ESCLEROSE MÚLTIPLA DE 10 MANEIRAS AFETA SEU CORPO DA CABEÇA AOS PÉS...

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19 DE SETEMBRO DE 2017

A esclerose múltipla (MS)  é uma doença crônica que apresenta muitos sintomas diferentes, uma vez que pode afetar qualquer parte do corpo humano. 

Enquanto não há duas pessoas que vivem com MS experimentam os mesmos sintomas, de acordo com  healthline.com , existem algumas maneiras mais comuns em que a condição afeta o corpo.

Cérebro
Problemas cognitivos como neblina cerebral, memória e problemas de concentração são comuns para pessoas que vivem com EM e muitos experimentam vertigem ou tonturas. Em casos raros, os pacientes também podem sofrer tremores ou convulsões.


Problemas de visão dos olhos são frequentemente um dos primeiros sinais de esclerose múltipla. 

Visão dupla, visão turva e dor nos olhos podem surgir de repente, mas na maioria dos casos, são temporários e são devidos a inflamação dos músculos ao redor do olho e podem ser retificados com medicação.

Orelhas

Em casos raros de EM, o dano ao tronco encefálico pode resultar em problemas de audição ou surdez. Novamente, a maioria dos casos são temporários, mas alguns podem sofrer danos permanentes à audiência.

Boca e garganta

Cerca de 40 por cento das pessoas que vivem com EM podem ter problemas com fala, fala geralmente complicada ou articulação problemática. Alguns também podem ter problemas para controlar o volume de seu discurso. Mais raras, algumas pessoas podem ter problemas com a deglutição, o que pode ser grave, pois isso pode levar a engasgar. Os fonoaudiólogos podem ajudar com os problemas de fala e de deglutição.

Armas e pernas

Os membros são mais susceptíveis de serem afetados pela esclerose múltipla, com pacientes que sofrem de uma variedade de doenças como dor, dormência e formigamento. As habilidades motoras finas e grossas estão envolvidas porque a coordenação mão-a-olho pode ser afetada e muitos sofrerão problemas de equilíbrio ou terão dificuldade em caminhar à medida que a doença progride.

Bexiga e intestino

Os danos no nervo podem levar a problemas de controle da bexiga e do intestino. Os problemas da bexiga são extremamente comuns em EM que afetam cerca de 80 por cento dos pacientes. Problemas intestinais como constipação, diarréia e falta de controle intestinal às vezes podem ser gerenciados através de dieta e exercício, mas em alguns casos, medicação ou cirurgia pode ser necessária.

Sistema reprodutivo

Não há evidências que sugerem que MS afeta a fertilidade em homens ou mulheres. E para as mulheres, muitos acham que o MS deles está em remissão durante a gravidez. No entanto, entre 20 por cento e 40 por cento recaem após terem dado à luz.

A disfunção sexual é comum na EM, isso pode ser devido a uma variedade de razões, tanto físicas como emocionais. 

O dano no nervo, a fadiga, a dor geral e os efeitos da depressão podem afetar a libido de uma pessoa. No entanto, estes podem ser superados com algum medicamento ou um pouco de planejamento.

Estrutura esquelética

O uso regular de esteróides e a falta de exercícios colocam pacientes com esclerose múltipla com maior risco de osteoporose. 

O exercício é importante para ajudar a manter os ossos fortes e saudáveis ​​e evitar o excesso de perda de densidade óssea. As pessoas com esclerose múltipla também são mais propensas a ser deficiente na vitamina D , o que desempenha um papel vital na saúde óssea.

Coração

Pesquisadores descobriram que as mulheres com EM são mais propensas a sofrer de problemas cardiovasculares do que aqueles sem a condição. O exercício regular e uma boa dieta são essenciais para ajudar a evitar problemas como acidente vascular cerebral, doença cardíaca ou insuficiência cardíaca.

FOI USADO TRADUTOR GOOGLE NESTA POSTAGEM...

O QUE O POVO SABE SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA...

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17 set 2017

Será que você sabe mais sobre essa doença do que a maioria das pessoas?
Apenas 53% dos entrevistados sabem de que se trata a doença.


Você sabe o que é esclerose múltipla?

Levantamento exclusivo da área de Pesquisa e Inteligência de Mercado da Editora Abril em parceria com a empresa MindMiners revela o grau de conhecimento e desconhecimento de 500 brasileiros a respeito dessa doença autoimune que afeta o sistema nervoso.

