9 SINTOMAS DE LÚPUS QUE NÃO DEVEM SER IGNORADO PELAS MULHERES

#UnidosSomosMaisFortes

20 DE AGOSTO DE 2016

O lúpus é uma doença que afeta mais mulheres do que homens
O lúpus é uma doença auto-imune crônica que afeta mais mulheres do que homens e que coloca o corpo em um estado de reação brutal. 
A doença afeta o sistema imunológico, deixando-o contra o próprio organismo, o que provoca uma série de inflamações e consequências na pele. Os órgãos são também afetados com este problema.


Embora a causa do lúpus não seja ainda conhecida, existem alguns sinais emitidos pelo próprio corpo e que podem indicar o aparecimento da doença, cujo diagnóstico acontece geralmente em mulheres entre 15 e os 34 anos.

À revista Self, o médico Jill Buyon fala dos sintomas que as mulheres jamais devem ignorar e que devem ser avaliados por um médico especialista capaz de despistar a possibilidade de se tratar de lúpus ou não.

Sintoma 1 – Inchaço e dor nas articulações.

Esta situação é mais comum de manhã e caracteriza-se por uma sensação de rigidez, especialmente nos pulsos e nos dedos. Muitos médicos confundem este sintoma com artrite reumatoide, mas a verdade é que no caso do lúpus a dor pode acontecer apenas numa mão e não nas duas, como é geral nos casos de artrite reumatoide.

Sintoma 2 – Erupção no rosto.

Quando a luz solar é causa de uma certa irritação no rosto, podemos estar perante um sinal de lúpus, como explica o médico, salientando que a erupção pode começar na ponta do nariz, passar para a maçã do rosto e chegar à zona do maxilar, como se desenhasse uma borboleta.

Sintoma 3 – Retenção de líquidos e sangue na urina.

Como diz a publicação, os problemas renais são uma constante nos casos de lúpus, podendo ocorrer quando o estado da doença é já grave.

Sintoma 4 – Dor no peito.

Uma vez que não afeta apenas a pele e que pode ser altamente nociva para os órgãos, o lúpus é ainda capaz de interferir com o estado dos pulmões, causando uma sensação intensa de falta de ar, dor e fluxo sanguíneo interrompido.

Sintoma 5 – Fadiga.

Este é o sintoma que mais facilmente é confundido com outras doenças, porém, é também o sinal que o corpo dá e que, em conjunto com outros acima mencionados, pode ajudar a um diagnóstico mais rápido.

Sintoma 6 – Perda de cabelo.

A calvície inesperada numa mulher pode ser um dos sinais mais claros desta doença autoimune.

Sintoma 7 – Feridas na boca.

Segundo o médico, uma pessoa com lúpus desenvolve facilmente feridas indolores no céu da boca.

Sintoma 8 – Convulsões e perda de memória.

O lúpus também pode afetar o cérebro e, por isso, todos os episódios de perda de memória jamais devem ser ignorados, incluindo-se aqui os casos de desorientação ou tendência para a psicopatia.

Sintoma 9 – Problemas de saúde mental.

Da depressão à ansiedade, passando pelos pensamentos assustadores ou negativos… o lúpus pode mexer e muito com a saúde mental de uma pessoa, embora estes sinais sejam os mais difíceis de relacionar com a doença no seu estado inicial.

EPILEPSIA...CAUSAS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO

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20/08/2016

Segunda doença neurológica mais comum provoca crises que vão de apagões momentâneos a convulsões


É um distúrbio da atividade elétrica das células do cérebro que provoca crises — que vão de apagões momentâneos a convulsões. Trata-se da segunda doença neurológica mais comum, atrás apenas do acidente vascular cerebral (AVC).

COMO IDENTIFICAR

Sintomas

O principal sinal é a crise epilética,provocada pela atividade irregular dos neurônios. A crise pode ser leve, causando apagões momentâneos (como chegar a um lugar sem saber como), ou aguda, provocando convulsões. No caso mais grave, a pessoa perde a consciência e cai, podendo se debater durante o episódio. Quando retoma a consciência, após cerca de dois minutos, o paciente normalmente sente-se confuso e com forte dor de cabeça.

Diagnóstico

É feito por um neurologista, por meiode avaliação clínica e do histórico do paciente. Também podem ser feitos exames complementares como eletroencefalograma e ressonância magnética.

Causas

Médicos costumam dizer que a epilepsia é uma ”segunda doença”, por estar sempre associada a outra. Entre os problemas que causam epilepsia estão alterações genéticas, convulsões febris na infância, malformações cerebrais, falta de oxigenação durante a gestação ou ao nascer, infecções cerebrais nos primeiros dias de vida (como meningite), tumores, traumas, AVC e Alzheimer. Estima-se que 15% das pessoas que tiveram AVC tenham epilepsia.

