Esclerose Múltipla: O que é, quais são as Causas e Sintomas

 13 Ago, 2021

Esclerose Múltipla: O que é, quais são as Causas e Sintomas: 

A esclerose múltipla (EM) é uma doença potencialmente incapacitante do cérebro e da medula espinhal (sistema nervoso central).


Na EM (Esclerose Múltipla), o sistema imunológico ataca a bainha protetora (mielina) que cobre as fibras nervosas e causa problemas de comunicação entre seu cérebro e o resto de seu corpo. Eventualmente, a doença pode causar danos permanentes ou deterioração dos nervos.


Os sinais e sintomas da EM variam muito e dependem da quantidade de dano aos nervos e de quais nervos são afetados. Algumas pessoas com EM grave podem perder a capacidade de caminhar independentemente ou de todo, enquanto outras podem experimentar longos períodos de remissão sem quaisquer novos sintomas.


Não há Cura para a Esclerose Múltipla


Entretanto, os tratamentos podem ajudar a acelerar a recuperação de ataques, modificar o curso da doença e administrar os sintomas.



Sintomas da Esclerose Múltipla

Os sinais e sintomas de esclerose múltipla podem diferir muito de pessoa para pessoa e durante o curso da doença, dependendo da localização das fibras nervosas afetadas. 

Os sintomas muitas vezes afetam o movimento, como por exemplo:


Entorpecimento ou fraqueza em um ou mais membros que tipicamente ocorre em um lado do corpo de cada vez, ou em suas pernas e tronco

Sensações de choque elétrico que ocorrem com certos movimentos do pescoço, especialmente curvando o pescoço para frente (sinal de Lhermitte)

Tremor, falta de coordenação ou marcha instável

Os problemas de visão também são comuns, inclusive:


Perda parcial ou total da visão,geralmente de um olho de cada vez, muitas vezes com dor durante o movimento dos olhos

Visão dupla alongada

Visão desfocada


Os sintomas de esclerose múltipla também podem incluir:


Fala Desarticulada

Fadiga

Dizziness

Formigamento ou

Dor em partes de seu corpo

Problemas com a Função Sexual,

Problema de Função Intestinal e Bexiga

Quando consultar um médico

Consulte um médico se você experimentar algum dos sintomas acima por razões desconhecidas.


A maioria das pessoas com EM tem um curso de recidiva de doenças. 

Elas experimentam períodos de novos sintomas ou recaídas que se desenvolvem durante dias ou semanas e geralmente melhoram parcial ou completamente. 

Estas recaídas são seguidas por períodos tranquilos de remissão de doenças que podem durar meses ou mesmo anos.


Pequenos aumentos na temperatura corporal podem piorar temporariamente os sinais e sintomas da EM, mas estes não são considerados verdadeiras recaídas de doenças.


Pelo menos 50% das pessoas com EM recorrente eventualmente desenvolvem uma progressão constante dos sintomas, com ou sem períodos de remissão, dentro de 10 a 20 anos a partir do início da doença. Isto é conhecido como EM secundária – progressiva.


O agravamento dos sintomas geralmente inclui problemas de mobilidade e marcha. A taxa de progressão da doença varia muito entre pessoas com EM secundária-progressiva.


Algumas pessoas com EM experimentam um início gradual e uma progressão constante dos sinais e sintomas sem nenhuma recaída, conhecida como EM primária-progressiva.


 Causas

A causa da esclerose múltipla é desconhecida. 

É considerada uma doença auto-imune, na qual o sistema imunológico do corpo ataca seus próprios tecidos. No caso da EM, este mau funcionamento do sistema imunológico destrói a substância gordurosa que reveste e protege as fibras nervosas do cérebro e da medula espinhal (mielina).


A mielina pode ser comparada ao revestimento isolante dos fios elétricos. Quando a mielina protetora é danificada e a fibra nervosa é exposta, as mensagens que viajam ao longo dessa fibra nervosa podem ser desaceleradas ou bloqueadas.


Não está claro porque a mielina se desenvolve em algumas pessoas e não em outras. Uma combinação de fatores genéticos e ambientais parece ser responsável.


Esses fatores podem aumentar seu risco de desenvolver esclerose múltipla:


Idade

A esclerose múltipla pode ocorrer em qualquer idade, mas o início ocorre geralmente por volta dos 20 e 40 anos de idade. Entretanto, pessoas mais jovens e mais velhas podem ser afetadas.

Sexo

As mulheres são mais de duas a três vezes mais prováveis do que os homens de ter esclerose múltipla recorrente.

História familiar

Se um de seus pais ou irmãos tiver tido EM, você corre um risco maior de desenvolver a doença.

Certas infecções

Uma variedade de vírus tem sido ligada à EM, incluindo o Epstein-Barr, o vírus que causa a mononucleose infecciosa.

Raça

Os brancos, particularmente os descendentes do norte da Europa, estão em maior risco de desenvolver EM. As pessoas de ascendência asiática, africana ou indígena americana têm o menor risco.

O clima

A EM é muito mais comum em países com climas temperados, incluindo Canadá, norte dos Estados Unidos, Nova Zelândia, sudeste da Austrália e Europa.

Vitamina D

Ter baixos níveis de vitamina D e baixa exposição à luz solar está associado a um maior risco de EM.

Certas doenças auto-imunes

Você tem um risco ligeiramente maior de desenvolver EM se tiver outras doenças auto-imunes, tais como doença da tireoide, anemia perniciosa, psoríase, diabetes tipo 1 ou doença inflamatória intestinal.

Tabagismo

Fumantes que experimentam um evento inicial de sintomas que podem sinalizar EM são mais propensos que não fumantes a desenvolver um segundo evento que confirma a EM recorrente.


Complicações

Pessoas com esclerose múltipla também podem se desenvolver:


Rigidez Muscular ou Espasmos

Paralisia, Tipicamente nas Pernas

Problemas com a Bexiga, Intestino ou Função Sexual

Mudanças mentais, tais como esquecimento ou mudanças de humor

Depressão

Epilepsia

Médico que Trata da Esclerose Múltipla?

