24 APR 2015 A Pharmaceutical Journal

Um grande estudo observacional sobre o uso de interferon beta ou acetato de glatiramer em esclerose múltipla remitente-recorrente descobriu que os seus efeitos são rentáveis ​​ao longo de seis anos.
O tratamento com interferon beta e glatiramer retarda a progressão suficientemente na esclerose múltipla para ser considerado de baixo custo.


Interferon beta e acetato de glatiramer cada reduzir progressão de incapacidade em 24-40% em pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (MS), de acordo com um estudo publicado no The Lancet Neurology [1] em 1 de Abril de 2015.


As duas drogas foram encontrados para ser rentável quando os dados de esquema de partilha de risco de esclerose múltipla do Reino Unido foram modelados ao longo de 20 anos.

"Nossos resultados suportam o comissionamento contínuo destas terapias modificadoras da doença por parte dos prestadores de cuidados de saúde", dizem os autores do estudo, liderados por Jacqueline Palace, do departamento de neurologia clínica, Oxford University Hospitals NHS Trust.

Em 2002, o então Instituto Nacional de Excelência Clínica (NICE) concluiu que o interferon beta e acetato de glatiramer seria rentável como terapias modificadoras da doença para MS somente se os benefícios por incapacidade de curto prazo notificados em ensaios clínicos foram mantidos. 

Como resultado, um sistema de partilha de risco foi criado para avaliar se os efeitos na progressão da incapacidade destas terapias conheci alvo de custo-efetividade da NICE de £ 36,000 por ano de vida ajustado pela qualidade projetado ao longo de 20 anos.

O estudo avaliou a relação custo-eficácia do acetato de glatiramer, o interferão beta-1b, e duas formulações de interferon beta-1a em seis anos. 

Os pesquisadores compararam a progressão da incapacidade em 4.137 pacientes com MS matriculados em regime de partilha de riscos do Reino Unido MS com a progressão dos pacientes não tratados, determinado por dados de modelagem de 898 pacientes, em British Columbia, Canadá, que se reuniu com os mesmos critérios de elegibilidade reincidente-remitente. Os pacientes incluídos no regime do Reino Unido tinham sido acompanhados por uma média de 5,1 anos.

Duas medidas - o (EDSS) pontuação e utilidade (a medida com base em resultados e qualidade de vida de EDSS) expandiu Disability Status Scale - foram utilizados para avaliar a progressão da incapacidade utilizando dois modelos estatísticos (o modelo Markov e modelo multinível). Uma relação de EDSS (tratado versus pacientes não tratados) de menos do que 100% implicou que progressão em tratamento foi mais lento do que o esperado, sem progressão do tratamento, enquanto que uma relação de utilidade de 62% ou menos (isto é, uma redução mínima de 38%) indicou custo-eficácia.

Usando ambos os modelos estatísticos, os pacientes do sistema de partilha de risco mostrou uma progressão mais lenta do que o previsto para EDSS controles não tratados (modelo Markov, 75,8% [IC 95% 71,4-80,2]; modelo multinível, 60,0% [IC 95% 56,6-63,4]) equivalente a uma redução relativa de 24% e 40% em progressão, respectivamente. E rácios de utilidade foram consistentes com relação custo-eficácia (modelo Markov, 58,5% [IC 95% 54,2-62,8]; modelo multinível, 57,1% [IC 95% 53,0-61,2]).

"Garantir a relação custo-eficácia de medicamentos cada vez mais caros está se tornando imperativo", dizem os pesquisadores, que apontam que os acordos de gestão escriturais e de partilha de risco entre os comissários e os fabricantes estão cada vez mais utilizado para entregar valor para o dinheiro com terapias novas e caras.

"A aplicação de modelos de prognóstico suporta o uso deste tipo de esquema para outras doenças crónicas para as quais estudos de longo prazo não são pensados ​​disso," os investigadores acrescentam.

Apenas 40% das pessoas elegíveis para terapias modificadoras da doença no Reino Unido estão acessando-os, o que é uma das taxas mais baixas da Europa, de acordo com Sally Hughes, diretor do programa para a política e as relações externas na Sociedade MS.

"Esta é uma prova robusta, que mostra esses tratamentos deficiência lento e, fundamentalmente, podem ser prestados no SNS, a um preço rentável - os resultados fornecem um pilar importante para o futuro do tratamento de MS e política de prescrição relacionados", diz ela. "É essencial que esses tratamentos continuam a ser prestados no SNS uma vez que o regime de pára a coleta de dados neste verão."