COMO PREVENIR

A prevenção da epilepsia passa por evitar as doenças que podem causá-la. Na infância, pode ser feita por meio de pré-natal, parto e pós-parto com acompanhamento médico. Traumas podem ser prevenidos com o uso de itens de segurança nos veículos, no trabalho e na prática esportiva, como capacete. Já o AVC pode ser prevenido com o controle da alimentação, da hipertensão e da glicose.

Convivendo com a doença

Quando as crises estão controladas, as pessoas podem ter uma vida normal. No entanto, quando as crises são frequentes, os médicos normalmente não recomendam que os pacientes dirijam ou façam sozinhos atividades que podem causar acidentes, como cozinhar, entrar na água e frequentar lugares altos.

Como ajudar alguém durante uma crise epiléptica?

Em caso de crise leve, quando a pessoa apresenta um “apagão”, é preciso evitar que ela se machuque. Se o paciente estiver atravessando a rua ou cozinhando, por exemplo, precisará de ajuda para terminar de cruzar a faixa ou desligar o fogão.

Se a crise for convulsiva, é preciso evitar que a pessoa se afogue com secreções e se machuque enquanto estiver se debatendo. 

Primeiro, vire a cabeça dela para o lado e segure firme. Depois, tente mantê-la em uma posição confortável para evitar lesões nos membros.

A maior parte das crises epilépticas dura até dois minutos. Após esse tempo, é preciso acionar atendimento médico.

COMO TRATAR

Como a doença não tem cura, o tratamento da epilepsia tem o objetivo de controlar as crises, e é feito por meio de medicamentos. Cerca de 70% dos pacientes conseguem ter as crises controladas com o uso de remédios. Para os outros 30%, a necessidade de cirurgia é avaliada. O procedimento é indicado quando consegue-se identificar o foco epiléptico a ser retirado.

Fontes: André Palmini, professor de neurologia da PUCRS e diretor clínico do Programa de Cirurgia da Epilepsia do Hospital São Lucas, e José Augusto Bragatti, neurologista coordenador do Grupo de Epilepsia do Hospital Moinhos de Vento.


COMO YOGA MUDA SEU CÉREBRO E SAÚDE MENTAL TREMENDAMENTE

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19/8/2016

Se você é um fã da yoga, provavelmente está bem ciente de que essa prática pode trazer muitos benefícios físicos. 


Estudos já mostraram que a yoga pode ajudar com a perda de peso, construção muscular e tonificação, flexibilidade das articulações e até mesmo com problemas crônicos, como fibromialgia e artrite reumatoide. 

Mas você sabia o quanto essa antiga prática também pode melhorar a sua saúde mental e habilidades? Um estudo recente feito com adultos com ligeira perda de memória mostrou o quão saudável a yoga é para o seu cérebro.

O estudo e o que foi descoberto

Os pesquisadores, bem cientes dos benefícios físicos da yoga, procuraram compreender mais sobre os benefícios mentais / cognitivos deste regime de exercícios. 

A fim de fazer isso, eles recrutaram um grupo de voluntários de meia-idade e mais velhos que, após a entrevista, expressaram preocupações sobre as suas memórias, e tinham de fato sido diagnosticados com uma forma leve de declínio cognitivo, uma condição que pode ser precursora da doença de Alzheimer e outras formas de demência. 

Estas condições, se agravadas, podem ter um impacto grave e negativo na qualidade de vida do paciente.

Os pesquisadores fizeram uma varredura no cérebro de todos os pacientes, a fim de estabelecerem uma base para sua atividade / função mental. 

Então, dividiram os participantes em dois grupos distintos, um que recebeu uma sessão de treinamento do cérebro de uma hora, mais quinze minutos de prática diária, enquanto o outro recebeu uma sessão de kundalini yoga de uma hora, com quinze minutos de prática em casa diariamente (em outras palavras, ambos os grupos passaram a mesma quantidade de tempo com estas intervenções).

Ao final deste estudo de três meses, fizeram uma varredura no cérebro de todos os participantes novamente, para ver se as intervenções tinham tido qualquer efeito sobre a sua saúde cognitiva. 

Verificou-se que ambos os grupos de pacientes tinham experimentado melhora cognitiva em áreas do cérebro que afetam as habilidades de memória e linguagem. 

No entanto, o grupo que participou de yoga também exibiu melhora em áreas do cérebro que controlam a concentração e atenção; em outras palavras, o grupo de yoga também saiu deste estudo com maior capacidade de se concentrar e realizar várias tarefas, mostrando que a yoga foi superior para melhorar as funções mentais.