O diagnóstico da esclerose múltipla pode ser, inicialmente, feito por um clínico geral, porém, é necessário que um médico neurologista seja consultado.


FONTE:https://www.abctudo.com.br/esclerose-multipla/

Incluindo crianças, pacientes com epilepsia conseguem tratamento com Canabidiol em MS

 07/08/2021

Com prescrição médica, compra do remédio pode ser solicitada pelo site da Anvisa.

O CBD (Canabidiol) é uma substância extraída da planta Cannabis. 


Um paciente de Campo Grande ganhou na Justiça o direito de receber tratamento com medicamentos à base de Canabidiol. O CBD (Canabidiol) é uma substância extraída da planta Cannabis, mas afinal, em que situações estes medicamentos podem ser utilizados? É importante lembrar que é preciso ter prescrição médica, mas pacientes podem pedir a importação do produto pela internet.


O paciente em questão trata-se de uma criança com epilepsia. Segundo informações da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), o paciente é um menino de 11 anos, que sofre com epilepsia refratária, sem causa determinada. Conforme a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias) do SUS (Sistema Único de Saúde), alguns pacientes com epilepsia são considerados resistentes aos medicamentos e, por isso, o canabidiol seria uma alternativa de tratamento.


A família fez o pedido, que foi aceito, para a importação do medicamento à base de Canabidiol para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Com a autorização, a família pediu o fornecimento do medicamento à Prefeitura de Campo Grande. Na quinta (5), o município publicou em Diário Oficial que irá comprar o medicamento da empresa Carmens Medicinals Brazil Importação e Comercialização de Produtos Farmacêuticos. 


Menino no interior de MS também conseguiu tratamento com CBD

Um menino de 12 anos também conseguiu na Justiça o direito de adquirir o medicamento à base de CBD em Mato Grosso do Sul. O pré-adolescente, de Anaurilândia, foi diagnosticado com Trissomia do Cromossomo 11, uma alteração cromossômica que impacta no desenvolvimento infantil. Por conta disso, ele também sofre com crises de epilepsia refratária.


O processo correu com auxílio da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, que recebeu pedido de ajuda da mãe do garoto. Com várias tentativas de tratamento terapêutico e uso de medicamentos fornecidos pelo SUS, não houve sucesso na recuperação. O menino tinha duas crises convulsivas por dia e ainda estava com dificuldades para se alimentar, chegando a pesar apenas 19 kg. 


Quais doenças podem ser tratadas com Canabidiol? 

Os estudos sobre o uso de medicamentos com Canabidiol têm avançado cada vez mais e mostrado resultados positivos em humanos. Com estudos realizados no Brasil e no exterior, cientistas notaram melhora nos pacientes com o uso de medicamentos à base de CBD. 


Além da epilepsia, o uso da substância apresentou resultados positivos para pacientes com outras doenças neurológicas, como o Alzheimer e Parkinson, além de ESCLEROSE MÚLTIPLA, ansiedade e até autismo. 


Como solicitar o medicamento

Para pacientes que tenham prescrição médica para uso de produtos à base de CBD, é possível fazer o pedido pelo site da Anvisa. O paciente deverá preencher o formulário para importação e uso do produto, além de apresentar a receita médica. O procedimento leva cerca de 15 minutos. 


Após análise da Anvisa com prazo médio de 10 dias corridos, acesse o Minhas Solicitações e selecione o protocolo correspondente à solicitação feita. Um e-mail automático também é enviado comunicando que a análise foi concluída.


FONTE:https://midiamax.uol.com.br/cotidiano/2021/incluindo-criancas-pacientes-com-epilepsia-conseguem-tratamento-com-canabidiol-em-ms

Paraíba realiza caravana em alusão ao mês de conscientização da Esclerose Múltipla

 6 de agosto de 2021

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com o Centro de Referência de Esclerose Múltipla do Estado da Paraíba (Crem-PB), realizou a Caravana EM, em alusão ao Agosto Laranja, mês da conscientização da Esclerose Múltipla. Uma equipe multiprofissional passou por cinco municípios das três Macrorregiões da Paraíba fazendo atendimentos domiciliares e qualificando equipes e pacientes. 

De acordo com a coordenadora do Crem, a neurologista Bianca Oliveira, o intuito da ação é levar informação a quem precisa.

Ela explica que o objetivo da caravana é assistir o usuário com atendimento e monitoramento dos pacientes das Regiões de Saúde que tenham o diagnóstico definido, além de levar a educação continuada para profissionais da área de saúde das Gerências Regionais.


“Durante a caravana, procuramos conhecer in loco todas as dificuldades que os pacientes destas regionais enfrentam, não somente em relação à saúde, mas também do ponto de vista social e emocional. Aproveitamos para fazer também a busca ativa de novos pacientes”, pontua. 


Este ano, a Caravana EM passou por Guarabira, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras. Em todos os municípios, a equipe visitou a Gerência Regional de Saúde (GRS), apurou as dificuldades locais na entrega de medicamentos e realizou atendimentos locais. Em algumas cidades, foi realizada visita domiciliar a pacientes acamados e dependentes. 


“Além disso, demos aula aos pacientes e profissionais de saúde presentes, prestamos esclarecimento sobre cada medicação, sobre a pandemia da Covid-19 e sua relação com a Esclerose Múltipla, verificamos quais e quantos pacientes já haviam se vacinado contra covid-19 e contra influenza e explicamos a importância da vacina neste momento”, completa.


A equipe multiprofissional da Caravana é formada por farmacêuticos, enfermeiros, médicos neurologistas, médicos residentes da SES e uma secretária administrativa. Atualmente, a Paraíba tem 406 pessoas com o diagnóstico definido de Esclerose Múltipla e cadastrados no Crem.


FONTE:https://defesa.com.br/paraiba-realiza-caravana-em-alusao-ao-mes-de-conscientizacao-da-esclerose-multipla/

8 coisas que não são úteis para dizer a alguém com EM - e o que dizer em vez disso...

