SAIBA QUAL A IMPORTÂNCIA DE MANTER O CORPO HIDRATADO DURANTE O INVERNO

Saúde em primeiro lugar   20/08/2013

Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 2,5 litros de água por dia. 
Pouca ingestão de líquidos diminui a espessura da mucosa, deixando o organismo mais vulnerável a infecções propagadas pelo ar.


Apesar de sentirmos menos sede no inverno, não significa que possamos descuidar da hidratação do organismo. Isso porque, mesmo com a temperatura mais amena, o corpo continua necessitando de líquidos — e é preciso estar atento para não ter a saúde prejudicada.

A água é o principal componente do nosso organismo, respondendo por cerca de 60% do nosso peso corporal. Em lactentes e crianças, a percentagem é ainda mais elevada, tornando necessário redobrar a atenção com a ingestão de líquidos.

Segundo o professor de Nutrição da USP Antonio Herbert Lancha Junior, a não ingestão de líquidos pode acarretar em maior vulnerabilidade do sistema imunológico, predispondo a infecções oportunistas, como gripes e resfriados, que são bastante comuns no inverno.

Durante a estação, é importante apostar no consumo variado de bebidas ao longo do dia, não somente quando sentir sede.

A necessidade de líquido varia de acordo com rotina de atividade física, gasto energético, entre outros fatores. Todas as bebidas ajudam a manter a hidratação e, no inverno, temos várias opções além da água, como café e chás — afirma o nutricionista.

Também é importante estar atento ao tempo seco, que contribui para o ressecamento do nosso corpo, influenciando principalmente as mucosas do organismo. Além disso, os ambientes climatizados também contribuem para o problema. Ou seja, mesmo aqueles que passam o dia em local com ar condicionado, não devem abrir mão de consumir bastante líquido.

O especialista alerta que, no estado de hipohidratação — pouco hidratado —, a mucosa tem sua espessura diminuída e, com isso, ficamos mais vulneráveis a todos os tipos de infecção propagados pelo ar. Se alguma bactéria ou vírus conseguir atravessar a membrana, são grandes as chances do indivíduo desenvolver uma doença.


Vale lembrar: O Ministério da Saúde recomenda a ingestão de 1ml de água para cada caloria gasta o que, em média, resulta em 2,5 litros ao dia.  

 

CONHEÇA AS CAUSAS DO ZUMBIDO NO OUVIDO ACOMPANHADO DE TONTURA

Incômodo  18/08/2013 

Jejum prolongado e excesso de cafeína e doces podem estar entre os culpados pelo problema.


Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 278 milhões de pessoas no mundo sofrem com zumbido no ouvido. O incômodo é a ausência constante de silêncio, pois um som persistente — apito, chiado, cigarra, grilo, abelha, cachoeira, reator de luz, panela de pressão, escape de ar, etc — pode ser percebido nos ouvidos ou na cabeça dos pacientes, especialmente nos momentos de silêncio.

De acordo com médica e presidente da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido (APIDIZ), Tanit Ganz Sanchez, além de causar insônia, dificuldade de concentração, ansiedade e depressão, cerca de 40% de quem sofre com o zumbido ainda convivem com outro problema: a tontura.

Para a médica, não há relação de causa e efeito entre o zumbido e a tontura, mas a presença de ambos no mesmo paciente tem ainda mais poder para prejudicar a qualidade de vida. 

Quando um paciente tem zumbido e tontura, significa que a causa é mais agressiva e está atacando dois terrenos vizinhos dentro do ouvido interno: a cóclea (órgão da audição) e o labirinto (órgão do equilíbrio). Por isso, é necessária mais ênfase para combater os inimigos do ouvido, sejam eles problemas metabólicos, vasculares, emocionais ou posturais — explica.

De forma resumida, os problemas metabólicos referem-se ao jejum prolongado, abuso de cafeína, e doces. As doenças sistêmicas que causam zumbido e tontura são a hipertensão, diabetes ou pré-diabetes, colesterol e triglicérides altos, hipotireoidismo, menopausa e andropausa. Fatores psicológicos como a ansiedade e a depressão, além dos posturais, envolvendo pescoço e articulação temporomandibular, também podem influenciar o ouvido e causar os mesmos sintomas.

A médica afirma, ainda, que os dois interferem na qualidade de vida das pessoas: 

O zumbido atrapalha principalmente à noite, por causa do silêncio do quarto de dormir, mas também pode incomodar durante o dia, pois tira a concentração para a leitura dos estudos ou trabalho, limita a vida social e muda o equilíbrio emocional da pessoa. A tontura dificulta realizar as atividades corriqueiras como locomover-se, arrumar a casa, dirigir, dentre outros. 

Além de todo desconforto, o paciente com ambos os sintomas ainda tem um diferencial em relação a quem tem só o zumbido: ele sente muito mais medo e insegurança de exercer sua vida normal por não saber quando terá tontura a próxima vez. 

Assim, a forma correta de descobrir o que se tem e melhorar é procurar os possíveis culpados o quanto antes com uma avaliação médica minuciosa — ressalta Tanit.



PESSOAS OBESAS TÊM MAIOR PROPENSÃO A DESENVOLVER HÉRNIA DE DISCO

Controle do peso  20/08/2013

Segundo o IBGE, 12,4% dos homens e 16,9% das mulheres são obesos no Brasil. 
Pacientes com sobrepeso aumentam as chances de complicações cirúrgicas, tempo operatório, perda de sangue e período de internação hospitalar.


Se na década de 70 a maior preocupação era com a desnutrição, hoje é a obesidade que chama atenção e coloca a saúde dos brasileiros em risco.

Uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 50,1% dos homens brasileiros com mais de 20 anos estão acima do peso e, entre as mulheres, o número é de 48%. São considerados obesos 12,4% dos homens e 16,9% das mulheres.

A obesidade passa longe de ser um problema somente estético — a doença está associada a diabetes tipo 2, doenças cardíacas, pressão alta e infarto. Além disso, o sobrepeso pode atingir a coluna vertebral: 25% das pessoas obesas apresentam mais de chances de sofrer dores na coluna.

Segundo o membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) Mauricio Mandel, para ter a coluna afetada não é necessário entrar na categoria de obeso: cada 10 quilos a mais do que o recomendado aumenta o risco de dor nas costas.

As pessoas obesas são as que mais enfrentam problemas na coluna, pois sobrecarregam o peso sobre a coluna vertebral, o que pressiona os discos, podendo causar uma hérnia. Mas o que muita gente não sabe é que não são apenas eles que correm esse risco. Aqueles que brigam com a balança também estão expostos a alterações na coluna — alerta.


Muito mais que uma dor nas costas

De acordo com um estudo feito pela Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz, as dores nas costas afetam 36% da população brasileira. Quando esse desconforto é constante, acompanhado de formigamento, queimação e uma dor aguda que atinge o quadril, perna e nádegas, pode indicar um quadro mais periogoso: a hérnia de disco.

O problema é provocado por uma lesão dos discos que compõem a coluna vertebral. 80% a 90% das hérnias de disco podem ser tratadas sem cirurgia, ou seja, apenas com fisioterapia, exercícios físicos e remédios prescritos por um médico.