O estudo em contexto

Uma das partes mais interessantes deste estudo é que ele não está sozinho. Ele faz parte do crescente corpo de evidências que mostram que os benefícios mentais / cognitivos da yoga podem ser iguais ou mesmo superiores aos físicos.

No passado, por exemplo, estudos clínicos semelhantes sobre yoga encontraram uma ligação positiva entre esta prática e depressão e ansiedade, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno de estresse pós-traumático, e até mesmo distúrbios psicóticos graves, como a esquizofrenia. 

Um estudo ainda descobriu que esta prática aparentemente leve e suave, foi realmente melhor do que aeróbica na melhoria das funções cerebrais, tais como velocidade e precisão de processamento mental.

Em suma, este estudo em pacientes com declínio cognitivo leve é simplesmente parte de um crescente corpo de evidências clínicas que mostra que a yoga, além de melhorar a saúde do corpo, é capaz de melhorar a saúde da mente. 

Em suma, esta prática é um método verdadeiramente holístico para melhorar todos os aspectos da sua saúde, além de trazer um alto grau de prazer e satisfação para aqueles que dela participaram em base diária.

URTICÁRIA...SEUS SINTOMAS...EVOLUÇÃO E TRATAMENTO

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19/08/2016 

As lesões visíveis são avermelhadas, coçam bastante e tendem a aparecer e evoluir muito rapidamente.

Curiosidade: 

Você sabia que, segundo estudos da comunidade médica, a urticária afetou ou vai afetar aproximadamente 20% da população mundial?


O que é?

A urticária é uma espécie de reação alérgica que pode afetar qualquer tecido epitelial, como a própria pele ou a superfície interna de alguns órgãos.

A alergia nada mais é do que uma reação potencializada de defesa do nosso organismo contra um agente externo. Ao entrar em contato com algum elemento específico, como medicamentos, alimentos, poeira ou outros, o corpo encara este contato como uma invasão e reage produzindo histamina.

A histamina causa estas reações desconfortáveis na pele e, em casos extremos, a obstrução total ou parcial das vias aéreas.

As lesões visíveis são avermelhadas, coçam bastante e tendem a aparecer e evoluir muito rapidamente. Quando as lesões ocorrem no rosto, olhos, lábios ou garganta, ela é chamada de angioedema.

A urticária é um quadro alérgico que pode facilmente ser revertido e diagnosticado por um especialista, tomando o cuidado de descartar outras doenças dermatológicas.

Sintomas

Os principais sintomas desta doença são as lesões na pele, avermelhadas e com o centro mais claro, acompanhadas ou não de dificuldade para respirar.

Os problemas respiratórios surgem nos casos em que o paciente apresenta lesões internas na garganta ou um quadro alérgico mais avançado. Neste caso, a internação deve ser imediata.

As lesões provocam ou não coceira e ardência e crescem muito rapidamente, podendo mudar de localização com a mesma velocidade.

Evolução

A urticária é chamada de aguda quando evolui em menos de trinta dias e de crônica quando a evolução passa de quatro semanas, podendo chegar a seis semanas.

As lesões geralmente desaparecem e reaparecem, às vezes em intervalo de minutos. A maioria delas são placas vermelhas e inchadas, que apresentam branqueamento quando pressionadas.

Este quadro é sempre causado por um agente externo. Muitos agentes podem causar a urticária, mas alguns em especial são conhecidos por suas reações alérgicas. 

Entre eles, podemos citar:

Alimentos: ovo, frutos do mar, peixe, leite, amendoim e outros.

Animais: pelo e caspa de gatos ou cães, picadas de insetos e contato com pólen.

Medicamentos.

Doenças, como a lúpus, outras doenças autoimunes, leucemia e uma infecção chamada mononucleose.

Sol, frio ou agressão extrema.

Umidade ou transpiração excessiva.

Fatores emocionais, como o estresse.

Em alguns casos, a lesão é pequena e é curada antes que se possa fazer os testes e identificar os agentes causadores. Nestes casos, o paciente deve se manter atento a qualquer repetição das lesões, aos seus hábitos, à região na qual aparecem e evitar possíveis contatos que irritem essas áreas do corpo.

Como é o Tratamento ?

O médico geralmente não tem dificuldade em diagnosticar uma urticária, pois seus sintomas e evolução são muito particulares. 

Geralmente, exames de rotina são feitos (urina, fezes e, em casos severos, biópsia local) para ajudar a localizar o agente causador e descartar outras patologias.

Uma vez identificado o agente causador da alergia, o paciente é fortemente orientado a evitar ao máximo o contato com tal agente, usando inclusive uma placa de identificação da alergia em casos mais graves.

