II SIMPÓSIO DA ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DOS PORTADORES DE ESCLEROSE MÚLTIPLA



O simpósio será em 01 de setembro  de 2012.


Se for possível,compareça,sua presença é muito importante.

André Ponce. 

Mais informaçãoes:

ESTUDO MUDA VISÃO SOBRE AGRAVAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

21 de agosto de 2012

Uma nova pesquisa envolvendo ressonância magnética (MRI) mostra que mudanças no fluxo sanguíneo do cérebro, associadas com anormalidades nas veias, não são específicas da Esclerose Múltipla e não contribuem para seu agravamento, apesar do que alguns cientistas já especularam. Os resultados do estudo estão publicados online na revista Radiology.

 

"A ressonância magnética permitiu uma avaliação precisa do fluxo sanguíneo cerebral que foi crucial para os nossos resultados", afirmou Simone Marziali, do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Universidade de Roma Tor Vergata. A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central em que o sistema imune do corpo ataca os nervos. Existem diferentes tipos da enfermidade, e os sintomas e a gravidade variam.

Pesquisas recentes sugerem uma associação entre a doença e insuficiência venosa cerebrospinal crônica (CCSVI, na sigla em inglês), uma condição caracterizada por comprometer o fluxo sanguíneo nas veias que levam sangue ao cérebro. A relação aumentou a especulação de que a Esclerose Múltipla poderia ser tratada com procedimentos endovasculares. No entanto, o papel das alterações no fluxo sanguíneo encefálico em pacientes de esclerose ainda é incerto.

Para investigar a associação, os pesquisadores italianos compararam o fluxo sanguíneo em 39 pacientes de Esclerose Múltipla e 26 indivíduos saudáveis. A partir disto, 25 dos pacientes e 14 do grupo saudável deram positivo para CCSVI, com base nos resultados do ultrassom com doppler colorido. Os pesquisadores usaram dinâmica do contraste por ressonância magnética para avaliar o fluxo sanguíneo no cérebro dos dois grupos de estudo.

Enquanto os pacientes de CCSVI mostraram diminuição do fluxo cerebral e do volume em comparação com os que não têm a insuficiência, não houve interação significativa entre a esclerose múltipla e a doença. Além disso, os pesquisadores não encontraram correlação entre o fluxo e volume sanguíneo na matéria branca do cérebro e a gravidade de Esclerose Múltipla.

De acordo com Marziali, os resultados sugerem que a CCSVI não é uma condição patológica relacionada com Esclerose Múltipla, mas provavelmente é um processo acessório que ocorre no decurso da doença, mas não está necessariamente relacionado com ela. Isso é importante porque, até o momento, os estudos sobre a prevalência de CCSVI em pacientes com esclerose múltipla têm sido inconclusivo.

"Essa pesquisa demonstra claramente a importância do papel da ressonância magnética em definir e entender as causas da Esclerose Múltipla", disse Marziali.

FONTE:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6091449-EI8147,00-Estudo+muda+visao+sobre+agravamento+da+esclerose+multipla.html

 

TECNOLOGIA QUE MELHORA DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DE TUMORES NEUROENDÓCRINOS CHEGA AO BRASIL

Mais precisão 20/08/2012

Novo radiofármaco permite uma resolução até três vezes melhor do que tomografia e ressonância magnética.

Um novo tipo de radiofármaco (medicamento marcado com material radioativo), capaz de detectar com mais precisão, tumores neuroendócrinos já está disponível no Brasil. O anúncio foi feito hoje no sábado, durante o Simpósio Villas Boas sobre Tumores Neuroendócrinos, em Brasília.

O médico nuclear indiano Vikas Prasad, uma das maiores autoridades do mundo em câncer neuroendócrino, explicou que esse tipo de tumor é derivado de células do sistema endócrino e pode estar localizado em qualquer parte do corpo, sobretudo no pâncreas, nos pulmões e no intestino.

A doença tem diagnóstico difícil e é considerada rara, já que acomete cinco pessoas em cada grupo de 100 mil habitantes. Mas os casos, segundo Prasad, vêm aumentando de forma significativa nas últimas duas décadas. O médico avaliou que a chegada do novo tipo de radiofármaco ao Brasil é importante em razão da numerosa população e da disponibilidade de profissionais capacitados para o diagnóstico e o tratamento.

É uma terapia cara, mas de custo aceitável. Por que sair do país quando se pode oferecer esse tipo de tecnologia aqui? O diagnóstico precoce do câncer neuroendócrino é importante para evitar a metástase [estágio mais avançado do câncer], e o Brasil tem profissionais capacitados para isso — destacou.

Até então, o diagnóstico desse tipo de câncer no país era feito por meio de tomografias e ressonâncias magnéticas, que permitem uma visualização limitada do tumor. Já o novo radiofármaco permite uma resolução até três vezes melhor, além de identificar lesões menores.

O cirurgião oncológico do Instituto Nacional de Câncer (Inca) Rinaldo Gonçalves ressaltou que o novo tipo de radiofármaco permite um exame mais rápido, sem necessidade de o paciente voltar no dia seguinte para repetir o procedimento médico. 

O médico vai saber o quão extensa é a doença e tratá-la melhor — disse Gonçalves.

Não há um levantamento oficial de quantos brasileiros são acometidos pelo câncer neuroendócrino, mas um comparativo indica que o Inca acompanha, todos os anos, cerca de 500 casos de carcinoma (tumor maligno desenvolvido a partir de células epiteliais), enquanto os casos de tumor neuroendócrino somam apenas 30 ou 40 no mesmo período.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/tecnologia-que-melhora-diagnostico-e-tratamento-de-tumores-neuroendocrinos-chega-ao-brasil-3859246.html


FICAR MUITO TEMPO SENTADO PODE GERAR CONDROPATIA NOS JOELHOS

Efeito do sedentarismo  19/08/2012

Longos períodos sentados devem ser evitados para para que haja um bom equilíbrio muscular dos membros inferiores.
Problema pode ser evitado com bom equilíbrio muscular dos membros inferiores.

Grande parte da população trabalha sentada. A inatividade, além de comprometer o funcionamento do coração e do pulmão, prejudica ossos e articulações, como os dos joelhos.

De acordo com o ortopedista Paulo Henrique Araujo, pacientes que ficam muito tempo sentados, com os joelhos dobrados, e os sedentários, que apresentam um fortalecimento muscular inadequado e mau alongamento dos grupos musculares dos membros inferiores, podem desenvolver condropatia da articulação femoropatelar, também chamada de condromalácia. Trata-se de um desgaste que acomete a cartilagem da patela ou da tróclea, uma região do fêmur onde a patela se articula.

Quando o joelho fica dobrado em um ângulo maior do que 40 graus, a patela passa a fazer contato com a tróclea de maneira mais intensa, provocando uma sobrecarga da patela contra o fêmur. Além disso, o desequilíbrio muscular provocado pelo sedentarismo modifica a biomecânica normal do joelho, levando também à sobrecarga da articulação femoropatelar e ocasionando a condropatia — explica o ortopedista.

