ESCLEROSE MÚLTIPLA DE 10 MANEIRAS AFETA SEU CORPO DA CABEÇA AOS PÉS...

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19 DE SETEMBRO DE 2017

A esclerose múltipla (MS)  é uma doença crônica que apresenta muitos sintomas diferentes, uma vez que pode afetar qualquer parte do corpo humano. 

Enquanto não há duas pessoas que vivem com MS experimentam os mesmos sintomas, de acordo com  healthline.com , existem algumas maneiras mais comuns em que a condição afeta o corpo.

Cérebro
Problemas cognitivos como neblina cerebral, memória e problemas de concentração são comuns para pessoas que vivem com EM e muitos experimentam vertigem ou tonturas. Em casos raros, os pacientes também podem sofrer tremores ou convulsões.


Problemas de visão dos olhos são frequentemente um dos primeiros sinais de esclerose múltipla. 

Visão dupla, visão turva e dor nos olhos podem surgir de repente, mas na maioria dos casos, são temporários e são devidos a inflamação dos músculos ao redor do olho e podem ser retificados com medicação.

Orelhas

Em casos raros de EM, o dano ao tronco encefálico pode resultar em problemas de audição ou surdez. Novamente, a maioria dos casos são temporários, mas alguns podem sofrer danos permanentes à audiência.

Boca e garganta

Cerca de 40 por cento das pessoas que vivem com EM podem ter problemas com fala, fala geralmente complicada ou articulação problemática. Alguns também podem ter problemas para controlar o volume de seu discurso. Mais raras, algumas pessoas podem ter problemas com a deglutição, o que pode ser grave, pois isso pode levar a engasgar. Os fonoaudiólogos podem ajudar com os problemas de fala e de deglutição.

Armas e pernas

Os membros são mais susceptíveis de serem afetados pela esclerose múltipla, com pacientes que sofrem de uma variedade de doenças como dor, dormência e formigamento. As habilidades motoras finas e grossas estão envolvidas porque a coordenação mão-a-olho pode ser afetada e muitos sofrerão problemas de equilíbrio ou terão dificuldade em caminhar à medida que a doença progride.

Bexiga e intestino

Os danos no nervo podem levar a problemas de controle da bexiga e do intestino. Os problemas da bexiga são extremamente comuns em EM que afetam cerca de 80 por cento dos pacientes. Problemas intestinais como constipação, diarréia e falta de controle intestinal às vezes podem ser gerenciados através de dieta e exercício, mas em alguns casos, medicação ou cirurgia pode ser necessária.

Sistema reprodutivo

Não há evidências que sugerem que MS afeta a fertilidade em homens ou mulheres. E para as mulheres, muitos acham que o MS deles está em remissão durante a gravidez. No entanto, entre 20 por cento e 40 por cento recaem após terem dado à luz.

A disfunção sexual é comum na EM, isso pode ser devido a uma variedade de razões, tanto físicas como emocionais. 

O dano no nervo, a fadiga, a dor geral e os efeitos da depressão podem afetar a libido de uma pessoa. No entanto, estes podem ser superados com algum medicamento ou um pouco de planejamento.

Estrutura esquelética

O uso regular de esteróides e a falta de exercícios colocam pacientes com esclerose múltipla com maior risco de osteoporose. 

O exercício é importante para ajudar a manter os ossos fortes e saudáveis ​​e evitar o excesso de perda de densidade óssea. As pessoas com esclerose múltipla também são mais propensas a ser deficiente na vitamina D , o que desempenha um papel vital na saúde óssea.

Coração

Pesquisadores descobriram que as mulheres com EM são mais propensas a sofrer de problemas cardiovasculares do que aqueles sem a condição. O exercício regular e uma boa dieta são essenciais para ajudar a evitar problemas como acidente vascular cerebral, doença cardíaca ou insuficiência cardíaca.

FOI USADO TRADUTOR GOOGLE NESTA POSTAGEM...

O QUE O POVO SABE SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA...

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17 set 2017

Será que você sabe mais sobre essa doença do que a maioria das pessoas?
Apenas 53% dos entrevistados sabem de que se trata a doença.


Você sabe o que é esclerose múltipla?

Levantamento exclusivo da área de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril em parceria com a empresa MindMiners revela o grau de conhecimento e desconhecimento de 500 brasileiros a respeito dessa doença autoimune que afeta o sistema nervoso.