Segundo Mandel, o procedimento cirúrgico é aconselhado somente quando há perda motora ou de reflexo. Porém, quando a pessoa é obesa, é normalmente a indicação. Além disso, o sobrepeso aumenta as chances de complicações cirúrgicas, o tempo operatório, a perda de sangue e o período de internação hospitalar.

Estudos apontam que as chances das cirurgias feitas para aliviar a dor lombar e problemas de hérnia de disco não serem bem sucedidas são maiores em pacientes cujo IMC é superior a 40 — ressalta o especialista.

Outras doenças que estão associadas à obesidade também podem interferir na recuperação do paciente.


Saúde em primeiro lugar 


Segundo o especialista, perder peso é o primeiro passo para evitar e tratar doenças da coluna em obesos.
O paciente deve, assim, se preparar antes de se submeter ao tratamento cirúrgico. É importante que ele comece adotando hábitos saudáveis, como fazer atividades físicas, que são grandes aliadas da hérnia de disco.

— O exercício compensa a fraqueza muscular típica desses pacientes — esclarece Mandel.

 

PROGRAMAÇÃO MARCA DIA NACIONAL DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A ESCLEROSE MÚLTIPLA

17/08/2013 

Distribuição de material informativo, água e frutas, no Busto de Tamandaré (Tambaú), na manhã do dia 30, marcará o transcurso do Dia Nacional de Conscientização sobre Esclerose Múltipla, em João Pessoa. O evento será organizado pelo Centro de Referência em Esclerose Múltipla da Paraíba (Crem), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), e pela Associação Paraibana de Portadores de Esclerose Múltipla. A ação começa às 6h.


De acordo com a programação, no dia 31, das 14 às 17 horas, no auditório da Funad, será proferida palestra pela coordenadora do Centro de Referência em Esclerose Múltipla de Pernambuco, Maria Lúcia Brito.

“O objetivo é disseminar informações sobre a doença junto à sociedade e entre a própria classe médica para que fiquem atentos aos sintomas e façam o encaminhamento para o tratamento adequado”, explicou a neurologista Bianca Etelvina, coordenadora do Crem-PB.

A médica explicou que na Paraíba há 162 pacientes com a doença e o Centro de Referência atende 109. “O Dia Nacional serve também para que mais gente conheça o nosso trabalho e, dessa forma possamos atender a maior quantidade de pessoas. E é bom que fique claro que a esclerose múltipla não tem cura, mas tem tratamento”, disse.

O aposentado Juarez dos Santos Pacheco, de 60 anos, é um dos pacientes do Centro. Gaúcho, diagnosticou, na sua terra, a doença nos anos 90 mas só quando veio morar na Paraíba começou a se tratar. “Há dois anos eu estava para voltar para Porto Alegre mas desisti por causa do atendimento do Centro de Referência. Aqui os funcionários dão atendimento tão humanizado que a relação é mais de amizade do que de paciente e profissional”, declarou seu Juarez que, no momento, tem a doença em quadro estável.

Serviço – O Governo do Estado inaugurou em novembro do ano passado, em João Pessoa, o primeiro Centro de Referência em Esclerose Múltipla da Paraíba (Crem-PB) que funciona na Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência (Funad).


A presidente da Funad, Simone Jordão, falou da importância dessa parceria com a Secretaria de Estado da Saúde: “É importante porque agora há um centro de referência onde é feito o diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação das pessoas, de todo Estado, que viviam sem nenhuma referência para a esclerose múltipla”, disse.

O Centro de Referência oferece os seguintes serviços:

  • Distribuição de medicamentos; 
  •  
  • Atendimento neurológico especializado; 
  •  
  • Orientação no uso da medicação; 
  •  
  • Visitas domiciliares aos pacientes; 
  •  
  • Participação em eventos científicos
A equipe multiprofissional do Crem-PB é composta por médico neurologista, enfermeiro, técnico de enfermagem, assistente social, fisioterapeuta, psicólogo, fonoaudiólogo, nutricionista e farmacêutico. O serviço funciona de 2ª a 6ª, das 07h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30. Para outras informações, a população pode ligar para os telefones (083) 3214-7879, 3243-8466 e 3243-8763, ramal 206.

A doença – A esclerose múltipla é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, responsável pelo controle geral do organismo, como funcionamento de órgãos e percepção dos sentidos. Ela é autoimune – quando o corpo reage contra suas próprias células e tecidos por uma falha no sistema imunológico – e tem evolução crônica que pode levar a sequelas motoras e sensoriais.

A doença não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos. Quanto antes for feito o diagnóstico, melhor para o tratamento.

Os sintomas mais comuns são: dormência em qualquer parte do corpo, perda das funções motoras, visão dupla ou perda momentânea da visão, dor sem causa específica, dificuldade para caminhar, paralisias (facial, pernas, braços), fadiga, desequilíbrio, tremores e dificuldades de controlar os movimentos, entre outros. A doença atinge principalmente adultos jovens entre 20 e 40 anos, sendo na grande maioria do sexo feminino e de pele branca.

 

TRIATLETA SUPERA ESCLEROSE MÚLTIPLA E DÁ A VOLTA POR CIMA COM A AJUDA DO ESPORTE

Publicado em 19/08/2013 às 00h30

Hoje, jovem corre centenas de quilômetros e já acumula várias conquistas.
Doença foi diagnosticada há oito anos, quando a anestesista ia casar.


Cristiane Prado tinha 26 anos e estava prestes a se casar quando foi diagnosticada com Esclerose Múltipla, que não tem cura. Sem conseguir trabalhar, ela resolveu se alistar no Exército e com a ajuda do esporte e de fortes desafios físicos, ela conseguiu controlar a doença. Hoje, após oito anos, ela já consegue correr centenas de quilômetros sem sentir as dores típicas da doença.

Há um ano e meio eu parei de tomar o remédio. Seria uma forte possibilidade de reativar a doença e não reativou e, atualmente, o exercício é uma prescrição médica.

Ela seguiu à risca o conselho e, com a ajuda do treinador, aprendeu a nadar e a pedalar para se tornar uma triatleta. Hoje ela já acumula diversas medalhas na modalidade.

A recuperação também a ajudou no trabalho, já que Cristiane é anestesista, mas também especializada em medicina esportiva.

A visão que eu tento passar para todos, independente de ser a pessoa mais sedentária possível, quanto de um atleta de ponta que vem para cá buscando os nossos testes, buscando um melhor resultado, é que você sempre pode, se você quiser.

Assista ao vídeo:


 

ESCLEROSE MÚLTIPLA, SEM ESTIGMAS

16 de agosto de 2013 
 
Chamar alguém de “esclerosado” normalmente tem uma conotação pejorativa, similar aos termos “gagá”, “caduco”, dentre outros comumente atribuídos ao indivíduo que perdeu capacidades mentais. 

Existe muita desinformação a respeito da Esclerose Múltipla e, talvez por isso, ela seja muito estigmatizada. Mas com um bom acompanhamento médico e com o carinho da família, os portadores podem ter qualidade de vida por um bom tempo.

