INIBIDORES DE APETITE - MÉDICOS ADVERTEM

"O PERIGO DO USO INADEQUADO"


Inibidores de apetite derivados de anfetaminas atuam no sistema nervoso central reduzindo a sensação de fome, mas provocam uma série de efeitos colaterais, além de causarem dependência. Existem alguns anorexígenos como a Sibutramina e o Orlistate, com composição e mecanismos diferentes, sem potencial de dependência.

"Os anorexígenos como Anfepramona e Femproporex são drogas psicotrópicas de venda legal e controlada. O problema não é a falta de prescrição, e sim a indicação para fins estéticos. O consumo é maior entre pessoas que não tem perfil para usá-las do que por aqueles que sofrem de obesidade, resume a psicofarmacóloga Solange Nappo, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)."

"É um negócio muito lucrativo. Mas excesso de peso não significa obesidade. A população é induzida por uma cultura de magreza, mas a mulher brasileira, não é anglo-saxã: nosso patrimônio genético é opulento por causa da herança portuguesa, africana e indígena. E como é mais dificil mudar a imagem corporal apenas com dieta, apela-se para as drogas. Medicamento não foi feito para uso estético, adverte o Dr. Elisaldo Carlini, diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid)

" O uso abusivo de anorexígenos ocorre por uma série de fatores. Por um lado, há pacientes que não querem ter trabalho para emagrecer e acham que a solução está em um remédio milagroso; por outro lado. existem médicos que não querem perder tempo e saem prescrevendo inibidores. A consulta para quem quer emagrecer é demorada: ouvimos a história do paciente para descobrir como é a sua rotina. É necessária uma mudança comportamental. O remédio apenas não resolve" explica o endocrinologista Dr. Henrique Lacerda Suplicy, professor da Universidade Federal do Paraná.

É longa a lista de efeitos colaterais provocados pelo uso indevido de anorexígenos: insônia, irritabilidade, agitação, dores de cabeça, taquicardia, elevação da pressão arterial, prisão de ventre, tremores, perda da libido, depressão, alucinações e surtos psicóticos, entre outros -Isso sem falar no efeito REBOTE - o corpo readquire os quilos perdidos e mais alguns extras - e no risco de ocorrer dependência física e psicológica.

"Fazer uso de inibidores sem necessidade é receita certa para engordar. O metabolismo fica bagunçado porque a pessoa não sente fome e quase não se alimenta. O corpo entra em sistema de alarme e fica econômico no gasto energético. Quando o remédio é suspenso, come-se exageradamente, pois o organismo tende a compensar a escassez" - explica a Dra. Fernanda Scagliusi, professora do Curso de Nutrição da Universidade Federal de São Paulo, campus Baixada Santista.

Embora a ANVISA proiba, desde 1998, a prescrição de fórmulas de anorexígenos com associações medicamentosas - ansiolíticos, diuréticos, hormônios ou extratos hormonais e laxantes, entre outros, as receitas com tais combinações continuam circulando.

" A ANVISA se compromete criando as leis, mas não há controle. O que ocorre é que são prescritas receitas separadas: uma destina-se às cápsulas com o anorexígeno e a outra às demais substâncias. Eu já vi de tudo - desde receitas enviadas pelos correios até prescrições com nomes de pessoas diferentes". - diz o Professor Suplicy.

Dicas de como emagrecer com saúde: "Procurar antes de tudo um Nutricionista - Este profissional identifica as causas da alimentação inadequada como, por exemplo, problemas emocionais. O risco de começar a fazer dietas com inibidores e perder a autoestima é grande: A pessoa não se sente mais capaz de tomar conta do próprio corpo e fazer as mudanças no estilo de vida. É como parar de fumar" - previne a professora Scagliusi.

Fonte informativa: Revista Seleções - Setembro/2009

Neuromielite Óptica Síndrome de Devic: Esclerose Múltipla: Variante muitas vezes confundido com MS



© Elaine Moore
4 de junho de 2008
Eye Diagram, National Eye Institute

Neuromielite óptica (NMO) é uma doença desmielinizante auto-imune que provoca episódios de fraqueza muscular e perda da visão. NMO anticorpos são a chave para o diagnóstico.

Neuromielite óptica (NMO), que é também conhecida como síndrome de Devic, é uma desordem auto-imune, muitas vezes confundida com esclerose múltipla (MS). Na história caso followings adaptado da revista Medicina Laboratorial, uma condição de neuromielite óptica é diferenciada da esclerose múltipla.