Em caso de urticária acompanhada de falta de ar, desmaio, sensação de sufocamento ou inchaço da língua, o paciente deve ser encaminhado para a internação imediata ou acionar uma ambulância o mais rápido possível.

O tratamento geralmente é feito com anti-histamínicos (antialérgicos) e loções tópicas, a serem aplicadas na pele para conter o desconforto.

Existe uma grande variedade de tratamentos caseiros para esta patologia. 

Esses tratamentos podem ser eficazes na hora de conter o desconforto e até ajudam a cicatrizar as lesões, mas é importante consultar um médico para descartar outras doenças e identificar precisamente o causador do quadro.

Em alguns casos, a urticária é leve e desaparece sozinha. Em outros, ela pode vir acompanhada de reações alérgicas bem mais sérias.

Se você possui estas lesões, evite banhos muito quentes, roupas apertadas, loções, perfumes e cremes (principalmente os perfumados) e agentes de atrito (acessórios, colares, bijuterias, relógios). Estes fatores podem potencializar uma irritação existente ou causar o retorno da alergia.

Se as lesões apareceram muito rápido, são grandes e incomodam muito ou se estão afetando suas vias respiratórias, é importante procurar um médico para identificar o causador da alergia e prevenir a repetição da doença.

GASTRITE...CAUSAS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO

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13/08/2016 

Doença é caracterizada por inflamação aguda ou crônica nas paredes internas do estômago


É uma inflamação aguda ou crônica nas paredes internas do estômago, que pode atingir todo ou apenas parte do órgão. 

Resulta de falhas na mucosa, fazendo com que o ácido gástrico –utilizado pelo organismo para a digestão dos alimentos – se transforme em um fator de irritação, dando início ao processo inflamatório. 

Em sua forma aguda, a doença é autolimitada, desaparecendo em curto período, desde que tratada. Já a gastrite crônica pode durar longos períodos.

COMO IDENTIFICAR

A gastrite tem como sintomas queimação, dor no estômago, distensão gástrica e náuseas, sinais parecidos com os de refluxo gástrico, má digestão e até câncer. 

O diagnóstico é realizado por meio de um exame chamado endoscopia digestiva alta, que permite a visualização de toda a mucosa do estômago. 

A endoscopia também proporciona a realização de biópsias, que auxiliam na identificação microscópica da gastrite e na verificação da presença da Helicobacter pylori.

A bactéria também pode ser encontrada por meio de exames de fezes, de sangue e de testes respiratórios.

Causas

A bactéria Helicobacter pylori é apontada como um dos causadores da doença. 

Esse microorganismo resiste bem em ambiente ácidos, como o interior estomacal. Estima-se que 80% dos brasileiros dos brasileiros tenham a bactéria no seu corpo, mas somente de 5% a 15% da população manifesta a doença. 

Além disso, a doença também pode surgir, na forma aguda, como resultados de infecções virais.

Fatores de risco

O uso continuado de determinadas substâncias e o consumo de alguns alimentos e bebidas pode contribuir para o surgimento da gastrite. 

Entre os fatores de risco estão medicamentos anti-inflamatórios, café, chimarrão, bebidas alcoólicas, cigarro, doces (em excesso) e alimentos condimentados. 

Hábitos alimentares equivocados, como períodos prolongados de jejum e ingestão excessiva de gorduras e frituras, também estão relacionados à gastrite.

COMO PREVENIR

A disciplina alimentar é uma boa forma de prevenção. 

Neste sentido, a principal regra é não deixar o estômago vazio – o suco gástrico é secretado permanentemente pelo estômago e deixá-lo vazio faz com que o ácido ataque diretamente a mucosa. 

Além de mastigar bem a comida (a redução do alimento a pedaços menores facilita a digestão), deve-se diminuir o consumo de café e de chimarrão (a cafeína presente em ambos exerce ação irritante sobre a mucosa), de bebidas alcoólicas e de alimentos gordurosos (fazem o estômago produzir mais suco gástrico, o que contribui para o agravamento
da gastrite).

Consequências da doença

A infecção prolongada pela bactéria Helicobacter pylori pode levar ao desenvolvimento de gastrite atrófica, atrofia do estômago e até mesmo câncer de estômago.

COMO TRATAR

Em geral, o tratamento é feito com medicamentos que diminuem a acidez do estômago, permitindo a cicatrização da mucosa e reduzindo as condições para a subsistência da Helicobacter pylori, além de antibióticos.

Fontes: Richard Ricachenevsky Gurski, chefe do Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) e Leonardo Menegaz Conrado, cirurgião do aparelho digestivo e médico endoscopista.