A doença é causada pela destruição da bainha de mielina, composta das fibras responsáveis pela transmissão de impulsos elétricos no nosso corpo, que tornam possível o andar, o equilíbrio, a nitidez da visão, dentre outras características. Nos locais em que ocorre esse dano, formam-se placas e tecidos endurecidos, daí a denominação esclerose, e a palavra múltipla está ligada ao aparecimento dessas placas em distintas áreas do cérebro e da medula espinhal.

Segundo dados do Centro de Investigação em Esclerose Múltipla de Minas Gerais (Ciem), a prevalência da doença em Belo Horizonte é de 18 casos por 100 mil habitantes. Ainda de acordo com o Ciem, essa doença é tipicamente diagnosticada entre os 20 e 50 anos de idade, embora também possa ser desenvolvida na infância e na velhice. Além disso, ela é mais frequente em mulheres, e mais comum em caucasianos (pessoas com descendência europeia).

Um episódio característico é o chamado surto, que é a atividade inflamatória da doença – o processo em que a bainha de mielina é lesada, como explica o professor do Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da UFMG, Marco Aurélio Lana. Ele também descreve esse acontecimento como “o aparecimento de um sintoma ou de uma manifestação nova, ou a reincidência de um sintoma que já havia acontecido. Pode ser fraqueza num braço, numa perna, dificuldade de andar; podem ser problemas de equilíbrio, vertigem, tonturas; podem ser alterações na movimentação ocular ou alterações de sensibilidade”, exemplifica.

Apesar de muito comum em pacientes com Esclerose Múltipla, essa crise não se apresenta em todos os portadores. Marco Aurélio destaca que 85% dos casos ocorrem na forma de surtos e remissões, ou seja, as crises aparecem por um período e acabam depois de um tempo. Os outros 15% se manifestam da forma chamada progressiva primária, sem surtos. Mas em ambos os casos, a doença evolui.

Ainda não há uma cura definitiva para a doença. O tratamento visa justamente evitar a ocorrência dos surtos, mas ainda não impede a piora contínua da esclerose. Apesar disso, a expectativa é que, num futuro próximo, os avanços da ciência melhorem o prognóstico da doença. “Nós somos bastante otimistas em relação ao tratamento da Esclerose Múltipla. Tem havido um contínuo progresso, de forma que os medicamentos são cada vez mais potentes, mais eficazes e menos tóxicos. De modo que o paciente que tem o diagnóstico recente da Esclerose Múltipla deve ter otimismo em relação ao seu futuro”, conclui o neuro-oftalmologista.


Tema da semana


Na série “Doenças degenerativas”, especialistas esclarecem algumas dúvidas a respeito da esclerose múltipla e de outras doenças consideradas graves, e também desmistificam informações difundidas erroneamente sobre elas.

 Confira a programação:


Doença de Parkinsonsegunda-feira (19/08/2013)

Esclerose Múltipla terça-feira (20/08/2013)

Distrofia Muscular - quarta-feira (21/08/2013)

Doença de Huntington quinta-feira (22/08/2013)

Glaucomasexta-feira (23/08/2013)


Sobre o programa de rádio

O Saúde com Ciência é produzido pela Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina da UFMG e tem a proposta de informar e tirar dúvidas da população sobre temas da saúde. De segunda a sexta-feira, às 5h, 8h e 18h, ouça o programa na rádio UFMG Educativa, 104,5 fm. Ele ainda é veiculado em 30 emissoras de rádio em Minas Gerais. Também é possível conferir as edições pelo site do Saúde com Ciência.




 

PERDER PESO AJUDA A MELHORAR A MEMÓRIA

Lembre-se   14/08/2013 

Cérebro se torna mais ativo após a dieta.


Perder peso não ajuda apenas a melhorar a saúde de maneira geral. Um novo estudo sugere que emagrecer também pode ajudar a melhorar a memória e a atividade do cérebro nas mulheres.

Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Umea, na Suécia, em que os cientistas usaram exames de ressonância magnética (RM) para monitorar a atividade cerebral de um grupo de 20 mulheres da terceira idade e com excesso de peso e a submeteram a uma série de testes cognitivos.

O que eles descobriram foi que as habilidades de memória apresentaram melhora significativa depois que as mulheres foram colocados em uma dieta durante seis meses. O estudo sugere que as deficiências de memória relacionadas à obesidade são reversíveis.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as pessoas obesas têm a memória episódica prejudicada. 

Um estudo de 2010 realizado na Universidade de Medicina Northwestern, nos EUA, por exemplo, descobriu que a perda de memória é proporcional ao excesso de peso da mulher e pode variar inclusive em relação ao formato do corpo. Quanto mais peso ela carregar na região dos quadris, mais pronunciada tende a ser a perda de memória em comparação à mulheres que tem gordura acumulada na regi]ao da cintura.

— A atividade cerebral alterada para melhor, após a perda de peso, sugere que o cérebro se torna mais ativo, ao armazenar novas memórias e, portanto, precisa de menos recursos do cérebro para recordar informações armazenadas — disse o principal autor do estudo, Andreas Pettersson.

Os testes cognitivos envolveram ligar rostos e nomes apresentados em uma tela de TV, enquanto os pesquisadores examinaram a atividade do cérebro dos sujeitos com exames de ressonância magnética, um processo conhecido como "codificação". O exercício era basicamente composto por ligar os rostos ao primeiro nome das pessoas.


Após a perda de peso, foi detectado um aumento da atividade cerebral durante os exercícios de codificação de memória em regiões importantes para a identificação e a correspondência de rostos, disseram os pesquisadores. A atividade cerebral também diminuiu em áreas responsáveis pela memória episódica prejudicada, indicando recuperação de dados mais eficiente.

FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/08/perder-peso-ajuda-a-melhorar-a-memoria-4234141.html


FIBROSE CÍSTICA...A DOENÇA DO BEIJO SALGADO

Quarta-feira, 14 de agosto de 2013 

Felipe Rosa


Você pode nunca ter ouvido falar em fibrose cística (ou talvez até a tenha conhecido agora, com a história do menino de 13 anos suspeito de matar seus pais em São Paulo), mas com certeza conhece a importância do Teste do Pezinho, principalmente se já é mãe e teve a preocupação de garantir que seu bebê fizesse este exame logo após seu nascimento. Esta é uma das doenças que podem ser diagnosticadas por meio deste teste, pelo menos aqui no Paraná (nem todos os estados incluem a triagem da fibrose cística no exame).

Apesar de não ser uma doença tão comum (estima-se que um em cada 2500 paranaenses sofre com ela), a fibrose cística pode trazer diversos prejuízos para a qualidade de vida do paciente e, por isso, deve ser diagnosticada o quanto antes para tratamento efetivo. Também estima-se que uma em cada 20 pessoas seja portadora do gene recessivo da doença, mesmo sem apresentar quaisquer manifestações. É, portanto, uma doença genética, na qual os genes recessivos são transmitidos pelos pais e estão presentes no par de cromossomos do paciente.