Será que você sabe mais do que elas? Veja os principais resultados abaixo:


 FONTE:https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-o-povo-sabe-sobre-esclerose-multipla/

Peixes gordos podem prevenir diabetes, obesidade e doença de Crohn...

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Precisava de mais motivos para comer salmão, cavala, atum, truta ou sardinhas?

O ómega 3 que os peixes gordos contêm aumenta a diversidade de bactérias boas no intestino, o que contribui para a saúde, segundo destaca um novo estudo.

Há anos que os cientistas e médicos consideravam que os peixes gordos contribuiam para um microbioma benéfico para a saúde, agora o maior estudo até à data, realizado por investigadores da Universidade Nottingham e do King’s College de Londres, confirma essas suspeitas.

Depois de analisarem os microbiomas intestinais de 876 mulheres e de testarem a diversidade e abundância das chamadas bactérias ‘boas’ em comparação com o seu consumo de ácidos gordos ómega 3 (medidos em questionários sobre a alimentação) e com os nutrientes que continham no sangue, os investigadores descobriram que as participantes que consumiam mais ómega 3 tinham mais nutrientes no sangue e um microbioma mais diversificado.

Como destaca o Daily Mail, há muito que se relaciona os microbiomas diversificados com o menor risco de diabetes, obesidade e doenças inflamatórias do intestino, como a colite ou a doença de Crohn.

No estudo publicado na revista Scientific Reports os investigadores fizeram questão de destacar que os efeitos do ómega 3 nos nutrientes no sangue e no microbioma só surgiam quando os participantes faziam dietas que também eram ricas em fibra e probióticos.

Caminhos contra as dores crônicas...

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10.09.2017

Tratamentos como a neuromodulação, apesar de caros, são alentos para tormentos crônicos. Há opções baratas...

Tormentos que afetam três em cada dez pessoas diariamente no mundo inteiro, as dores crônicas aumentam a cada dia, principalmente em virtude do mau uso de aparelhos tecnológicos. Quase na mesma velocidade, tratamentos amenizam o drama. Embora ainda sejam caras, as alternativas contra a dor são alentos são como luz no fim do túnel.

Uma das opções mais avançadas, a neuromodulação é uma das que tem apresentado melhores resultados para auxílio no tratamento a curto e médio prazos, embora não seja indicada como primeira forma de tratamento. Trata-se da estimulação elétrica, seja dos nervos periféricos, seja do próprio cérebro, em áreas específicas, com o intuito de alterar ou inibir o sinal doloroso que chega à mente. Ou ainda modificar a forma com que ele é interpretado na cabeça de cada paciente.

Existem diversas técnicas dessa opção, que podem custar entre R$ 10 mil e mais de R$ 100 mil. No SUS, a neuromodulação está restrita a poucos hospitais em São Paulo e Santa Catarina.
"Cada técnica possui uma indicação, riscos e benefícios”, explica o neurocirurgião Rodrigo Marcelos, do Hospital Federal de Bonsucesso (HFB). De acordo com Rodrigo, a maioria desses tipos de pacientes se beneficia do tratamento medicamentoso e consegue exercer suas atividades cotidianas normalmente. Porém, uma parte desse grupo permanece com dor mesmo após terapias.

A dor é um sinal de que há algo errado.

 A maioria da população apresenta dor aguda, de característica autolimitada, como, por exemplo, quando somos atingidos por objetos. O local fica dolorido por algum tempo, depois vem o alívio. Já a dor crônica, caracteriza-se pela persistência dador por um período superior a 30 ou 90 dias”, define o médico.

Segundo a Associação Internacional Para o Estudo da Dor em acordo com Sociedade Brasileira de Estudo da Dor, esse tipo de sofrimento perene se caracteriza pela permanência da sensação dolorosa mais de 90 dias.

No Brasil, as dores crônicas que mais afetam a população, especialmente mulheres e trabalhadores braçais em sua maioria, são as de cabeça; musculares, incluindo coluna lombar, e nas articulações e as síndromes miofaciais, distensões musculares devido à falta de condicionamento físico, associado a má postura e trabalho extenuante. Sem contar a mais recentemente: a fibromialgia - condição onde o cérebro por um motivo ainda não bem esclarecido, possui sensibilidade à dor aumentada em múltiplos pontos.