 

Ouvir bem e responder na mesma moeda exige não apenas um retreinamento do cérebro, mas também da boca.


Quando pessoas que estão lutando contra algo vêm até nós, a maioria de nós quer ouvir bem. Queremos realmente ouvir o que eles estão compartilhando conosco e, em seguida, dizer a coisa certa e exata que ajude a pessoa a se sentir melhor e faça com que seu problema desapareça.


Desejamos consertar as pessoas. Queremos ser heróis. Nossas ferramentas: um par de orelhas, nossas línguas e nossa percepção de empatia.


No entanto, problemas e lutas, especialmente os relacionados à saúde, muitas vezes não têm solução. Na verdade, podem ser terminais ou, no caso da esclerose múltipla (EM) , crônicas.

Nestes casos, em vez de consertar nada, as palavras podem ferir, tornando-se armas mesmo nas melhores intenções.


Lembro-me de quando um amigo muito doce e bem-intencionado, que não era um osso mesquinho de seu corpo, me disse que sua tia com esclerose múltipla usa uma bengala. Ele pretendia, eu acho, ser um ponto de conexão. Ele fez questão de comunicar que ela era uma pessoa muito descolada, que aumentou o fator “legal” do uso da cana.


Agora sei que ajudas de mobilidade, como bengalas, são ferramentas de capacitação. Sinto-me inspirado pelas muitas pessoas que abraçam com confiança o uso da bengala. E reconheço que posso usar um no futuro.


No entanto, na época em que meu amigo tocou no assunto, a ideia de não andar mais era aterrorizante. Em vez de me fazer sentir compreendido, ele me dominou pelo medo.


Embora eu possa perceber que as pessoas sempre (ou pelo menos normalmente) têm boas intenções, quero oferecer sugestões sobre o que dizer no lugar de respostas que magoam e banalizam o sofrimento.


Não diga: 'Você não parece doente!'

Não “parecer doente” pode parecer verdade, exceto que a realidade é que não importa o quão saudável eu pareça, o tecido cicatricial real e duradouro (a palavra esclerose significa cicatriz em latim) no meu cérebro e coluna não vai a lugar nenhum.


Os sintomas que as pessoas com esclerose múltipla sentem - fadiga, dormência, formigamento, névoa do cérebro - podem ser invisíveis para todos os outros, mas garanto a você que às vezes ocorrem diariamente. Fazer um comentário sobre alguém que não parece doente é baseado em uma grande suposição sobre como alguém realmente está.


Em vez disso, tente isto:

"Como vai? Você sempre se parece com você para mim, então não posso dizer como você realmente está se sentindo. "


Perguntar como está alguém, em vez de declarar que não está bem, transmite muito mais empatia e curiosidade gentil.


Não diga: 'Sabe, minha tia-avó teve a mesma coisa, e ela ...'

Já se passaram 5 anos desde meu diagnóstico inicial. Quando fui diagnosticado pela primeira vez, não conhecia ninguém com esclerose múltipla. Desde então, conheci muitas pessoas com EM, fiz amizade com algumas delas e conheci inúmeras pessoas cujas tias-avós ou avós (ou tios removidos duas vezes) têm EM.


Todo mundo tem uma história sobre um membro distante da família com esclerose múltipla, e essas pessoas querem lhe contar essa história sobre a cura milagrosa de seu primo em segundo grau e sugerir que você tente o que ele fez.


Isso não é apenas inútil, mas também doloroso. Isso imediatamente desvia a conversa do que a pessoa com EM acabou de compartilhar e destaca o seu esforço heróico para consertar (de novo, com boas intenções).


Em vez disso, tente isto:

“Obrigado por compartilhar. Não sei o que dizer, mas obrigado por compartilhar. ”


Se você quiser incluir que sua tia-avó tem esclerose múltipla, ótimo, mas também reconheça que a batalha de todos contra a esclerose múltipla é única. E, por favor, não fale muito sobre como sua tia está indo mal.


Não diga: 'Talvez você só precise dormir mais'.

O conselho que começa dessa maneira - novamente, embora seja bem-intencionado - magoa.


A pessoa que vive com EM acaba de compartilhar que o cansaço está afetando sua vida ou que seu corpo fica entorpecido e formigando sempre que sai de casa no verão. Em vez de responder com empatia, você ofereceu uma cura que não funciona e banalizou sua dor.


Esta é uma resposta comum. Todo mundo fica cansado, é verdade. A fadiga da EM, entretanto, é conhecida por ser diferente, e a sugestão de que um cochilo rápido ou uma hora de dormir mais cedo pode ajudar é precipitada e dolorosa.


Em vez disso, tente isto:

“Isso parece muito difícil. Posso ouvir como você está cansado e estou grato por você ter compartilhado comigo. ”


Essa resposta comunica que você ouviu bem, que sabe que não pode consertar e que o compartilhamento exige vulnerabilidade.


Não diga: 'Pelo menos não é ...'

[Respire fundo.] Sim, a esclerose múltipla não é fatal ou terminal. Sim, as pessoas com EM estão cientes de inúmeras outras doenças e condições com sintomas adversos, se não piores resultados (para não mencionar tudo o mais que é terrível no mundo como guerra, racismo sistêmico, aranhas no meu chuveiro, etc.).


Mas nós realmente queremos jogar este jogo? É uma toca de coelho bem grande para descer. E a comparação, seja com algo melhor ou pior, raramente é uma boa ideia.


O renomado autor e pesquisador Brené Brown chama isso de “ forro de prata ”. Quando as coisas estão franzidas, fica claro que a pessoa que está compartilhando não foi ouvida muito bem.


Em vez disso, tente isto:

“Obrigado por compartilhar. Isso parece ser muito."


Essa resposta destaca que você está ouvindo e pode fazer a pessoa que está compartilhando se sentir vista.


Quero que as pessoas, inclusive eu, abandonem a ilusão de que podemos fazer qualquer coisa pelas pessoas, quando, na verdade, muitas vezes não há nada que possamos fazer a não ser estar com a pessoa.