E é caracterizada por uma alteração no transporte de íons de cloro e sódio através das membranas das células. Isso faz com que as substâncias produzidas pelas glândulas exócrinas, como muco, suor, lágrimas e sucos digestivos, se tornem mais espessas e se depositem em canais existentes nas próprias glândulas, fazendo com que sua eliminação seja mais difícil. É por isso que a fibrose cística também é conhecida como doença do beijo salgado e como mucoviscidose.
Desta forma, independente do sexo, os pacientes de fibrose cística desenvolvem complicações no funcionamento de diversos órgãos, em especial, nos sistemas respiratório e digestivo. No entanto, no caso dos homens, elas podem atingir também o sistema reprodutivo, causando infertilidade, o que não acontece com as mulheres. “Nada impede que uma moça que é paciente de fibrose cística tenha filhos, mas, mesmo assim, normalmente a gravidez é considerada de risco, pois o quadro de saúde dela é mais complicado”, explica a gastroenterologista e nutróloga Jocemara Gurmini.



A médica, que é uma das poucas profissionais estudiosas do assunto no estado, ainda afirma que existem diferentes graus de acometimento da doença entre os pacientes. “Os sintomas mais clássicos são as infecções pulmonares e pneumonias de repetição. Quando o diagnóstico não é feito precocemente, com o Teste do Pezinho, esses sinais podem ser facilmente confundidos com quadros de asma ou bronquite se não forem acompanhados de outras manifestações. Outros sintomas comuns são a falência do pâncreas e alterações no fígado, mas gravidade deles varia muito”, afirma.

A confusão no diagnóstico acontece, principalmente, em pacientes nascidos antes de 2001, quando o exame neonatal ainda não era oferecido. Nestes casos, o diagnóstico é feito por meio de um teste do suor - o próprio Teste do Pezinho não diagnostica com tanta exatidão a fibrose cística, sendo sempre necessário este outro exame para confirmação. Este foi o caso da psicóloga Verônica Stasiak (foto), 26 anos, que só soube que era portadora da doença quando já tinha 23 anos, apesar de ter apresentado vários dos sintomas típicos muito antes disso.

“Desde os meus primeiros meses de vida, tive muitas pneumonias. Aos 18 anos, descobri que uma parte do meu pulmão direito tinha parado de funcionara e precisei fazer uma cirurgia por causa disso. Depois disso, em 2008, fiz uma cirurgia para tirar a vesícula, que também sofria complicações. E, em 2009, passei mais de um mês internada porque estava problemas respiratórios de novo e, mesmo depois de receber alta, tive que voltar porque estava com uma pancreatite”, conta. Somente depois desse último internamento é que ela foi diagnosticada adequadamente.

Sua dificuldade em ser diagnosticada corretamente, passando até mesmo por uma situação de risco de morte durante um de seus internamentos, entretanto, serviu de motivação para a criação do Instituto Unidos pela Vida, como já mostramos aqui no TDelas. A entidade preparação uma programação especial de conscientização sobre a doença para o próximo mês, quando celebra-se o Dia Nacional de Divulgação da Fibrose Cística. Para Jocemara, essa confusão no diagnóstico acontece por falta de conhecimento por parte da classe médica e da sociedade como um todo.

Se não tratada, a fibrose cística pode representar risco de morte para os pacientes devido ao agravamento dos sintomas. Ainda não há cura, mas, com tratamento, é possível manter a doença controlada. Para isso, é preciso que o paciente receba acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. “À medida que o paciente cresce, as complicações vão aumentando e, por isso, esta é uma pessoa que tem que ficar sempre próxima de sua equipe médica, incluindo nutricionista, gastro, endócrino, otorrino. Assim, há chance de uma sobrevida maior. Antigamente, não chegava-se à adolescência, agora já temos muitos pacientes adultos”, garante. No entanto, não há comprovação de que a doença promova comprometimento psíquico ou neurológico, como foi especulado em relação ao caso do menino de São Paulo.
 

NEUROPATIA PERIFÉRICA PODE INICIAR COM UM SIMPLES FORMIGAMENTO NOS PÉS

Silenciosa e gradual   13/08/2013

O sintoma mais típico é o aparecimento de alteração sensitiva, que inicia nos pés e sobe, como um formigamento ou perda de sensibilidade. 
Diagnóstico deve ser precoce e abrangente, a fim de evitar sequelas neurológicas.


Nosso sistema nervoso é composto basicamente pelo cérebro, a medula espinhal e uma extensa rede de nervos periféricos. Esses nervos trazem toda a sensibilidade para o cérebro e levam todas as ordens motoras dele para os músculos. Quando a função do nervo está alterada, surgem formigamentos, dores em choque, perda de sensibilidade e, em alguns casos, fraqueza muscular.

Reconhecendo o problema no início, entretanto, podemos estabelecer a causa da disfunção e evitar um dano irreversível. Segundo o neurologista Leandro Teles, membro da Academia Brasileira de Neurologia, os nervos são estruturas bastante sensíveis e podem ser comprometidos por traumas, medicamentos, uso de álcool, doenças sistêmicas como a diabetes, o hipotireoidismo, problemas genéticos e infecciosos.

Um diagnóstico preciso exige uma investigação abrangente e precoce, a fim de evitar uma sequela neurológica. O problema pode ocorrer em qualquer idade, mas as causas mais comuns ocorrem acima dos 40 anos.

Os sintomas são variáveis, de acordo com a causa e a intensidade.

O mais típico é o aparecimento bilateral e simétrico de alteração sensitiva, que inicia nos pés e sobe, como um formigamento ou perda de sensibilidade. No entanto, existem formas com atrofia, fraqueza e assimetria — explica o especialista.

O quadro pode ser agudo, evoluindo em alguns dias, ou mais crônico, podendo piorar em meses ou anos.

Muita gente deixa passar os sintomas iniciais e só procura ajuda quando apresenta dificuldades para andar, feridas no pé — que não tem mais sensibilidade — ou quando os membros superiores são acometidos. Nestes casos, a recuperação pode não ser mais a mesma.

Segundo Teles, a neuropatia periférica — que é como chamamos o conjunto de doenças do nervos periféricos —, é geralmente a ponta de um Iceberg. Ou seja, sinaliza uma doença oculta, como a carência de vitamina B12, um problema de tireoide, a presença de um medicamento tóxico, uma diabetes mais avançada ou um tumor.

É recomendado procurar o neurologista na fase ainda de formigamentos, para tentar barrar o processo e auxiliar o corpo como um todo.

Para investigar a causa, são geralmente necessários exames de sangue e, eventualmente, um exame chamado eletroneuromiografia, que estuda a condução elétrica do nervo e visa identificar o tipo, a distribuição e a intensidade da lesão.


O tratamento é dividido em 4 medidas principais
1- Tratar a causa, que 30% das vezes pode permanecer obscura

2- Utilizar medicamentos para reduzir os sintomas (formigamento, por exemplo)

3-
Reabilitação física especializada

4- Cuidados com o membro afetado  

CONHEÇA MITOS E VERDADES SOBRE VACINAÇÃO

Proteção   11/08/2013 

Imunização é importante para a prevenção de doenças graves que podem se manifestar em todas as fases da vida.