Quando os primeiros dados preliminares do sistema de partilha de risco MS foram publicados em 2013, o NICE anunciou que iria rever a sua orientação sobre o uso de interferon beta e acetato de glatiramer em pacientes com MS em 2015. 

Isso irá "permitir a incorporação de remitente-recorrente dados maduros do regime de partilha de riscos ", de acordo com um porta-voz de Nice.

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23 abril 2015

 

Em artigo, especialistas defenderam que a alimentação, e não o exercício, é a chave para combater a obesidade.

A atividade física tem um papel relativamente pequeno no controle do peso e a atenção de políticas públicas contra a obesidade deveria estar na qualidade da alimentação. 

É o que defende um artigo assinado por médicos em uma publicação científica britânica. 

 

 

"A atividade física regular reduz o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e algumas formas de câncer em até 30%", escrevem pesquisadores no British Journal of Sports Medicine. 

Eles querem desfazer o que chamam de "mitos" sobre exercício e obesidade. "A atividade física não promove a perda de peso", argumentam. 

O texto, assinado por três especialistas da Grã-Bretanha, Estados Unidos e África do Sul, põe a culpa do problema da obesidade no alto consumo de açúcar e carboidratos nas dietas modernas. 

E ataca a indústria alimentícia por incentivar a percepção equivocada de que o exercício possa compensar os efeitos negativos da má alimentação. 

"A Coca-Cola, que gastou US$ 3,3 bilhões em publicidade em 2013, empurra a mensagem de que 'toda caloria vale'; eles associam seus produtos com o esporte, sugerindo que é tudo bem consumir suas bebidas desde que você se exercite", escrevem. 

"A ciência nos diz que isto é enganoso e equivocado. O que é crucial é a origem das calorias. As calorias do açúcar promovem depósitos de gordura e fome. As calorias da gordura promovem saciedade", afirmam. 


Mau hábito 
 
Os cientistas dizem que até 40% dos indivíduos com peso considerado normal enfrentarão anormalidades metabólicas associadas com a obesidade por causa de hábitos alimentares inadequados. 

Também observam que a obesidade representa "apenas a ponta do iceberg" dos efeitos adversos da má alimentação na sociedade. 

"Segundo o relatório sobre o peso global das doenças da (publicação científica) Lancet, uma dieta pobre já gera mais doenças que a inatividade física, o álcool e o fumo juntos." 


Para o cardiologista Aseem Malhotra, da Academy of Medical Royal Colleges, na Grã-Bretanha – um dos médicos que assinam o artigo – "uma pessoa obesa não precisa fazer nenhum exercício para perder peso, só precisa comer menos". 

"Minha maior preocupação é que a mensagem que está sendo transmitida ao público sugere que você pode comer o quanto quiser, desde que se exercite. 

Isto não tem base científica. Você não pode compensar os efeitos de maus hábitos alimentares fazendo exercício", disse. 


'Pouco científico' 

 
Mas para outros médicos, minimizar a importância do exercícios físico é arriscado. Mark Baker, do Instituto Nacional de Saúde e Excelência do Tratamento, recomenda "uma dieta equilibrada em combinação com a atividade física". Para ele, seria uma "idiotice" abrir mão de uma coisa ou de outra. 

A federação britânica de comidas e bebidas disse que "os benefícios da atividade física não são uma moda ou conspiração da indústria". 

"Um estilo de vida saudável deve incluir tanto uma dieta equilibrada quanto exercício físico", afirmou uma porta-voz. 

A indústria diz que se compromete com esse objetivo ao incluir informação nutricional nas embalagens e oferecer alimentos com menor teor de sal, açúcar e gordura. 

"Esse artigo parece questionar a raiz de recomendações oficiais para o consumidor que se baseiam em fatos", atacou a porta-voz. "Isso cria confusão." 

ANTICONVULSIVANTES DROGA AJUDA NEURITE ÓPTICA NA ESCLEROSE MÚLTIPLA...

2015/04/23

A Relação Entre convulsões, neurite óptica e Esclerose Múltipla PODE Parecer Difícil de entendre, mas OS Resultados de Um Novo Estudo a lancar Alguma luz Sobre o ASSUNTO.