Não diga: 'Você já tentou isso? Funcionou para meu amigo. '

Este se aplica a suplementos, terapias modificadoras de doenças, exercícios, dietas - tudo isso.


O negócio é o seguinte: se eu quiser um conselho, se realmente estou procurando uma opinião sobre X, Y ou Z, vou pedir. Eu não vou ser vago.


Direi diretamente: “Ei, tenho lido sobre diferentes alimentos que podem afetar as condições auto-imunes. O que você acharia se eu comesse exclusivamente alimentos roxos? ” (Este é um exemplo hipotético absurdo porque não estou aqui para iniciar um debate sobre comida. Especialistas e leigos têm muitas opiniões sobre comida.)


O que quero dizer é que, quando estou compartilhando, geralmente só preciso tirar algo do meu peito. Não estou procurando respostas. E definitivamente não estou procurando suplementos com zero estudos revisados ​​por pares para apoiá-los.


Em vez disso, tente isto:

“Parece que você está fazendo tudo o que pode. Estou orgulhoso de você."


Nessa resposta, você reconheceu a dificuldade de tudo o que a pessoa compartilhou com você e comunicou valor. É simples e funciona.


Não diga: 'Você só precisa de uma atitude positiva.'

A perspectiva e a mentalidade são importantes, e as lutas pela saúde mental são reais, com esclerose múltipla ou não. Mas quando alguém com EM é instruído a ter uma atitude positiva ou a manter o queixo erguido, é realmente doloroso, minimizado e esvaziado.


Na realidade, uma atitude positiva não reverterá o tecido cicatricial, danos nos nervos ou sintomas diários. Embora trabalhar com a saúde mental seja importante, nenhuma manifestação de boas vibrações cancelará a esclerose múltipla.


Além disso, dizer a alguém que ela precisa de algo é uma maneira infalível de você ser marcado como uma pessoa insegura com quem compartilhar.


Em vez disso, tente isto:

“Isso soa pesado. Obrigado por compartilhar. Posso fazer alguma coisa para ajudar? ”


Essa resposta reconhece a dor, agradece ao compartilhador por sua vulnerabilidade e honestidade e se oferece para ajudar de forma tangível. A resposta à pergunta pode ser “não” e tudo bem.


Não diga: 'Mas você está indo tão bem!'

No momento, estou bem. Não tenho uma lesão ativa há mais de 2 anos. (O último foi um doozy, deixe-me dizer a você. Deitado prostrado e fraldas estavam envolvidos.)


Desde o meu último ataque, eu me recuperei totalmente, aproveitei o tempo com minha família dentro e fora de casa, participei de uma variedade de treinos, andei de bicicleta em dois eventos do Bike MS , voltei a trabalhar como professora em tempo integral, e mantive todos os meus hobbies favoritos: ler, assistir filmes, pintar.


Estou bem e também convivo com os sintomas do dia a dia, principalmente o cansaço, que é horrível.


Estou bem e também sei que os ataques de MS podem surgir do nada. O meu fez. Não fico mais ansioso diariamente com esse fato assustador, mas está sempre na minha mente.


Dizer a alguém que ela está indo tão bem, juntamente com a palavra "mas", basicamente diz ao seu amigo que você ouviu o que ele disse, mas discorda. Não ajuda.


Em vez disso, tente isto:

“Oh, não, sinto muito que você esteja sentindo fadiga (ou o que quer que eles compartilhem).”


Não há necessidade de encher o copo pela metade. Você está comunicando empatia e gentileza aqui.


Não diga: 'Tudo acontece por uma razão.'

Eu guardei o melhor pro final. E por melhor, quero dizer o pior.


Este é o poço. Talvez sua cosmovisão discorde, mas posso gentilmente oferecer que se sua cosmovisão contém “tudo acontece por uma razão”, então sua cosmovisão meio que, bem, é uma merda.


Kate Bowler , uma das minhas escritoras favoritas que vive com câncer em estágio 4, compartilhou que inúmeras pessoas disseram a ela exatamente isso após seu diagnóstico. Ela não mediu as palavras ao falar sobre o quão doloroso e prejudicial é dizer "tudo acontece por uma razão".


O título de seu livro de memórias mais vendido é “ Tudo acontece por um motivo (e outras mentiras que amei) ”, e o nome de seu podcast é “ Tudo acontece ”.


Tudo acontece. Ponto final. Coisas acontecem. Alguns são bons, alguns não são tão bons e alguns são absolutamente piores.


Em vez disso, tente isto:

"Não sei por que isso está acontecendo, mas estou aqui para ajudá-lo."


Nesta resposta, você não oferece uma razão para sua causa, porque você não sabe a razão para sua causa. Essa resposta comunica que você ouve, vê e está aqui para ajudar seu amigo.


O resultado final

A maioria desses exemplos, os maus e os bons, aplicam-se além do pequeno mundo estranho da MS e podem ser resumidos em quatro palavras simples: Esteja lá, ouça bem.


Posso aplicá-los aos meus muitos amigos com problemas de tireoide e aos amigos que conheci que sofreram quimioterapia e radioterapia para câncer. Eles se aplicam a inúmeras pessoas com problemas de saúde mental.


Eu as ofereço aqui como respostas específicas para a EM porque essa é minha área de especialização, e o público em geral sabe muito menos sobre a EM do que outras doenças.


Quero mudar isso porque, quer você conheça alguém com EM ou não, você encontrará alguém com EM em algum momento da vida.


Esses também são bons lembretes para mim. Sei o que não quero ouvir quando contar sobre minha jornada com a esclerose múltipla, mas estaria mentindo se meu instinto de boas intenções não se manifestasse quando outras pessoas contassem sobre suas próprias questões de saúde.


É preciso prática para retreinar não apenas nossos cérebros, mas também nossas bocas, para seguir o caminho mais difícil, porém mais generoso, de ouvir bem e responder na mesma moeda.