De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a vacinação é responsável por evitar até três milhões de mortes por ano no mundo. Entretanto, apesar de ser um conceito difundido, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 22 milhões de crianças ainda não recebam imunização contra doenças que podem ser prevenidas. 

Especialistas são unânimes em apontar a vacina como uma alternativa valiosa na prevenção de doenças graves que podem se manifestar em todas as fases da vida. Para entender melhor o assunto que envolve a saúde pública da população, o infecto-pediatra Marco Aurélio Sáfadi, presidente do Comitê de Pesquisa Clínica da Sociedade Latino-Americana de Infectologia Pediátrica (SLIPE), esclarece os principais pontos que envolvem o tema. Confira:


1) Mito: a vacinação é um mecanismo de proteção com foco infantil



A imunização começa na infância, entretanto, é um processo que deve seguir em todas as fases da vida, até a terceira idade, com o objetivo principal de prevenir doenças graves, sequelas e evitar mortes.


2) Verdade: o Calendário Básico de Vacinação do Brasil é definido pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) e corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública que são distribuídas gratuitamente da infância à terceira idade


Vale a pena enfatizar que o PNI contempla a grande maioria das vacinas hoje disponíveis no mundo.



3) Mito: uma vez imunizado, o indivíduo está protegido por toda a vida contra a doença para a qual a vacina se propõe



Para algumas vacinas, sem as doses de reforço, a proteção acaba comprometida. Algumas vacinas tem uma duração limitada de proteção. O ideal é ter atenção às doses subsequentes, pois elas é que garantirão a manutenção e eficácia de proteção.



4) Verdade: seguir a carteira de vacinação da infância à fase adulta é sinônimo de proteção contra o aparecimento de várias doenças como: paralisia infantil, tétano, difteria, sarampo, coqueluche (tosse convulsa), rubéola, gripe, meningite, hepatite, pneumonia e até contra alguns tipos de câncer



Os benefícios da imunização em dia vão além da prevenção de enfermidades graves. O câncer do colo do útero, segundo mais prevalente entre as mulheres, atrás apenas do de mama, pode ser prevenido via vacinação contra o HPV.



5) Mito: os prematuros não podem receber vacinas


A imunização adequada para a criança precoce — mais suscetível a problemas de saúde em comparação ao que nasceu no tempo certo, por exemplo, protege contra doenças respiratórias importantes e garantem a saúde do bebê. 



6) Verdade: existe um calendário específico para as pessoas que trabalham em segmentos nos quais o risco de contrair um vírus é maior



Trata-se do chamado calendário ocupacional que é recomendado, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), para vários profissionais, incluindo: médicos, enfermeiros, veterinários, garçons, guias de turismo, mergulhadores, salva-vidas e outros.



7) Verdade: manter a carteira de vacinação em dia garante proteção na hora de viajar, fora do país de origem



Entretanto, existem vacinas específicas, obrigatórias e recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para quem vai viajar para determinadas regiões e países de todo o mundo. Assim que o destino for conhecido, o ideal é a pessoa se informar, com a maior antecedência possível, sobre as exigências de vacinação do local visitado. Isso porque muitas vacinas, após a sua administração, levam um tempo para começar a conferir proteção ao individuo vacinado.



8) Verdade: a tríplice bacteriana, com uma só picada aos 60 dias de vida, inicia a proteção do bebê contra mais de um tipo de doença



Chamada de vacina combinada, este tipo de imunização garante, com uma só picada, proteção ao bebê contra coqueluche, tétano e difteria. Os pais devem estar atentos às doses subsequentes da tríplice, que devem ser feitas com quatro e seis meses. O primeiro reforço entre 15 e 18 meses e o segundo reforço entre quatro e seis anos.



9) Mito: tomei a vacina contra gripe no ano passado e por isso estou protegido este ano



A imunização é eficaz apenas durante um período limitado. No caso da gripe, por exemplo, a cobertura varia entre seis e oito meses e demora até 15 dias após a vacinação para conferir proteção. Além disso como o vírus da gripe pode sofrer mutações de um ano para outro, as vacinas são produzidas todo ano de acordo com estas modificações do vírus.



10) Verdade: em alguns casos, os pais ou cuidadores são os principais agentes transmissores de doenças aos filhos



Isso ocorre, por exemplo, com a coqueluche, infecção respiratória de contágio pela fala, tosse ou espirro, que no ano passado teve um aumento de 97% no número de casos no Brasil. Para as crianças, a primeira dose da vacina é recomendada aos dois meses de vida. Entretanto, para aumentar a proteção e garantir a saúde do bebê, a partir deste ano, as gestantes já devem ter direito à imunização gratuita, o que garantiria a transmissão de anticorpos protetores da mãe para o filho.



VEJA DICAS DE COMO CUIDAR DA SAÚDE DO CORAÇÃO

Proteja-se   12/08/2013 

Prevenção é fundamental para reduzir doenças cardiovasculares.


As doenças cardiovasculares são responsáveis por 29,4% de todas as mortes registradas no país anualmente. A alta freqüência do problema coloca o Brasil entre os dez países com maior índice de mortes por doenças cardiovasculares. O relatório “Estatísticas da Saúde Mundial 2012“, lançado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), apurou dados de 194 países. Uma das conclusões foi o aumento do número de pessoas com pressão alta, diabetes e obesidade em todo o mundo. 

O cirurgião cardiovascular do Instituto do Coração (INCOR), Roberto Rocha e Silva, esclarece importantes formas de cuidar do coração e ter qualidade de vida. Confira:


Falta informação sobre a prevenção de doenças cardiovasculares ou falta empenho da pessoa no cuidado da qualidade de vida?


Podemos aponter várias respostas para essa pergunta. As informações existem, mas primeiro o profissional tem que disponibilizar tempo para obtê-las. O profissional precisa tempo para transmitir este conhecimento e esclarecer as dúvidas dos pacientes. Isto tudo envolve custo e tempo que nem sempre está disponível no relacionamento entre o médico e pessoa assistida. A pessoa assistida tem que valorizar estas informações e se conscientizar que a opção pela saúde envolve esforço permanente.



O que mudou no diagnóstico e na indicação de tratamento com o aumento da expectativa de vida?

As doenças cardiovasculares aparecem após anos de descuido com eventuais fatores de risco: pressão alta, diabetes, colesterol alterado durante anos promovem o aparecimento progressivo de obstruções nas artérias. Após muitos anos, uma destas obstruções rompe e leva à manifestação agudo do infarto.


O diagnóstico mais importante é justamente o dos fatores de risco: para isso, basta o paciente 
comparecer ao médico, se possível, ainda na adolescência e manter seguimento de acordo com seu médico. Estas doenças são facilmente diagnosticadas e os novos tratamentos medicamentosos, quando necessários, são extremamente eficientes. Esta atuação evita ou retarda muito o aparecimento das obstruções, aumentando a longevidade e a qualidade de vida das pessoas.

Se a pessoa foi descuidada, o diagnóstico das obstruções já instaladas é realizado com equipamentos cada vez mais confiáveis e permitem o começo do tratamento clínico que hoje, de novo, é extremamente eficiente em evitar o progresso destas obstruções e sua eventual rotura. Com isso, diminuiu a chance de um infarto, prolongando-se a longevidade com qualidade do paciente.