Se um dos joelhos sofre de condropatia da articulação femoropatelar, a saúde e a funcionalidade do outro também pode ficar comprometida. Isso acontece por dois motivos: ou porque o outro joelho pode ter as mesmas deficiências musculares que originaram o problema no primeiro, ou porque o outro joelho acaba sendo sobrecarregado para desempenhar parte das ações que deveriam ser divididas entre os dois.


Mulheres são mais acometidas


A condropatia da articulação femoropatelar ocorre por uma modificação na biomecânica normal destas juntas, que impõe uma fricção maior no deslizamento da patela contra a tróclea. Os principais sintomas são dor, estalidos e rangidos.

Embora o problema possa ser diagnosticado em ambos os sexos, as mulheres são mais acometidas por apresentarem características anatômicas que favorecem essas lesões — revela o médico.

Segundo Araujo, o principal tratamento da condropatia da articulação femoropatelar é feito por meio do reequilíbrio muscular, que pode ser adquirido durante sessões de fisioterapia. O tratamento deve ser individualizado, pois cada paciente apresenta uma deficiência específica. A intervenção medicamentosa também pode ser instituída para recuperar as áreas de perda cartilaginosa, porém com sucesso variável.

O médico esclarece, ainda, que o tratamento cirúrgico é menos frequente, mas possível em casos específicos. A técnica empregada no tratamento cirúrgico, seja ela minimamente invasiva por meio de artroscopia ou através de cirurgia aberta, dependerá do grau da lesão apresentada e, principalmente, das causas que levaram a essa lesão.


Problema pode ser evitado


As condropatias são irreversíveis. Ao tratar as lesões, o que se deseja é eliminar ou diminuir os sintomas, principalmente a dor.

O índice de reincidência de dor é alto se o paciente não controlar o déficit que motivou a lesão. Ou seja, se a limitação muscular, uma falta de alongamento adequado ou falta de fortalecimento muscular desejável, não for constantemente combatida, ela pode desencadear novamente os sintomas alerta o médico.

Por isso, de acordo com Araujo, a melhor saída é sempre a prevenção. 

— As condropatias podem ser evitadas, principalmente, com um bom equilíbrio muscular dos membros inferiores. Além disso, evitar situações de risco, como ficar muito tempo com os joelhos dobrados e subir escadas muitas vezes ao dia, também pode ajudar — recomenda.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/ficar-muito-tempo-sentado-pode-gerar-condropatia-nos-joelhos-3856682.html

 

CORAÇÕES MAIS FRÁGEIS

18 de agosto de 2012 
  
Mortes por infarto em mulheres aumentam cinco vezes em uma década.

O coração das mulheres está cada dia mais vulnerável ao infarto. Fisiológica e anatomicamente, nada mudou, pois a estrutura cardiovascular feminina sempre foi mais delicada. O que tem contribuído para o aumento da incidência de mortes é a maior exposição aos fatores de risco que antes afetavam mais os homens.

A partir de meados dos anos 1970, o estilo de vida feminino cedeu mais espaço ao estresse, a dietas desequilibradas, ao sedentarismo, à hipertensão e às altas taxas de colesterol ruim (LDL). Cerca de 30 mil mulheres morrem de ataques cardíacos por ano no Brasil. Para se ter uma ideia da dimensão do problema, o câncer de mama faz 11 mil vítimas no país anualmente. Na década de 1950, para cada cem homens que morriam de enfarto, 10 mulheres faleciam pelo mesmo motivo. Em 1990, a proporção era de 100 para 17. Atualmente, é de cem para 50.

Para o cardiologista César Jardim, especialista do Hospital do Coração de São Paulo (HCor/SP), o trabalho confirma a constatação da Associação Americana do Coração: as doenças do coração não estão mais relacionadas tão predominantemente aos homens.

– Elas carregam ainda danos exclusivos, como as alterações hormonais ao longo da vida, agravados na menopausa – lamenta o médico.

Atenção necessária

De acordo com a cardiologista Regina Coeli de Carvalho, presidente do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o enfarto feminino foi pouco estudado até duas ou três décadas atrás.

– Hoje, sabemos que a doença coronariana é mais incidente na mulher 10 anos depois do início do climatério, mas os riscos de infarto já são maiores a partir dos 45 anos. Depois dos 70, a disputa está bem acirrada entre eles e elas – sustenta.

Os especialistas também notam que, como os vasos femininos são mais delicados, as lesões nas artérias e as comorbidades, ou seja, complicações decorrentes do enfarto, são maiores entre as mulheres também.

– Elas demoram mais a procurar a emergência, porque subestimam os sintomas. Infelizmente, estudos europeus e americanos constatam que os médicos também negligenciam mais os sinais do enfarto na mulher – destaca Regina.

E as mulheres que têm casos de enfarto entre pais e irmãos devem ficar ainda mais atentas.

– Fatores como hipertensão, diabetes, obesidade e tabagismo são perfeitamente controláveis. A herança familiar não – explica a cardiologista Edna de Oliveira.


ESTUDO SUGERE NOVAS ABORDAGENS PARA TRATAR A ESCLEROSE MÚLTIPLA

17/08/2012

Esclerose múltipla: doença autoimune atinge o sistema nervoso e pode provocar perda do controle muscular, dificuldades com a visão e equilíbrio, e até paralisia.
Segundo pesquisa alemã, a transfusão de determinadas células do sistema de defesa pode ser opção de terapia para essa e outras doenças autoimunes.

Uma descoberta feita por pesquisadores da Universidade Johannes Gutenberg, na Alemanha, pode ajudar a compreender os mecanismos pelos quais a Esclerose Múltipla, uma doença autoimune cuja causa é desconhecida e para a qual não há cura, atinge uma pessoa. Segundo os especialistas, as células dendríticas, que pertencem ao sistema imunológico e que antes foram apontadas como uma das causadoras da condição, além de não desencadear o problema, podem ainda proteger um indivíduo contra a esclerose. Essas conclusões foram relatadas em um artigo publicado nesta semana no periódico Immunity.

 CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Dendritic Cells Ameliorate Autoimmunity in the CNS by Controlling the Homeostasis of PD-1 Receptor+ Regulatory T Cells

Onde foi divulgada: periódico Immunity

Quem fez: Nir Yogev, Friederike Frommer, Dominika Lukas, Ari WaismanSee e outros

Instituição: Universidade Johannes Gutenberg, Alemanha

Resultado: As células dendríticas, do sistema imunológicos, não ajudam a desencadear a esclerose múltipla e podem contribuir para uma melhora da resposta autoimune. Portanto, é possível que a transfusão dessas células em pacientes com a doença possa ajudar no tratamento dessas pessoas.