FOI USADO TRADUTOR GOOGLE NESSA POSTAGEM


FONTE:https://www.healthline.com/health/multiple-sclerosis/8-things-that-arent-helpful-to-say-to-someone-with-ms-and-what-to-say-instead#The-bottom-line

Exercício físico e neuroplasticidade: entenda a relação...

 22/07/2021

O médico endocrinologista Guilherme Renke explica como a capacidade do cérebro de se adaptar pode influenciar na prática de exercícios físico e sugere alimentos importantes para a saúde cognitiva.

Você já deve ter ouvido o termo neuroplasticidade. É uma palavra bastante recente no mundo da neurociência que trouxe muito conhecimento sobre a atividade cerebral e a saúde cognitiva. 

Há relativamente pouco tempo, os especialistas acreditavam que o desenvolvimento dos nossos cérebros estava concluído no final da adolescência, sem capacidade de se modificar após esse período, e que, em termos de neurônios, tudo estava em declínio a partir daí. Mas, graças à ciência, hoje sabemos que isso não é verdade. As pesquisas mais recentes provaram o oposto: nossos cérebros podem realmente crescer e mudar durante a vida adulta. Cada vez que esse órgão processa informações, neurônios são disparados, novos caminhos se formam e o cérebro maleável altera sua forma e estrutura.


Segundo estudo, a prática de exercícios não melhora só coração, pulmões e músculos, melhora também o cérebro 


O que é neuroplasticidade? 

O conceito refere-se à capacidade do cérebro de se reestruturar ou se reconectar quando reconhece a necessidade de adaptação. Em outras palavras, ele pode continuar se desenvolvendo e mudando ao longo da vida. Atualmente, buscamos compreender quais estímulos podemos oferecer ao nosso cérebro para que ele possa, então, se modificar e se desenvolver, apoiando positivamente a atividade cerebral.


Atividade física e neuroplasticidade


O cérebro humano se adapta às novas demandas, alterando suas propriedades funcionais e estruturais (neuroplasticidade), o que resulta na aprendizagem e aquisição de habilidades. Evidências convergentes de estudos com humanos e animais sugerem que a prática esportiva facilita a neuroplasticidade de certas estruturas cerebrais e, como resultado, as funções cognitivas.


Pesquisas em animais identificaram um aumento da formação de novos neurônios, sinapses e vasos sanguíneos, além da liberação de neurotrofinas (proteínas que atuam na manutenção e sobrevivência de células neuronais), como mecanismos neurais mediando efeitos cognitivos benéficos do exercício.


A atividade física pode desencadear processos facilitadores da neuroplasticidade e, com isso, potencializar a capacidade do indivíduo de responder a novas demandas com adaptações comportamentais. Alguns estudos recentes sugeriram que a combinação de treinamento físico e cognitivo pode resultar em um aprimoramento mútuo de ambas as intervenções. Além disso, novos dados sugerem que, para manter os benefícios neurocognitivos induzidos pela prática esportiva, deve-se manter um aumento no nível de aptidão cardiovascular.


Efeito do exercício aeróbico no cérebro


O processo de envelhecimento cerebral é um fenômeno comum relacionado à idade. Exames de imagem cerebral mostram alterações da substância branca, formada principalmente por uma porção de prolongamentos de neurônios. A deterioração dessa substância está associada ao prejuízo cognitivo no envelhecimento saudável e à doença de Alzheimer


A ciência busca compreender como é possível amenizar os declínios relacionados à idade de forma mais proativa. Ou seja, o que devemos fazer ao longo da vida para diminuir as consequências do envelhecimento cerebral.


Um recente estudo, publicado em 2021, avaliou a neuroplasticidade da substância branca no cérebro adulto por meio de exames de imagem e verificou que houve efeitos benéficos no grupo que realizou caminhadas aeróbicas durante 6 meses. Sugeriu-se que a substância branca, região vulnerável ao envelhecimento, no cérebro adulto retém a plasticidade induzida pelo exercício aeróbio em curto prazo (6 meses). E, por isso, é um aliado na saúde cognitiva.


Alimentação e saúde cognitiva

Os alimentos que você ingere desempenha um papel na manutenção da saúde do cérebro e pode melhorar tarefas mentais específicas, como memória e concentração.


Peixes gordurosos


Salmão, truta, atum, arenque e sardinha. Todos esses peixes são ricos em ácidos graxos ômega-3, importante bloco de construção do cérebro. DHA, um tipo de ômega-3, é responsável por 40% dos ácidos graxos poliinsaturados do cérebro. Para compreendermos mais facilmente: o cérebro usa ômega-3 para construir células cerebrais e nervosas, e essas gorduras são essenciais para o aprendizado e a memória.


Frutas vermelhas


Mirtilos e outras frutas de cores vermelhas fornecem antocianinas, grupo de compostos vegetais com efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes. Os antioxidantes atuam contra o estresse oxidativo e a inflamação, condições que podem contribuir para o envelhecimento do cérebro e doenças neurodegenerativas


Ovos


Os ovos são uma boa fonte de vários nutrientes ligados à saúde do cérebro, incluindo vitaminas B6 e B12, folato e colina (nutriente importante para formação do neurotransmissor acetilcolina, ajuda na memória e função mental)


Chá verde


O chá verde é uma excelente bebida para o cérebro, já que contém cafeína associada à L-teanina, aminoácido capaz de atravessar a barreira hematoencefálica e aumentar a atividade do neurotransmissor GABA. É também rico em polifenóis e antioxidantes, os quais podem proteger o cérebro do declínio mental e reduzir o risco de Alzheimer e Parkinson.


Concluindo


Evidências indicam que o exercício pode melhorar o aprendizado e a memória, bem como atenuar a neurodegeneração, incluindo a doença de Alzheimer (DA). Além de melhorar a neuroplasticidade por meio da alteração da estrutura e função sináptica em várias regiões do cérebro, o exercício também modula sistemas como a angiogênese (formação de novos vasos sanguíneos) e a ativação glial (células da glia auxiliam na nutrição e suporte dos neurônios), que são conhecidos por apoiar a neuroplasticidade.