FIBROMIALGIA...A DOR QUE A SOCIEDADE NÃO VÊ...NEM ENTENDE

#UnidosSomosMaisFortes

08 Agosto 2016

A fibromialgia foi reconhecida como doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1992. Atualmente, a fibromialgia afeta 4% da população, sendo que deste total quase 90% são mulheres.

É conhecida como a “doença invisível” porque afeta todas as partes macias do aparelho locomotor e não pode ser diagnosticada facilmente através de exames médicos. A fibromialgia não se vê, não deixa marcas na pele nem provoca feridas que outros possam ver. É uma dor solitária, desesperadora.

Sofrer de fibromialgia é algo muito duro: 

não sei como vou acordar hoje, se conseguirei me mexer, se poderei rir ou só terei vontade de chorar… O que eu sei com certeza é que não finjo: eu sofro uma doença crônica.


Atualmente ainda se desconhece a etiologia desta doença, mas o que sabemos é que ano após ano são mais pessoas diagnosticadas, por isso a medicina está tentando trabalhar em uma intervenção o mais globalizada possível, incluindo, evidentemente, o aspecto biopsicossocial.



Hoje queremos apresentar algumas dicas básicas para que você possa enfrentar a doença com força, melhorando a sua qualidade de vida na medida do possível.

Fibromialgia: a doença real que não se vê

Quando uma pessoa não pode se levantar da cama porque sente que “agulhas ardentes” ferem as suas articulações, não está fingindo nem procurando uma desculpa para não ir ao trabalho. 

Quem sofre de fibromialgia deve adicionar à sua própria doença a incompreensão social, com a sensação de se sentir invisível em um mundo que só acredita no que vê.

O principal problema da FM (fibromialgia) está na controvérsia da sua origem: psicológica ou orgânica. Estas são as principais conclusões que os especialistas apontam:

Possível origem da fibromialgia

É preciso esclarecer em primeiro lugar que não existe evidencia médica que relacione a fibromialgia com uma doença psiquiátrica.

Alguns autores falam de que cerca de 47% dos pacientes sofrem de ansiedade, mas é preciso considerar também que esta dimensão psicológica pode ser uma resposta da própria dor, da própria doença.

- Segundo um trabalho publicado na revista “Arthritis & Rheumatology” quem sofre de fibromialgia experimenta uma maior hipersensibilidade à estimulação sensorial cotidiana.

- Através de uma ressonância magnética os pesquisadores descobriram que frente a um estímulo visual, tátil, olfativo ou auditivo, as regiões de integração sensorial cerebral sofrem um sobre estímulo maior que o normal.

- As pessoas com fibromialgia têm um maior número de fibras nervosas sensoriais nos seus vasos sanguíneos, de modo que todo estímulo ou mudança de temperatura causa uma dor intensa.

- Algo a considerar é que qualquer fator emocional irá aumentar a sensação de dor nestas fibras nervosas. Uma situação pontual de estresse irá resultar em uma sobrecarga na estimulação e em dor, e a sensação de dor e cansaço crônico pode conduzir o paciente à impotência e inclusive a uma depressão.

- Portanto, caímos em um círculo vicioso no qual uma doença de origem orgânica é aumentada pelo fator psicológico. 

Por isso, vale a pena controlar a dimensão emocional para atenuar ou pelo menos “controlar” a origem etiológica.

Estratégias psicológicas para enfrentar a fibromialgia

- A dor crônica faz parte da nossa realidade social, sendo a fibromialgia (FM) uma das suas principais causas. 

Agora que já temos clareza de que fatores como estresse ou a tristeza irão aumentar a sensação de sofrimento, é importante introduzir algumas estratégias básicas de enfrentamento que podem ajudar.

- Hoje você se levantou, se vestiu e pode sair para a rua. Ninguém mais entenderá as suas conquistas, mas esses pequenos triunfos são importantes para você e devem lhe dar forças: você pode ser mais forte que a sua doença.


5 chaves para obter uma melhor qualidade de vida

Em primeiro lugar é importante considerar que nem sempre as mesmas estratégias servirão para todas as pessoas. 

Você precisa encontrar aquelas estratégias que sejam boas para você de acordo com as suas peculiaridades e necessidades. 

Para isso, experimente e selecione você mesmo aquelas que lhe causam maior alívio.


- Entenda a sua doença. 

Isso implica estar em contato com especialistas, médicos e psicólogos. São necessários tratamentos multidisciplinares e cada um lhe trará todo o conhecimento desta condição para que você “compreenda” o seu inimigo. Desta forma, você estará mais seguro e prevenido.

- Passe a ter uma atitude positiva na sua vida.