Parece Que o anticonvulsivante Comum Chamado fenitoína TEM CAPACIDADE um de Ajudar a Prevenir o Desenvolvimento de neurite óptica aguda, Uma Doença ocular visto freqüentemente em PESSOAS Que Tem Esclerose Múltipla.


Neurite óptica aguda E um Inflamação do nervo Que transporta como Mensagens relativas à estimulação visual do olho Para o Cérebro.


A Inflamação PODE Levar uma súbita Visão embaçada, dor e Cegueira parcial UO total.Embora OS indivíduos PODEM, eventualmente, Recuperar-se de hum ataque de neurite óptica aguda, Cada Episódio Resulta Em Algum Dano Ao olho.


Resultados Sistemas Operacionais Mais recente Estudo, Que Será apresentado na Academia Americana de Neurologia 67ª Reunião Anual POR Raju Kapoor, MD, do Hospital Nacional de Neurologia e Neurocirurgia, em Londres, Reino Unido, poderia ter Finalmente hum Impacto Significativo Sobre os indivíduos Que sofrem com ESTA Condição potencialmente alterando-vida Associada com a Esclerose Múltipla.


Fenitoína, Que É Uma droga anticonvulsivante USADO frequentemente Pará Parece Ser Eficaz na Abordagem of this desafio visual.


This constatação de VEM UM Estudo de 86 indivíduos com neurite óptica aguda that were aleatoriamente designados parágrafo assumir Uma 4 mg / kg / dia de fenitoína OU UM placebo Durante Três meses.O Tratamento foi Iniciado não Prazo de Duas Semanas de ter síntomas.


Os Pesquisadores utilizaram AVANÇADOS de Imagem Para determinar a espessura da retina e also TestOU de Todos os patients Pará a Percepção de núcleos e nitidez.


ELES descobriram que:


Geralmente, Os indivíduos that tomaram fenitoína tinham 30 POR Cento Menos Danos Às SUAS Fibras nervosas da retina fazer that OS Participantes Que tomaram placebo

Pacientes Que tomaram fenitoína Teve 34 POR volume de Cento Maior da mácula that that aqueles tomaram placebo.A mácula, Que É extremamente Sensível à luz, E a área do olho afetado POR indivíduos that desenvolvem a degeneração macular, a principal causa de Perda de Visão em Adultos Acima de 50 años.

Em 50 ATE POR Cento das Pessoas diagnosticadas com Esclerose Múltipla, Problemas de Visão São hum Sinal de Apresentação. Na Verdade, neurite óptica e A síndrome de Apresentação em 20 POR Cento dos Doentes com MS e, de a Acordo com Edward J. Atkins, MD ", MUITAS PESSOAS para-, um Diagnóstico de neurite óptica E Equivalente a ter hum Elevado Risco de EM. "

Que o Tratamento Atual Pará neurite óptica aguda E geralmente Esteroides intravenosos (metilprednisolona), seguido de hum esteroide oral (prednisona).


This Abordagem Não Tem impacto Nenhum resultado visual final de uma pessoa e desenvolva de frequentemente efeitos secundarios, Tais Como pressao sanguinea Elevada, alterações de humor, ganho de peso, e Risco aumentado de Infecção, Entre Outros.


Claramente, São Necessárias Otras opções de Prevenção e Tratamento do Pará neurite óptica.Mais Pesquisas São Necessárias Para determinar se a fenitoína poderia Ser Uma tal Opção.

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CÂMERA FEDERAL APROVA PROPOSTA QUE OBRIGA O SUS A TRATAR SÍNDROME DE FIBROMIALGIA...

17-04-2015 

A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou o projeto (PL 6858/13) que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer tratamento para pessoas com síndrome de fibromialgia ou fadiga crônica.



A doença causa dor difusa e crônica nos músculos e ossos, mas a pessoa também pode apresentar fadiga, distúrbios do sono, rigidez matinal e paralisia de extremidades, entre outros sintomas.

A proposta garante ao paciente atendimento multidisciplinar com médicos, psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas, além de assegurar o acesso a exames, assistência farmacêutica e outras terapias.

Favorável à matéria, a relatora, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), assinalou que a fibromialgia é uma síndrome dolorosa extremamente incômoda para aqueles por ela acometidos. 

“Como não causa alterações em exames complementares, de imagem ou laboratoriais, era comum que os pacientes ficassem sem diagnóstico, ou pior, que fossem rotulados como simuladores.”