Não há dúvida de que a saúde do cérebro pode ser melhorada por meio de exercícios físicos. Procure sempre a orientação adequada de profissionais da saúde capacitados em atender suas respectivas necessidades individuais.

CONFIRA ALGUMAS DICAS PARA MELHORAR SUA VIDA SEXUAL

10/07/2021

Casais que falam um com o outro sobre desejos e vontades têm sexo melhor e relacionamento mais saudável

Além de ser divertido, sexo também faz muito bem para a saúde como um todo. Cada orgasmo, por exemplo, libera uma enxurrada do hormônio oxitocina, que melhora seu humor. Deitar e rolar podem melhorar a saúde do seu coração, reduzir o estresse e a depressão, melhorar a autoestima e ajudá-lo a dormir melhor. E tem mais: aquela sensação de aconchego debaixo dos lençóis faz com que você se sinta mais próximo de seu parceiro e aumenta a sensação de intimidade.

Comunicação

Segundo pesquisas, casais que falam um com o outro sobre desejos e vontades tanto têm melhor sexo quanto um relacionamento mais saudável. Diga ao parceiro o que você gosta e o que não gosta. Vale a pena compartilhar fantasias e desejos mais íntimos. Agora, se você for daquelas pessoas envergonhadas demais para falar o que gostaria em voz alta, escreva-os em uma história ou em um diário para seu parceiro ler.

Tente algo diferente

Incremente a vida sexual ampliando seus limites como casal, por exemplo, brincando nas preliminares. Toquem-se de novas maneiras, experimentem diferentes posições para ver em quais delas vocês se sentem melhor. Usem fantasias (enfermeira, médica, bombeiro). Saiam da cama e sigam para o chão, para o banheiro ou ao balcão da cozinha. Assistam a um filme pornô juntos. Traga brinquedos sexuais como um vibrador, contas anais ou plumas na mistura.

Reserve um tempo 

Você está louco para fazer sexo, mas sua agenda está lotada. Portanto, por menos romântico que possa parecer, reserve um tempo para o sexo em seu calendário, assim como faria com outras datas importantes. Deste modo, será menos provável que você fique ocupado. Definir uma data dá tempo para se preparar, e algo pelo qual ansiar. Mas agende com uma frequência realística - seja uma vez por semana ou em dias alternados. Escolha momentos nos quais você não estará cansado ou ficará distraído.

Exercícios físicos

Malhar aumenta a resistência física também na cama e já te deixa no clima. Exercícios físicos deixam o corpo mais tonificado, o que melhora a autoestima, fazendo você se sentir mais sexy. Como não está claro quanto exercício você precisa para melhorar sua vida sexual, se você for sedentário, comece com as recomendações padrão - 150 minutos de atividade aeróbica e dois dias de treinamento de força por semana.

Calma

Não importa o quão ocupado você esteja, sexo é uma parte do dia em que você não deve ter pressa. Portanto, não economizem nas preliminares, pois esses minutos extras, que vocês gastam se tocando e beijando, ajudam a deixá-los excitados e a tornar o sexo mais prazeroso. Quando você desacelera, também ganha mais tempo para ficar com seu parceiro. E isso é muito bom para o relacionamento em geral.

Lubrificação

O corpo das mulheres produz o próprio lubrificante naturalmente, mas, às vezes, ele é escasso. Já as alterações hormonais na época da menopausa podem causar secura vaginal, o que torna o sexo doloroso. Um lubrificante à base de água é seguro para ser usado com preservativos. 

Nem tudo tem de terminar em sexo, tomar um banho juntos pode ser bastante prazeroso

Seja carinhoso

Uma coisa precisa ficar clara, nem todo encontro romântico tem que terminar em sexo. Você e seu parceiro podem encontrar prazer de muitas outras maneiras. Que tal tomar banho juntos ou fazerem uma massagem sensual um no outro? Ou uma sessão de amasso quente no sofá? Vocês podem levar um ao outro ao orgasmo se masturbando. Para ser um sucesso, digam como vocês gostam de ser tocados. Até mesmo ficar apenas abraçados vale a pena.

Relaxe

Sexo pode ser um potente analgésico, mas é difícil entrar no clima quando se está tenso. Depois de um dia difícil, façam algo gostoso juntos para relaxar, como ouvir música suave. Pratiquem exercícios de relaxamento, como respiração profunda ou meditação. A pesquisa mostra que mindfulness ajuda as mulheres a entrarem mais em sintonia com seus corpos durante o sexo.

Kegels

Os exercícios Kegels fortalecem os músculos do assoalho pélvico que sustentam a bexiga. Também relaxam a vagina tornando o sexo mais confortável, melhorando o fluxo sanguíneo da região e tornando mais fácil chegar ao orgasmo. Para fazer esses exercícios simples, basta contrair e relaxar os músculos que você usa para segurar o xixi. E não são apenas para mulheres, homens que também praticam têm ereções melhores e orgasmos mais intensos.

Dê uma escapada

Já pensou que, às vezes, tudo que você precisa para acelerar sua vida sexual é uma mudança de ares? Portanto, invista em uma viagem juntos. Não precisa ser muito longe, mas alguns ambientes - como praias ou montanhas - são ideais para reacender o romance. Mas lembrem-se de desligar os celulares e de focar um no outro. Para uma faísca extra, finja que você acabou de começar a namorar - ou que são estranhos que se acabaram tendo um encontro amoroso proibido.

Vá ao médico

Às vezes, a solução para um sexo melhor pode estar na caixinha de remédios. Isso porque alguns medicamentos, como antidepressivos e remédios para pressão arterial, podem reduzir o desejo. Ter uma doença cardíaca, secura vaginal, ESCLEROSE MÚLTIPLA ou depressão também podem ser problemáticos. Portanto, agende um check-up para descobrir se algo na sua saúde pode estar afetando sua vida sexual. E seja honesto com o médico para que possa encontrar a resposta certa.