O Paciente

O paciente é um 22-year-old mulher Africano-americanos cuja queixa principal durante esta visita foi a cegueira monocular (que afectam um olho). Anteriormente, a paciente havia sido internado três vezes, duas vezes dentro de um período de 18 meses (uma vez que logo após o parto), queixando-se da fraqueza do lado esquerdo. Nessas ocasiões anteriores, exames cerebrais e da coluna cervical MRI foram negativos ea fraqueza respondeu aos esteróides. Ela foi presume-se que a esclerose múltipla.

Em uma visita ao hospital, 3, o paciente não respondeu aos esteróides, mas respondeu a um curso de plasmaferese. Em plasmaferese, que reduz temporariamente os auto-anticorpos, o sangue é extraído do plasma e líquido removido. As células do sangue e plasma também remanescentes de doadores saudáveis é transfusão de volta para o paciente.

Processo Histórico

Em sua visita ER presentes, o paciente se queixou de ter perda de visão completo em seu olho direito por uma semana. Seus sinais vitais e reflexos eram normais embora a sua marcha foi ligeiramente afectada. Sua pupila direita era fixas e dilatadas e não respondem à luz. Durante sua internação, ela respondeu a um outro curso de plasmaferese. A ressonância magnética foi encomendado para testar a neurite ocular, uma condição que pode ocorrer na esclerose múltipla, ou miastenia gravis ocular.

Testes de Diagnóstico

Uma ressonância magnética da coluna cervical do paciente revelou hipersinal T2 da junção cervicomedullary a C7. Uma ressonância magnética de sua coluna torácica revelou hipersinal T2 de T2 a T7. O cérebro MRI e raio X de tórax foram negativos.

Fonte: http://autoimmunedisease.suite101.com/article.cfm/neuromyelitis_optica%20# ixzz0VnVvWoOB






Movimentos trêmulos

Tremor essencial, menos agressivo do que a doença de Parkinson, acomete as duas mãos

É fácil se confundir. Quando as mãos tremem e perdem a firmeza até mesmo para tomar um cafezinho, o paciente logo pensa que está sofrendo com a doença de Parkinson. Mas não na maioria das vezes o diagnóstico é outro. O vilão dessa história pode ser uma enfermidade menos agressiva, mas muito mais comum. É o chamado tremor essencial (TE).

Uma das dificuldades que os médicos encontram para distinguir os dois distúrbios é a falta de exames para definir cada um. O diagnóstico é feito apenas em avaliações clínicas com base nos sintomas. A principal característica do TE é que o tremor ocorre durante o movimento – se a pessoa está parada, não treme. Outra característica é que, desde o início, o problema acomete as duas mãos, enquanto no Parkinson o tremor se inicia de um lado, tornando-se bilateral depois.

– Nos casos mais graves, com tremores fortes, é comum que os pacientes sofram uma espécie de isolamento social. Como têm dificuldades, por exemplo, de manusear os talheres para jantar, preferem ficar em casa. Pouco a pouco, se afastam dos amigos – ressalta o neurologista Carlos Rieder, da Academia Brasileira de Neurologia.

Nos casos graves, outras partes do corpo também são atingidas pela doença, entre elas, a cabeça. São pacientes que podem precisar de tratamentos mais invasivos e de alto risco. Um deles é o implante de eletrodos no cérebro, cirurgia parecida com a de Parkinson. A ideia é utilizar correntes elétricas para regular a atividade cerebral e fazer os sintomas diminuírem bastante.

Mas, na maioria dos pacientes, as recomendações são bem menos agressivas. Os médicos lançam mão de remédios betabloqueadores e anticonvulsionantes.

– Essas substâncias costumam aliviar em 70% a 80% a intensidade dos tremores. É uma queda importante e que melhora muito a qualidade de vida dos pacientes – explica o neurocirurgião Telmo Reis, do Hospital Moinhos de Vento.

Além dos remédios, um produto que costuma ser usado em cirurgias estéticas pode ajudar quem sofre com TE. O botox é aplicado sob a pele para deixar os músculos mais rígidos e “pesados”.
As principais diferenças:

DOENÇA DE PARKINSON
- O tremor ocorre mesmo em repouso.
- Os sintomas costumam se iniciar a partir
dos 50 anos.
- Além do tremor, ocorrem sintomas como rigidez
articular, dificuldade de locomoção e problemas de postura.
- É causado pela deficiência de dopamina em alguns núcleos cerebrais, o que acarreta problemas motores.