O cigarro ainda é o maior vilão das doenças cardíacas?

É um fato conhecido que é uma quadrilha composta de sete bandidos: cigarro, obesidade, sedentarismo, colesterol, diabetes, pressão alta e fatores familiares. O que varia, para cada um de nós, é número de comparsas e quem se torna o chefe da quadrilha. Olhe bem para os três primeiros elementos: eles estão super relacionados com a vontade (ou falta de vontade) da pessoa.Os outros quatro são mais independentes desta vontade. A intensidade do fator de risco é que vai determinar a chefia da quadrilha para cada pessoa. É evidente que se alguém fuma dois maços por dia por 20 anos, será uma surpresa se ela não apresentar um infarto: nesse caso, o chefe da quadrilha é reconhecido imediatamente.



O relatório da OMS constatou que aumentou drasticamente o colesterol, diabetes e pressão arterial da população. Como diminuir esses índices?

Esses três fatores estão intimamente relacionados ao sobrepeso e ao sedentarismo. Hoje nós observamos cerca de 30% de sobrepeso nas escolas. Esse problema já dificulta de cara a atividade física. E o caminho para a instalação precoce e agressiva destas doenças está aberto. É urgente a instalação de políticas de saúde pública que orientem os pais a cuidarem de seus filhos em relação à educação alimentar e atividade física. Cabe aqui a intervenção obrigatória de médicos já nas escolas, pois mais da metade das pessoas acometidas, nem se dão conta de que estão com sobrepeso, e que isto caracteriza doença que pode gerar outras doenças.



Qual a importância da reeducação alimentar?

A reeducação alimentar atua diretamente em quatro dos sete fatores de risco. Primeiro, ajuda a manter o peso adequado (contra a obesidade); segundo, pode ajudar a controlar o colesterol; terceiro, é essencial no tratamento da diabetes; e finalmente, pode auxiliar no tratamento da pressão alta.



E os exercícios físicos?

Os exercícios físicos são importantíssimos, porque também atuam diretamente em três fatores de risco: ajudam a manter o peso adequado (sem obesidade); são essenciais no tratamento da diabetes, pois reduzem a resistência a insulina e podem auxiliar no tratamento da pressão alta. Mais ainda, os exercícios físicos praticados desde a infância, podem promover um aumento discreto do calibre das artérias do coração, que pode evitar ou adiaro perigo da obstrução se tornar significativa.


E se não for por nenhum outro motivo, é para poder comer sem culpa. Afinal, se você se exercitou forte, e desse modo participou da "caçada", tem direito ao prêmio.


Qual o futuro dessa geração de crianças obesas? 

Infelizmente elas vão representar um grande custo social e econômico à sociedade sobre todos os aspectos. Elas terão uma chance maior de contrair as doenças que constituem os fatores de risco que levam ao infarto. Como estas doenças podem ocorrer mais precocemente, estas crianças têm maior probabilidade de morbidade (perda de qualidade de vida) e mortalidade quando ainda adultos jovens. 



Quais as dicas para os adolescentes que comem muita comida industrializada, mas praticam esportes? Um hábito saudável neutraliza o outro?

Normalmente, os adolescentes que praticam muito esporte devoram as refeições. Mas quem está comendo excesso de comida industrializada provavelmente já não está fazendo tanto esporte quanto deveria. Alerta amarelo!




TRAJE ROBÓTICO DA CYBERDYNE SERÁ USADO EM TESTES PARA AJUDAR PARAPLÉGICOS A ANDAR NA ALEMANHA

7 agosto, 2013

A Cyberdyne Inc. anunciou na segunda-feira planos de oferecer seu traje robótico como equipamento médico na Europa, agora que o mesmo recebeu certificação internacional.


O equipamento foi desenvolvido em parceria com a Universidade de Tsukuba e chama-se HAL (Hybrid Assistive Limb, ou membro auxiliar híbrido). Sua função é ajudar pessoas com paralisia nas pernas a caminhar e realizar atividades normalmente. O HAL começou a ser desenvolvido no final da década passada pelo professor Yoshiyuki Sankai, do programa de engenharia avançada da universidade.

O HAL foi certificado como equipamento médico pela TUV Rheinland (órgão de certificação) alemã, após a Cyberdyne ter feito mais de 130 melhorias de segurança, entre outras. Ele recebeu o CE, espécie de selo do Inmetro europeu, obrigatório para experiências clínicas na Europa.

A Cyberdyne vai exportar em torno de doze unidades do HAL para testes clínicos a serem realizados pelo grupo hospitalar alemão Bergmannsheil. Os robôs serão usados por pessoas com paralisia das pernas causada por acidentes com a coluna cerebral, AVCs ou distrofia muscular, como parte dos testes para determinar se o HAL poderá ter cobertura do seguro contra acidentes de trabalhadores.

Cada participante utilizará o equipamento por três meses para determinar como o traje ajuda a andar. Um total de cem pessoas participará dos testes.

A Cybercyne ainda planeja eventualmente vender o HAL como equipamento médico nos Estados Unidos e na Ásia.

Fonte: Nikkei.com


O LADO AMARGO DO ADOÇANTE

10 de agosto de 2013 

SUBSTÂNCIA PODE ATÉ COMPROMETER A DIETA QUANDO O ORGANISMO NÃO RECEBE O AÇÚCAR ESPERADO E PASSA A EXIGIR MAIS ENERGIA.



Pesquisas feitas nos últimos 40 anos mostraram que os adoçantes não têm impacto direto na perda de peso nem efeitos positivos na prevenção de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão e cardiovasculares. Além disso, sua ingestão está ligada a mudanças nos mecanismos de resposta do cérebro a sabores doces, o que pode impactar a sensação de saciedade.

Um novo estudo, divulgado na revista científica Cell Press, traz um novo complicador. Ao analisar pesquisas sobre os edulcorantes feitos nos últimos anos, a professora de neurociência comportamental Susan Swithers, da Universidade Perdue (EUA), concluiu que esses produtos podem provocar um efeito contrário ao esperado.

– Adoçantes não oferecem energia, logo seu consumo pode induzir as pessoas a buscarem alimentos calóricos que supram a necessidade energética e de satisfação – explica Susan, sugerindo que o ideal é reduzir o consumo tanto de açúcar quanto de adoçante:

– Simplesmente substituir o açúcar por adoçante artificial não parece ter produzido resultados positivos na saúde.

O gosto doce serve para estimular respostas fisiológicas que ajudam a manter o equilíbrio energético do corpo. Ele sinaliza ao organismo a entrada de alimentos com alto valor energético, facilitando a absorção e a utilização da energia. Os adoçantes, porém, têm um gosto doce intenso, mas baixo valor calórico.

– O uso de adoçantes pode enfraquecer a ação do sabor doce como um sinal da ingestão de alimentos energéticos – ressalta Susan.

Especialista em nutrição humana, Fabiana Nalon diz que os adoçantes em geral deveriam ser usados apenas quando houvesse necessidade:

– É uma questão de educar o paladar. O ideal e correto é aprender a gostar do sabor do alimento natural, e não mascará-lo com o sabor mais doce.