A dor crônica provoca outros sintomas, como depressão, obesidade, apatia, sedentarismo, insônia e irritabilidade. Como a neuromodulação ainda é muito cara, pacientes recorrem, expressamente sob supervisão médica, a vários tipos de tratamentos alternativos, como a terapia cognitiva comportamental (variante da psicoterapia); massagens (contra dores musculares associadas a contraturas e tensões); acupuntura (indicada para dores miofasciais, contraturas, osteoartrite, osteoartrose, artrite reumatoide, e dores musculares crônicas); técnicas de relaxamento; fisioterapia (calor local ou de reabilitação dos movimentos); e atividades físicas (três veze por semana, com exercícios específicos para cada tipo de dor).

Em alguns casos, as dores crônicas só desaparecem ou atenuam, com injeções
locais, anti-inflamatórios, radiofrequência ou cirurgias. O combate à dor crônica
pode envolver profissionais multidisciplinares, como psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, profissionais de Educação Física, terapeutas ocupacionais, e da equipe médica, dependendo de cada caso. “Nem todo paciente irá necessitar de todo esse aparato, isso vai depender de cada caso”, observa Rodrigo.

Nem toda dor crônica também é possível se prevenir, isso vai depender da causa. O ideal é manter-se de uma maneira em geral saudável, tanto na parte física como alimentação. O psiquiatra Leandro Franco, da Clínica Popular RT Médicos (localizada na Penha, e que oferece atendimento em 18 tipos de especialidades, além e exames laboratoriais e de imagens, a preços populares), lembra que estudos indicam que dores crônicas incapacitam parcial ou totalmente 75% dos casos.

“A depressão, doença altamente prevalente na população Brasileira também ajuda na manutenção da dor e por isso deve receber atenção adequada”, adverte.

Fibrose cística afeta uma a cada 10 mil pessoas no Brasil...

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05/09/2017 

Teste do Pezinho, feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento, detecta a doença...
Condição gera produção de muco mais espesso que o normal, que leva ao acúmulo de bactérias e germes nas vias respiratórias e no pâncreas...

A fibrose cística é uma doença genética e crônica que atinge os sistemas respiratório e digestório, com incidência média no Brasil de uma para 10 mil pessoas. 

O Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística é celebrado nesta terça-feira (5) no País para esclarecer a população sobre a condição, que não é transmissível.

Não existe cura para a fibrose cística, também chamada de mucoviscidose. 

A doença é caracterizada pela produção de muco mais espesso que o normal, que leva ao acúmulo de bactérias e germes nas vias respiratórias e no pâncreas.  

Entre os sintomas mais comuns estão a tosse persistente, muitas vezes com catarro; pele e suor com sabor salgado; infecções pulmonares frequentes, como pneumonia e bronquite; chiados no peito; gordura nas fezes; baixo crescimento e pouco ganho de peso. 

A gravidade e frequência dos sintomas variam, mas a maioria dos pacientes os apresentam ainda nos primeiros anos de vida.

Com o diagnóstico precoce por meio do Teste do Pezinho, o paciente tem a qualidade de vida melhorada, podendo começar o tratamento logo cedo. O teste, realizado com a coleta de gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido, deve ser feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento.

Segundo a pneumologista pediatra, Luciana Monte, coordenadora do Centro de Referência Pediátrico em Fibrose Cística do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), os pacientes têm chegado ao hospital antes mesmo dos sintomas aparecerem, devido ao diagnóstico do Teste do Pezinho.

"Acompanhamos desde cedo, então vamos prevenindo os sintomas. Ainda não existe cura, mas no tratamento a gente fluidifica a secreção e faz fisioterapia para retirar a secreção acumulada, o que minimiza a progressão da doença", explicou. 

O tratamento dos pacientes deve envolver, além de medicamentos, programa de fisioterapia respiratória, hidratação, tratamento precoce das infecções respiratórias e fluidificação de secreções. O acompanhamento é multidisciplinar, envolvendo psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros especialistas.

A alteração genética é mais frequente em pessoas brancas. "Não é uma doença transmissível, é genética: o pai e a mãe têm de ter a mutação. Um fibrocístico e outro não podem ficar juntos no mesmo ambiente, porque podem passar bactérias entre si, mas não precisam ficar separados de outras pessoas", ressalta Luciana.


6 razões para tomar óleo de fígado de bacalhau...

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 05.09.2017
A ideia de tomar óleo de fígado de bacalhau pode não ser muito agradável, mas os benefícios cientificamente comprovados de o fazer compensam o eventual sacrifício...