 Sabemos que não é simples, mas em vez de reagir frente a dor, é melhor aceitá-la e tratá-la, não se deprimir. Não hesite em conversar com pessoas que sofram o mesmo que você, não se isole, nem guarde rancor daqueles que o rodeiam.

- Procure atividades que lhe permitam enfrentar o estresse e a ansiedade: 

existem técnicas de relaxamento muito adequadas que podem lhe ajudar. A ioga, por sua vez, também pode ser muito benéfica.

- Nunca perca o controle da sua vida, não deixe que a dor domine. 

Para isso, estabeleça momentos de ócio cotidiano por menores que sejam. Saia para caminhar e não evite o contato social.

- Ouça as suas emoções, os seus pensamentos e a sua linguagem. 

O que pensamos e sentimos tem uma influência direta sobre a doença. 

Se você disser frases como “não vou conseguir me levantar”, “isso não tem solução” ou “já não tenho mais forças”, você aumentará o seu sofrimento.

Vire estas frases do avesso e você verá como a sua realidade muda.

CARDIOLOGISTA ESCLARECE MITOS E VERDADES SOBRE O COLESTEROL

#UnidosSomosMaisFortes

08/08/2016

No Dia Nacional de Combate ao Colesterol (08/08), dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que cerca de 17 milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido às doenças do coração. 

No Brasil, estimativas mostram que cerca de 40% da população tem colesterol alto e, consequentemente, estão mais suscetíveis a enfrentar problemas cardíacos. 

Atingindo grande parcela dos brasileiros, muitos mitos acabam sendo criados em torno do tema, o que prejudica fortemente o combate. 

Para o cardiologista Jeffer Luiz de Morais, "os problemas ocasionados pelo colesterol alto, assim como a falta de conhecimento sobre os alimentos mais prejudiciais à saúde do coração, aliado a falta de acompanhamento médico para casos mais preocupantes, mostra que muitas pessoas desconhecem as consequências que a doença pode trazer". 

O cardiologista esclarece seis mitos e verdades sobre o colesterol que é responsável, também, por infartos, derrames e mortes súbitas. 

Confira e cuide-se! 

- Manter o colesterol bom (HDL) alto é bom para a saúde? 

Em partes. Embora seja melhor manter o colesterol bom – HDL, estudo da Universidade de Cambridge revela que, em algumas pessoas, pode potencializar o risco de doenças cardíacas. 

É vital analisar caso a caso para verificar quais são os melhores tratamentos para cada pessoa; 

- Realizar exercícios físicos auxilia a controlar as taxas de colesterol? 

Verdade. Praticar atividade física ajuda a combater à obesidade e aumenta os níveis do ‘colesterol bom’; 

- Alguns sintomas são percebidos quando o nível de colesterol ruim aumenta no organismo? 

Mito. O colesterol é uma doença silenciosa, já que não demonstra qualquer sintoma. A única forma de medir o nível é realizando uma dosagem no sangue, que pode ser feita em muitas clínicas, farmácias ou hospitais; 

- Os riscos de infarto são apenas a partir dos 30 anos de idade? 

Mito. Apesar de a maioria dos casos acontecerem nesta faixa etária, há riscos de ter um infarto em todas as idades. Para os casos hereditários, em que os filhos herdam o gene que aumenta o colesterol, a situação é ainda mais preocupante. Fique atento; 

- Consumir ovo potencializa os riscos de aumentar o colesterol? 

Em partes. Embora seja disseminado que o ovo é um vilão, estudo realizado pela Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA), revela que consumir até sete ovos por semana pouco altera as taxas de colesterol. "O ovo contém vitaminas do complexo B e minerais como zinco, selênio, fósforo e ferro, mas deve, sempre, ser consumido com moderação", acrescenta a nutricionista Regina Carrijo. 

Medicamentos são a única forma de combater o colesterol? 

Mito. Equilibrar a alimentação com mais frutas, cereais integrais, vegetais, nozes e legumes pode ser um importante remédio natural para os casos mais amenos da doença. 

Todavia, vale destacar que cada pessoa deve ser analisada de forma individual. Consultar o médico é sempre a melhor alternativa.

PSORÍASE PODE EVOLUIR PARA A DEPRESSÃO...SEGUNDO ESTUDO

#UnidosSomosMaisFortes

7 de agosto de 2016

Um estudo coordenado pelo Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto mostra que a psoríase pode levar o paciente a manifestar sintomas de depressão e fobia social, por tentar esconder a doença e a aparência que ela causa. Isso porque a doença normalmente ocorre em áreas visíveis, como cotovelos, joelhos, mãos, couro cabeludo e unhas. A psoríase é uma doença crônica que torna a pele seca, com manchas avermelhadas que escamam e, em alguns casos, chegam a sangrar.