Benedita ressaltou ainda que hoje existem critérios clínicos para diagnosticar a fibromialgia de forma segura, e medidas terapêuticas comprovadas. 

"No entanto, mais que em outros casos, o tratamento adequado depende de abordagem multidisciplinar, incluindo, além de medicamentos, exercícios físicos e apoio psicoterápico."

Ela lembrou que como a enfermidade acomete somente entre 2% e 4% da população, as medidas não representarão impacto significativo sobre o SUS, seja sob o aspecto financeiro seja sob o aspecto de pessoal.

A autora do projeto, deputada Erika Kokay (PT-DF), acredita que, além do reconhecimento da doença, a expansão desse atendimento ao SUS possibilitará que o tratamento da síndrome possa, inclusive, transformar-se em política pública de saúde. 

"Com essa política de atendimento na saúde, no SUS, para as pessoas com fibromialgia, nós estamos, primeiro, reconhecendo a doença, dando visibilidade a ela, possibilitando que essas pessoas possam, enfim, resgatar suas vidas ou ter suas vidas de volta, [por meio] desse atendimento multissetorial".


Doença frequente

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a fibromialgia é uma das doenças reumatológicas mais frequentes. 

Segundo a representante da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação do Distrito Federal (ABBR-DF), doutora Cláudia Barata Ribeiro, ainda há muito preconceito em torno da síndrome, que afeta principalmente mulheres - cerca de 90% dos diagnósticos. 

"Mais ou menos 50% dos pacientes que possuem fibromialgia possuem depressão. 

Não são todos que apresentam depressão. Muita gente tem fibromialgia e não tem depressão. Muita gente, hoje em dia, fala que isso é doença da cabeça, que não é uma patologia real, que isso não existe, é emocional. 

Não é emocional. Existem vários trabalhos científicos mostrando que o cérebro do paciente com fibromialgia é diferente de quem não a possui".

Quem sofre com as dores da doença acredita que a mudança na legislação, além de ampliar o tratamento médico, fará com que o tema seja mais debatido na sociedade. Essa é a opinião de Fernanda Gotti, que também sofre com a depressão. 

"Quando vêm as crises, vem junto, também, a depressão. Então, eu fico péssima, sinto dores. Eu tenho que tomar muitos remédios. [Você] sente muita dor de cabeça, não consegue dormir, dói o corpo, os tendões, o músculo, tudo dói".

Tramitação

O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Fonte: Agência de notícias da Câmara Federal

ANVISA APROVA NOVO MEDICAMENTO PARA TRATAMENTO DA HEPATITE C...

22/04/2015

Viekira Pak é o quarto medicamento registrado este ano no Brasil para combater a doença.



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje no Diário Oficial da União o registro do Viekira Pak (ombitasvir, veruprevir, ritonavir, dasabuvir). 

Este é o quarto medicamento para o tratamento da hepatite C registrado este ano no país.

Segundo a Anvisa, o remédio passa a integrar uma lista de medicamentos inovadores, também composta pelo Daklinza (daclatasvir), Olysio (simeprevir) e Sovaldi (sofosbuvir), que tiveram processos de análise de registros priorizados pela agência a pedido do Ministério da Saúde.


De acordo com o órgão, durante a avaliação, todas as etapas para o registro de um medicamento no país, como análise da tecnologia farmacêutica, de eficácia e de segurança, foram cuidadosamente mantidas.

O medicamento Viekira Pak foi aprovado na forma farmacêutica, constituído por comprimidos revestidos de ombitasvir (12,5 mg), veruprevir (75 mg) e ritonavir (50 mg) associados e comprimidos revestidos de dasabuvir, na concentração de 250 mg.


A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV), presente no sangue. 

Entre as causas de transmissão mais comuns estão a transfusão de sangue e o compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para a confecção de tatuagem e colocação de piercings.

CINCO BENEFÍCIOS DE BEBER ÁGUA EM JEJUM...

16 abril 2015

Dois litros de água por dia é o que a maior parte dos nutricionistas e médico aconselha 
A maior parte do organismo humano é formada por água, 75% dos músculos é água, por exemplo. Portanto, é importante consumir uma boa quantidade de água diariamente para manter a saúde.



Com a ingestão de água provocamos uma diurese maior, o que favorece a eliminação de toxinas e previne algumas doenças.

Os especialistas vão mais longe e insistem na importância do consumo da água em jejum. Mas por que?