Rico em ómega 3...

Os efeitos benéficos do óleo de fígado de bacalhau advêm, principalmente, de um ingrediente:
 os ácidos gordos ómega 3. São essenciais, porque o corpo não consegue produzi-los, pelo que precisa extraí-los dos alimentos, e contam-se entre as gorduras polinsaturadas, as mais saudáveis.

Previne as doenças cardiovasculares

Uma equipa de investigadores suíços conduziu um estudo em que o objetivo era analisar os efeitos dos ácidos gordos polinsaturados ómega 3 nas doenças cardiovasculares e concluiram que a sua ingestão diminuiu a mortalidade em geral e a mortalidade por enfarte do miocárdio e morte súbita em doentes cardiovasculares.

Ajuda no tratamento de depressões

A depressão afeta, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas em todo mundo e é a causa que mais contribui para as mortes por suicídio. Um estudo recente, realizado em animais e conduzido por investigadores franceses, sugeriu que a ingestão de ómega 3 pode desempenhar um papel na redução da ansiedade e na melhoria da função cognitiva.

Um outro estudo, realizado pelo Laboratório de Neurofisiologia da Universidade Federal do Paraná no Brasil, revelou que a ingestão de óleo de peixe pode ser benéfico em pessoas que sofrem de Parkinson com depressão.

Melhora a memória

Apesar de a capacidade de memória do cérebro ser infinita, o avançar da idade torna inevitáveis pequenas falhas. E é aqui que o óleo de fígado de bacalhau pode dar o seu contributo. O Departamento de Biologia Funcional da Universidade de Oviedo em Espanha realizou um estudo e concluiu que o consumo de ácidos gordos polinsaturados reduz o declínio cognitivo e a subsequente incapacidade em idosos.

Um outro estudo, realizado por investigadores da Universidade de Lund na Suécia, analisou os efeitos da ingestão de ómega 3 ao longo de cinco semanas no desempenho cognitivo em indivíduos saudáveis. Os investigadores descobriram que a ingestão diária de ácidos melhorou o desempenho cognitivo dos indivíduos após cinco semanas.

Ajudar a perder peso

Não são os suplementos de óleo de fígado de bacalhau que, por si só, vão levar a uma perda peso. Mas combinados com a prática regular de exercícios aeróbicos podem ser uma ajuda preciosa.

Uma equipa de investigadores australianos descobriu que a adoção de suplementos de óleo de peixe como parte de um programa regular de exercícios aeróbicos reduziu a gordura corporal e melhorou a função cardiovascular e a saúde metabólica.

Benéfico para a artrite reumatóide

A artrite reumatóide é a forma mais comum de artrite e é uma doença inflamatória que causa dor, inchaço, rigidez e perda de funções nas articulações. Estima-se que, em Portugal, cerca de 0,8% a 1,5% da população é afetada pela doença.

Um estudo, conduzido pela Albany Medical College em Nova Iorque, revelou que incluir suplementos de óleo de peixe na alimentação de doentes que sofrem de artrite reumatóide leva a melhoria nos parâmetros clínicos da atividade da doença.

O Departamento de Farmacologia do Mahatma Gandhi Medical College and Hospital descobriu ainda que, os efeitos anti-inflamatórios do ómega 3 e o alto teor de vitamina D presentes no óleo de fígado de bacalhau podem ser benéficos para os pacientes que sofrem da doença, ajudando a reduzir a dor e a necessidade de certos medicamentos.

Dani Americano , e sua história com Neuromielite Óptica(Devic)

O4/07/2017


Fui diagnosticada com Neuromielite Optica em junho de 2012 após 5 meses internada, com uma alta errada nesse meio tempo que me tirou os movimentos, força e sensibilidade do peito para baixo. 

Meus primeiros sintomas foram vômitos por 2 meses em agosto e setembro de 2011! Hoje sei que são uma característica peculiar da doença, mas na época não sabia. 

Sentia muitas náuseas, soluçava e vomitava muito. Perdi 8kg, e fiquei muito debilitada.  Fui a vários médicos, fiz diversos exames, mas nada foi detectado. 

Os médicos diziam que os exames estavam perfeitos. Enfim, ninguém sabia o que eu tinha.  E, do mesmo jeito que os vômitos começaram, eles desapareceram.... (Próprio do surto da doença)


Em outubro daquele ano, comecei a sentir formigamento nos pés, formigamento igual nos dois pés vindo de baixo para cima. No dia 15/12/2011, as pernas começaram a ficar dormentes do joelho para baixo.  