Terapia

Um terapeuta sexual é a pessoa mais indicada para verificar se algo está incomodando você no quarto. Psicólogos podem tratar de problemas como falta de desejo, dificuldades em se ter uma ereção ou para atingir o orgasmo. Você pode ir às sessões sozinho ou com a(o) parceira(o).


FONTE:https://doutorjairo.uol.com.br/leia/confira-algumas-dicas-para-melhorar-vida-sexual/

Dor nas costas? Pode ser discopatia. As causas e sintomas da doença.

A discopatia é a designação para a patologia do disco intervertebral, que envolve alterações das suas características e função. 

Discopatia, ou degeneração do disco intervertebral, é uma doença que afeta pessoas cada vez mais jovens. Isso é influenciado, entre outros, por estilo de vida sedentário. Explicamos o que é discopatia e a quais sintomas está associada.

A discopatia é uma doença causada por um processo degenerativo. Embora seja um resultado inevitável de muitos anos de sobrecarga da coluna vertebral, podemos limitar o desenvolvimento de alterações.

A discopatia é uma condição dolorosa e incómoda que pode impedir completamente o funcionamento normal.

O que é discopatia?

As vértebras individuais que constituem a coluna vertebral são separadas por discos flexíveis. Eles são chamados de discos devido à sua forma.

Os discos intervertebrais desempenham um papel muito importante na absorção de choques, reduzindo os efeitos adversos das vibrações e cargas na coluna.

Devido à mudança no estilo de vida e ao aumento da carga nas costas e pescoço, a sua degeneração afeta mais frequentemente a parte superior ou inferior da coluna.

Discopatia é uma condição patológica que faz com que o disco caia entre as vértebras. É precedido por seu dano que cura espontaneamente.

Coloquialmente, um prolapso de disco é definido como seu deslizamento para fora do espaço intervertebral, o que leva à irritação do nervo e à ocorrência de dores bastante desagradáveis ​​e incómodas.

A discopatia é uma doença de progressão lenta com a qual “trabalhamos” há anos, esquecendo que a nossa coluna requer cuidados e atenção.

As causas da discopatia

A dor nas costas torna a vida difícil para quase metade dos adultos. Pode indicar discopatia, que é uma condição médica relacionada ao nosso estilo de vida.

No decorrer da evolução, a coluna vertebral se adaptou para carregar cargas pesadas, mas não é capaz de lidar com cargas excessivas.

Eles são causados ​​não apenas pelo trabalho físico e desportos, mas também por atividades aparentemente sem esforço.

Um deles fica sentado e em pé por muitas horas e inclina a cabeça de forma não natural, por exemplo, na frente de uma tela de computador.

A falta de uma quantidade certa de exercícios, que deixou de fazer parte de nossa vida cotidiana, e os cuidados inadequados com a coluna são duas das causas mais comuns de sintomas de discopatia.

É bom saber que essa doença costumava afetar principalmente os idosos, mas agora é diagnosticada até mesmo em adolescentes.

A causa direta do desenvolvimento da discopatia é o stress constante e não natural na coluna vertebral como resultado de ficar em pé, sentar e estar em outras posições forçadas por um período prolongado, por exemplo, abaixar-se. 

A doença também é causada por:

sobrepeso e obesidade,

falta de atividade física,

postura errada,

predisposições genéticas,

stress crónico.

A carga excessiva na coluna vertebral leva à degeneração dos discos entre as vértebras.

Como resultado de cargas prolongadas, os discos intervertebrais param gradualmente de funcionar adequadamente, perdendo a flexibilidade necessária para amortecer as vibrações e reduzir as sobrecargas.

Isso resulta em maior suscetibilidade a danos, incluindo rachaduras. Danos aos discos causam dor, mas cicatrizam espontaneamente.

A consequência do processo degenerativo é o risco de prolapso de disco, que está associado a dores extremamente fortes e dificuldade de locomoção.

Discopatia – sintomas

Os sintomas da discopatia inicialmente não são particularmente incómodos. Embora o processo degenerativo progressivo cause dor, não é muito pesado e desaparece após o repouso.

Os sintomas da discopatia dependem da seção da coluna em que ocorrem as anormalidades. A discopatia cervical pode causar desconforto no pescoço e ombro que se irradia para a escápula.

Ele aparece após ficar sentado por muito tempo, por exemplo, na frente de um monitor de computador ou olhando para a tela do smartphone por um longo tempo. 

A dor não é o único sintoma da discopatia cervical.

Por estar em uma posição não natural, os músculos ficam tensos, causando desconforto adicional. O tónus ​​muscular excessivo é um sintoma e uma das causas da discopatia.

A discopatia lombar diagnosticada com igual frequência causa dor na parte inferior das costas e é uma das causas comuns de ciática. Nesse caso, o processo degenerativo também está relacionado ao estar numa posição forçada.

A doença progride com períodos de exacerbação dos sintomas e alívio temporário. Dependendo do tipo de analgésico usado, uma pessoa com discopatia pode funcionar dentro de uma certa faixa.

Se o disco cair, o funcionamento normal torna-se impossível – a dor aguda torna impossível mover-se ou sentar-se.

FONTE:https://www.zarllor.com/dor-nas-costas-pode-ser-discopatia-as-causas-e-sintomas-da-doenca/

Incontinência urinária: os motivos para a reabilitação ser tão importante...

 02.07.2021

Um artigo assinado pela Dra. Teresa Soares da Costa, Coordenadora de Medicina Física e de Reabilitação no Instituto CUF Porto e Hospital CUF Porto

A incontinência urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina, é uma situação patológica que resulta da incapacidade de armazenar e controlar a saída de urina. Afeta um elevado número de pessoas de várias idades, sobretudo acima dos 40 anos, sendo mais frequente no sexo feminino do que no masculino.


Esta situação tem habitualmente um impacto negativo na qualidade de vida pessoal, familiar, social e profissional dos doentes, sendo importante o seu diagnóstico precoce e o tratamento, apostando sempre que possível na prevenção. 