Será que você sabe mais do que elas? Veja os principais resultados abaixo:


 FONTE:https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-o-povo-sabe-sobre-esclerose-multipla/

Peixes gordos podem prevenir diabetes, obesidade e doença de Crohn...

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Precisava de mais motivos para comer salmão, cavala, atum, truta ou sardinhas?

O ómega 3 que os peixes gordos contêm aumenta a diversidade de bactérias boas no intestino, o que contribui para a saúde, segundo destaca um novo estudo.

Há anos que os cientistas e médicos consideravam que os peixes gordos contribuiam para um microbioma benéfico para a saúde, agora o maior estudo até à data, realizado por investigadores da Universidade Nottingham e do King’s College de Londres, confirma essas suspeitas.

Depois de analisarem os microbiomas intestinais de 876 mulheres e de testarem a diversidade e abundância das chamadas bactérias ‘boas’ em comparação com o seu consumo de ácidos gordos ómega 3 (medidos em questionários sobre a alimentação) e com os nutrientes que continham no sangue, os investigadores descobriram que as participantes que consumiam mais ómega 3 tinham mais nutrientes no sangue e um microbioma mais diversificado.

Como destaca o Daily Mail, há muito que se relaciona os microbiomas diversificados com o menor risco de diabetes, obesidade e doenças inflamatórias do intestino, como a colite ou a doença de Crohn.

No estudo publicado na revista Scientific Reports os investigadores fizeram questão de destacar que os efeitos do ómega 3 nos nutrientes no sangue e no microbioma só surgiam quando os participantes faziam dietas que também eram ricas em fibra e probióticos.

Caminhos contra as dores crônicas...

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10.09.2017

Tratamentos como a neuromodulação, apesar de caros, são alentos para tormentos crônicos. Há opções baratas...

Tormentos que afetam três em cada dez pessoas diariamente no mundo inteiro, as dores crônicas aumentam a cada dia, principalmente em virtude do mau uso de aparelhos tecnológicos. Quase na mesma velocidade, tratamentos amenizam o drama. Embora ainda sejam caras, as alternativas contra a dor são alentos são como luz no fim do túnel.

Uma das opções mais avançadas, a neuromodulação é uma das que tem apresentado melhores resultados para auxílio no tratamento a curto e médio prazos, embora não seja indicada como primeira forma de tratamento. Trata-se da estimulação elétrica, seja dos nervos periféricos, seja do próprio cérebro, em áreas específicas, com o intuito de alterar ou inibir o sinal doloroso que chega à mente. Ou ainda modificar a forma com que ele é interpretado na cabeça de cada paciente.

Existem diversas técnicas dessa opção, que podem custar entre R$ 10 mil e mais de R$ 100 mil. No SUS, a neuromodulação está restrita a poucos hospitais em São Paulo e Santa Catarina.
"Cada técnica possui uma indicação, riscos e benefícios”, explica o neurocirurgião Rodrigo Marcelos, do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). De acordo com Rodrigo, a maioria desses tipos de pacientes se beneficia do tratamento medicamentoso e consegue exercer suas atividades cotidianas normalmente. Porém, uma parte desse grupo permanece com dor mesmo após terapias.

A dor é um sinal de que há algo errado.

 A maioria da população apresenta dor aguda, de característica autolimitada, como, por exemplo, quando somos atingidos por objetos. O local fica dolorido por algum tempo, depois vem o alívio. Já a dor crônica, caracteriza-se pela persistência dador por um período superior a 30 ou 90 dias”, define o médico.

Segundo a Associação Internacional Para o Estudo da Dor em acordo com Sociedade Brasileira de Estudo da Dor, esse tipo de sofrimento perene se caracteriza pela permanência da sensação dolorosa mais de 90 dias.

No Brasil, as dores crônicas que mais afetam a população, especialmente mulheres e trabalhadores braçais em sua maioria, são as de cabeça; musculares, incluindo coluna lombar, e nas articulações e as síndromes miofaciais, distensões musculares devido à falta de condicionamento físico, associado a má postura e trabalho extenuante. Sem contar a mais recentemente: a fibromialgia - condição onde o cérebro por um motivo ainda não bem esclarecido, possui sensibilidade à dor aumentada em múltiplos pontos.