Conversei com um amigo cirurgião vascular que me disse que o tipo de dormência era neuropática. 

Procurei um neurologista que após um exame simples disse que o que eu tinha era muito normal: sintomático e idiopático. Sintomático porque eu só tinha sintomas; Idiopático porque ele não sabia o que era. Prescreveu um remédio e pediu que voltasse em dois meses. A dormência foi piorando, subindo pelas pernas e por vezes se transformando em queimações.


No dia 9 de fevereiro, fui a emergência do Hospital de Clínicas da minha cidade, pois estava sentindo muita queimação, vinda dos pés e entrando pelas entranhas, pedi a médica que me atendia que chamasse um neurologista pois meu caso necessitava de tal profissional, mas ela disse que neurologista só em casos graves...... E recusou-se a chamá-lo para mim. Até argumentei que ela não sabia o que eu tinha, como poderia dizer que não era um caso grave? Mas ela foi irredutível! Me deu analgésico e calmante, para passar as dores e prescreveu um remédio para varizes!!!  Três dias depois, voltei para emergência pois estava com retenção urinária, estava há um dia sem fazer xixi e quase sem poder andar.


Mas dessa vez Deus colocou um anjo na minha vida, fui atendida por um médico que vendo meu estado, resolveu me internar no CTI neurológico para investigar a causa dos problemas relatados. Na minha primeira internação perdi os movimentos logo depois de internar. Fiz pulsoterapia com solumedrol e os movimentos foram voltando aos poucos. Durante os 33 primeiros dias de hospital, tive diversos diagnósticos: Mielite, mielite idiopática, mielite transversa, mielite por falta de Vitamina B12, quando uma médica resolveu me dar alta, mesmo eu sentindo muitas dores. Nenhum dos 9 medicos que me atenderam no hospital relacionou as náuseas e vômitos com a doença. Na verdade, nem deram atenção a essa informação. Fiz pulsoterapia, tive uma melhora, e estava conseguindo ficar em pé, e dar uns passos, com a ajuda do andador e do fisioterapeuta. Quase um mês após a pulsoterapia voltei a sentir MUITAS dores no pescoço irradiando para os braços. A médica, cujo diagnóstico era mielite por falta de vitamina B 12, disse que as dores eram do colchão e do travesseiro, que ela já estava há muito tempo deitada e que eu precisaria repor a vitamina B 12 para o resto da vida e me deu alta. Após ter perdido todo controle e sustentação do tronco e não ter mais nenhuma sensibilidade do peito Fiquei dez dias em casa sentindo muitas dores e foi piorando. ara baixo, voltei ao hospital. Quando um médico particular assumiu o caso. Fiz nova pulsoterapia e plasmaferese.  A inflamação chegou quase ao bulbo cerebral. Por essa razão fiquei no CTI Neurológico por 18 dias e 43 dias ao todo no hospital, tive alta. 1 semana depois, após uma ressonância meu médico me internou às pressas no CTI novamente pois estava novamente em surto. Fiz nova pulsoterapia. E comecei o tratamento com azatioprina e corticoide oral, a suspeita era de espectro da Doença de Devic, já que o anti-aquaporina tinha dado negativo e eu também não apresentava nada no nervo ótico. No final de maio, fui para o Hospital Sarah, em Brasília, referência em neuroreabilitacao, quando pela primeira vez uma médica relacionou as náusea e vômitos ocorridos em setembro passado.

Voltei para casa em agosto de 2012, após quase 6 meses internada, sem os movimentos, força ou sensibilidade da altura do peito para baixo.

Esse é o relato clínico. O relato da Daniele sobre tudo isso é de tranquilidade, de certeza de que, apesar dessa loucura toda que eu descrevi a cima, nada acontece por acaso, porque Deus está no controle de tudo.

Durante todo o tempo internada ou mesmo passados os 5 anos do diagnóstico, nunca me desesperei ou mesmo perguntei porque isto estava acontecendo comigo, pois tinha certeza de que Deus queria alguma coisa de mim. E assim, foi   muito mais tranquilo passar por todas essas transformações.

Aliado a isso, todas as noites, nas minhas orações, visualizava a minha melhora, como aquele personagem dos X-Men, o Wolverine, que se regenera. Então eu imaginava cada cicatriz se fechando e eu voltando a andar, a correr, caminhar na praia, a andar de bicicleta, enfim, a fazer todas as coisas que eu fazia antes.