Segundo o Instituto Europeu de Hidratação, a água é o solvente que permite muitas das reações químicas vitais do organismo, ajudando a manter as funções corporais.
Confira abaixo uma lista dos benefícios, segundo o instituto.

Cinco benefícios do consumo de água em jejum:

  1. Uma hidratação adequada é importante para o funcionamento correto do cérebro. Quando estamos hidratados adequadamente, as células do cérebro recebem sangue oxigenado e o cérebro permanece alerta.
  2. O consumo adequado de água é essencial para o bom funcionamento dos rins, ajudando-os a eliminar através da urina os resíduos e nutrientes desnecessários.
  3. A água melhora o trato digestivo, já que é necessária na dissolução dos nutrientes para que estes possam ser absorvidos pelo sangue e transportados para as células.
  4. A água também é uma grande aliada da pele, ajudando a manter a elasticidade e a tonicidade.
  5. A água também atua como um lubrificante para os músculos e articulações: ajuda a proteger as articulações e também o melhor funcionamento dos músculos.
Carmen García Torrent, nutricionista e licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, afirmou que o recomendável é tomar de um a dois copos de água em jejum e, em seguida, continuar bebendo o líquido o resto do dia até chegar aos dois litros.

A nutricionista também afirmou que, depois da ingestão de água, é preciso esperar pelo menos dez minutos antes de fazer alguma refeição para que a água possa atuar sobre o corpo.

Terapia

 

Associação Médica do Japão aconselha a 'Terapia da Água'

A prática do consumo de água com o estômago vazio é muito popular no Japão e os japoneses seguem o que se conhece como "Terapia da Água".

Apesar de não haver estudos que verifiquem isto, a Associação Médica do Japão afirma que este tratamento é eficaz para várias doenças, entre elas, problemas cardíacos.

E, abaixo, veja como é esta terapia.
  • Ao acordar, beba quatro copos de água, antes até de escovar os dentes.
  • Não se pode beber mais nada até 45 minutos depois de beber a água.
  • Passado este tempo, a pessoa pode comer e beber normalmente.
  • Até duas horas depois do café da manhã também não se pode comer nem beber nada.
  • A água deve estar na temperatura ambiente ou morna, preferivelmente. E não deve conter flúor ou outros químicos.

Efeitos negativos

 

Carmen García Torrent afirma que a água em jejum tem mais benefícios se ingerida com limão  

 

 

A sede é um reflexo da desidratação e, por isso, é aconselhado não esperar sentir sede para beber água.

Mas, segundo a nutricionista Carmen García Torrent, ingerir água em excesso também é prejudicial.
"Beber mais de três litros de água pode ter efeitos negativos para saúde."


"Ao urinar, a pessoa não elimina apenas água, também perde sais minerais. Se beber muita água, faz os rins trabalharem mais sem necessidade", disse.

De qualquer forma, Carmen afirmou que é muito raro que as pessoas cheguem a beber três litros de água por dia, a não ser nos casos em que a pessoa faça muito exercício e o clima esteja muito quente.

AS AMEAÇAS OCULTAS DA INFECÇÃO VAGINAL MAIS COMUM...

22/04/2015

A vaginose bacteriana pode levar a outras doenças sexualmente transmissíveis, como a gonorreia.
Vaginose bacteriana, fácil de ser tratada com antibióticos, mas difícil de ser detectada, pode levar a parto prematuro e aborto.



Amanda Butler, uma britânica de 42 anos, teve uma gravidez normal até o rompimento da bolsa na 25ª semana.

Pouco depois do incidente, Amanda descobriu que o parto prematuro foi provocado por uma infecção comum que muitas vezes nem é percebida pela mulher.


A vaginose bacteriana, ou VB, é a infecção vaginal mais frequente em mulheres com idades entre 15 e 44 anos e é causada quando há uma quantidade excessiva de certos micro-organismos que provocam o desequilíbrio bacteriano na vagina.

Se não for tratada, esta infecção pode causar partos prematuros, problemas de fertilidade e um risco maior de contrair outras doenças sexualmente transmissíveis.

Um dos problemas da vaginose bacteriana é que, em algumas situações, o problema não é diagnosticado devido à ausência de sintomas.

Os sintomas, quando presentes, são: 

#secreção vaginal branca ou acinzentada e pouco espessa, cheiro, dor, coceira ou dor na vagina.

