho Nacional de Justiça


ESCLEROSE MÚLTIPLA DE 10 MANEIRAS AFETA SEU CORPO DA CABEÇA AOS PÉS...

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19 DE SETEMBRO DE 2017

A esclerose múltipla (MS)  é uma doença crônica que apresenta muitos sintomas diferentes, uma vez que pode afetar qualquer parte do corpo humano. 

Enquanto não há duas pessoas que vivem com MS experimentam os mesmos sintomas, de acordo com  healthline.com , existem algumas maneiras mais comuns em que a condição afeta o corpo.

Cérebro
Problemas cognitivos como neblina cerebral, memória e problemas de concentração são comuns para pessoas que vivem com EM e muitos experimentam vertigem ou tonturas. Em casos raros, os pacientes também podem sofrer tremores ou convulsões.


Problemas de visão dos olhos são frequentemente um dos primeiros sinais de esclerose múltipla. 

Visão dupla, visão turva e dor nos olhos podem surgir de repente, mas na maioria dos casos, são temporários e são devidos a inflamação dos músculos ao redor do olho e podem ser retificados com medicação.

Orelhas

Em casos raros de EM, o dano ao tronco encefálico pode resultar em problemas de audição ou surdez. Novamente, a maioria dos casos são temporários, mas alguns podem sofrer danos permanentes à audiência.

Boca e garganta

Cerca de 40 por cento das pessoas que vivem com EM podem ter problemas com fala, fala geralmente complicada ou articulação problemática. Alguns também podem ter problemas para controlar o volume de seu discurso. Mais raras, algumas pessoas podem ter problemas com a deglutição, o que pode ser grave, pois isso pode levar a engasgar. Os fonoaudiólogos podem ajudar com os problemas de fala e de deglutição.

Armas e pernas

Os membros são mais susceptíveis de serem afetados pela esclerose múltipla, com pacientes que sofrem de uma variedade de doenças como dor, dormência e formigamento. As habilidades motoras finas e grossas estão envolvidas porque a coordenação mão-a-olho pode ser afetada e muitos sofrerão problemas de equilíbrio ou terão dificuldade em caminhar à medida que a doença progride.

Bexiga e intestino

Os danos no nervo podem levar a problemas de controle da bexiga e do intestino. Os problemas da bexiga são extremamente comuns em EM que afetam cerca de 80 por cento dos pacientes. Problemas intestinais como constipação, diarréia e falta de controle intestinal às vezes podem ser gerenciados através de dieta e exercício, mas em alguns casos, medicação ou cirurgia pode ser necessária.

Sistema reprodutivo

Não há evidências que sugerem que MS afeta a fertilidade em homens ou mulheres. E para as mulheres, muitos acham que o MS deles está em remissão durante a gravidez. No entanto, entre 20 por cento e 40 por cento recaem após terem dado à luz.

A disfunção sexual é comum na EM, isso pode ser devido a uma variedade de razões, tanto físicas como emocionais. 

O dano no nervo, a fadiga, a dor geral e os efeitos da depressão podem afetar a libido de uma pessoa. No entanto, estes podem ser superados com algum medicamento ou um pouco de planejamento.

Estrutura esquelética

O uso regular de esteróides e a falta de exercícios colocam pacientes com esclerose múltipla com maior risco de osteoporose. 

O exercício é importante para ajudar a manter os ossos fortes e saudáveis ​​e evitar o excesso de perda de densidade óssea. As pessoas com esclerose múltipla também são mais propensas a ser deficiente na vitamina D , o que desempenha um papel vital na saúde óssea.

Coração

Pesquisadores descobriram que as mulheres com EM são mais propensas a sofrer de problemas cardiovasculares do que aqueles sem a condição. O exercício regular e uma boa dieta são essenciais para ajudar a evitar problemas como acidente vascular cerebral, doença cardíaca ou insuficiência cardíaca.

FOI USADO TRADUTOR GOOGLE NESTA POSTAGEM...

O QUE O POVO SABE SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA...

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17 set 2017

Será que você sabe mais sobre essa doença do que a maioria das pessoas?
Apenas 53% dos entrevistados sabem de que se trata a doença.


Você sabe o que é esclerose múltipla?

Levantamento exclusivo da área de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril em parceria com a empresa MindMiners revela o grau de conhecimento e desconhecimento de 500 brasileiros a respeito dessa doença autoimune que afeta o sistema nervoso.

Será que você sabe mais do que elas? Veja os principais resultados abaixo:


 FONTE:https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-o-povo-sabe-sobre-esclerose-multipla/

Peixes gordos podem prevenir diabetes, obesidade e doença de Crohn...

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Precisava de mais motivos para comer salmão, cavala, atum, truta ou sardinhas?

O ómega 3 que os peixes gordos contêm aumenta a diversidade de bactérias boas no intestino, o que contribui para a saúde, segundo destaca um novo estudo.

Há anos que os cientistas e médicos consideravam que os peixes gordos contribuiam para um microbioma benéfico para a saúde, agora o maior estudo até à data, realizado por investigadores da Universidade Nottingham e do King’s College de Londres, confirma essas suspeitas.

Depois de analisarem os microbiomas intestinais de 876 mulheres e de testarem a diversidade e abundância das chamadas bactérias ‘boas’ em comparação com o seu consumo de ácidos gordos ómega 3 (medidos em questionários sobre a alimentação) e com os nutrientes que continham no sangue, os investigadores descobriram que as participantes que consumiam mais ómega 3 tinham mais nutrientes no sangue e um microbioma mais diversificado.

Como destaca o Daily Mail, há muito que se relaciona os microbiomas diversificados com o menor risco de diabetes, obesidade e doenças inflamatórias do intestino, como a colite ou a doença de Crohn.

No estudo publicado na revista Scientific Reports os investigadores fizeram questão de destacar que os efeitos do ómega 3 nos nutrientes no sangue e no microbioma só surgiam quando os participantes faziam dietas que também eram ricas em fibra e probióticos.