 De acordo com essa nova pesquisa, o que ocorre é o contrário. Em testes feitos com camundongos suscetíveis à Esclerose Múltipla, os cientistas retiraram as células dendríticas dos animais. Eles observaram que, mesmo assim, eles continuaram predispostos à doença e ainda apresentaram piores respostas autoimunes e uma maior incidência de outras doenças. “Nossas descobertas sugerem que as células dendríticas mantêm a imunidade sob controle. Portanto, transferir essas células a pacientes não só com Esclerose Múltipla, mas também com outras doenças autoimunes, pode ser uma nova forma eficaz de tratá-los”, diz Ari Waisman, coordenador do estudo.


Opinião do especialista

Luiz Domingos Melges
Neurologista e membro da Academia Brasileira de Neurologia

"A Esclerose Múltipla ocorre quando os linfócitos T, células do nosso sistema de defesa, ficam 'contaminados' e, em vez de proteger o nosso organismo, invadem o sistema nervoso central, passam a agredi-lo e provocam diversos sintomas relacionados ao mau funcionamento dos neurônios.
Essa doença é muito complexa e ninguém sabe ao certo o motivo pelo qual os linfócitos são 'contaminados'. Por isso, há um campo muito grande de pesquisas nessa área, e muito dinheiro é investido nos estudos em torno da esclerose. Esse novo estudo, assim como os outros, é muito importante para a melhor compreensão da doença e para que novos tratamentos sejam desenvolvidos. 
Porém, é importante lembrar que a pesquisa foi feita com animais, e que nem sempre os resultados se reproduzem em seres humanos.

Hoje não há cura para a Esclerose Múltipla, mas os tratamentos com remédios avançaram muito e melhoraram de forma significativa a qualidade de vida dos pacientes. Os medicamentos são capazes de interromper o progresso da doença, embora não a eliminem completamente. Até 2013, ao menos seis novas drogas serão disponibilizadas ao redor do mundo para o tratamento da condição." 



MÉDICOS DESFAZEM PRINCIPAIS MITOS EM TORNO DA HOMEOPATIA

Terapia desvendada 17/08/2012 

Os remédios homeopáticos, assim como os alopáticos, utilizam o efeito placebo em suas composições.
Opção terapêutica é uma das que mais crescem no Brasil.

Reconhecida como especialidade médica no Brasil desde a década de 80 e incentivada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a ser implantada em todos os sistemas de saúde do mundo, a homeopatia é a opção terapêutica com aceitação cada vez maior entre os brasileiros. Mas é verdade que os tratamentos homeopáticos estiveram sempre à sombra de mitos, que mais atrapalham do que ajudam pessoas que poderiam se beneficiar da homeopatia na hora de buscar tratamento.

Mesmo cercada de informações confusas, "pouquíssimos pacientes abandonam o uso da homeopatia em busca da alopatia, fato que, no caminho contrário, acontece cada vez mais", afirma Yechiel Moises Chencinski, médico pediatra e homeopata.

— Os medicamentos homeopáticos são eficazes tanto em doenças crônicas como em doenças agudas — comenta o especialista Fabio Almeida Bolognani, presidente da Federação Brasileira de Homeopatia (FBH).

Para esclarecer os principais mitos que rondam a opção terapêutica, médicos especialistas e uma farmacêutica do maior fabricante mundial desses medicamentos ajudam a esclarecer os mitos sobre o tratamento homeopático.


:: Medicamentos homeopáticos são apenas bolinhas de açúcar. Não fazem efeito.


Segundo o Chencinski, os remédios homeopáticos, assim como os alopáticos, utilizam o efeito placebo em suas composições. No entanto, não são compostos de bolinhas de açúcar: são medicamentos com princípios ativos ultradiluídos


:: A homeopatia só é eficiente em doenças crônicas.


A médica pediatra Geisa Quental explica que não existe essa diferença. Tanto as doenças crônicas quanto agudas podem ser tratadas pela homeopatia com rapidez.


:: Quem adere à homeopatia não deve fazer tratamentos alopáticos, para não misturar as coisas.


Segundo Zan Mustachi, médico geneticista e pediatra e diretor-clínico do Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo, essa afirmação não é verdadeira. Tanto a concomitância quanto qualquer cambialidade entre alopatia e homeopatia são aceitas.


:: Homeopatia só pode ser considerada uma medicina preventiva.


Fabio Bolognani, da FBH, esclarece que, na verdade, quando falamos em doenças crônicas, as formas de tratamento em geral tendem a ser preventivas.


:: Para a homeopatia, as doenças somente surgem quando há um desequilíbrio emocional.


As doenças podem ter causas externas também, como no caso de uma contaminação ou um acidente. O que a homeopatia acredita é que sintomas emocionais compõem o conjunto sintomático que, se não levado em conta, torna o tratamento parcial.


:: Não é fácil tratar com homeopatia porque tem que tomar bolinhas de hora em hora.


Cada tratamento varia de acordo com a necessidade do paciente. Dependendo do grau de intensidade e dos sintomas da doença, o estímulo ao sistema imunológico deve ser mais ou menos frequente.


:: O tratamento é muito longo.


Cada caso é um caso e requer um tipo de tratamento. Dependendo da doença, pode ser necessário um tratamento por tempo prolongado para retornar o paciente ao seu equilíbrio, sem necessidade de usar qualquer medicamento continuadamente, explica Chencinski.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/medicos-desfazem-principais-mitos-em-torno-da-homeopatia-3855421.html


HOSPITAL SELECIONA PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA PARA PESQUISA

Moinhos de Vento  16/08/2012

Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre, está selecionando pacientes para participar de estudo com o uso de uma nova medicação via oral para Esclerose Múltipla. 

Os participantes devem ter diagnóstico de Esclerose Múltipla remitente-recorrente, idade entre 18 e 55 anos, e estar usando betainterferona. 

Mais informações e inscrições pelo telefone (51) 3314-2897 ou



CONFIRA DEZ SINAIS DE QUE SEU FILHO PRECISA USAR ÓCULOS

Pais, abram o olho 13/08/2012

Uma em cada 20 crianças tem algum problema de visão no ensino fundamental.

Se na idade pré-escolar uma em cada 20 crianças sofre de algum problema de visão, quando chegam ao ensino fundamental esse índice passa para uma em quatro. Essa diferença de cinco vezes entre as proporções faz com que muitas vezes os pais, e mesmo os professores, demorem a se dar conta do problema.

Tive uma paciente de seis anos que enfrentava sérias dificuldades de alfabetização porque tinha 12 graus de miopia em um olho e, até então, não havia sido diagnosticada. Pais e até mesmo professores devem estar sempre atentos às crianças e estimulá-las a usar óculos ou tampões sem preconceito, quando necessário. Trata-se de uma medida temporária e que pode impedir o comprometimento do rendimento escolar — diz o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo.


Ele aponta dez sinais de que a criança precisa usar óculos. 


::: Reclamar de dor de cabeça

Se a criança reclama com alguma frequência de dor de cabeça quando está em aula ou ainda quando faz a lição de casa, é preciso investigar. Principalmente se reclama de "dor na testa". Afinal, ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar direito — afirma o especialista.