E com a certeza de que Deus estava cuidando de mim, via as coisas se encaixando e se organizando para que eu passasse pelo turbilhão que tinha se tornado minha vida da melhor forma possível.

Quando me perguntam como estou, respondo: bem! Todo dia um pouquinho melhor! E acredito de verdade nisso, porque acredito muito no poder da energia e das palavras. Precisamos querer e vibrar pela nossa melhora.

Hoje já estou muito melhor do que há 5 anos, tenho mais forças, menos dores e já consigo ficar em pé por alguns segundos sem o uso de órteses. Ainda não ando, mas sei que isso acontecerá, cedo ou tarde. Jogo tênis em cadeira de rodas, nado, faço fisioterapia, pilates e musculação. 

Cada dia estou tentando uma coisa nova, tentando me superar, ir além!  E conto com um time de anjos, enviados por Deus, para me auxiliar: filho, mae, pai, irmãs, cunhados, família, amigos

Por se tratar de uma doença inflamatória, visando evitar novo surtos, faço uma alimentação com produtos anti-inflamatórios e retirei do meu cardápio aqueles considerados inflamatórios, como leite, glúten e açúcar. 

A maior melhora que percebi foi a retirada do açúcar branco. Não como mais nada que leve açúcar: bolos, doces, balas, sucos de caixinha, etc... Notei melhora na disposição e nas dores. Além disso, ainda emagreci! Não era o meu intuito, mas ter emagrecido foi ótimo! Tomo 25 mg de corticoide diariamente e tinha inchado muito. Com a retirada do açúcar, voltei ao meu peso anterior, depois de quase 5 anos!!!

Por fim, por não acreditar que Deus me faria passar por tudo isso à toa, conversei com Ele e perguntei o que Ele esperava de mim, foi quando eu tive a ideia de criar o blog Menina Coragem, para incentivar pessoas com ou sem deficiência a passar pelos desafios diários da vida, afinal, todos nós temos diversos desafios diários e cabe a cada um decidir como encará-los.

Quem quiser, me segue lá: www.meninacoragem.com.br , no Instagram e no Facebook @meninacoragem

Força, Foco e Fe
Fiquem com Deus.

SUS disponibiliza mais um medicamento para o tratamento da esclerose múltipla...

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Incorporação do fumarato de dimetila, usado por 240 mil pacientes em todo mundo, pode beneficiar os pacientes em tratamento no Brasil...

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) do Ministério da Saúde recomendou a incorporação do fumarato de dimetila ao Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para o tratamento da esclerose múltipla (EM) no SUS. 

O medicamento será disponibilizado para uso após falha com betainterferona ou glatirâmer.

Com a nova inclusão, os pacientes terão a oportunidade de contar com mais um medicamento oral para o controle da doença, que também contribui de forma significativa para a aderência ao tratamento. 

O fumarato de dimetila é indicado para esclerose múltipla recorrente-remitente (EMRR)i, que é a manifestação mais comum da doença. 

A terapia foi aprovada para uso no Brasil em 2015, e é considerada o medicamento oral para tratamento da esclerose múltipla mais prescrito no mundoii, com 240 mil pacientes tratadosiii.

Entre abril e maio de 2017, a Conitec realizou consulta pública (CP nº 21) sobre a incorporação do fumarato de dimetila pelo SUS. A consulta resultou em mais de 1.500 manifestações, majoritariamente a favor da incorporação. 

A vasta participação da comunidade médica e de pacientes na consulta pública reforça a importância da disponibilização de novos tratamentos para os diferentes tipos de esclerose múltipla e a necessidade de ampliar o arsenal de medicamentos disponível aos pacientes.

No Brasil, existem mais de 30 mil pessoas afetadas pela doença. De causa ainda desconhecida, a esclerose múltipla é uma doença que atinge adultos jovens e compromete o sistema nervoso central. 

É caracterizada pela desmielinização da bainha de mielina, envoltório do axônio por onde passam os impulsos nervosos. 

A esclerose múltipla é caraterizada por um processo de inflamação crônica de natureza autoimune que pode causar desde problemas momentâneos de visão, falta de equilíbrio até sintomas mais graves, como cegueira e paralisia completa dos membros. 

A doença é uma das principais causas de incapacidade de jovens adultos, com idade entre 20 e 40 anos, e é mais frequente entre as mulheres.