A reabilitação tem um papel importante quer na prevenção quer no tratamento desta doença.


É importante estar atento aos sinais de alerta e não adiar a procura de ajuda clínica. Lembre-se que quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhor poderá ser o prognóstico.


Quais são as causas da incontinência urinária?


As causas mais frequentes podem ser variadas, havendo vários fatores de risco que contribuem para o seu aparecimento, como a idade (é mais frequente em idades mais elevadas); sexo (mais comum nas mulheres devido às circunstâncias da gravidez, partos e menopausa) e outros fatores como tabagismo, obesidade, obstipação, stress, cirurgias pélvicas e medicação associada (diuréticos, relaxantes musculares, etc).


As causas podem ser transitórias ou permanentes. 

As causas transitórias estão associadas a infeções urinárias, ingestão de álcool, cafeína/teofilina, bebidas gaseificadas ou alimentos irritantes para a mucosa da bexiga, ingestão excessiva de líquidos ou toma temporária de determinado medicamento. Já as permanentes podem passar por doenças neurológicas (Doença de Parkinson, AVC, esclerose múltipla), cirurgias pélvicas, obstruções urinárias, menopausa, diminuição da força dos músculos do pavimento pélvico.


A gravidez, os partos vaginais e a menopausa, bem como as cirurgias pélvicas (quer no sexo feminino como no masculino) são os principais fatores de risco para o enfraquecimento dos músculos do períneo.


Como se previne a incontinência urinária?

A reeducação do pavimento pélvico pode ajudar a tratar ou a prevenir o aparecimento da Incontinência Urinária, através da identificação dos músculos responsáveis pela contração do esfíncter urinário, da realização e repetição de exercícios dos músculos do pavimento pélvico, da estimulação elétrica deste grupo de músculos e da realização de Biofeedback.


Os exercícios de Kegel são o método mais conhecido de reforço dos músculos pélvicos, são um tratamento não invasivo e podem ser realizados de forma autónoma pelos doentes em qualquer local, após a aprendizagem correta da contração destes músculos.


Existe tratamento?

A incontinência urinária tem tratamento, principalmente se detectada precocemente, sendo o diagnóstico correto fundamental para definir qual o tratamento ideal para cada tipo de incontinência. Quanto mais cedo for iniciado o tratamento, melhor poderá ser o prognóstico e o resultado obtidos. 

Existem vários tipos de Incontinência urinária:


De esforço: as perdas de urina ocorrem após a realização de um esforço (tosse, espirro, riso, peso, esforços, exercício físico)

De urgência (imperiosidade): a perda é precedida de uma vontade súbita, intensa e inadiável de urinar, ocasionando urgência que nem sempre permite ao doente chegar atempadamente ao WC. Esta situação condiciona significativamente o dia a dia dos doentes.

Mista: associação dos sintomas da incontinência urinária de esforço e de Urgência

Por extravasamento: a perda ocorre quando a bexiga acumula uma grande quantidade de urina e a pressão do líquido ultrapassa a pressão da uretra

Funcional: a perda é resultante da incapacidade do doente de chegar atempadamente ao WC (é mais comum em doentes neurológicos, com Alzheimer e idosos)

Enurese noturna: perda de urina durante o sono, mais frequente em crianças

O tipo de tratamento varia conforme o tipo de incontinência urinária, podendo os doentes ser orientados para tratamento de reeducação do pavimento pélvico nos casos da incontinência urinária de esforço, ou para a associação de tratamento medicamentoso e reeducação do pavimento pélvico na incontinência urinária de urgência ou mista. Nas situações de incontinência urinária de esforço mais graves, ou que não respondem ao tratamento conservador, a indicação será quase sempre cirúrgica. Estas situações aplicam-se ao sexo feminino e masculino.


Para além destas opções de tratamento, são sempre fundamentais as alterações comportamentais e que passam pela alteração de vários hábitos: controle da ingestão de líquidos, das micções, redução da ingestão de café, álcool, chá, tabaco e de algum tipo de alimentos e diminuição de peso. Procure o seu médico que o irá receber com toda a segurança e orientar para o melhor tratamento.

FONTE:https://activa.sapo.pt/diz-quem-sabe/2021-07-02-incontinencia-urinaria-os-motivos-para-a-reabilitacao-ser-tao-importante/

Autora propõe conscientização da esclerose múltipla em obra ‘De Repente Esclerosei’

Da Redação Publicado Hoje, às 08:40

Marina Mafra foi diagnosticada com a doença e dividiu parte da sua experiência com os leitores

Autora propõe conscientização da ESCLEROSE MÚLTIPLA em obra ‘De Repente Esclerosei’

Marina Mafra encontrou na escrita uma forma de mostrar a realidade de quem tem Esclerose Múltipla. 

A autora, que dividiu com a AnaMaria Digital os detalhes de como sua vida se transformou após o diagnóstico da doença, usa a ficção para ajudar familiares e amigos de pacientes a aprenderem mais sobre a condição.


Na obra ‘De Repente Esclerosei’, a escritora conta a história de Mitali Montez. A personagem, que protege e ama incondicionalmente Aurora, sua melhor amiga e única família, é surpreendida pelo destino ao conhecer Dimitri Mifti, um moço com habilidades para derreter o seu coração gelado. O retorno misterioso do pai muda a perspectiva do seu passado, mas é através da adaptação com o diagnóstico de Esclerose Múltipla que ela percebe a necessidade do perdão para encontrar a paz que não sabia que precisava.

Dividindo experiências pessoais e pegando emprestado a história de alguns amigos, Marina traz informações relevantes sobre a Esclerose Múltipla, além de promover reflexões sobre a vida real com um toque dos contos de fadas. 


O livro, que foi lançado pela editora Martin Claret no dia 24 de junho, conta com o prefácio da autora M. S. Fayes e arte final de Fernanda Mello. 


FONTE:https://anamaria.uol.com.br/noticias/bem-estar-e-saude/autora-propoe-conscientizacao-da-esclerose-multipla-em-obra-de-repente-esclerosei.phtml