::: Sentar muito perto da televisão

Ainda que as telas dos televisores tenham aumentado bastante nos últimos anos, algumas crianças insistem em sentar bem próximas à tevê, dando sinais claros de que talvez sofram de miopia. O mesmo é válido para games de bolso ou livros. Se o seu filho tiver o costume de aproximar os olhos de tudo o que precisa enxergar é um sintoma que precisa ser investigado — conta Neves.

::: Apertar os olhos para ler

Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode ser que inconscientemente esteja querendo melhorar o foco e usando o olho bom para ver bem. Trata-se de um sintoma clássico que deve ser avaliado — explica.

::: Andar de cabeça baixa

Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular, acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir problemas mais sérios como quedas — afirma.

::: Lacrimejar excessivamente

Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente, o que atrapalha muito a visão correta e, inclusive, o relacionamento com os colegas de classe — alerta.

::: Coçar os olhos insistentemente

Esse é um sinal clássico de fadiga ocular e deve ser investigado. Tanto pode ter origem em problemas de visão como pode estar relacionado à conjuntivite. Nos dias em que a umidade do ar está baixa, essa condição se intensifica tanto que pode até provocar lesões nas pálpebras — conta.

::: Mostrar dificuldade com a leitura

Quando a criança, já alfabetizada, não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou ainda de estrabismo e deve ser investigado — recomenda.

::: Acompanhar a leitura com um dedo

Eis outro sinal perceptível durante a leitura. Se a criança não conseguir ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas um caso de ambliopia (síndrome do olhinho preguiçoso), em que as letras e palavras parecem muito próximas, dificultando a leitura — explica.

::: Demonstrar sensibilidade à luz

Esse é outro sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode ser sinal de exotropia, um tipo de estrabismo — aponta.

::: Tapar um olho com a mão

— 
 Há crianças que automaticamente tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o "olho bom". Isso pode acontecer durante as atividades escolares ou até mesmo de lazer, como ver tevê. Tanto pode indicar um problema de ambliopia, como de estrabismo. Por isso, não pode passar sem ser devidamente investigado por um oftalmologista — conclui.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/confira-dez-sinais-de-que-seu-filho-precisa-usar-oculos-3852019.html


ESCOLIOSE PODE SER OBSERVADA EM SALA DE AULA

Má postura 13/08/2012

Atenção ao desenvolvimento da criança e do adolescente é fundamental durante o período escolar para o futuro tratamento.
Na adolescência, o desenvolvimento da estrutura óssea e muscular evidencia o desvio de coluna.

O desvio da coluna para a direita ou para a esquerda, formando um "S" ou "C", pode não apresentar sintomas, além de um desvio postural. Por isso, se o professor observa a postura errada das crianças nas aulas, pode ajudar a identificar problemas na coluna antes que eles se agravem.

O primeiro olhar é o do educador, que convive com o aluno no período escolar e percebe que tem algo diferente na postura dele. Esse diagnóstico é essencial para evitar que o paciente venha ao consultório com a escoliose em nível de cirurgia — observa o médico cirurgião ortopedista, Aldemar Roberto Mieres Rios.

O professor de educação física Wolmar Pinheiro Neto notou algo diferente em um dos seus alunos da 5ª série. 

Observei que a aluna tinha um ombro mais alto do que o outro e logo constatei um desvio postural — comenta Neto. 

Esse foi apenas o primeiro caso de uma série de outros que passariam pelo docente: estudantes com escoliose idiopática. A observação de Neto foi importante para que a aluna tivesse uma vida saudável. Ao perceber algo errado, o professor alertou a família e sugeriu que avaliassem a situação com especialistas.

— A escoliose pode aparecer em qualquer idade. Temos que estar atentos, principalmente no período da adolescência, pois o desenvolvimento da estrutura óssea e muscular evidencia esse desvio — explica o educador.


Escoliose idiopática


De acordo com o médico Aldemar Rios, as observações do professor são as mais comuns: diferença na altura dos ombros e do quadril e a presença de gibosidades, formando um aspecto "corcunda".

A escoliose idiopática é a manifestação de uma doença que pode acometer jovens em idade escolar, dividindo-se em infantil (zero a quatro anos), juvenil (cinco a nove anos) e em adolescentes (10 a 16 anos). A causa da deformidade é desconhecida, embora 30% dos pacientes tenham histórico de algum caso na família, segundo a Sociedade de Pesquisa em Escoliose.

Meninas costumam apresentar pelo menos o dobro de diagnósticos a mais do que o público masculino. No entanto, o índice é alarmante para ambos os gêneros.

A progressão da escoliose pode ocasionar problemas de insuficiência respiratória e cardíaca, pois o pulmão e o coração são comprimidos pela diminuição do tórax — explica Rios.

Ainda de acordo com o ortopedista, a coluna é prejudicada pelo desgaste precoce dos discos intervertebrais, causando hérnias e outras complicações no futuro, além dos problemas estéticos.


Atenção no período escolar


O tratamento depende do momento em que o paciente chega ao consultório. Casos com 10 a 25 graus precisam de acompanhamento clínico para evitar o índice de progressão. Índices maiores, que podem até ultrapassar 100 graus, são encaminhados para procedimentos mais sensíveis, como cirurgias. Por isso, a atenção ao desenvolvimento da criança e do adolescente se torna essencial durante o período escolar.

É muito difícil prevenir a escoliose. O ideal é fazermos um diagnóstico precoce, evitando futuras deformidades graves, que são de complicado tratamento. O olhar de professores, da família e das pessoas próximas ao paciente nunca será demais para evitar esse problema tão comum e tão grave — alerta o médico.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/escoliose-pode-ser-observada-em-sala-de-aula-3849442.html

PRÁTICAS E EXIGENTES

11 de agosto de 2012

Quem usa lentes deve cuidar com a higienização.


Difícil saber quem usa óculos hoje em dia. As lentes de contato seguem sendo a principal alternativa para quem é míope.

As mais comuns são as gelatinosas. Feitas de silicone ou hidrogel, oferecem melhor oxigenação à córnea e, normalmente, são descartáveis após um período que varia de um dia a um ano.

Esse tipo de lente tem diâmetro fixo e curva padrão. Escolhemos apenas o grau adequado – explica o oftalmologista Ricardo Castanheira.

Apesar de muito comuns, não corrigem o astigmatismo, distúrbio causado pelo formato irregular da córnea e que resulta na falta de nitidez da imagem.

Para esses casos, é melhor a lente dura, que tem uma qualidade de visão melhor, durabilidade maior e mais resistência a fungos e bactérias – explica o oftalmologista Clênio Fonseca.


Respeito ao tempo de uso

 

Um dos principais erros de quem usa lentes é usar mais do que o recomendado. Se o produto foi feito para durar um mês, usar por mais empo pode causar lesões sérias na córnea, conjuntivite e até uma úlcera.