TREMOR ESSENCIAL
- O tremor ocorre quando a pessoa faz
algum movimento, como estender o braço.
- Os sintomas podem aparecer precocemente,
a partir dos 14 anos.
- O tremor é o único sintoma da doença.
- Não se sabe a causa exata, mas os pacientes
costumam apresentar algum histórico da doença na família

Tabagismo Acelera Piora da Esclerose Múltipla

O tabagismo pode acelerar a progressão da esclerose múltipla, uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central em adultos jovens. Um recente estudo de pesquisadores do Brigham and Women’s Hospital, da Harvard Medical School e do Massachusetts General Hospital, em Boston (EUA), publicado no Archives of Neurology, acompanhou 1.465 pacientes com esclerose múltipla por cerca de três anos. Em média, os participantes tinham 42 anos e apresentavam a doença havia 9,4 anos.

Pouco mais da metade (53,2%) nunca havia fumado, 29,2% haviam sido fumantes no passado e 17,5% eram fumantes ativos. A progressão da esclerose múltipla foi avaliada por meio de características clínicas e de exames de ressonância magnética. Os resultados mostram que os fumantes sofriam de uma forma significativamente mais severa da doença no início do estudo e apresentavam mais a forma caracterizada por um declínio progressivo das capacidades neurológicas.

Para Antonio Gomes Neto, coordenador do Centro de Atenção ao Paciente Portador de Esclerose Múltipla da Santa Casa de Belo Horizonte, trata-se de um estudo grande, feito por um serviço médico importante e publicado em uma revista respeitada, mas que não é definitivo.

– É um trabalho a ser olhado com carinho, porque é provável que as substâncias tóxicas do cigarro contribuam para o agravamento da esclerose múltipla, mas não significa que o cigarro tenha uma influência definitiva – afirma.

Ainda assim, ele acredita que todos os médicos devem avisar seus pacientes fumantes que têm a doença sobre a descoberta.

Para o neurologista Rodrigo Barbosa Thomaz, do Hospital Albert Einstein e do Centro de Atendimento e Tratamento da Esclerose Múltipla da Santa Casa de São Paulo, o cigarro pode contribuir para acelerar a transição entre as duas fases da doença, mas não isoladamente.

– Mais estudos precisam ser realizados para comprovar essa hipótese. Existem outros fatores inerentes ao paciente e à doença em si que contribuem para que a transição seja mais rápida – diz.

Fontes: Associação Brasileira de Esclerose Múltipla e Rodrigo Barbosa Thomaz, neurologista

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2687400.xml&template=3898.dwt&edition=13331§ion=1028

Reportagem,Pilates para Grávidas,Beneficios do Sal,e Artrose.



O Vida e Saúde apresenta uma aula de pilates para gestantes. E ainda: saiba mais sobre artrose, uma doença que pode afetar qualquer pessoa. Veja como prevenir acidentes dentro de casa. Acompanhe as dicas de especialistas para evitar intoxicação com produtos de limpeza, remédios e plantas. Tem também uma reportagem sobre cirurgia plástica no nariz

Fonte: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=82417&channel=45


REPORTAGEM SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA



Programa Vida e Saúde - RBS TV - Sábado, 3/10/2009


Entrevista com o neurologista Dr. Alessandro Finkelsztjn,para o programa Vida e Saúde na RBS TV de Pôrto Alegre,sobre Esclerose Múltipla.



OBS: Dá para adiantar o video, ou aguardar 5 minutos que é a segunda reportagem.


Fonte: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=79439&channel=45

SAIBA MAIS SOBRE ESCLEROSE MÚLTIPLA



A doença que ainda não tem cura atinge principalmente adultos jovens. Os sintomas podem ser reduzidos com um tratamento que envolve medicamentos, exercícios físicos e terapia corporal.

Fonte: http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=73455&channel=45