Algumas mulheres também apresentam um forte cheiro de peixe, especialmente depois de manter relações sexuais.

"Há provas que sugerem que, se não for tratada, a vaginose bacteriana pode provocar problemas durante a gravidez", disse à BBC Mundo Eduardo Cortés, especialista em ginecologia e obstetrícia do Kingston Hospital NHS Foundation Trust, da Grã-Bretanha.

Segundo Cortés, as complicações na gravidez relacionadas à VC são:

- Parto prematuro
- Aborto (sem ser no primeiro trimestre)
- Rompimento mais cedo da bolsa amniótica
- Infecção das membranas que formam a bolsa e o líquido amniótico
- Infecção e inflamação do revestimento do útero depois do parto.


A doença também ter consequências dramáticas para a gravidez, causando até o aborto.


"Durante a gravidez é normal que ocorra mais secreção vaginal, mas no momento em que a grávida notar algo diferente, deveria ir ao médico", afirmou o especialista.

Cortés afirma que "uma vez diagnosticada, a vaginose bacteriana é muito fácil de tratar com antibióticos".

Doenças e infertilidade

Também há provas de que a vaginose bacteriana aumenta o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis.


"Isto acontece provavelmente devido a uma mudança no equilíbrio bacteriano dentro da vagina, que reduz a proteção contra estas doenças", disse Cortés.

E, apesar de a ligação entre os dois problemas não estar clara, algumas evidências sugerem que a VB também pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença inflamatória pélvica, um problema que pode afetar o útero, trompas e outras partes do aparelho reprodutor feminino.

Se esta doença for diagnosticada precocemente, também é possível tratá-la com antibióticos.

"Estima-se que entre 10% e 20% das mulheres que sofrem desta infecção correm risco de desenvolver problemas de infertilidade", disse Cortés.

Entre os sintomas do problema estão:

- Dor na pélvis ou no abdome inferior
- Incômodo ou dor durante relações sexuais
- Sangramento entre menstruações ou depois de relações sexuais.

Apesar de causas da vaginose bacteriana serem desconhecidas, uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, sugeriu que as mulheres que usam gel e sabão para lavar as partes íntimas correm maior risco de desenvolver a doença.

MULHERES COM FIBROMIALGIA TÊM MAIS FINOS NERVOS CORNEANOS...

21 de abril de 2015
NEUROPATIA FIBRA PEQUENO EM MULHERES COM FIBROMIALGIA. UMA AVALIAÇÃO IN VIVO UTILIZANDO CORNEAL CONFOCAL BIO-MICROSCOPIA
A linha consistente de investigação sugere que a fibromialgia é uma síndrome de dor neuropática.


Esta perspectiva foi recentemente reforçada por vários estudos controlados que descrevem a diminuição da densidade de fibras nervosas pequena em biópsias de pele de pacientes com fibromialgia.



A córnea recebe a mais densa inervação fibra pequena do corpo.



Bio-microscopia confocal de córnea é um novo método não invasivo para avaliar a morfologia de fibras nervosas da pequena.



Nosso objetivo foi avaliar a morfologia da córnea de fibras nervosas pequeno em pacientes com fibromialgia, e associar nervosas da córnea características microscópicas com descritores de dor neuropática e outros sintomas da fibromialgia.

MÉTODOS:

Foram estudados 17 pacientes com fibromialgia e 17 indivíduos de controle saudáveis ​​da mesma idade.


Todos os participantes completaram questionários diferentes em relação aos sintomas da fibromialgia, incluindo um levantamento dor neuropática.



Uma varredura de espessura corneana central foi obtida com um microscópio confocal.



Nervosas medições foram feitas por um único oftalmologista sem conhecimento do diagnóstico clínico.



Espessura do nervo do estroma foi definido como a média entre a maior e a parte mais estreita de cada nervo analisados ​​estromal.Densidade nervo plexo sub-basal Corneal também foi avaliada.




Resultados:



Os pacientes com fibromialgia tinham espessura nervo estromal de 5,0 ± 1,0 micrômetros (média ± desvio padrão) significativamente diferentes dos valores do controle (6,1 ± 1,3) p = 0,01.



Os pacientes também tinham diminuição da densidade nervo plexo sub-basal por milímetro quadrado (85 ± 29) vs. 107 ± 26 de controles de p = 0,02.



Quando os controles e os pacientes foram agrupados, houve uma associação entre magreza nervo estromal e descritores de dor neuropática (de Fischer exato teste p = 0,007).