SAIBA O QUE SÃO, AS CAUSAS E SINTOMAS DAS VARIZES PÉLVICAS

Dor crônica   09/08/2013

Depressão, dores fortes na região pélvica e intenso sangramento menstrual são alguns dos sintomas.
Problema é comumente associado a doenças ginecológicas e acomete principalmente as mulheres após os 30 anos.


Depressão, baixa autoestima, intensas dores na região pélvica, sensação de peso antes da menstruação, cólicas fortes, intenso sangramento menstrual e incômodos durante e após as relações sexuais. Sintomas que são normalmente associados a doenças ginecológicas podem, na verdade, esconder uma disfunção ainda pouco conhecida, mas que acomete principalmente as mulheres depois dos 30 anos: as varizes pélvicas.

Considerada a principal causa da dor pélvica crônica, esse tipo de varizes causa dor no útero, ovários e vulva. Segundo o especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser Ary Elwing, o problema é causado pelo hormônio feminino estradiol, que dilata as veias ovarianas e uterinas, principalmente em mulheres que já tiveram duas ou mais gestações, têm ovário policístico ou disfunções hormonais.

— Pesquisas na área mostram que um terço das mulheres já sentiu ou vai sentir algum tipo de dor pélvica. Então, é importante que os médicos estejam atentos aos sintomas porque, embora a doença não tenha cura, evitar um diagnóstico errado possibilita ao paciente ter uma vida normal e sem dores — explica o especialista.


Diagnóstico e tratamento 

Muitas vezes, a doença é descoberta acidentalmente, durante uma ultrassonografia de rotina ou uma cirurgia abdominal. Entretanto, quando os sintomas são mais evidentes, o diagnóstico é simples, feito por ultrassom transvaginal ou por um exame chamado flebografia, que consiste na injeção de contraste para radiografar o sistema venoso.

O tratamento pode ser feito de duas maneiras. Uma delas é igual ao realizado para as varizes das pernas, onde é utilizada a medicação flobotônica. Já nos casos mais graves, recomenda-se a embolização ou escleroterapia endovascular, que são métodos cirúrgicos que visam à remoção de todo o bloco varicoso. 

 

MAMOGRAFIA E ULTRASSONOGRAFIA PODEM INDENTIFICAR MUDANÇAS NO SILICONE

Saúde da mulher   09/08/2013

Além de mudanças estéticas, implantes também podem sofrer deslocamentos e rompimentos.
Especialista recomenda que os exames sejam feitos anualmente após os 40 anos.


Com o passar dos anos, fatores como idade, genética, gravidez, alterações no peso e a ação da gravidade podem mudar o tamanho e a forma dos implantes.
Mas as mudanças na prótese não afetam somente a estética. Muitas vezes, elas também precisam ser trocadas em razão do prazo de validade, rompimento ou deslocamento. Se isso não acontecer dentro do período recomendado, pode haver uma pequena ruptura, que pode gerar microvazamentos do silicone, inflamando os tecidos vizinhos.  


Para que as mulheres não precisem passar por esse tipo de complicações, a diretora médica da Mamorad, Radiá Pereira dos Santos, recomenda que elas estejam com os exames de mamografia e ultrassonografia em dia. Embora eles não sejam capazes de detectar se o implante está deslocado ou encapsulado, podem identificar se o mesmo está rompido.

— Muitas vezes a mulher palpa alguma alteração na mama, e pode pensar que se trata de um nódulo, quando na realidade é apenas o próprio implante mamário que pode estar apresentando alguma dobra ou prega. Por isso, é essencial que procurem orientação médica — explica a especialista.

De acordo com a profissional, os implantes não atrapalham na análise de possíveis nódulos. Por isso, ela aconselha que, antes dos 40 anos, as mulheres com implantes de silicone façam os exames quando sentirem algum sintoma e, após essa idade, que eles sejam feitos anualmente.


FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/vida/noticia/2013/08/mamografia-e-ultrassonografia-podem-identificar-mudancas-no-silicone-4228811.html

 

ESTRESSE DAS GRANDES CIDADES PODE SER FATOR DE RISCO PARA O CORAÇÃO

Desequilíbrio   09/08/2013 
 
Estado de tensão e alerta pode liberar de hormônios que comprometem saúde cardíaca.


Além de enfrentar uma intensa rotina de trabalho, quem vive nas grandes cidades precisa lidar diariamente com fatores bastante desgastantes como o trânsito e a violência. Embora muitos tenham se acostumado ao ritmo dos grandes centros urbanos, enfrentar a rotina dentro deles gera muito mais do que um desgaste físico e emocional. 

O estresse vivido por quem mora na cidade causa o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, além de provocar a liberação de hormônios que também podem prejudicar o coração — afirma a cardiologista do Hospital do Coração (HCor), Magaly Arrais. 

Magali explica que, em função do estado de tensão e alerta contínuo do corpo, o cérebro sofre alterações que levam a uma liberação de altos níveis de hormônios que geram instabilidade no organismo e podem provocar espasmos na artéria coronária que irriga o coração, além de lesionar células cardíacas, conhecidas como miócitos, por causa do aumento dos radicais livres. 

O excesso de hormônios como o cortisol e a adrenalina, por exemplo, aumenta os batimentos cardíacos e eleva a pressão arterial. Por isso, pessoas predispostas ou com problemas cardíacos podem sofrer infartos e até vir a óbito, caso sejam expostos a altos níveis de tensão e ansiedade — explica a médica. 


Os sintomas do estresse 


Para enfrentar a rotina urbana de maneira saudável, é preciso se cuidar. Por isso, a psicóloga Priscila Regina Torres Bueno explica como identificar sinais de tensão que possam indicar níveis mais altos de estresse. 

Estresse é uma condição de desequilíbrio do funcionamento físico e mental e pode ocorrer quando o organismo precisa lidar com situações que exigem um grande esforço físico e emocional para serem superadas. Fatores como competição profissional, violência, insegurança, mudanças na rotina familiar, profissional ou perdas financeiras podem desencadear o problema — afirma Priscila.

De acordo com a psicóloga, os sintomas que indicam níveis mais altos de estresse podem aparecer em estágios, muitas vezes não percebidos pelas pessoas. Primeiramente há a fase de alerta que pode causar tensão ou dores musculares, irritabilidade, sensibilidade emocional, ansiedade e inquietação. O estágio seguinte é o da resistência ao fator que gera o estresse, no qual podem surgir cansaço e perda de memória. 

Quando o organismo não consegue se adaptar ao fato que causa o estresse, o indivíduo entra na fase da exaustão. Nesse estágio pode haver dificuldade de concentração, perda de memória, falta de interesse sexual, impotência, infecções ginecológicas, distúrbios menstruais, erupções dermatológicas, quedas de cabelo, perda ou ganho de peso, desânimo, questionamentos pessoais e profissionais, além de sintomas de ansiedade, pânico e depressão — revela a psicóloga.