Em uma comparação, a lente no olho seria como ter um saco plástico ao redor da cabeça, fica difícil respirar – explica Fonseca.

Durante o dia, com os olhos abertos, o oxigênio entra e, a cada piscada, o olho é irrigado com lágrimas que têm o gás diluído. Quem opta por elas deve firmar o compromisso de tirá-las, diariamente, antes de dormir, higienizá-las com soro específico e deixá-las no estojo durante a noite para evitar contaminação.

Para se ter uma ideia, cerca de 30% dos usuários de lentes as abandonam por problemas diversos ligados ao mau uso.

Manual do usuário


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Lave as mãos com sabonete para remover dos dedos restos de nicotina, perfume, oleosidade ou corpos estranhos que podem danificar as lentes. Devem ser evitados sabonetes com creme antisséptico, desodorante químico ou fragrância pesada porque pequenas porções dessas substâncias podem ser transferidas para os olhos.

>
Seque as mãos em toalhas que não soltem fiapos e mantenha as unhas sempre aparadas e limpas. É preciso também não esquecer de remover as lentes de contato antes de usar produtos em pálpebras e cílios.

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Para a limpeza, podem ser usadas soluções limpadoras surfactantes (substâncias que têm propriedades detergentes), limpadores enzimáticos ou soluções multiuso.

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A limpeza do estojo deve ser feita, pelo menos, uma vez por semana, com água quente, sem sabão, com utensílio tipo escova de dentes. Deixar o estojo secar ao ar livre e, depois de seco, guardá-lo fechado.

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Recomenda-se usar estojo descartável ou trocá-lo, pelo menos, a cada seis meses, pois nutrientes que desenvolvem microorganismos provenientes dos dedos ou da própria lente suja podem provocar infecções.


Jamais…



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Durma de lente

>
Descuide da higiene

> Compre lentes de procedência duvidosa

>
Exceda o número de dias ou horas determinados pelo médico que receitou as lentes

>
Use lentes sem recomendação de um oftalmologista

Fonte: Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea e Refratometria


AVANÇO DA IDADE PODE MASCARAR DOENÇAS GRAVES

Sinais do tempo 07/08/2012


Sensação de cansaço diária e dificuldade para andar podem não ser simplesmente sinais da idade.
Prestar atenção à saúde dos idosos é fundamental para chegar ao diagnóstico correto e garantir tratamento adequado.


A sensação de cansaço é diária, a disposição para brincar com os netos já não é a mesma, aquela tosse, geralmente com catarro, não passa e a falta de ar dificulta atividades simples do dia a dia, como ir até a padaria ou mesmo subir alguns lances de escada.

Quem convive com idosos pode até pensar que esses sintomas são típicos do envelhecimento natural, mas eles podem ser sinais de alerta comuns à DPOC — Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.

Enfermidade progressiva e incurável, a DPOC afeta o pulmão e compromete a capacidade respiratória, prejudicando a qualidade de vida dos pacientes.

No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, a DPOC acomete 8 milhões de pessoas, o que equivale a mais de 16% da população acima dos 40 anos. Os primeiros sinais, na maioria dos casos, surgem em pessoas acima dessa faixa etária, parcela que representa mais de 33% da população brasileira, mas é na idade mais avançada que a doença se torna mais grave.

— Ficar atento aos sinais simples que o corpo emite, como tosse, falta de ar e cansaço, pode ser determinante para garantir ao paciente o diagnóstico correto e o tratamento precoce — aconselha o pneumologista Clystenes Soares Silva, professor de Pneumologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).


Insuficiência respiratória


Com evolução lenta e progressiva, a DPOC é uma doença debilitante e incapacitante que altera o funcionamento dos pulmões, seja pela destruição do tecido pulmonar (chamado enfisema), seja pelo estreitamento dos brônquios, associada à produção excessiva de catarro (bronquite crônica) ou de ambos, combinados nas mais variadas proporções.

Um dos principais problemas da DPOC são as crises causadas pela falta de ar, popularmente conhecidas como "ataques do pulmão", que, quando ocorrem, podem levar os pacientes a internações. Em casos extremos, o desfecho é a morte por insuficiência respiratória. Segundo o Datasus, a DPOC mata 33 mil pessoas por ano no Brasil e deve se tornar a terceira causa de morte até 2030 em todo o mundo.

A boa notícia é que os medicamentos mais modernos disponíveis atualmente agem justamente na prevenção das crises.

— Os novos tratamentos são capazes de melhorar os sintomas, prevenir as crises e retardar a progressão da doença, por meio de sua ação antinflamatória — comenta Clystenes.

O médico ressalta que, embora não tenha cura, a DPOC é tratável e pode ser prevenida, interrompendo-se principalmente o cigarro e a aspiração de poluentes. 

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/avanco-da-idade-pode-mascarar-doencas-graves-3845574.html
 

CONSELHO DE MEDICINA CONDENA USO DE HORMÔNIOS PARA RETARDAR ENVELHECIMENTO

Juventude eterna?  07/08/2012 


"Envelhecimento não é doença", diz geriatra.
Órgão publicará uma resolução proibindo a indicação hormonal para pessoas saudáveis.

Parecer do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicado na segunda-feira indica que não há evidências científicas que justifiquem a prática da medicina antienvelhecimento, que tem como base o uso de hormônios como a testosterona, a progesterona e o corticoide. 

De acordo com o vice-presidente do órgão, Carlos Vital Corrêa, o documento vai servir de base para a publicação de uma resolução que proíba a indicação hormonal para pessoas saudáveis. Desta forma, profissionais de saúde que insistirem na prática vão responder por conduta antiética e estarão sujeitos a sindicâncias e sanções.

Dados do CFM apontam que pelo menos cinco médicos foram cassados nos últimos quatro anos por praticar procedimentos sem comprovação científica, enquanto dez profissionais foram punidos com suspensão.

— A questão da eterna juventude ainda está no campo das fábulas. Do ponto de vista técnico-científico, não há nenhuma afirmação de um procedimento que possa retardar ou retornar a juventude daquele que já envelheceu — destacou Vital.

Para a geriatra e membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Maria Lencastre, a manipulação hormonal deve ser indicada apenas nos casos em que o paciente apresente algum tipo de disfunção na produção de hormônios, como nos casos de hipotireoidismo (distúrbio hormonal que afeta o metabolismo do organismo).

Ela lembrou que o fator genético responde por um terço das causas do envelhecimento e que a melhor maneira de retardar o processo é a modificação de hábitos, que incluem a prática de exercício, a alimentação adequada e a perda de peso.

— Envelhecimento não é doença. Medicamentos que não são necessários, além do risco, significam custo com uma população que já tem grandes custos [com patologias como doenças do coração] — completou.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/conselho-de-medicina-condena-uso-de-hormonios-para-retardar-envelhecimento-3845578.html

SAIBA COMO ESCOLHER O MÉDICO CERTO PARA O SEU PROBLEMA DE SAÚDE

Hora da consulta 06/08/2012

Médicos generalistas podem indicar especialistas, quando for o caso.
Primeiro passo é procurar um clínico-geral para identificar os sintomas.