As mulheres que sofrem de fibromialgia têm mais finos nervos estroma corneal e densidade nervo plexo sub-basal diminuído quando comparado com controles saudáveis. Escassez nervo está associado com os descritores de dor neuropática.



Neuropatia fibra pequeno pode desempenhar um papel na patogênese da dor da fibromialgia.



Microscopia confocal de córnea poderia tornar-se um teste útil no estudo de pacientes com fibromialgia.



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O QUE É SARCOIDOSE?

INFORMAÇÃO...

A sarcoidose é uma doença autoimune na qual ocorre a inflamação de diferentes órgãos e tecidos do corpo humano ao mesmo tempo, como gânglios linfáticos, pulmões, fígado, olhos, pele, entre outros.
Em termos médicos, a sarcoidose é uma doença glanulomatosa, ou seja, uma forma de inflamação crônica que o organismo pode desenvolver em resposta à agressão de diversos agentes. 



Sinônimos

Doença de Besnier-Boeck

Causas

Os médicos não sabem a causa exata da sarcoidose, mas sabe-se que é uma doença autoimune, ou seja, em que o próprio sistema imunológico ataca as células e tecidos saudáveis do corpo por engano.
Da mesma forma, algumas pessoas parecem ter uma predisposição genética para desenvolver a doença, que pode ser desencadeada pela exposição a bactérias específicas, vírus, poeira ou produtos químicos. Existem pesquisas a fim de encontrar os genes e elencar algumas substâncias que possam estar associadas à sarcoidose.
Nesta doença, pequenos coágulos de tecido abdominal (granulomas) se formam em certos órgãos do corpo. Os granulomas acumulados dão início a um processo inflamatório que resulta na perda de função do órgão em questão.

Fatores de risco

Qualquer pessoa pode desenvolver sarcoidose, mas alguns fatores podem aumentar as chances. Veja:
  • Idade e sexo: a sarcoidose ocorre frequentemente entre 20 e 40 anos. Além disso, pessoas do sexo feminino são ligeiramente mais propensas a desenvolver a doença
  • Etnia: afrodescendentes têm maior incidência de sarcoidose do que caucasianos
  • Histórico familiar: Uma pessoa que tenha algum familiar com sarcoidose têm mais chances de desenvolver sarcoidose. 

Sintomas de Sarcoidose

Os sinais e sintomas da sarcoidose variam de acordo com os órgãos e tecidos afetados. A doença, algumas vezes, se desenvolve gradualmente e provoca sintomas que duram por anos. Outras vezes, os sintomas aparecem subitamente e desaparecem com a mesma rapidez. Existem casos de sarcoidose em que os pacientes não apresentam sintomas. Nestes casos, a doença só é descoberta durante exames de rotina.
Apesar de os sintomas serem diferentes para cada órgão afetado, há um conjunto de sintomas que aparece sempre:
Para muitas pessoas, a sarcoidose começa com esses sinais e sintomas:
  • Fadiga
  • Febre
  • Inchaço dos gânglios linfático
  • Perda de peso.

Sintomas no pulmão

Quase todas pessoas com sarcoidose eventualmente apresentam problemas pulmonares, que podem incluir:
  • Tosse seca persistente
  • Falta de ar
  • Respiração alta
  • Dor no peito.

Sintomas na pele

Aproximadamente um quarto das pessoas que têm sarcoidose desenvolvem problemas de pele, que podem incluir:
  • A erupção de protuberâncias vermelhas, geralmente localizadas nas pernas e tornozelos
  • Feridas na pele que podem ocorrer no nariz, nas bochechas e orelhas
  • Mudança de cor de pele, tornando-se mais escura ou mais clara
  • Pode haver o surgimento de nódulos sob a pele, particularmente em torno de cicatrizes ou tatuagens.

Sintomas na visão

A sarcoidose pode afetar os olhos sem causar nenhum tipo de sintoma, por isso é importante estar sempre em dia com o oftalmologista. Algumas vezes, no entanto, esses sintomas podem surgir:
  • Visão turva
  • Dor nos olhos
  • Vermelhidão
  • Sensibilidade à luz
  • Coceira.

Sintomas no sistema nervoso

Os principais sinais de sarcoidose quando atinge o sistema nervoso são:
  • Dor de cabeça
  • Convulsão
  • Fraqueza de um lado do rosto. 