Dados mostram eficácia do TYSABRI® no tratamento da esclerose múltipla

publicada em: 11/09/2009

A Biogen Idec e a Elan Corporation apresentam, esta sexta-feira, no 25.º Congresso do Comité Europeu para o Tratamento e Investigação em Esclerose Múltipla (ECTRIMS – 9 a 12 de Setembro), novos dados sobre o potencial do TYSABRI® (natalizumab) na redefinição do sucesso do tratamento da esclerose múltipla (EM). Estes dados partiram de estudos observacionais e de uma análise retrospectiva da fase III do estudo AFFIRM, pode ler-se no comunicado enviado pelas empresas.
Os dados revelam que o TYSABRI® melhora significativamente as capacidades físicas e cognitivas dos doentes com EM, através da utilização do Multiple Sclerosis Functional Composite (MSFC), nos doentes envolvidos no estudo AFFIRM; promove a regeneração ou estabilização da bainha da mielina, cuja destruição é responsável por diversos sintomas nestes doentes, tal como avaliado através de técnicas avançadas de RMN; e melhora, de um modo geral, a qualidade de vida dos doentes.
Para Michael Panzara, vice-presidente e responsável do Departamento Médico de Neurologia da Biogen Idec, “os doentes com EM devem esperar mais da sua terapêutica e estudos como estes demostram o potencial do TYSABRI® em satisfazer as suas expectativas”. “Os dados apresentados no ECTRIMS mostram mais uma vez que TYSABRI pode conduzir a melhorias num vasto leque de sintomas físicos e cognitivos”.
Já o presidente da Elan Corporation, Carlos Paya, sublinha que ”o forte perfil de eficácia demonstrado nos ensaios clínicos com TYSABRI® foi reforçado através destes e outros novos dados, apresentados no Congresso”. E acrescenta: ”o TYSABRI® é o primeiro medicamento aprovado para o tratamento da EM com evidência científica que sugere que alguns sinais de progressão da doença podem ser travados, quer sejam avaliados através de medidas clínicas, radiológicas ou através dos resultados reportados pelos próprios doentes”.

TYSABRI® melhora, significativamente, as funções físicas e cognitivas

A análise post-hoc do estudo de fase III AFFIRM foi conduzida utilizando a escala MFSC, com o objectivo de avaliar os efeitos do TYSABRI® na redução do grau de incapacidade dos doentes.
Os resultados mostraram que o TYSABRI® aumentou significativamente a proporção de doentes que melhorou o tempo de caminhada, o tempo de execução do teste dos nove buracos e pinos e que acertou em mais respostas no teste de adição, comparativamente com placebo.
O efeito do TYSABRI® permaneceu significativo no T25FW, 9-HPT e PASAT-3 quando a melhoria foi definida como uma mudança positiva vs. baseline sustentada em, pelo menos seis, sete ou oito de dez visitas de estudo planeadas.
Segundo Frederick E. Munschauer, professor na University of New York at Buffalo, nos Estados Unidos, “estes dados sobre a capacidade de TYSABRI em melhorar as funções física e cognitiva representam um novo paradigma para redefinir o sucesso das terapêuticas da EM”.

TYSABRI® estabiliza e restaura a bainha da mielina

Novos resultados de um estudo mostram que TYSABRI® promove a regeneração e estabilização da bainha da mielina tal como demonstrado através da avançada técnica imagiológica “Voxel-Wise”, em comparação com doentes tratados com interferão beta-1a IM e com indivíduos saudáveis. No estudo foram seguidos durante 12 meses, 77 doentes tratados com TYSABRI® e 21 doentes com interferão beta-1a IM, bem como 17 voluntários saudáveis de ambos os sexos.
Verificou-se que TYSABRI® promoveu, de forma significativa, a reconstituição da bainha da mielina, quando comparado com os doentes tratados com interferão beta-1a IM e com os voluntários saudáveis.
Não foram registadas diferenças significativas quanto ao decréscimo do volume de substância branca aparentemente normal quando avaliada pela técnica “Voxel-Wise” entre os doentes tratados com TYSABRI® e os voluntários saudáveis. Os doentes com EM surto-remissão apresentaram, com ambas as terapêuticas, um superior potencial de remielinização e um menor grau de desmielinização do que os doentes com EM secundária progressiva.

Melhoria do bem-estar físico e psicológico com TYSABRI®

Um estudo observacional e longitudinal de um ano (actualmente a decorrer) irá avaliar os resultados de saúde reportados pelos doentes, antes do tratamento com TYSABRI® e após a 3.ª, 6.ª e 12.ª perfusão. A Multiple Sclerosis Impact Scale-29 (MSIS-29) será utilizada para avaliar o efeito deste medicamento na qualidade de vida dos doentes.
Após um período de seis meses, o estudo mostrou que os doentes tratados com TYSABRI® experienciaram melhorias consistentes ao nível do seu bem-estar físico e psicológico, o que sugere que TYSABRI® pode melhorar, globalmente, a qualidade de vida dos doentes com EM.
O TYSABRI® já está aprovado em mais de 40 países. Está aprovado na União Europeia, para as formas surto-remissão de EM. De acordo com os dados do estudo AFFIRM, publicados no New England Journal of Medicine, após dois anos de seguimento, o tratamento com TYSABRI® levou à redução relativa de 68% da taxa anual de surtos, comparativamente a placebo, e reduziu o risco relativo de progressão de incapacidade em 42 a 54%.