Quando surge um sintoma, não raro acompanha uma dúvida: a que profissional de saúde recorrer para buscar o tratamento correto? 


Segundo o médico Evandro Lima, sócio do site AvalDoc, que oferece serviço de marcação de consultas, o primeiro passo deve ser buscar um profissional mais generalista, que possa dar atenção primária ao paciente. É o caso de clínicos-gerais, pediatras, ginecologistas e dentistas, capazes de detectar os problemas e, se for o caso, encaminhar os pacientes para outros profissionais.

Especialistas, como endocrinologistas, ortopedistas, reumatologistas, nefrologistas e cirurgiões plásticos, por exemplo, são considerados o segundo passo a ser dado, em caso de necessidade. E há ainda os superespecialistas, médicos que, dentro de sua especialidade, tratam de problemas ainda mais pontuais, como é o caso de ortopedistas especializados em joelho, mão ou pé.

— O clínico-geral tem competência para resolver 95% dos problemas de saúde de um paciente. Muitas vezes, alguém que sofre de hipertensão vai diretamente a um cardiologista, sem saber que um clínico-geral pode ajudá-lo — exemplifica Lima.

A abordagem biopsicossocial também é fundamental. Alguns problemas de saúde, como a obesidade, por exemplo, apesar de serem comuns exigem um tratamento multidisciplinar, com médicos, psicólogos, nutricionistas e educadores físicos.

Lima comenta que buscar a indicação de médicos com amigos, parentes ou conhecidos é uma prática comum que faz parte da cultura do brasileiro. É usual, também, que profissionais de saúde indiquem colegas de outras especialidades, o que também ajuda no encontro de um bom profissional.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/saiba-como-escolher-o-medico-certo-para-o-seu-problema-de-saude-3842186.html

 

ESCLEROSE MÚLTIPLA,CONSCIENTIZAÇÃO E DIAGNÓSTICO PERCOCE

Domingo, 5 de Agosto de 2012


O mês de agosto é conhecido nacionalmente como o mês da conscientização sobre a Esclerose Múltipla, já que no dia 30 lembramos a luta contra essa importante doença. Esse destaque é dado, já que se trata de uma síndrome inflamatória do Sistema Nervoso Central, que atualmente acomete mais de 30 mil pessoas no Brasil (segundo dados da Abem, Associação Brasileira de Esclerose Múltipla), e mais de outros 2,5 milhões ao redor do mundo. É a mais conhecida e prevalente doença inflamatória do sistema nervoso que conhecemos atualmente.

Até o momento, a doença não possui uma causa definida, mas sabemos que acomete preferencialmente mulheres jovens e de raça branca, e que pode ter um curso insidioso e progressivo. Sua maior prevalência está no Hemisfério Norte do planeta, onde a população de brancos é maior; mesmo assim, sua atual prevalência no Brasil gira em torno de 5 a 10/100.000 habitantes, fato que nos coloca em atenção, sobretudo para a realização de um diagnóstico precoce e correto na população mais vulnerável.

Essa enfermidade ocorre por uma “falha” no sistema de defesa do organismo, que passa a atacar tipos celulares específicos do sistema nervoso, vulnerabilizando a função dos neurônios, principais células desse sistema. É chamada de múltipla, pois vários segmentos do sistema nervoso podem ser acometidos com o desenvolvimento do quadro, gerando sintomas variados, o que muitas vezes dificulta o diagnóstico, por ser confundida com outras síndromes neurológicas.

Os seus sintomas são diversos, podendo a síndrome se apresentar de diversas formas: alteração da visão, da força muscular, da sensibilidade, comprometimento do equilíbrio ou da marcha, que podem ocorrer em graus variados. A forma mais frequente da doença ocorre sob a forma de surtos e remissões, em que os sintomas ocorrem esporadicamente (durante a atividade inflamatória da doença), podendo até remitir espontaneamente, fato que em muitas ocasiões não leva o paciente a procurar ajuda especializada.

A Esclerose Múltipla é uma doença silenciosa e desconhecida pela maior parte da população, mas que atualmente atinge em grande parte grupos economicamente ativos da sociedade, podendo gerar importantes repercussões nas atividades diárias do paciente, sobretudo ao deixar sequelas, que na imensa maioria dos casos é irreversível. Trata-se de uma doença que não tem cura, mas há tratamento eficaz que pode coibir o avanço das lesões e, com isso, evitar a presença de sequelas mais graves. 

Felizmente, o tratamento clínico, de alto custo, é subsidiado pelo Estado há vários anos, sem ônus para o paciente.

A grande importância de datas como esta é tornar pública e notória a importância do diagnóstico e do tratamento da enfermidade, além de gerar discussões que promovam o conhecimento e a educação da sociedade em relação a doenças crônicas como essa. Informar a população quanto aos sinais e sintomas da doença é muito importante, uma vez que assim atingiremos o diagnóstico precoce, com o referenciamento adequado desses pacientes aos centros especializados. Seu diagnóstico não compreende uma sentença, mas apresenta a oportunidade de tornarmos a vida do paciente mais digna e com maior qualidade, objetivo primário do atual tratamento, após um diagnóstico correto.

 *Vanderson Carvalho Neri é medico neurologista. - vandersoncn@yahoo.com.br


CÉLULAS-TRONCO SÃO USADAS CONTRA RUGAS


Células-tronco são usadas contra as rugas.
A gordura e as células-tronco prometem rejuvenecer.
A procedimento tem baixo risco de rejeição, recuperação mais rápida, redução da dor e cicatrizes, um resultado mais natura.
 
Parecer mais jovem é um sonho de grande parte das mulheres e dos homens, principalmente aqueles que passaram dos 30 anos. Para isso, os adeptos aos procedimentos estéticos, dermatológicos e cirúrgicos estão sempre à procura de novidades no mercado. Uma delas é o preenchimento facial com gordura e células-tronco.

“A gordura atua como um preenchedor natural. As células-tronco melhoram a vascularização e a qualidade da derme, deixando-a mais brilhante, espessa e auxiliando na correção das cicatrizes, como as originadas pela acne, por exemplo. Além disso, estimulam a produção de colágeno, responsável pela firmeza”, explica o cirurgião plástico Romeu Fadul Jr.

O procedimento é simples e realizado em duas etapas. “Nós utilizamos apenas anestesia local para retirar uma pequena quantidade de gordura do corpo do paciente, que pode ser até mesmo aquela presente nos joelhos. Posteriormente, parte da gordura é enviada a um laboratório para separação das células-tronco. Numa segunda etapa, é realizado o enxerto de gordura e das células-tronco no rosto do paciente”, detalha Fadul.