Buscando ajuda médica

Embora sarcoidose nem sempre seja um problema de saúde grave, pode causar danos no longo prazo para os órgãos afetados. Consulte um médico se manifestar quaisquer sinais e sintomas que sugiram sarcoidose.

Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar sarcoidose são:

  • Clínico geral
  • Oftalmologista
  • Dermatologista
  • Pneumologista
  • Gastroenterologista
  • Angiologista
  • Neurologista.
Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
  • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Qual a intensidade de seus sintomas?
  • Os sintomas são frequentes ou ocasionais?
  • Você sente dores? Onde?
  • Você teve febre recentemente?
  • Você notou alguma mudança em sua respiração, visão ou pele?
  • Você já foi diagnosticado com alguma outra condição de saúde?
  • Você faz uso de algum tipo de medicamento? Qual?.

Diagnóstico de Sarcoidose

A sarcoidose pode ser difícil de diagnosticar porque a doença provoca poucos sinais e sintomas em seus estágios iniciais. Quando os sintomas ocorrem, eles variam de acordo com sistema de órgãos afetados - sem contar que são muito similares aos sinais de outras doenças.
O médico provavelmente irá começar o processo de diagnóstico com um exame físico, examinando as lesões de pele, os olhos e a respiração. Só que o exame físico não basta para concluir o diagnóstico. Alguns exames podem ajudar a excluir outras possíveis causas e determinar quais partes do corpo foram afetadas pela doença. Os testes que poderão ser solicitados são:

  • Radiografia
  • Tomografia computadorizada
  • Exame de ressonância magnética
  • Exames de sangue
  • Testes de função pulmonar
  • Exame do olho.
O médico pode pedir uma biópsia, em que uma pequena amostra de tecido é retirada de uma parte do corpo que acredita-se ter sido afetada pela sarcoidose. A análise é feita em laboratório e o resultado costuma ser bastante preciso e assertivo. 


Tratamento de Sarcoidose

Ainda não existe cura para sarcoidose. Caso não haja presença de sintomas, o paciente pode ser dispensado do tratamento - mesmo porque sarcoidose, muitas vezes, desaparece por conta própria. O monitoramento dos órgãos e tecidos afetados pela doença, no entanto, deve continuar mesmo que a pessoa não manifeste nenhum tipo de sinal ou sintoma.
Geralmente, o tratamento de sarcoidose é feito à base de medicamentos ou via transplante.

Medicamentos

Se a função do órgão for comprometida, o paciente provavelmente fará o tratamento medicamentoso. Os remédios recomendados pelos especialistas incluem: corticosteroides (anti-inflamatórios), anti-rejeição, anti-malária e inibidores de fator de necrose tumoral-alfa.

Cirurgia

O transplante de órgãos pode ser considerado se a sarcoidose afetou severamente seus pulmões ou fígado, a ponto de causar danos irreversíveis. 
 
 

Convivendo/ Prognóstico

Siga à risca as orientações médicas e tome as medicações conforme indicado. Além disso, mantenha um estilo de vida saudável e, caso seja necessário, faça uso de medicamentos de venda livre para a dor, como analgésicos.

Complicações possíveis

Para a maioria das pessoas com sarcoidose, a condição desaparece por conta própria sem consequências duradouras. Mas a sarcoidose também pode ser crônica, com longa duração, podendo evoluir para complicações de saúde em diversas partes do corpo. Confira:

Pulmões

Sarcoidose pulmonar não tratada pode causar a danos irreversíveis ao tecido entre os pulmões, tornando a respiração mais difícil.

Olhos

A inflamação pode afetar quase qualquer parte do olho e pode, eventualmente, causar cegueira. É raro, mas sarcoidose também pode causar catarata e glaucoma.

Rins

A sarcoidose pode afetar a forma de absorção do cálcio pelo corpo, causando problemas aos rins e levando, assim, à insuficiência renal.

Coração

Granulomas dentro do coração podem interferir nos batimentos cardíacos, causando perturbações do ritmo do coração e, em casos raros, a morte.

Sistema nervoso

Um pequeno número de pessoas com sarcoidose pode desenvolver problemas relacionados ao sistema nervoso central. Nesses casos, há formação de granulomas no cérebro e na medula espinhal. A inflamação em nervos pode causar a paralisia daquela área. 
 
 

Prevenção

Infelizmente, não há formas conhecidas de se prevenir sarcoidose.