“Por acontecer muito nos locais mais visíveis, a psoríase incomoda muito e essa visibilidade leva ao isolamento social, podendo evoluir para depressão”, disse a coordenadora da pesquisa, que também é coordenadora do ambulatório de psoríase do Hospital de Clínicas da USP, Cacilda da Silva Souza.

Também pode afetar as articulações. 

O estudo aponta que a doença causa comprometimento articular em 41% dos casos. Além disso, pacientes com psoríase têm maior risco de ter doenças associadas, como diabetes.

A pesquisa contou com 300 pacientes das regiões Norte, Sudeste e Sul do Brasil com psoríase e indicou também que 63,7% dos participantes têm a qualidade de vida impactada negativamente pela doença. 

Destes, 63,1% apresentam sintomas associados à dor e mal-estar, 54,1% têm sinais de ansiedade e depressão e 44,6% tiveram diminuição de função física. 

O estudo foi estruturado para medir a prevalência da síndrome metabólica e artrite psoriásica em pacientes com psoríase, em diferentes estágios da doença.

A psoríase não é uma doença contagiosa, mas os pacientes tentam esconder das pessoas suas marcas. 

Afeta tanto homens quanto mulheres e acredita-se que a hereditariedade pode exercer algum papel para seu surgimento.

Há fatores genéticos. 

Quem tem familiar de primeiro grau tem maior risco de desenvolver a doença. Mas a psoríase também está ligada a fatores externos, como estresse, infecções e medicações. A maioria dos pacientes disseram que as manchas e a doença em geral piora com o estresse”, afirmou Cacilda Souza.

Essa é uma doença que afeta cerca de 125 milhões de pessoas em todo o mundo, que não tem cura, mas tem tratamento. 

Pode ocorrer em pessoas de todas as idades, mas geralmente aparece entre os 15 e 30 anos – sendo que 30% dos pacientes podem desenvolver artrite psoriásica, que combina os sintomas de duas doenças autoimunes, a própria psoríase e a artrite reumatoide, ambas incapacitantes.

CONJUNTIVITE...COMO PREVENIR...TRATAR E EVITAR O CONTÁGIO

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 06/08/2016 

Inflamação ou infecção na conjuntiva nem sempre é contagiosa


Conjuntivite é uma inflamação ou infecção na conjuntiva, a parte externado olho que cobre a esclera. 

Formada por muitos vasos sanguíneos, a conjuntiva serve para proteger e irrigar o olho. 

Essa proteção é muito suscetível a inflamações, que podem ter diferentes causas. Os sintomas e os tratamentos para a doença variam conforme o agente causador da doença

COMO IDENTIFICAR

O diagnóstico é clínico, feito por meio de uma biomicroscopia – exame por microscópio. Nos casos das conjuntivites viral e bacteriana, também podem ser realizados exames laboratoriais para identificar o vírus ou a bactéria que as causou.

Contágio

A conjuntivite viral e a bacteriana são transmitidas por meio do contato com objetos contaminados – como quando tocamos em uma maçaneta com um vírus ou uma bactéria causadora da doença e, depois, coçamos os olhos.  A conjuntivite alérgica e as tóxicas não são transmissíveis.

Os tipos

Conjuntivite infecciosa

Os dois principais tipos de conjuntivite infecciosas são a viral, causada por diferentes tipos de vírus, e a bacteriana, causada por bactérias. São os tipos que podem causar surtos ou epidemias.


Conjuntivite alérgica

Afeta pessoas com alergias respiratórias ou alimentares, quando a reação alérgica é tão forte que atinge os olhos. Também pode ser causada pela reação alérgica a algum produto de higiene ou cosméticos.


Conjuntivite tóxica

A doença também pode aparecer quando um produto químico entra em contato com os olhos, chamada de conjuntivite química, ou devido a uma queimadura do olho, denominada conjuntivite térmica. Ambas ocorrem principalmente devido a acidentes de trabalho.

COMO PREVENIR

O diagnóstico é clínico, feito por meio de uma biomicroscopia – exame por microscópio. Nos casos das conjuntivites viral e bacteriana, também podem ser realizados exames laboratoriais para identificar o vírus ou a bactéria que as causou.

Contágio

A conjuntivite viral e a bacteriana são transmitidas por meio do contato com objetos contaminados – como quando tocamos em uma maçaneta com um vírus ou uma bactéria causadora da doença e, depois, coçamos os olhos.  A conjuntivite alérgica e as tóxicas não são transmissíveis.

COMO TRATAR

O tratamento é feito com colírios específicos para cada tipo da doença. Quando necessário, também são indicados remédios para dor.