Ainda de acordo com o especialista, novos estudos já indicam a quantidade média de gordura presente em cada região do rosto e o quanto se deve injetar, o que auxilia a diminuir os casos de deformidade facial por excesso de aplicação. “Hoje, o paciente quer realizar o rejuvenescimento do rosto com resultado natural. O desenvolvimento de estudos e tecnologias nos ajudam, cada vez mais, a conquistar a reposição de volume, redução de rugas e melhora no contorno facial”, ressalta.

Benefícios e desvantagens
Entre os benefícios do preenchimento facial com gordura e células-tronco estão: o baixo risco de rejeição, recuperação mais rápida, redução da dor e cicatrizes, um resultado mais natural e possibilidade de adiamento do lifting, técnica mais complexa para o rejuvenescimento facial. “Se o paciente realizar o preenchimento com idade entre 30 e 35 anos e o fizer a cada dois ou três anos, poderá ter um resultado melhor que o do lifting, sem que seja preciso se submeter a um tratamento muito invasivo. Cientes da importância dos benefícios, o número de adeptos cresceu 300% nos últimos seis anos, de acordo com pesquisas realizadas no Brasil e Estados Unidos, países que são referências em cirurgia plástica”, revela Fadul.

De acordo com o cirurgião plástico, as desvantagens desse procedimento são: a possibilidade de absorção parcial da gordura (de até 40% do volume injetado), deformidades por excesso de injeção de gordura, a possibilidade dos enxertos de gordura incharem se o paciente engordar e infecções. “Normalmente, as infecções são causadas por material inadequadamente esterilizado. “Para diminuir esse risco, hoje utilizamos apenas materiais descartáveis, incluindo as cânulas de lipoaspiração e injeção de gordura”.

Gordura x Ácido hialurônico
O especialista explica ainda que é possível substituir a gordura utilizada para o preenchimento facial pelo ácido hialurônico, mas ressalta que o resultado tem um prazo menor de duração. “O ácido hialurônico está presente no organismo e auxilia na hidratação e elasticidade da pele. Com a diminuição dele, ao longo dos anos, aparecem as rugas. A reposição pode ser feita por meio da aplicação da substância sintética, mas o corpo a absorve após cerca de seis e é preciso realizar a manutenção do procedimento. Já com a gordura, há apenas uma pequena reabsorção e a manutenção pode ser feita depois de dois ou três anos”, explica o cirurgião plástico.

Ainda de acordo com o médico, os benefícios da utilização das células-tronco nos enxertos de gordura ou ácido hialurônico são os mesmo. “Tanto no enxerto de gordura, quanto no de ácido hialurônico, verifica-se a melhora da pele após a utilização das células-tronco”, finaliza.

"Aplico botox desde os 25 anos"
A representante comercial Vilma dos Santos, 33, confessa que em busca sempre de melhorar a beleza, aos 25 anos fez preenchimento labial e botox na lateral dos olhos. "Não dói nada, faço uma vez a cada ano. Eu viciei no botox, pois rejuveneço após 10 dias do procedimento".

Questionada sobre a técnica com gordura e células-tronco, Vilma diz que não faria, pelo desconhecimento e por achar um pouco agressivo "mexer" com células.
 

ATIVIDADE FÍSICA IRREGULAR E DOR NAS COSTAS CAMINHAM JUNTAS

02/08/2012

Alongar é essencial.
Evitar reincidência é maior desafio no tratamento da lombalgia, diz médico.

A dor nas costas — lombalgia — é uma das lesões musculares mais comuns em quem faz exercícios físicos esporadicamente — o que, por si só, pode ser tão prejudicial à saúde quanto o sedentarismo, diz o ortopedista Rogério Teixeira da Silva, doutor em medicina esportiva pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

— Se a pessoa quiser fazer uma caminhada, alongamento, atividades leves, tudo bem. O problema é quando ela faz exercícios de alta intensidade e sobrecarga apenas duas vezes por semana, pois pode representar futuras lesões, além de não contribuir em nada para o condicionamento físico — afirma Silva.

No caso da lombalgia, explica ele, o maior desafio não se resume a controlar a dor, que tende a diminuir significativamente em até três semanas, mas a evitar a reincidência.

— A medida imediata a fazer para cessar a dor é parar o treinamento. Se o incômodo persistir, antes de tudo, deve-se procurar um médico para avaliar a extensão do problema, verificar a necessidade de exames complementares para o correto diagnóstico e indicar os tratamentos mais adequados para cada caso — informa o especialista.

Pilates, yoga e RPG (reeducação postural global) ajudam no tratamento, mas se o problema estiver em fase avançada a saída, em geral, é tomar medicamentos anti-inflamatórios.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/atividade-fisica-irregular-e-dor-nas-costas-caminham-juntas-3840603.html

A POLÊMICA DA PRÓSTATA

04 de agosto de 2012


Estudo questiona necessidade da cirurgia como estratégia para salvar vidas e estabelece novos parâmetros de tratamento.

Um novo estudo mostra que a cirurgia de câncer de próstata, que frequentemente causa impotência ou incontinência urinária, aparentemente não salva vidas de homens que estão nos estágios iniciais da doença. Em muitos casos, esses homens talvez não precisassem ter recebido tratamento algum.

As descobertas são baseadas no maior estudo já feito comparando a cirurgia de retirada da próstata com a estratégia de monitoramento. Os pesquisadores acrescentam que a preocupação crescente com a detecção do câncer de próstata e os esforços de tratamento nos últimos 25 anos, sobretudo nos Estados Unidos, têm sido equivocados, tornando milhões de homens impotentes, incontinentes e com medo de uma doença que sequer poderia matá-los. Cerca de 120 mil cirurgias de retirada da próstata são feitas por ano no país.

– Esse estudo representa o início de uma nova fase. Ele chama atenção para o fato de que muitos dos casos de câncer de próstata diagnosticados hoje não são perigosos – disse o professor de Urologia da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Leonard Marks, que não fez parte do estudo.

Ainda assim, a pesquisa, publicada recentemente no periódico The New England Journal of Medicine – e financiada pelo Ministério de Veteranos de Guerra, o Instituto Nacional do Câncer e a Agência de Pesquisa e Qualidade do Atendimento à Saúde – não deve fazer cessar o debate sobre quais as melhores formas de tratamento para homens com câncer de próstata.

Segundo o diretor do Centro de Pesquisa e Tratamento do Câncer da Universidade do Texas, em San Antonio, as descobertas não são relevantes para homens que estão nos estágios mais avançados da doença.

– O objetivo é focar ostestes em pacientes que tendem a ter tumores mais agressivos e para os quais o tratamento parece fazer diferença – diz Thompson, autor do editorial. – Deveríamos concentrar os exames em pacientes que têm propensão a desenvolver tumores mais agressivos, para os quais o tratamento parece fazer a diferença.

Câncer é o segundo mais letal em homens.