A dor crônica provoca outros sintomas, como depressão, obesidade, apatia, sedentarismo, insônia e irritabilidade. Como a neuromodulação ainda é muito cara, pacientes recorrem, expressamente sob supervisão médica, a vários tipos de tratamentos alternativos, como a terapia cognitiva comportamental (variante da psicoterapia); massagens (contra dores musculares associadas a contraturas e tensões); acupuntura (indicada para dores miofasciais, contraturas, osteoartrite, osteoartrose, artrite reumatoide, e dores musculares crônicas); técnicas de relaxamento; fisioterapia (calor local ou de reabilitação dos movimentos); e atividades físicas (três veze por semana, com exercícios específicos para cada tipo de dor).

Em alguns casos, as dores crônicas só desaparecem ou atenuam, com injeções
locais, anti-inflamatórios, radiofrequência ou cirurgias. O combate à dor crônica
pode envolver profissionais multidisciplinares, como psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, profissionais de Educação Física, terapeutas ocupacionais, e da equipe médica, dependendo de cada caso. “Nem todo paciente irá necessitar de todo esse aparato, isso vai depender de cada caso”, observa Rodrigo.

Nem toda dor crônica também é possível se prevenir, isso vai depender da causa. O ideal é manter-se de uma maneira em geral saudável, tanto na parte física como alimentação. O psiquiatra Leandro Franco, da Clínica Popular RT Médicos (localizada na Penha, e que oferece atendimento em 18 tipos de especialidades, além e exames laboratoriais e de imagens, a preços populares), lembra que estudos indicam que dores crônicas incapacitam parcial ou totalmente 75% dos casos.

“A depressão, doença altamente prevalente na população Brasileira também ajuda na manutenção da dor e por isso deve receber atenção adequada”, adverte.

Fibrose cística afeta uma a cada 10 mil pessoas no Brasil...

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05/09/2017 

Teste do Pezinho, feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento, detecta a doença...
Condição gera produção de muco mais espesso que o normal, que leva ao acúmulo de bactérias e germes nas vias respiratórias e no pâncreas...

A fibrose cística é uma doença genética e crônica que atinge os sistemas respiratório e digestório, com incidência média no Brasil de uma para 10 mil pessoas. 

O Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística é celebrado nesta terça-feira (5) no País para esclarecer a população sobre a condição, que não é transmissível.

Não existe cura para a fibrose cística, também chamada de mucoviscidose. 

A doença é caracterizada pela produção de muco mais espesso que o normal, que leva ao acúmulo de bactérias e germes nas vias respiratórias e no pâncreas.  

Entre os sintomas mais comuns estão a tosse persistente, muitas vezes com catarro; pele e suor com sabor salgado; infecções pulmonares frequentes, como pneumonia e bronquite; chiados no peito; gordura nas fezes; baixo crescimento e pouco ganho de peso. 

A gravidade e frequência dos sintomas variam, mas a maioria dos pacientes os apresentam ainda nos primeiros anos de vida.

Com o diagnóstico precoce por meio do Teste do Pezinho, o paciente tem a qualidade de vida melhorada, podendo começar o tratamento logo cedo. O teste, realizado com a coleta de gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido, deve ser feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento.

Segundo a pneumologista pediatra, Luciana Monte, coordenadora do Centro de Referência Pediátrico em Fibrose Cística do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), os pacientes têm chegado ao hospital antes mesmo dos sintomas aparecerem, devido ao diagnóstico do Teste do Pezinho.

"Acompanhamos desde cedo, então vamos prevenindo os sintomas. Ainda não existe cura, mas no tratamento a gente fluidifica a secreção e faz fisioterapia para retirar a secreção acumulada, o que minimiza a progressão da doença", explicou. 

O tratamento dos pacientes deve envolver, além de medicamentos, programa de fisioterapia respiratória, hidratação, tratamento precoce das infecções respiratórias e fluidificação de secreções. O acompanhamento é multidisciplinar, envolvendo psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros especialistas.

A alteração genética é mais frequente em pessoas brancas. "Não é uma doença transmissível, é genética: o pai e a mãe têm de ter a mutação. Um fibrocístico e outro não podem ficar juntos no mesmo ambiente, porque podem passar bactérias entre si, mas não precisam ficar separados de outras pessoas", ressalta Luciana.