Consequências da doença

Embora a conjuntivite seja autolimitada, ou seja, desaparece após um tempo determinado, não tratá-la adequadamente pode causar problemas na visão. Algumas conjuntivites podem atingir a córnea e deixá-la opaca, o que provoca uma visão embaçada. 

O tempo de duração da doença varia de acordo com o tipo, podendo ir de cinco a 21 dias.

Fontes: Luis Ricardo Del Arroyo Tarrago Carvalho, oftalmologista coordenador de Catarata e Transplantes do Hospital São Lucas da PUCRS, e Viviane Uebel, oftalmologista diretora técnica do Hospital Banco de Olhos.

COMO SABER SE EU TENHO MESMO INTOLERÂNCIA A LACTOSE?

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04/08/2016

Não dá pra sair acusando o leite logo de imediato. Veja como identificar o problema


Para não correr o risco de acusar injustamente o leite de ser o culpado dos seus dissabores, a melhor saída é procurar um médico. 

Em primeiro lugar, deve-se descartar a possibilidade de alguma enfermidade gastrointestinal ser a razão dos desconfortos. 

Há um rol de disfunções capazes de causar o que os especialistas chamam de intolerância transitória, ou seja, o perrengue com a lactose some assim que o organismo fica saudável.

A síndrome do intestino irritável, que atormenta cerca de 20% da população mundial, é uma desordem a ser considerada. 

Ela provoca dores abdominais e tem causas ainda não totalmente estabelecidas – sabe-se de uma forte influência do estado emocional. 

Inflamações nas paredes intestinais, como a colite ulcerativa e a doença de Crohn, também são suspeitas quando as cólicas não dão trégua depois das refeições. 

E ainda vem a doença celíaca para embaralhar as hipóteses: a reação, no caso, é ao glúten, presente em cereais como trigo, centeio e aveia. 

Como muitas receitas levam tanto ingredientes com essa proteína quanto leite (caso dos bolos), é fácil, fácil se confundir sobre qual deles está bagunçando o trânsito intestinal.

Por essas e outras, só um especialista será capaz de montar o quebra-cabeça e, com base no relato do paciente, traçar a estratégia para a confirmação do diagnóstico de intolerância à lactose.



CIENTISTAS DESCOBREM 17 VARIAÇÕES GENÉTICAS LIGADAS À DEPRESSÃO...

#UnidosSomosMaisFortes 

02/08/2016

Estudo encontrou relação genetica entre o problema e pessoas de ascendência europeia


Cientistas ofereceram na segunda-feira novas evidências de um risco hereditário para a depressão, revelando 17 variações genéticas ligadas ao transtorno depressivo maior (MDD). 

A descoberta deverá aumentar a compreensão da biologia por trás do MDD e abrir caminhos para tratá-lo, afirmou a equipe na revista científica Nature Genetics.

O MDD, também conhecido simplesmente como depressão, é considerado um transtorno mental que a maioria dos especialistas acredita que seja causado por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a depressão é uma das principais causas de invalidez no mundo todo, afetando cerca de 350 milhões de pessoas.

O transtorno pode causar mudanças de humor, fadiga e perda de sono e de apetite. 

O novo estudo é o primeiro a encontrar associações genéticas com o MDD entre pessoas de ascendência europeia. 

A única evidência de DNA encontrada anteriormente havia sido entre asiáticos.

"Esperamos que esses resultados ajudem as pessoas a compreender que a depressão é uma doença do cérebro com sua própria biologia. 

Agora, vem o trabalho duro de usar esses novos entendimentos para tentar desenvolver melhores tratamentos" disse o coautor do estudo Roy Perlis, do Hospital Geral de Massachusetts, em comunicado.

A equipe usou dados disponíveis on-line - os perfis genéticos de mais de 450 mil pessoas, compartilhados voluntariamente para serem usados nesse tipo de pesquisa. Entre elas, cerca de 121 mil relataram um histórico de depressão.

As variantes genéticas compartilhadas estavam em locais do genoma envolvidos no nascimento de neurônios no cérebro em desenvolvimento, disseram os pesquisadores.

Elisabeth Binder, do Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia, disse que o estudo é um avanço importante para a genética da depressão.

A descoberta representa "um primeiro vislumbre de luz no horizonte para médicos e pacientes de que, no futuro, poderemos ser capazes de basear o diagnóstico e o tratamento na biologia", disse a pesquisadora, por intermédio da organização Science Media Centre, em Londres.

Mas Jonathan Flint, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, observou que as pessoas que participaram do estudo relataram elas mesmas os seus históricos de depressão, em vez de fornecerem um registro médico formal.

Como resultado, a associação observada "pode não ter nada a ver com o transtorno depressivo maior", advertiu Flint.