 Neste ano, cerca de 242 mil homens receberão um diagnóstico de câncer de próstata, em grande parte por causa do exame que indica altos níveis de PSA no sangue. Cerca de 28 mil homens morrem de câncer de próstata anualmente, o que faz com que ele seja o segundo câncer mais letal no caso dos homens, perdendo apenas para o câncer de pulmão. Ainda assim, estudos abrangentes mostram hoje que a detecção precoce por exame de PSA faz pouca ou nenhuma diferença para determinar se um homem morrerá ou não de câncer de próstata.

Em maio, a Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos emitiu uma recomendação controversa contra a realização regular do teste de PSA. A força-tarefa concluiu que o teste traz pouco ou nenhum benefício, mas sujeita os homens a ansiedade e a biópsias dolorosas, além de frequentemente encaminhá-los para tratamentos invasivos e arriscados. Porém, vários grupos médicos criticaram a descoberta, e o teste de PSA continua a ser uma parte consagrada do atendimento à saúde masculina na meia idade.

Timothy J. Wilt, principal autor do estudo publicado no The New England, disse esperar que os resultados deem mais confiança aos pacientes que estão nos estágios iniciais da doença, proporcionando a eles a opção do monitoramento. Isso porque cerca de 90 por cento dos homens que descobrem ter a doença em estágio inicial escolhem se submeter ao tratamento imediato com cirurgia ou radioterapia, disse ele.

– Muitos dos homens que recebem diagnóstico de câncer de próstata ficam com medo. Eles acham que se não forem tratados, vão morrer da doença. Nossos resultados demonstram claramente que isso não é verdade. A esmagadora maioria não morre caso a doença se não seja tratada – afirma Wilt.


Preste atenção


O estudo incluiu apenas homens que estão nos estágios iniciais da doença, sendo que metade tinha descoberto a doença por meio do teste de PSA, um exame que mede o nível do antígeno específico da próstata no sangue. Cerca de 81% dos homens estavam no início da doença ou tinham um tumor localizado, o que significa que ele não havia se espalhado pela próstata.

CONGRESSO DE NEUROLOGIA DEBATE USO DE TOXINA BOTULÍNICA NO TRATAMENTO DE DISTÚRBIOS DO MOVIMENTO

Rigidez muscular 03/08/2012

Toxina botulínica é conhecida pelo nome comercial da marca Botox.
Tratamento, oferecido pelo SUS, pode beneficiar pacientes que sofreram AVC, paralisia cerebral ou Esclerose Múltipla.

O uso da toxina botulínica tipo A no tratamento da rigidez excessiva da musculatura de pacientes que sofreram AVC, traumas na medula, paralisia cerebral ou são portadores de Esclerose Múltipla será debatido por médicos durante o 25º Congresso Brasileiro de Neurologia, que ocorre em Goiânia, de 4 a 8 de agosto.

Chamada espasticidade, a sequela comum em pacientes com problemas no sistema nervoso central faz com que o indivíduo apresente dificuldades no movimento e, quando não tratada, pode resultar em contratura permanente do músculo, levando a uma maior incapacidade, dor e deformidade.

Dependendo da severidade e localização da espasticidade, os pacientes podem precisar de assistência para tomar banho, vestir-se, limpar-se, comer ou até andar.

A aplicação de toxina botulínica do tipo A pode ser indicada no tratamento, pois ajuda a reverter a rigidez muscular.

Acredito que um ponto importante a ressaltar é o alívio da dor, principalmente em crianças. Muitas mães relatam que os filhos apresentam uma tranquilidade maior e passam a ter também um sono melhor após a aplicação da toxina botulínica, pois estamos tratando a espasticidade e o relaxamento daquele músculo afetado — explica o neurologista Nasser Allan.

Segundo o médico, com o uso da toxina botulínica tipo A, há um ganho no processo de reabilitação, que poderá fazer com que a volta dos movimentos seja normalizada o quanto antes.

O tratamento com a toxina botulínica tipo A para espasticidade é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e existem diversos centros especializados pelo país para a realização da aplicação. 


Sobre a toxina botulínica


:: A aplicação da toxina botulínica ficou famosa no mundo todo pela indicação cosmética, no tratamento das rugas de expressão. No entanto, a substância foi descoberta para o tratamento terapêutico e aprovada em 1989 pelo FDA, órgão de vigilância sanitária dos Estados Unidos, como uma alternativa para tratar o estrabismo.

:: No Brasil, a toxina botulínica de marca comercial Botox, fabricada pela Allergan, recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fins terapêuticos em 1992.

Hoje, a marca possui nove indicações aprovadas no país: distonia, estrabismo, blefaroespasmo, espasmo hemifacial, linhas faciais hipercinéticas, espasticidade, hiperidrose, bexiga hiperativa e migrânea crônica, popularmente conhecida como enxaqueca crônica.

:: Botox é a marca comercial do produto fabricado pela empresa Allergan. Por se tratar de um produto biológico, possui características específicas, como dosagem, tempo de resposta terapêutica, duração de efeito e indicações aprovadas, devido ao processo de fabricação, tipo de cepa utilizada e envase.

:: Outras marcas de toxina botulínica presentes no mercado brasileiro possuem diferentes indicações, efeitos e dosagens aprovadas pela Anvisa, tanto no uso cosmético como terapêutico. Em função disso, cada toxina botulínica é considerada única. Por isso, Botox não deve ser utilizado como nome genérico desta classe de medicamento.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/08/congresso-de-neurologia-debate-uso-de-toxina-botulinica-no-tratamento-de-disturbios-do-movimento-3840671.html

PARIS HILTON , SALVA VIDA DE FÃ COM DOAÇÃO DE US$5 MIL

31 de julho de 2012

No mês passado, a socialite fez trabalho voluntário com o menino Oran, que sofre de paralisia.

A socialite Paris Hilton doou US$ 5 mil a Mike Oliveri, doente que sofre de distrofia muscular e luta para pagar seu tratamento. Oliveri, que conheceu a herdeira dos hotéis Hilton no início deste mês, em uma boate de Los Angeles, postou um vídeo em seu site pessoal, agradecendo por ela ter "salvo" a sua vida.

"Eu a conheci há cerca de uma semana e meia. Só pensei que ela era uma pessoa muito doce... Nós nos tornamos amigos e ela acabou de me enviar US$ 5.000, salvou a minha vida, literalmente", relatou o doente no vídeo.

Ele, que descreve a socialite como um "anjo", ainda se diz grato pela amizade com Paris. "Ter alguém para conversar todos os dias, alguém que me entende, que se importa... Eu realmente aprecio o que você fez e espero que o mundo inteiro entenda a pessoa incrível que você é. Palavras não podem expressar como me sinto. Eu só quero dizer: Paris, eu te amo, muito obrigado", acrescentou.

No mês passado, a herdeira ajudou a conceder o desejo de uma criança gravemente doente, Oran, que está confinado a uma cadeira de rodas. Na ocasião, ela passou um tempo com o garoto de seis anos e apresentou seus animais de estimação.

FONTE:http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI6036673-EI13419,00-Paris+Hilton+salva+a+vida+de+fa+com+doacao+de+US+mil.html