Como aliviar a tensão 


Para combater todos esses problemas, a melhor opção ainda é relaxar. Para isso, Priscila também tem algumas dicas. Segundo ela, quando o organismo fica em alerta ou sob tensão, ele precisa entrar em equilíbrio para se recuperar. Por isso, é fundamental desfrutar de momentos que tragam prazer e relaxamento, como a prática de exercícios físicos e o cultivo de relacionamentos saudáveis que possam funcionar como suporte emocional. Além disso, é muito importante reconhecer os próprios sentimentos, os sintomas de estresse e procurar o apoio de pessoas próximas ou de especialistas que auxiliem a enfrentar o problema, propondo modelos de comportamento mais adequados diante de cada dificuldade do dia-a-dia. 

Vale lembrar que a ingestão de bebida alcoólica, cigarro e o excesso de comida não auxiliam a pessoa. O ideal é buscar o equilíbrio emocional de maneira saudável — finaliza a psicóloga.



CONHEÇA 13 CAUSAS DE CONSTIPAÇÃO INTESTINAL

Prisão de ventre  08/08/2013

Constipação intestinal tem causas menos conhecidas.
Problema pode ser gerado por diversos fatores.


O que causa a prisão de ventre? Entre os "culpados" mais conhecidos estão uma dieta pobre em fibras, ignorar repetidamente o desejo de ir ao banheiro, não beber água suficientemente e a falta de exercícios físicos. 

De acordo com o gastroenterologista Silvio Gabor, a constipação intestinal também tem outras causas menos conhecidas, incluindo alguns medicamentos e suplementos, além de condições médicas potencialmente graves.


O médico lista 13 possíveis causas da constipação que você pode considerar. Confira:


1) Hipotireoidismo ou hipoatividade da tireoide
 



Nem todas as pessoas com disfunção da tiroide têm prisão de ventre, assim como nem todos os casos de prisão de ventre significam que a tiroide da pessoa esteja funcionando de maneira irregular. Ainda assim, um paciente jovem constipado mais que o normal e com dores abdominais, por exemplo, pode ter problemas no funcionamento da sua tireoide.


2) Analgésicos, especialmente narcóticos



Segundo Gabor, um grande número de receptores das drogas narcóticas estão no aparelho digestivo. Por isso, em geral, é uma boa ideia prescrever laxantes suaves para os usuários dessas drogas. Alguns estudos sugerem também que pode haver um risco maior de constipação intestinal para pessoas que são usuárias crônicas de analgésicos como aspirina e ibuprofeno.



3) Chocolate


Há algumas evidências de que o chocolate pode causar prisão de ventre, embora outros estudos digam que o chocolate pode ajudar algumas pessoas constipadas. Em um estudo de 2005 ficou comprovado que pessoas com constipação crônica ou síndrome do intestino irritável são mais propensas do que as pessoas sem esses problemas a afirmar que o chocolate causa constipação, assim como bananas e chá preto. Eliminar ou cortar o chocolate por causa da constipação é uma decisão que deve ser avaliada individualmente.



4) Vitaminas



Em geral, vitaminas não causam obstipação, mas certos componentes, tais como cálcio e ferro podem ser um problema. Em alguns casos pode ser recomendável que pacientes que estejam tomando suplementos à base de ferro ou cálcio suspendam sua ingestão. 



5) O uso excessivo de laxantes


Alguns laxantes funcionam estimulando a atividade intestinal por causarem uma irritação da mucosa. No entanto, é importante destacar que laxantes só devem ser ingeridos com prescrição médica. Quando utilizados por longos períodos de tempo, os laxantes podem levar à dependência, ou seja, o intestino pode não funcionar corretamente sem eles. 



6) Consumo pobre de fibras


Uma dieta rica em queijo e outros alimentos com poucas fibras e muita gordura, tais como ovos e carne, pode retardar a digestão. Portanto, é recomendado reduzir o consumo de tais alimentos e ingerir de 20 a 35 gramas por dia. Para quem come diariamente queijos, carne vermelha e ovos, é importante adicionar verduras, frutas e outros alimentos que contenham fibras na sua dieta. Evite fast foods e alimentos processados, que são geralmente pobres em fibras.



7) Antidepressivos



A prisão de ventre parece estar associada com inibidores seletivos da recaptação de serotonina, mecanismo de ação de alguns dos antidepressivos. No entanto, a constipação é mais um problema provocado pelos antidepressivos tricíclicos. Não é possível afirmar que todos os medicamentos antidepressivos tenham este efeito colateral. 



8) Depressão



A própria condição que os antidepressivos se propõem a tratar — a depressão — também pode causar constipação. Assim como o hipotireoidismo, a depressão provoca uma desaceleração geral dos processos normais do corpo, o que também pode afetar o intestino. Pessoas com síndrome do intestino irritável, moléstia intimamente ligada à depressão, também são mais propensas à constipação.



9) Antiácidos



Antiácidos são ótimos para combater a azia, mas alguns podem causar prisão de ventre, especialmente aqueles que contêm cálcio ou alumínio. Felizmente, existem diversas opções de antiácidos no mercado. É possível, também, reduzir o risco de azia consumindo menos alimentos gordurosos e mais fibras, medidas que ajudam a prevenir a azia e a constipação.



10) Pressão arterial e alergias


A prisão de ventre pode ser um efeito colateral de medicamentos comumente usados para tratar a pressão arterial elevada, tais como bloqueadores dos canais de cálcio e diuréticos. Diuréticos, por exemplo, reduzem a pressão arterial, aumentando a produção de urina, o que libera mais água do organismo. No entanto, a água também é necessária para manter as fezes macias e levá-las para fora do corpo. Os anti-histamínicos utilizados para tratar sintomas alérgicos também pode ser causa de constipação.



11) Doença inflamatória intestinal


A doença inflamatória intestinal (DII) inclui duas condições crônicas principais: a doença de Crohn e a colite ulcerativa. Ambas podem causar cólicas, perda de peso, sangue nas fezes e outros problemas de saúde. A diarreia crônica é um sintoma comum de ambas. No entanto, a constipação pode ser um problema também. Na colite ulcerosa, a constipação pode ser um sinal de inflamação no reto e na doença de Crohn pode ser um sinal de obstrução no intestino delgado. 



12) Parto



A constipação é comum durante a gravidez, mas o parto em si pode ser um problema, possivelmente devido aos músculos abdominais lentos ou devido ao uso de analgésicos ou anestesia durante o parto. Além disso, pode haver alguma dor perineal imediatamente após o parto, então o medo de causar mais desconforto pode ser um fator importante para a constipação. Embora as lesões de estiramento durante o parto às vezes possam causar danos nos nervos que levam à prisão de ventre, isso é menos comum.



13) Diabetes e condições neurológicas



A diabetes pode causar danos nos nervos que podem afetar a capacidade de uma pessoa digerir os alimentos. A maioria das pessoas com diabetes avançado apresentam este problema. Ainda assim, é razoável fazer um teste de açúcar no sangue em alguém que é regularmente constipado. Condições neurológicas tais como a Esclerose Múltipla ou a doença de Parkinson podem causar obstipação. aparece juntamente com outros sintomas, como dificuldade para urinar, visão dupla ou um problema de marcha.





FONTE:http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/08/conheca-13-causas-de-constipacao-intestinal-4227472.html